O Parque Natural do Faial procedeu à elaboração e colocação de placas de sinalização de apoio à Campanha SOS Cagarro em diversas estradas com o objetivo de alertar os automobilistas para a necessidade de conduzirem com precaução nas estradas junto à costa, devido ao fato de se verificar a possibilidade de surgirem cagarros juvenis caídos nas estradas nesta altura do ano.
As placas, feitas em material refletor de alta visibilidade, foram colocadas em troços de estrada entre o Pasteleiro e o Varadouro, promovendo a atenção e sensibilidade dos condutores para, desta forma, reduzir a mortalidade de cagarros nestas zonas, consideradas as mais problemáticas para estas aves marinhas.
A Câmara Municipal da Horta apresentou à comunicação social, na manhã de quarta-feira, o Plano e Orçamento Municipal para o ano de 2017.
As metas do orçamento, de acordo com o presidente da autarquia, respeitam os compromissos assumidos e cumprem os objetivos dos diferentes projetos de apoio à economia, às famílias e às empresas do concelho.
O documento apresentado, no que concerne ao Orçamento, contempla 9.691.631 euros de receitas correntes e 4.765.993 euros de receitas de capital, totalizando 14.457.624 euros.
No que diz respeito às despesas, estão previstas 7.493.114 euros de despesas correntes e 6.964.510 de despesas de capital. A despesa é de 14.457.624 euros.
O Presidente da CMH afirmou aos jornalistas que este Plano e Orçamento é o resultado de um processo complexo e abrangente que se iniciou com a audição aos diversos parceiros, desde juntas de freguesia a instituições públicas e partidos políticos.
“É um orçamento estratégico que honra os nossos compromissos. Queremos fazer política como algo nobre e honrar as nossas promessas é fundamental para que possamos trazer as pessoas à política”, começou por afirmar.
O PO de 2017 teve um aumento na ordem dos 535.794 euros e tem algumas novidades associadas.
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Apesar de ter nascido em Angola, João Amaro desde os seus onze meses de idade que viveu e cresceu no Faial.
Como nos conta "não nasci no Faial, mas quase! Nasci em Angola em 1974 e viemos para o Faial (devido à guerra em Angola) quando eu tinha 11meses."
Entretanto, estudou como qualquer outro filho desta terra, no Faial até ao seu décimo segundo ao de escolaridade. Posteriormente rumou a Lisboa onde se formou em Ciências do Desporto pela FMH.
Começou a treinar musculação aos 15 anos, influenciado pelo pai, para combater, como o próprio diz, "o facto de ser magrela."
Hoje em dia anda nos tops mundiais da cultuaríamos e bodybuilding.
Ao Tribuna das Ilhas conta que "desde criança que faço desporto. Comecei com o Judo que pratiquei de forma irregular dos 7-11 anos e depois a ginástica com a professora Luisa Santos dos 11-15 anos, modalidade que me deu uma excelente base atlética. Fui campeão regional durante 3anos."
Aos 15 deixei a ginástica. E continuei no Basquetebol, que iniciei aos 13. Nesse ano comecei a treinar atletismo e musculação, conta.
João Amaro foi atleta do Clube independente de atletismo Ilha Azul nas moda-idades de peso e disco e, dos quinze aos trinta anos foi campeão e recordista regional.
Em Júnior como atleta do Benfica foi terceiro no disco e segundo no lançamento do peso. Como senior foi terceiro no nacional de pista coberta de 1996.
Recorda que começou a fazer musculação em casa com o meu pai em 1989.
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O assunto para este editorial não é novidade. Eleições passadas, deputados eleitos, é evidente que temos que nos focar nos resultados eleitorais.
A nível regional os resultados não surpreenderam muito, se tivermos em linha de conta as diferentes sondagens que foram feitas ainda em período de campanha. Aliás, as sondagens deveriam ser repensadas... Consta que apenas as ilhas de São Miguel e Terceira são consideradas para esse efeito. E nós? E os outros? porque não somos tidos nem achados? Mas lá está... é uma sondagem...
No Faial os resultados ditaram 10 freguesias com mais votos no PSD e 3 com mais votos no PS. A vitória não pode ser imputada, a meu ver, ao PSD. Venceram os partidos ditos mais pequenos que, esses sim, aumentaram e muito o número de votos, quando comparados com 2012.
Agora, que isto dá que pensar? Claro que dá! É preciso perceber o que levou 49% dos faialenses a ficar em casa!
O que se passou para que mais de metade da população não fosse votar?
Serão os cadernos eleitorais que não estão em dia? Será que as pessoas pura e simplesmente deixaram de se interessar?
É urgente, e já não é primeira vez que me reporto a esta questão, ir ao cerne da questão e perceber como é que, em 13.013 eleitores inscritos, só votam 6550?
A nível regional a abstenção atingiu 59,16%, um recorde absoluto nestes sufrágios, superando os 53,34% de abstenção em 2008, que era até agora o valor mais elevado.
Marcelo Rebelo de Sousa já comentou o elevado número da abstenção verificada este domingo nas eleições regionais açorianas. O presidente diz que existe cada vez mais um afastamento do cidadão à política e é necessário fazer uma pedagogia, mesmo fora do período eleitoral.
Então, penso que a resposta está aí. É preciso cativar o cidadão, é preciso mostrar que a política não é um mero jogo de cadeiras, que não é um mero capricho de “dois ou três” que gostam disto.
Política somos todos nós! Não nos esquecamos que quem elegemos, sim porque ao não ir votar também estamos a eleger, é quem nos vai representar e defender.
Temos um ano até ao próximo ato eleitoral para explorar isto.
Vamos dizer não à abstenção!
Maria José Silva
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O pároco Pedro Silveira Lima, ordenado em setembro passado, tem 24 anos e é natural do Faial.
O seu percurso académico iniciou-se no Colégio de Santo António, passando pela Escola Básica Integrada da Horta e pela Escola Secundária Manuel de Arriaga.
Nos seus tempos livres gosta de conhecer novos lugares e de ir à praia. Ler é outro dos seus hobbies. Neste momento lê “Quero que sejas tu”, de Tomas Halik.
Ao Tribuna das Ilhas fala-nos desta sua nova missão enquanto sacerdote e conta-nos como tudo surgiu e se sucedeu.
Quando sentiu que o sacerdócio seria o caminho a seguir?
Não há uma data e momento exatos em que posso afirmar que ali foi o “click”, o momento exato em que me senti chamado. Esta opção faz parte da minha caminhada como cristão e como adolescente que vai colocando propostas de futuro e procurando inquirir onde será feliz e realizado. Sempre fui um cristão activo na minha paróquia, participando nos movimentos e colaborando nas várias actividade. Senti uma grande ligação com o pároco e fui descobrindo, através do seu exemplo, que queria também ser daquela forma. Desta forma, coloquei por várias vezes a opção do Seminário.
Como foi o percurso no seminário?
O Seminário foi uma etapa de muito crescimento e mudança. 6 anos de formação, de disciplina e de encontro com muitas pessoas moldam a forma de ser e de pensar. Sinto grandes mudanças entre um Pedro de 2010 e agora o Pe. Pedro em 2016. É certo que no Seminário encontramos um grande aprofundamento teológico e bíblico para nossa a missão, mas também um enriquecimento humano e pessoal.
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