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Nuno Avelar

Nuno Avelar

31
março

Editorial

Publicado em EDITORIAL
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"Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir"

 

Há pessoas que nos marcam enquanto indivíduos mas que também marcam a sociedade em que estamos inseridos.
Lidar com o desaparecimento dessas pessoas é algo que não é fácil, mas que dói mais aos seus familiares e amigos próximos do que ao comum cidadão, apesar de não nos ser indiferente.
Este escrito hoje não pretende ser “lição de moral” para ninguém, nem tão pouco uma “chatice”… mas, ao ser abordada por uma leitora tive que vir escrever a propósito do “Senhor do Adeus”, o Sr. Carias.
Já conhecia o senhor Carias desde os meus tempos de criança ainda morava ele na freguesia da Feteira. Todos os dias ao passar à Portela a caminho da escola ele lá estava sorridente para nos dar os bons dias. No regresso a casa a mesma coisa. Trocava uns dedos de conversa connosco. Gostava de saber como nos tinha corrido a escola, o que tínhamos aprendido. Era como que um “avô” de todos.
Depois do sismo mudou-se para a cidade e passava os seus dias sentado à entrada de casa, ali na Ladeira do Relógio. Com um sorriso na cara acenava a todos os que passavam e sorria, sorria muito, mesmo nos dias mais cinzentos e tristes.
A toda a gente que falei do seu desaparecimento o sentimento é o mesmo: o vazio… Partiu o “senhor do adeus”. Toda a gente o conhecia e, ainda que instintivamente, cumprimentavam-no ao passar.
São figuras referência da nossa terra e que não merecem ser esquecidas, mas sim eternizadas, nem que seja nos nossos corações.
Quando a nossa leitora me abordou e disse “devias escrever algo sobre ele”, fiquei a matutar. Que vou eu escrever sobre o senhor Carias? Tudo e Nada!
Que a bondade e simpatia dele nos aqueça os corações. Que consigamos todos sorrir e acenar todos os dias.
Descer a Ladeira do Relógio nunca mais será o mesmo, é certo! Um até sempre caro amigo, e um abraço apertado à sua esposa e restante família.
Na mesma semana, e quando já tinha este texto pronto, recebo a notícia do falecimento do “Sassá”, o Fernando Goulart. Homem da música, passou pelos Liras da Feteira, entre muitos outros. Foi massagista do FSC, era um bem disposto. Lutou contra a doença anos a fio sem nunca perder o sorriso.
Perdi um amigo e o Faial perdeu mais uma pessoa de referência...
 

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31
março

BeForDance participa na X Convenção Internacional Hip Hop Dance Algarve

Publicado em Local
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O Grupo de Hip Hop BeForDance da Ribeirinha Ativa/ CorpuSeven Health Club participa este fim de semana na X Convenção Internacional Hip Hop Dance Algarve.

Criado em 2007, BeForDance vê a evolução do seu trabalho dar frutos, tendo agora a possibilidade de dar um passo a nível nacional.

De 31 de março a 02 de abril, oito meninas do grupo, com idades compreendidas entre os 8 e os 16 anos, embarcam na aventura da dança, com a participação numa das maiores convenções de Hip Hop internacionais.

Organizada pela Academia de Dança do Algarve, a convenção decorrerá no Pavilhão Municipal da Penha de Faro e contará com workshop’s, demonstrações, Battles e muito mais com a participação de dançarinos profissionais de várias regiões.

O Grupo BeForDance, ensaiado pela Rafaela Lima, vai acompanhado por Pedro Mendonça, gerente/proprietário do CorpuSeven Health Club e algumas mães.

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30
março

PS Faial considera que requalificação do Castelinho alarga serviço de qualidade para a infância na ilha

Publicado em Local
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O Grupo Parlamentar do Partido Socialista visitou as obras na creche ‘O Castelinho’, na cidade da Horta, um investimento considerado “fundamental” pela resposta que garante às crianças e às suas famílias na ilha do Faial. A iniciativa que decorreu esta quinta-feira insere-se no âmbito do Roteiro da Criança, uma iniciativa promovida pelas deputadas socialistas eleitas pela ilha do Faial, que nesta visita contaram, ainda, com a presença de outras parlamentares do PS da Comissão de Assuntos Sociais.

“Ao realizarmos este Roteiro, estamos a promover um contato com as instituições que diariamente trabalham com as crianças. Este maior conhecimento é uma ferramenta essencial para a definição de medidas a implementar”, afirmou Isabel Correia, deputada eleita pelo Faial, no final da visita.

