Nos próximos dias 30 e 31 de Julho, o Museu da Horta desenvolverá uma atividade destinada a crianças com idades compreendidas entre os 5 e os 10 anos.
Trata-se de um atelier de pintura , recorte e colagem, com a duração de 1h30min.
Os interessados em inscrever-se individualmente, optando pelo dia que têm preferência, poderão fazê-lo através de email ou na receção do Museu.
A Vice-Presidente da AMI, Leonor Nobre e a Diretora do Departamento Administrativo e Tesouraria, Alice Nobre, estiveram esta semana na Horta para reunir com os elementos do Núcleo do Faial.
À margem da visita, ao Tribuna das Ilhas, Leonor Nobre afirmou que a sua visita ao Faial surge na sequência da oficialização do núcleo faialense da AMI.
“Para nós é muito importante termos este núcleo de voluntários ativos no sentido de que a divulgação dos nossos trabalhos é fundamental para que consigamos apoios para ajudar quem mais precisa” - acrescentou a Vice-Presidente da AMI.
Com os membros do núcleo do Faial, Leonor Nobre reuniu no sentido de encontrarem estratégias para divulgar a ação da AMI, “para que a nossa ação humanitária possa continuar e crescer. As carências também existem nos Açores, apesar de não se fazerem sentir tanto como no Continente porque há uma maior envolvência humanitária entre a população, no entanto, neste momento de crise, em todos os locais de Portugal e do Mundo as coisas não estão bem, pelo que temos todos que nos envolver, alertar consciências e fazer o impossível para que haja uma maior envolvência da sociedade civil em todos os problemas que nos afetam”.
Sobre a situação da AMI no Faial, Leonor Nobre afirmou a este semanário que “é certo que, pelo que me foi transmitido, ainda existem muitas famílias com carências alimentares e médicas. Temos já uma médica no nosso núcleo que está atenta a essa problemática”.
Um dos anseios do Núcleo da Ilha Azul está relacionado com a falta de instalações. O facto de não terem uma sede física torna mais complicado os trabalhos do grupo e a interação com a sociedade.
Sobre esta questão Leonor Nobre disse-nos que “este é claramente um problema porque, por mais boa vontade que as pessoas tenham é quase impossível conseguir trabalhar e envolver outros voluntários se não tiverem um espaço físico onde se possam encontrar, discutir ideias, receber pessoas que precisem de ajuda especial. Também é verdade que noutros locais onde a AMI abriu núcleos que começaram, em muitos casos, na casa das pessoas como está a acontecer aqui, mas, rapidamente as entidades oficiais se envolveram e conseguiram-se espaços. Isso é imprescíndivel até para se conseguir um maior dinamismo por parte dos voluntários.”
Recorde-se que o Núcleo da AMI na Horta foi oficializado no passado dia 10 de dezembro, numa cerimónia que contou com a presença do fundador da AMI, Fernando Nobre.
O núcleo da AMI na Horta é dirigido por Renée Amaral e por mais cinco elementos. A primeira iniciativa deste núcleo foi uma operação de prendas de Natal e, é sua pretensão atuar nos quatro pilares da fundação a vertente internacional humanitária, a vertente social, a vertente ambiental e a vertente da sensibilização.
A AMI este ano comemora 30 anos. Foi fundada por Fernando Nobre, a 5 de dezembro de 1984, assumindo-se como uma organização humanitária inovadora em Portugal, destinada a intervir rapidamente em situações de crise e emergência e a combater o subdesenvolvimento, a fome, a pobreza, a exclusão social e as sequelas de guerra em qualquer parte do Mundo.
O candidato da coligação “Pela Nossa Terra” à Câmara Municipal da Horta, Luís Garcia, visitou segunda-feira a esquadra da Polícia de Segurança Pública da Horta.
