Vai ser apresentado no próximo dia 21 de março, às 21 horas, no Salão Nobre dos Paços do Concelho da ilha do Corvo o livro “Retratos Sociais da Ilha do Corvo”. Coordenado pelos historiadores Artur Teodoro de Matos e José Guilherme Reis Leite. O livro conta ainda com a colaboração do geógrafo Carlos Alberto Medeiros, o arquitecto João Vieira Caldas e o linguista João Saramago.
O livro que agora é apresentado aos corvinos agrega os conhecimentos mais recentes sobre a História, Geografia, Geologia, Linguística, Urbanismo e Arquitectura do Corvo, suprindo assim um vazio que era urgente colmatar. Escrito para um público não especializado, os textos que compõem o livro agora publicado tornam acessível o que era conhecido apenas no restrito meio académico.
Editado pelo Núcleo Cultural da Horta e financiado pela Câmara Municipal do Corvo, o livro “Retratos Sociais da Ilha do Corvo” responde a uma necessidade programática do Ecomuseu da Ilha: promover o conhecimento do património corvino, tornar acessível o conhecimento académico, disponibilizar à escola uma ferramenta fundamental para a educação patrimonial, apoiar os depositários da memória colectiva que são também divulgadores de uma herança que se quer partilhada e contribuir para a capacitação dos agentes turísticos que operam na ilha.
Não podendo estar presente no lançamento do livro que co-coordenou, o Professor Doutor Artur Teodoro de Matos lançou um convite e um repto ao Presidente da Câmara Municipal do Corvo no sentido de este apresentar o livro na Casa dos Açores, em Lisboa, assegurando-se, nessa altura, a presença de todos os que contribuíram para a realização do livro. O Presidente da Câmara Municipal do Corvo, José Silva tenciona cumprir ainda em 2017 esse compromisso.
A Oficina do Livro publica amanhã, terça-feira, 21 de Março, o livro Quando Portugal Ardeu, novo livro do jornalista Miguel Carvalho, um grande trabalho em torno das histórias e segredos da violência política no pós-25 de Abril.
Histórias e segredos da violência política no pós-25 de Abril é o que nos propõe o jornalista Miguel Carvalho naquele que é o seu segundo livro na Oficina do Livro, depois de A Última Criada de Salazar.
O Grande Repórter da revista Visão procura, em Quando Portugal Ardeu, responder a algumas questões difíceis e, ainda hoje, polémicas: Quem foram as primeiras vítimas mortais da democracia? Por que razão foram assassinados Padre Max, Rosinda Teixeira e Joaquim Ferreira Torres? Quem protegia e que segredos escondia a rede bombista de extrema-direita? Como enfrentou o cônsul dos EUA no Porto o PREC? O que relatam os diários do norueguês baleado no Verão Quente de 1975? Como é que a Igreja mobilizou e abençoou a luta contra o «comunismo»? O que sabia a PJ sobre o terrorismo político e tudo o que nunca chegou a julgamento?
Com recurso a centenas de documentos, entrevistas e testemunhos inéditos, esta investigação jornalística traz à luz do dia histórias secretas ou esquecidas do pós-25 de Abril. Quando Portugal ardeu e esteve à beira da guerra civil.
Miguel Carvalho nasceu em 1970, é Grande Repórter da revista Visão desde dezembro de 1999. Em 1989, concluiu o Curso de Radiojornalismo do Centro de Formação de Jornalistas do Porto. Trabalhou ainda no Diário de Notícias e no semanário O Independente. Venceu o Prémio Orlando Gonçalves (Jornalismo), em 2008, e o Grande Prémio Gazeta, do Clube dos Jornalistas, em 2009. Nasceu no Porto, cidade que ama e onde gostaria de viver até ser pó, cinza e nada
A Oficina do Livro publica amanhã, terça-feira, 21 de Março, o livro Quando Portugal Ardeu, novo livro do jornalista Miguel Carvalho, um grande trabalho em torno das histórias e segredos da violência política no pós-25 de Abril.
Histórias e segredos da violência política no pós-25 de Abril é o que nos propõe o jornalista Miguel Carvalho naquele que é o seu segundo livro na Oficina do Livro, depois de A Última Criada de Salazar.