A deputada socialista valorizou ainda o investimento que está a ser feito na creche, com um valor superior aos 2,5 milhões de euros: “A obra que aqui está a ser realizada não só alagará a oferta existente no Faial, como também trará um serviço de maior qualidade”, sublinhou. O Castelinho tem, atualmente, mais de 200 utentes nas valências de creche, jardim de infância e ATL.

Isabel Correia salientou também o papel dos profissionais e dos voluntários que contactaram durante o Roteiro, nas diversas entidades, e que contribuem de uma forma efetiva para que as crianças tenham respostas adequadas às diferentes situações: “Nos contatos que tivemos, quer com instituições privadas quer com entidades públicas, verificamos, de uma forma muito positiva, a dedicação, muitas vezes além do que o horário de trabalho exige, que é desenvolvida por quem trabalha nesta área, em alguns casos em regime de voluntariado. É também com estes contributos que construímos um futuro melhor para as nossas crianças”, concluiu Isabel Correia.

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31
março

Rui Baptista – uma voz faialense na WJFD Radio

Publicado em Reportagem
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Rui Baptista nasceu no Faial em 1962 e emigrou para os Estados Unidos em 1989.
Enquanto no Faial residiu na Matriz e nas Angústias e foi casar a Castelo Branco.
Desde 2007 que leva a sua voz e as notícias dos Açores aos emigrantes radicados nos Estados Unidos através da WJFD Radio. Começou por gravar anúncios publicitários e hoje é um dos maiores divulgadores do que se passa no Faial por terras do Tio Sam.
“Quando vim para a América fui trabalhar para fábricas, como muito boa gente e só mais tarde, em 2007 é que vim trabalhar para a rádio, uma rádio que nasceu há 41 anos pelas mãos de Edmundo Dinis falecido recentemente, e atualmente propriedade do emigrante mariense, Henrique Arruda”, conta-nos Rui Baptista que continua dizendo “em 2007 vim trabalhar para a rádio fazer um programa ao domingo. Com o passar do tempo comecei também a fazer outro programa ao sábado e de há quatro anos a estar parte tenho um programa diário intitulado “Café da Manhã” e que tem uma audiência muito grande.”
O “Café da manhã” vai para o ar das 6h às 10h da manhã, hora em que as pessoas vão para o trabalho.
Sobre a rádio, que tem 50 mil watts de potência, Rui Baptista diz que “é uma rádio muito ouvida e com uma grande expansão, sendo inclusivamente ouvida em Massachussets, Connecticun, Rodhe Island, New Hamphsire, Nova Iorque, entre outros.
Cerca de meio milhão de pessoas ouvem a WJFD nos EUA. “Transmitimos noticiários de Portugal, relatos de futebol e ainda notícias dos Açores através de uma colaboração estabelecida com a Antena 1 Açores e com a Rádio Horizonte. As pessoas gostam muito de ouvir a nossa estação porque estão a acompanhar Portugal de perto e sentem-se coladas a nós.”
“A nossa audiência é composta pelos emigrantes de mais idade que vêem em nós uma forma de saber dos seus, mas nos últimos tempos temos também tido uma grande receptividade da parte dos jovens porque passamos música (90%) portuguesa e isso é algo que os atrai bastante”, esclarece adiantando ainda que “procuramos transmitir música de qualidade e sinto que somos uma estação muito querida dos portugueses e como locutor da rádio sinto que as pessoas têm uma atenção especial para comigo por ser o “rosto” da rádio”.
Como rádio a WDFJ procura acompanhar os diversos eventos que se organizam na sua comunidade, como sejam as Festas do Espírito Santo de Fall River, ou mesmo a festa que a comunidade madeirense organiza anualmente.
Rui Baptista tenta acompanhar ao máximo as notícias do Faial, “estamos sempre em conjugação com a Agência Lusa e até sou acusado de defender muito o Faial, porque tento dar as notícias boas da minha terra. “
“Como vou à Semana do Mar quase todos os anos faço questão de fazer um programa diário sobre as nossas festas”, frisa.
“Adoro o que faço, o facto de nunca me ter desligado da língua portuguesa é, para mim uma mais valia que torna o meu trabalho ainda mais prazeroso. O único senão é ter que me levantar às 4 horas da manhã (risos), sobretudo no inverno quando a neve aperta”, diz à nossa reportagem.
Já antes de começar na rádio Rui Baptista sempre esteve ligado à comunidade portuguesa nos EUA, foi presidente do Tauton Sports Club, já fez parte de várias comissões organizadoras do Dia de Portugal em Taunton e promoveu algumas festas de angariação de fundos em prol de associações do Faial, desde os Bombeiros, passando pela APADIF e mesmo os veteranos do Atlético. Já foi presidente da Fundação Faialense. Foi árbitro no Faial por mais de 10 anos, fez vela, jogou futebol e basquetebol no Fayal Sport Club.
Também foi presidente do Conselho de Arbitragem da AFH, na altura era Presidente da AFH o dr. Faria de Castro. mjs

