O Sporting Club da Horta recebeu o Fafe no passado fim de semana e venceu por 30-23.
Este jogo estava em atraso da 1ª Jornada Campeonato Andebol 1.
Sábado dia 12 o SCH volta a jogar no Pavilhão da Horta, desta feita frente ao Madeira SAD.
Recorde-se que o Sporting Club de Portugal ocupa o 11.º lugar da tabela classificativa com 14 pontos e 8 jogos disputados.
O Madeira SAD é quarto classificado com 22 pontos.
Um duelo de insulares que promete encher o Pavilhão da Horta com “Ratos da Doca”.
Os deputados do PS eleitos pelo círculo eleitoral dos Açores à Assembleia da República, destacam a estratégia para o aumento da competitividade dos portos comerciais e a implementação de medidas de reforço da segurança portuária e da melhoria na funcionalidade dos transportes nos contextos insulares contemplada no Orçamento do Estado para 2017.
Na audiência da Ministra do Mar na Comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa, a propósito da discussão do Orçamento e das Grandes Opções do Plano para 2017, o deputado do Partido Socialista, João Castro, realçou que o documento “vai ainda mais longe com uma dotação em infraestruturas portuárias bastante expressiva”.
“Medidas como a Janela Única Logística, a Taxa Única Portuária ou a diminuição do IVA alfandegário, terão impactos significativos na criação de condições reais para o aumento da competitividade reforçando a importância da existência de uma abordagem que se pretende integrada e adequada à realidade portuária e marítima nacional”, afirmou João Castro.
O parlamentar do PS/Açores pediu esclarecimentos à Ministra Ana Paula Vitorino sobre os objetivo e os impactos esperados da estratégia para o aumento da competitividade dos portos nacionais, acentuando o facto de que o Orçamento do Estado para 2017 “pode ser exponenciado com um investimento portuário privado na ordem dos 2 mil milhões de euros”.
“Pensava que a oposição iria ficar contente com esta informação, estranhamos por isso a preocupação manifestada sobre o assunto”, declarou o deputado do PS evidenciando que “tem sido notório a importância da existência do Ministério do Mar tendo como objetivo duplicar o peso relativo da Economia do Mar no PIB nacional até 2020”.
Para o deputado, os portos e a atividade portuária assumem, também, neste contexto, particular relevo face à atratividade económica que, direta e indiretamente, lhes está associada e que se evidencia na dependência de um bom serviço de transportes marítimos pelas regiões autónomas da Madeira e dos Açores.
“Em Portugal, onde cerca de 80 por cento da circulação de bens se realiza por mar, os portos assumem um papel determinante, muito para além das suas funções tradicionais, onde se inclui a articulação das cadeias logísticas de transporte, a oferta de condições de colocação de produtos nos mercados de destino a custos competitivos, com tempo de trânsito reduzidos, com fiabilidade”, explicou João Castro, afirmando que a estratégia para o aumento da competitividade dos portos comerciais poderá impulsionar de forma significativa, “o crescimento económico e a criação de emprego”.
A Câmara Municipal da Horta e a Associação de Pais e Amigos dos Deficientes da ilha do Faial celebraram um protocolo de cooperação social tendo em vista a concretização dos objetivos de intervenção social e a realização de ações no âmbito do Plano Municipal das Dependências, nomeadamente no da Prevenção, através do trabalho em rede com a Comunidade local.
Na ocasião, o Presidente da Câmara Municipal da Horta realçou a importância da temática das dependências, afirmando que o Município, através desta parceria com a APADIF, pretende continuar dar uma resposta positiva nesta vertente, alargando este projeto, a partir de janeiro de 2017, às Escolas Básicas e Jardim de Infância da Matriz, Conceição e Flamengos.
"No próximo ano letivo, a Câmara Municipal, em parceria com a Unidade de Saúde de ilha do Faial, o Hospital da Horta e o Centro de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil da APADIF, irá implementar com uma maior evidência a prevenção secundária", garantiu o edil, para quem este protocolo, mais do que valor monetário do mesmo, "vale pela necessidade de se alertar os jovens e os munícipes em geral para temática do combate às dependências".
O Programa de Governo dos Açores, eleito no passado dia 16 de outubro e empossado a 5 de novembro, documento que contém as linhas estratégicas e orientadoras para as várias áreas da ação governativa nos próximos quatro anos, vai ser discutido nos próximos dias 16, 17 e 18 de novembro na Horta, na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores.
A proposta do programa foi ontem entregue por Vasco Cordeiro, presidente do Governo, à presidente do parlamento açoriano.
“É um programa que pretende dar resposta, com medidas e soluções concretas, aos desafios que a região tem pela frente nos próximos quatro anos”, assegurou Vasco Cordeiro, que procedeu à entrega do documento acompanhado pelo secretário regional Adjunto da Presidência para os Assuntos Parlamentares, Berto Messias.
Trata-se de um documento que pretende responder aos vários desafios na área da economia e da empregabilidade dos açorianos, mas também ao nível das políticas sociais, com uma forte atenção ao combate a fenómenos de pobreza e de exclusão social.
O Conselho do Governo aprovou a proposta de Programa do XII Governo dos Açores, um documento que o Presidente Vasco Cordeiro garante que corresponde à ambição de responder aos desafios com que a Região está confrontada nas mais variadas áreas.
“Esta reunião do Conselho do Governo destinou-se à aprovação do Programa do Governo, que corresponde, na sua quase totalidade, àquele que foi o programa apresentado às eleições regionais de 16 de outubro e que foi sufragado, maioritariamente, pelos Açorianos”, salientou Vasco Cordeiro.
Em declarações aos jornalistas, o Presidente do Governo assegurou que o Programa agora aprovado, que foi entregue quarta-feira, na Horta, à Presidente da Assembleia Legislativa, representa a “ambição que temos de, neste novo ciclo que se abre com esta nova legislatura, poder responder, de forma determinada, aos desafios que a Região tem à sua frente”.
“São desafios em várias componentes, quer na área social, com questões de combate à pobreza e à exclusão social, mas também de reforço do projeto em curso no âmbito da educação e da qualificação dos Açorianos”, destacou Vasco Cordeiro.
Na vertente económica, acrescentou, o Programa de Governo pretende consolidar o desenvolvimento que já se registou na anterior legislatura em áreas como o Turismo.
Na Agricultura e nas Pescas, setores que têm estado sob maior tensão fruto de conjunturas objetivas, este documento apresenta medidas para reforçar o rendimento dos agricultores e dos pescadores das ilhas, assim como a competitividade destas fileiras na economia regional, contribuindo para o desenvolvimento económico e para a criação de emprego e de riqueza na Região, afirmou o Presidente do Governo.