No âmbito da discussão do Plano e Orçamento da Região para 2019, o PSD/Açores propôs quatro propostas de investimentos relevantes para o Faial que foram chumbadas pelo Partido Socialista (PS).
Carlos Ferreira e Luís Garcia acusam os deputados do PS, eleitos pelo Faial, de prejudicar a sua ilha.
Os deputados do PSD/Açores eleitos pelo Faial apresentaram, no âmbito da discussão do Plano e Orçamento da Região para 2019, quatro medidas estruturantes para o Faial relacionadas com o aeroporto da Horta, a requalificação das Termas do Varadouro, a segunda fase da Variante e a Unidade de Cuidados Paliativos no Hospital da Horta.
Para o aeroporto, Carlos Ferreira e Luís Garcia propuseram a criação de uma nova ação para a elaboração do projeto de ampliação da pista do aeroporto da Horta “em coerência com as propostas apresentadas nos últimos anos e dando concretização parlamentar a uma das aspirações que mais tem unido e mobilizado a sociedade civil faialense”.
Sobre a construção da segunda fase da Variante à cidade da Horta, os sociais-democratas relembram que esta é “uma promessa socialista desde 1996”.
Para os deputados este é um investimento “estruturante e urgente”, especialmente com a deslocalização do quartel dos bombeiros para a zona industrial, fazendo com que a construção desta via “seja crucial para garantir a celeridade do socorro ao lado norte da ilha”.
“O projeto municipal da Frente-Mar também carece da segunda fase da variante para retirar tráfego rodoviário do centro da cidade, nomeadamente o trânsito de veículos pesados”, sublinham.
Os social democratas faialenses propuseram ainda a requalificação das Termas do Varadouro, considerando este “um investimento importante ao nível do turismo de saúde e da qualificação do destino”.
Carlos Ferreira e Luís Garcia frisaram ainda que o Governo Regional já investiu na requalificação de duas termas açorianas, deixando de fora as Termas do Varadouro, criticando a falta de vontade do governo socialista quanto às termas do Faial. “Este tratamento desigual é uma tremenda injustiça para esta ilha, para os empresários e para a população em geral”, afirmam.
Na área da saúde, os deputados apresentaram uma proposta de criação de uma Unidade de Cuidados Paliativos no Hospital da Horta, que consideram “uma valência necessária e há muito reivindicada, que só não foi ainda colocada em funcionamento por falta de vontade política”.
“Estas quatro propostas de investimentos estruturantes para a ilha foram todas chumbadas pelo Partido Socialista, tal como havia acontecido em anos anteriores com as propostas do PSD referentes ao aeroporto e à variante. Os deputados do PS eleitos pelo Faial voltaram a prejudicar a sua ilha”, concluem os sociais-democratas.
A Direção Regional da Cultura, através da BPARJJG, vai promover no próximo dia 20 de outubro, a realização de uma Oficina de Vídeo como Arte Pessoal, orientada pelo realizador Gonçalo Tocha.
A oficina limitada ao máximo de 20 participantes é dirigida a jovens e adultos e decorre entre as 14h00 e as 19h00.
Gonçalo Tocha, cineasta e músico, licenciou-se e realizou pós-graduação em Língua e Cultura Portuguesa na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Realizou a sua primeira curta-metragem, intitulada "Bye bye my blackbird", em 2006, que permanece ainda inédita por vontade do autor, e produziu e realizou a sua primeira longa-metragem, denominada "Balaou", em 2007, filme de homenagem à sua mãe, rodado em São Miguel, que venceu dois prémios no Índie Lisboa 2007.
A sua segunda longa-metragem, intitulada "É na Terra não é na Lua", de 2011, foi inteiramente rodada na ilha do Corvo e teve estreia mundial no Festival de Locarno, na Suíça, onde obteve uma menção especial do júri, tendo ainda ganho os prémios de melhor filme na competição internacional do DocLisboa 2011, melhor filme “Cineastas do Futuro” no BAFICI 2012, em Buenos Aires, melhor documentário no San Francisco Int. Film Festival e melhor filme no DocumentaMadrid, além de ter sido considerado pela revista canadiana Cinema Scope como o 8.º melhor filme internacional de 2011.
Um apoio suplementar no valor de 240mil vai ser atribuído pelo Governo para ajudar na manutenção da Vinha do Pico.
A medida foi anunciada pelo Secretário Regional da Agricultura, João Ponte e justifica-se pela aposta estratégica e pelo bom trabalho que todos têm feito na área vitivinícola.
O Secretário Regional da Agricultura e Florestas, João Ponte, anunciou que o Governo dos Açores vai atribuir um apoio suplementar de 240 mil euros do Orçamento Regional à Ajuda à Manutenção da Vinha, orientada para a produção de vinhos com Denominação de Origem (DO) e vinhos com Indicação Geográfica (IG), para dar resposta ao crescimento das superfícies plantadas com castas aptas à produção de vinhos, que já estão em produção.
Segundo o governante “esta medida justifica-se pela aposta estratégica e do bom trabalho que todos têm feito na área vitivinícola, que resulta da parceria entre entidades públicas e produtores privados, fazendo deste setor uma verdadeira fonte de emprego e de riqueza, que tem permitido dinamizar outras áreas de atividade, como seja o enoturismo, diferenciando e fortalecendo o sector turístico”.