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31
março

“Precisamos de uma nova visão governativa para os Açores”

Publicado em Entrevistas
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Como decidiu enveredar pela vida política?
Acho que não é algo que se decida ou que se escolha, é muito mais complexo e intricado do que isso. Sempre fui muito ativa e muito dinâmica desde que me lembro de ser “gente”, fosse por ter uma espécie de “bichinho carpinteiro” ou fosse por, simplesmente, querer participar nas coisas, coisas essas que variaram desde o atletismo, ao Clube Anti-sida, ao Clube Europeu, à Filarmónica (que rapidamente descobri que não era a minha “praia”), entre outras.
Essa vontade de participar, de ter voz audível, de ter uma opinião, mesmo sem associação ideológica a um movimento partidário, são manifestamente uma forma de atuação política, embora a um nível completamente diferente do que agora tenho. Por outras palavras, já estava na política mesmo sem ser política, portanto julgo que é a partir daí que as coisas se desencadeiam e desenvolvem naturalmente, sem grandes planos ou projetos prévios.

Quais são os objetivos que traçou para esta legislatura?
Acima de tudo pretendo estar ao nível das expetativas que o povo açoriano, com o seu voto, depositou na minha pessoa. Trabalhar, trabalhar, trabalhar e dar o máximo de mim mesmo na mais pequena coisa que faça, porque tudo conta e tudo importa.
Fazer oposição não é fácil, requer de-dicação, perseverança, consistência e muito empenho e é tudo isso que tenho em mente para esta legislatura. Estamos aqui para fiscalizar a ação governativa, denunciado quaisquer irregularidades e apresentando alternativas viáveis, úteis e desejáveis e não me demito de qualquer uma dessas responsabilidades.

Que análise faz aos Açores?
Considero-me uma felizarda por ter nascido e por viver nesta linda Terra e não me imagino em qualquer outro lugar. Aliás, foi esse sentimento de pertença que me impediu de procurar melhores condições fora da Região e do País nos últimos quatro anos.
Temos um potencial enorme, pessoas afáveis e trabalhadoras, paisagens apaixonantes, consideráveis recursos naturais e condições para alcançar um mais elevado patamar de desenvolvimento que teima e se manter inalcançável. Isso é, a meu ver, deveras preocupante.
Continuamos com maus resultados na educação, aquele que é o pilar de desenvolvimento de uma qualquer sociedade, os indicadores da Saúde também deixam a desejar e a agricultura e as pescas atravessam momentos muito difíceis.
Esta realidade impõe uma nova visão e um modelo de atuação governativa diferente do que temos atualmente. Acima de tudo, é preciso fomentar o desenvolvimento económico e social de cada uma das nove parcelas de território que compõem a Região, para que finalmente consigamos atingir o desejável e almejado patamar de desenvolvimento que está uns bons degraus acima daquele em que nos encontramos.

As sessões plenárias são o auge de todo um trabalho diário desenvolvido ao longo do mês. Como as encara?
Encaro-as como sendo parte integrante do trabalho e desempenho-o com a mesma responsabilidade e dedicação que desempenho todo o trabalho restante.
As sessões plenárias podem eventualmente constituir a parte mais visível do trabalho dos deputados, mas não são, de todo, o auge, nem o culminar desse trabalho.
Trabalhamos diariamente e muito do trabalho que fazemos fora do plenário, para não dizer todo, acaba por não ser visível. Esta realidade faz com que grande parte da população tenha uma desconsideração pelos deputados, achando que não trabalham e que não “merecem o que ganham”. É por esta razão que julgo que a par de uma revisão do Regimento, por forma a tornar mais proveitoso e ajustado à realidade atual o trabalho nas sessões plenárias, seria importante revelar ou desmistificar o trabalho de um deputado fora dessas sessões.

O que gostava de ver acontecer nestes quatro anos?
Gostava de ver uma verdadeira aposta na economia dos Açores para que ela se fortaleça, para que tenhamos empresas sólidas, para que tenhamos mais e melhor emprego e para que as famílias açorianas possam ter me-lhores condições de vida.
Gostava, ainda, que se desse um salto quântico na educação e que os resultados nos seus diversos indicadores passassem a ser consideravelmente melhores do que são atualmente, criando condições para uma sociedade desenvolvida, forte, “saudável” e livre de dependências.
Gostaria certamente de muitas outras coisas, mas seriam estes dois os principais desejos para esta Terra nos próximos quatro anos, desejos esses que acredito piamente serem passíveis de concretização e alcance.
MJS

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