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Nuno Avelar

Nuno Avelar

16
fevereiro

Go Gym promove Trilho Ribeirinha-Salão

Publicado em Desporto
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O GO Gym está a organizar, para o próximo dia 19 de Fevereiro um trilho pedestre entre a Ribeirinha e o Salão.
Com uma duração de aproximadamente 3horas este treilho tem cerca de 12 km de extensão e percorre alguns pontos que marcarão a formação da ilha, passando por lugares misteriosos e característicos das belas paisagens açorianas.
A saída acontecerá no Polivalente da Ribeirinha, de onde descerão pela estrada até ao Porto. Começam depois a subir desde o Porto pelo trilho (escadas) e terminarão os atletas no Parque do Cabouco.

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16
fevereiro

Intercâmbio de Minibasquete

Publicado em Desporto
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A ABIFP está a organizar um intercâmbio de minibasquete Faial/Pico, no dia 19 de fevereiro, na Escola Cardeal Costa Nunes, da Madalena do Pico, das 14h30 às 16h30.
Este evento contará com o total de 80 participantes, 65 dos quais atletas com idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos.
A ABIFP pretende promover a prática da modalidade, mas sobretudo experiências para os mais jovens, que com certeza marcarão o seu percurso, a nível desportivo e sobretudo pessoal.

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17
fevereiro

Parque multiusos da Ribeirinha vai ser uma realidade

Publicado em Geral
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Foi recentemente cedido pela presidência do governo regional dos Açores, a título gratuito e definitivo, todo o terreno envolvente ao edifício Polivalente da Ribeirinha que tinha sido adquirido anteriormente para instalação de pré fabricados para alojamento dos nossos sinistrados.
De acordo com Paulo Castelo, “ foi esse, efetivamente o mote para dar início a esse processo, que pretende dar centralidade, e requalificar toda esta zona ainda tão descaracterizada pelo fatídico sismo de1998 ainda tão presente nas nossas memórias.”
Assim sendo a junta de Freguesia da Ribeirinha, e conforme anunciado nas redes sociais, “está a preparar uma proposta de intervenção, com diversos apoios na elaboração de um projecto, visando candidata-lo a fundos comunitários.”
A proposta de intervenção visará numa primeira face, a criação de um parque infantil, “englobado no plano da Câmara Municipal da Horta de parques infantis onde somos parceiros, estando em estudo a eventual criação de zonas verdes e de lazer, com uma zona de anfiteatro para eventos, quer culturais, quer religiosos da freguesia e contará ainda com parque de estacionamento e uma zona radical, e cozinha comunitária, conferindo-lhe assim para além da função lúdica e de lazer o papel de espaço de sociabilização.”
O projecto de arquitetura, que neste momento está a decorrer com apoio da UrbHorta ,e executado pelas Arquitetas Rita Campos, Diana Prieto e a Ribeirinhense Joana Correia Soares.

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14
fevereiro

Hospital da Horta perde médicos em especialidades essenciais

Publicado em Geral
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Os deputados do PSD/Açores eleitos pelo Faial denunciaram esta semana que o hospital da Horta ficou sem médicos nas áreas de Oncologia, Hematologia e Imuno-hemoterapia, especialidades consideradas “essenciais”.

Em requerimento enviado à Assembleia Legislativa dos Açores, Carlos Ferreira e Luís Garcia salientaram que a saída destes profissionais – ocorrida a 10 de fevereiro por aposentação –, “apesar de previsível, deu-se estranhamente sem ser garantida a sua substituição com óbvias perturbações para os serviços e para os doentes, não só do Faial, mas também de outras ilhas”.

“O especialista em Medicina Interna com formação em Oncologia assegurava sozinho, desde há alguns anos, a assistência na área da Oncologia médica. Este médico aposentou-se há cerca de dois anos e fez um contrato com o hospital que vigorou até ao passado dia 9 de fevereiro. A médica que assegurava o serviço de Imuno-Hemoterapia e prestava apoio na área de Hematologia também se vai aposentar, tendo o dia 9 de fevereiro sido o seu último dia de trabalho”, referiram.

Segundo os parlamentares do PSD/Açores, tratam-se de “serviços de grande sensibilidade e alguns mesmo indispensáveis ao normal funcionamento do hospital, que deveriam merecer do governo e do conselho de administração do hospital da Horta outro tipo de atuação”.

“Pode estar em causa, entre outros aspetos, a segurança e a continuidade dos tratamentos aos doentes oncológicos, o atraso no início de novos tratamentos, o acompanhamento de muitos doentes na consulta da área de Hemato-Oncologia, a continuidade da acreditação do Serviço de Sangue e o stock de sangue do hospital para fazer face às emergências e urgências”, sublinharam.

Carlos Ferreira e Luís Garcia pretendem que o governo regional justifique “a saída destes dois médicos do hospital da Horta sem ser garantida a sua substituição” e explique quais as diligências levadas a cabo para os substituir.