João Ponte, avançou ainda que “sem este apoio, além de um rateio considerável na ajuda, teríamos 54 produtores com superfície para a produção de vinhos com Identificação Geográfica (IG) que não receberiam qualquer valor”, salientando a este respeito “que o setor da vinha já está a atingir uma verdadeira dimensão económica, seja enquanto gerador direto e indireto de postos de trabalho e de riqueza nos Açores, mas também ao nível das exportações”.
No entender do titular da pasta da Agricultura e Florestas “os 466 mil euros do POSEI para a Ajuda à Manutenção da Vinha são insuficientes para atender a todas as candidaturas apresentadas”.
O governante lembrou que “em 2017 foram candidatadas à Ajuda à Manutenção da Vinha 416,68 hectares para a produção de vinho DO e 213,52 hectares de vinho IG”, reconhecendo, no entanto, que “que há ainda, desafios importantes a vencer”, nomeadamente ao nível da transformação e da necessidade de encontrar novos mercados, “para se conseguir continuar a valorizar o vinho num segmento alto” e para que esta cultura permaneça “fonte de rendimento e de sustentabilidade”.
Nos Açores existem quase 1.000 hectares de área apta à produção de vinho certificado com DO e IG, distribuídos pelas ilhas do Pico, Terceira e Graciosa.
O Governo dos Açores já aprovou a lista oficial das águas balneares costeiras para 2018. No total foram aprovadas 70 zonas balneares, sendo que no Faial foram aprovadas seis.
O Governo dos Açores, através da Direção Regional dos Assuntos do Mar, publicou em Jornal Oficial, no passado dia 28 de março, a lista oficial das águas balneares para 2018, com as respetivas épocas balneares, que varia de zona para zona entre e de junho e 14 de outubro.
No total, e à semelhança de 2017, a Região conta com 70 águas balneares: seis no Faial, uma no Corvo, nas Flores foram aprovadas duas, em São Jorge três, Graciosa e Santa Maria quatro em cada uma das ilhas, o Pico tem 11, a Terceira 15 e em São Miguel foram aprovadas 24.
O titular da pasta dos Assuntos do Mar, entidade responsável pelo processo de identificação das águas balneares no arquipélago e pela monitorização da sua qualidade, avançou que “a partir de maio, será iniciado mais um programa de monitorização das águas balneares que, este ano, visará a recolha e a análise de mais de meio milhar de amostras em todas as ilhas”.
Os resultados deste programa estão abertos ao público e serão regularmente publicados no Portal da Direção Regional dos Assuntos do Mar, no endereço eletrónico www.aguasbalneares.azores.gov.pt.
Filipe Porteiro sublinhou que o Governo Regional “tem vindo a alertar as entidades gestoras, neste caso, os municípios, para a necessidade de se considerarem épocas balneares compatíveis com a sua real utilização, dado os fluxos turísticos que se têm verificado nos últimos anos na Região”.
Deste modo, destacou “o prolongamento da época balnear nas zonas balneares aprovadas para este ano que estão sob gestão da Direção Regional dos Assuntos do Mar”, afirmando que esta medida vai "contribuir para a segurança dos banhistas, uma prioridade para quem utiliza estes espaços”.
“Estão agendados três cursos de nadador-salvador nas ilhas de São Miguel, Santa Maria e Terceira", avançou ainda o diretor regional, acrescentando que “estão a ser envidados esforços para que também se realize, em breve, um curso de nadador-salvador na ilha do Faial”.
O governante destacou também que a identificação de águas balneares “exige que as entidades gestoras assegurem que estas zonas disponham de equipamentos e de serviços logísticos adequados para responder às necessidades dos utilizadores durante toda a época balnear”, nomeadamente de balneários, recolha de resíduos, limpeza regular da zona balnear e, sempre que possível, a vigilância por nadadores-salvadores, “uma exigência crucial para se atingirem os objetivos decorrentes da identificação destas zonas”.
Para Filipe Porteiro, “uma rede de zonas balneares bem gerida é um ativo central para todos os banhistas”, que sendo também uma oferta lúdica e turística deve cumprir “com padrões de qualidade e de segurança compatíveis com as expetativas dos utilizadores”.
À semelhança dos anos anteriores, a Câmara Municipal da Horta organizou mais um Desfile da Pequenada, no passado dia 8 de fevereiro, que encheu as ruas da cidade da Horta com muita alegria e animação.
No desfile estiveram presentes mais de 1000 crianças não só de todas dos estabelecimentos de ensino da ilha, com exceção da escola dos Cedros e da escola do Capelo e Praia do Norte, como também do Centro Comunitário do Divino Espírito Santo e do grupo Movient’arte da APADIF, que se fantasiaram segundo o tema “Ano Europeu do Património Cultural”.
Também na freguesia dos Flamengos e na Praia dos Almoxarife, se brincou ao carnaval com os tradicionais desfiles de carnacalescos.
Esta época festiva foi ainda assinalada com bailes, assaltos e matinés por toda a ilha, não faltando diversão e boa disposição.










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