O Grande Repórter da revista Visão procura, em Quando Portugal Ardeu, responder a algumas questões difíceis e, ainda hoje, polémicas: Quem foram as primeiras vítimas mortais da democracia? Por que razão foram assassinados Padre Max, Rosinda Teixeira e Joaquim Ferreira Torres? Quem protegia e que segredos escondia a rede bombista de extrema-direita? Como enfrentou o cônsul dos EUA no Porto o PREC? O que relatam os diários do norueguês baleado no Verão Quente de 1975? Como é que a Igreja mobilizou e abençoou a luta contra o «comunismo»? O que sabia a PJ sobre o terrorismo político e tudo o que nunca chegou a julgamento?
Com recurso a centenas de documentos, entrevistas e testemunhos inéditos, esta investigação jornalística traz à luz do dia histórias secretas ou esquecidas do pós-25 de Abril. Quando Portugal ardeu e esteve à beira da guerra civil.
Miguel Carvalho nasceu em 1970, é Grande Repórter da revista Visão desde dezembro de 1999. Em 1989, concluiu o Curso de Radiojornalismo do Centro de Formação de Jornalistas do Porto. Trabalhou ainda no Diário de Notícias e no semanário O Independente. Venceu o Prémio Orlando Gonçalves (Jornalismo), em 2008, e o Grande Prémio Gazeta, do Clube dos Jornalistas, em 2009. Nasceu no Porto, cidade que ama e onde gostaria de viver até ser pó, cinza e nada
O Governo dos Açores assinala terça-feira, 21 de março, o Dia Internacional da Luta pela Eliminação da Discriminação Racial, com a realização na Horta de uma iniciativa que visa dar a conhecer à sociedade a importância das migrações e o papel que desempenham no desenvolvimento social, cultural e económico das sociedades de acolhimento.
A iniciativa, promovida pela Direção Regional das Comunidades em parceria com a AIPA – Associação dos Imigrantes nos Açores, inclui a apresentação de um documentário, testemunhos de imigrantes e a atuação de um imigrante cabo-verdiano residente na ilha do Faial.
O evento tem entrada livre e decorre, a partir das 21h00, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça.
A ONU, com o objetivo de sensibilizar a comunidade internacional para a importância de intensificar esforços para a eliminação de quaisquer formas de discriminação racial, em prol de uma sociedade cada vez mais justa e solidária, e, paralelamente, lutar contra possíveis manifestações de racismo e xenofobia, instituiu o dia 21 de março como Dia Internacional da Luta pela Eliminação da Discriminação Racial, em referência ao massacre de Sharpeville, ocorrido em Joanesburgo, na África do Sul, em 1960.
O Diretor Regional da Juventude afirmou, em Coimbra, que os jovens açorianos são “um grande ativo" nos Açores ou em "qualquer parte do mundo onde decidam estar, estudar ou exercer as suas profissões”.
Lúcio Rodrigues, que falava à margem do Encontro Nacional de Estudantes Açorianos, destacou o sucesso deste evento, que resultou da iniciativa de um grupo de jovens oriundos de várias ilhas dos Açores, que decidiram promover um conjunto de conferências com diversas entidades e personalidades ligadas à Região.
Na sua intervenção, o Diretor Regional abordou as potencialidades da Região, no sentido de promover o regresso ao arquipélago dos estudantes que se encontram no continente.
Perante mais de uma centena de jovens açorianos que se encontram a estudar em vários pontos do país, Lúcio Rodrigues realçou a “importância da qualificação profissional para o aumento da empregabilidade”, desafiando estes jovens a “seguirem os seus sonhos e, se possível, a fazerem-no nos Açores, onde encontrarão uma Região de braços abertos”.
“Um jovem açoriano formado no exterior não deve sentir-se obrigado a regressar a casa, isso deve acontecer naturalmente, seja após a conclusão dos seus estudos, seja noutro momento da sua vida", afirmou.
"Mesmo que não regresse, esse jovem será sempre um embaixador dos Açores, por onde quer que passe”, acrescentou o Diretor Regional.
Esta iniciativa promovida por estudantes açorianos enquadra-se na nova estratégia e na nova dinâmica que a Direção Regional da Juventude pretende dar ao programa Prepara o teu Regresso a Casa.
“Foi de bom grado que o Governo dos Açores se associou a este evento, numa nova estratégia de reforço das ligações dos estudantes açorianos deslocados, promovendo e incentivando a vontade de regressar e de aplicar, na Região, os conhecimentos adquiridos – é esse o nosso maior desejo”, afirmou Lúcio Rodrigues.