Os deputados do PSD/Açores querem que o governo regional explique ainda “como estão a ser garantidos os serviços e os tratamentos que até agora eram assegurados por estes médicos”.

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14
fevereiro

CDS-PP propõe solução para os lesados do BANIF

Publicado em Política
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O Presidente do Grupo Parlamentar do CDS-PP Açores, Artur Lima, deu entrada nos serviços da Assembleia Legislativa da Região de um Projeto de Resolução onde recomenda “ao Governo Regional que promova todas as diligências necessárias junto do Primeiro-ministro e do Ministro das Finanças, no sentido de ser adotada para os Açorianos lesados do BANIF a mesma solução que foi desenhada para os lesados do BES”.

Os populares açorianos entendem que “já é tempo” de apresentar soluções para os milhares de açorianos que ficaram lesados com a resolução do BANIF, a 20 de dezembro de 2015, “nomeadamente muitos pequenos e médios empresários Açorianos que ao investirem todo o seu dinheiro em obrigações subordinadas ficaram sem reserva para poder dar continuidade aos seus negócios e, por consequência, afetaram muitas outras famílias, respetivamente as dos seus trabalhadores, com todas as vicissitudes associadas ao desempenho da economia regional”.

Recorde-se que, em finais de 2015, o Governo da República e o Banco de Portugal anunciaram a resolução do BANIF – Banco Internacional do Funchal, com a venda de parte da atividade bancária ao Santander Totta, por 150 milhões de euros, e a transferência de outros ativos, incluindo os chamados ativos “tóxicos”, para uma nova sociedade “veículo”. A resolução do BANIF foi acompanhada de um apoio público de 2.255 milhões de euros, a que se somaram duas garantias bancárias do Estado no total de 746 milhões de euros.

Ora, frisa Artur Lima, “com a crise que se instalou, mais de um milhar de Açorianos com contas e depósitos no BANIF saíram gravemente lesados”, sem que “até hoje lhes tenha sido dada qualquer garantia ou apresentada uma qualquer solução”. Aliás, lembra o Líder Parlamentar do CDS-PP, “em fevereiro de 2016, o Presidente da Comissão Executiva do Santander Totta, após uma audiência com o Presidente do Governo Regional, afirmou que estava a ser estudada a situação dos clientes do ex-Banif subscritores de obrigações subordinadas, realçando, porém, que ‘o Banco Santander Totta não tem nenhuma obrigação relativamente a essas obrigações subordinadas’, até porque, ‘de acordo com tudo aquilo que ficou estipulado no âmbito da resolução, o Banco Santander Totta não é o titular dessas obrigações e por força de não ser o titular dessas obrigações também não é responsável por elas’”.

Assim, consideram os democratas-cristãos açorianos que alegam “ter reunido com muitos lesados no último ano e ouvido casos dramáticos”, perante “a falta de respostas e soluções concretas, quer das entidades públicas, quer dos responsáveis bancários, os lesados do BANIF estão, desde há mais de um ano, à espera que lhes seja apresentada uma solução para os milhares de euros que perderam”.

Critica segue para o Governo Regional que, no entender de Artur Lima, “tem sido demasiado passivo” nesta matéria, ao contrário, por exemplo, “do Governo da Madeira que, já em setembro de 2016, enviou ao Primeiro-ministro uma proposta para resolução dos problemas dos lesados do BANIF na Madeira, propondo a criação de um fundo que faça um empréstimo a 10 anos aos lesados, permitindo-lhes serem ressarcidos até 75% dos investimentos que tinham feito em obrigações do BANIF, sendo os restantes 25% cobertos através de crédito fiscal concedido pelo Estado”.

“Da parte do Presidente do Governo dos Açores tem-se ouvido apenas manifestações de apoio moral e apelos a que se encontre ‘naturalmente uma solução para os lesados do BANIF’, ao invés, por exemplo, do Governo da Madeira”, diz Artur Lima.

Entretanto, em dezembro passado, o Governo da República apresentou um mecanismo que permitirá minorar as perdas dos cerca de 4000 clientes do BES (Banco Espírito Santo) que compraram papel comercial do GES (Grupo Espírito Santo), que foi à falência e cujo reembolso nunca receberam. É, precisamente, uma solução semelhante que o CDS defende que seja adotada para os açorianos lesados do BANIF.

No Projeto de Resolução que “espera venha a ser aprovado pelo Parlamento”, Artur Lima explica que a solução que se preconiza para os lesados do BANIF é semelhante à que o Governo da República apresentou aos lesados do BES: “a solução apresentada e elogiada pelos lesados do BES permite-lhes recuperar entre 50% e 75% do capital investido, em função do valor aplicado, beneficiando os clientes que investiram menos dinheiro no papel comercial emitido pelo GES. Assim, para os lesados do BES, o Governo da República acertou que, até 500 mil euros aplicados, os clientes recuperarão 75% do valor, com um teto máximo de 250 mil euros, enquanto que no caso de aplicações acima de 500 mil euros, a percentagem de recuperação é também de 50%”. 

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