No final da reunião com o Comandante Carlos Ferreira, o candidato realçou o “papel determinante e positivo que a PSP tem vindo a desempenhar no Faial em termos de ordem pública e do combate à criminalidade, mas também a nível social e destacou o Programa Integrado de Policiamento de Proximidade, (PIPP) quer na sua vertente direcionada aos mais jovens, através do programa “Escola Segura”, quer no apoio aos idosos e às vítimas de violência doméstica.
Entretanto Luís Garcia alertou para o facto do PIPP estar a ficar penalizado devido à falta de uma viatura, ficando assim dependente da disponibilidade de outras que estão afetas a outros serviços, pelo que se comprometeu a “estreitar” a cooperação com a PSP neste domínio e “se necessário for, para um pleno funcionamento deste Programa de Proximidade junto dos idosos e das crianças, estaremos disponíveis para colaborar na cedência de uma viatura” para o efeito.
O cabeça de lista da coligação “Pela Nossa Terra” indicou como objetivos da sua candidatura “a reconfiguração do trânsito e do estacionamento na cidade da Horta, bem como a dinamização dos trabalhos da Comissão Municipal do Trânsito”.
A Câmara Municipal da Horta já deu os primeiros passos no sentido de tornar possivel a implementação do Plano Municipal para a Igualdade de Género.
Em primeiro lugar nomeou Carla Mourão como a Conselheira Local para a Igualdade e, na manhã de terça-feira, assinou o protocolo de cooperação social com a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.
Este plano visa um reforço da integração da perspetiva de igualdade de género na cultura organizacional e nas políticas da autarquia e a elaboração de um diagnóstico concelhio na dimensão de igualdade de género.
A assinatura antecedeu uma ação de formação para cerca de 21 técnicos ligados a instituições sociais do concelho da Horta, intitulada "Igualdade de Género, Cidadania e Não Discriminação", tendo em vista a realização de um trabalho de diagóstico interno e externo, para a elaboração do Plano Municipal para a Igualdade de Género. Esta formação teve ainda como objetivo “não só reflectir sobre esta realidade, que preocupa a todos de uma forma geral, mas sobretudo repensar estratégias de actuação que tenham aplicação prática no nosso concelho” - afirmou o vice-presidente da Câmara, José Leonardo Silva.
Deflagrou por volta das 23h00 de segunda-feira um incêndio no Hospital da Horta.
Este incêndio teve início no gabinete de gastroentrologia e, apesar dos grandes danos materiais não há percas humanas a registar.
Várias pessoas envolvidas na operação tiveram, no entanto, de ser assistidas no serviço de urgência, e quatro bombeiros ficaram sob observação médica, devido à inalação de fumos.
João Morais, presidente do Conselho de Administração do Hospital da Hortam já no rescaldo dos acontecimentos, afirmou ao Tribuna das Ilhas que “a origem do incêndio é desconhecida, no entanto, ao que tudo indica teve origem num curto-circuito em uma das máquinas de gastroenterologia.”
Em relação aos estragos, Morais afirma ainda não ter feito contas, porque “há material sujo devido ao fumo e à àgua e que ainda não temos a certeza se estará ou não a funcionar.”
Ontem à noite equacionava-se o funcionamento do serviço de consultas, no entanto, e de acordo com João Morais, estas estão normalizadas, apesar de repartidas por vários sitios do hospital. “As consultas de estomatologia foram canceladas e as de fisioterapia estão condicionadas, no entanto contamos repor a normalidade até ao dia de amanhã”.
A boca de incêndio que se encontrava mais próxima da área consumida pelas chamas, ou seja do Serviço de Urgência, não estava a funcionar, situação que não terá prejudicado, mesmo assim, o trabalho dos bombeiros voluntários faialenses, mas que deixou os populares que se reuniram à volta do evento, alarmados. Sobre este facto, João Morais diz que “essa boca não estava a funcionar devido às obras, porque todas as outras estão operacionais e não foram utilizadas porque não houve necessidade, isto é, os bombeiros resolveram a situação com os seus meios e com os extintores”.