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Susana Garcia

Susana Garcia

24
janeiro

Reunião de janeiro da CMH - Oposição questiona funcionamento dos portos da Madalena e São Roque

Publicado em Local
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A primeira reunião pública da Câmara Municipal da Horta (CMH) de 2015 decorreu na passada quinta-feira, nas instalações da junta de freguesia de Castelo Branco, no âmbito do projeto “presentes no Concelho”, que decorreu durante a semana, naquela freguesia.

No final desta reunião, Laurénio Tavares, vereador da coligação PSD/CDS/PPM, lembrou o acidente ocorrido em novembro passado no porto de São Roque a bordo de uma embarcação operada pela Transmaçor, que vitimou um faialense, questionando o presidente da CMH sobre o motivo das operações com rampa ro-ro nos portos do Pico estarem suspensas e, no caso da Madalena, estar a ser utilizado o antigo cais, apesar do novo ter sido inaugurado recentemente.

“Os barcos novos da Transmaçor, um investimento público, bem com como as infra-estruturas portuárias, não estão a cumprir a função para cujos investimentos foram direcionados”, considera. Nesse sentido, o vereador quis saber se a CMH ou a Associação de Municípios do Triângulo (AMT), a que José Leonardo Silva também preside, estão a acompanhar a situação.

Em resposta, José Leonardo Silva manifestou concordância com o vereador da oposição, esclarecendo que tanto a CMH como a AMT têm acompanhado a situação, garantindo que "proximamente vai haver uma reunião onde será abordado este assunto”. “Eu tenho feito algum acompanhamento e o que posso dizer é que houve técnicos a avaliar a situação. A questão não é fácil e portanto estão à espera que saia o relatório final”, disse. 

Autarquia com 53 protocolos de cooperação em 2015

Esta reunião ficou marcada também pela aprovação de 53 protocolos de cooperação entre instituições desportivas e culturas e a autarquia. Segundo José Leonardo, a CMH empenhou-se em assinar este protocolos mais cedo, de forma a permitir que as instituições, possam inserir as verbas no seu orçamento e dar inicio às suas atividades. 

Polivalentes de Pedro Miguel e Feteira na ordem do dia

Luís Garcia mostrou-se preocupado com a situação dos polivalentes nas freguesias de Pedro Miguel e Feteira. O  vereador da coligação PSD/CDS/PPM considerou que os polivalentes são uma necessidade para as freguesias e não um equipamento do luxo, na medida em que dão alguma centralidade às mesmas e “cultivam algum espírito de comunidade e união”. A este respeito lembrou que na freguesia de Pedro Miguel, a obra do novo polivalente já se arrasta há algum tempo, afirmando que “a obra nasceu torta e tarda em concluir-se” e que “é um edifício que faz falta” à freguesia. No que diz respeito ao da Feteira, o vereador lembrou “a longa novela que tem rodeado todo este investimento”, e questionou o edil sobre "os apoios da autarquia e do Governo Regional, que até à data foram atribuídos a este dois investimentos".

O presidente da CMH referiu que desconhece o montante atribuído pelo Governo à obra de Pedro Miguel, salientando que a mesma “tem sido uma grande preocupação da autarquia", que já investiu 400 mil euros na infra-estrutura e está empenhada em colocá-la ao serviço da população o mais rapidamente possível.

No que diz respeito à Feteira, o autarca referiu que “pela primeira vez, a freguesia tem processo em desenvolvimento”. “Nós temos um protocolo com o Governo Regional, no valor de 170 mil euros”, afirmou José Leonardo, esclarecendo que no ano passado foi adquirido um imóvel e um terreno para o espaço, mas ainda falta negociar outro terreno para dar o arranque do processo.

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15
dezembro

FUTEBOL – TAÇA AFH: AAC vence em casa com Lajense

Publicado em Desporto
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No passado domingo, dia 14 de dezembro, jogou-se a 4.ª jornada do campeonato da Associação de Futebol da Horta (AFH), em seniores masculinos.

O Angústias Atlético Clube (AAC), defrontou em casa o Lajense e venceu por um zero.

Também no Pico o Vitória jogou com o Madalena. O jogo decorreu em São Roque como Vitória a  vencer por 4-0.

Já no Campo da Lajinha o encontro foi entre o Cedrense e o FSC. A equipa da casa perdeu por 2-0.

Decorrida que está mais uma jornada deste campeonato, na frente da tabela classificativa continua o Vitória com 12 pontos. O FSC mantém-se na segunda posição com menos dois pontos. O AAC soma 4 pontos. Com os mesmos três pontos estão agora três equipas, o Lajense, o Cedrense e o Madalena, que é o lanterna vermelha.

A 5.ª jornada decorre no próximo domingo, dia 21 de dezembro. O FSC recebe no Estádio da Alagoa o Vitória, pelas 14h30. O Cedrense vai ao Pico defrontar o Lajense. O derby acontece às 14h30 no Campo das Laje. O último encontro desta jornada também acontece no Pico e disputa-se entre o AAC e o Madalena, pelas 15h00.

 

CAMPEONATO AFH – Juniores

Os juniores jogaram a 9ª jornada do campeonato da AFH.

No encontro entre o FC Flamengos e o Lajense, a equipa do Vale venceu por 4-1. No Pico o FSC venceu em São Roque o Prainha por 6-0. Nesta jornada folgou o Madalena.

Nas contas da classificação, o Flamengos e o FSC partilham os mesmos 18 pontos. Em terceiro continua o Madalena com 9 pontos. O Prainha e o Lajense continuam no final da tabela, ambos com 4 pontos.

A 10.ª jornada decorre no próximo sábado dia 20 de dezembro, e vai ser decisiva no apuramento do Campeão. As atenções estão centradas no jogo entre os primeiros classificados da tabela. O FSC recebe o virtual campeão  da AFH o FCF.

O Madalena joga em casa com o Prainha. Os encontros acontecem à 15h00.

 

CAMPEONATO AFH – Juvenis

Disputou-se no passado fim de semana mais uma jornada do Campeonato de Juvenis da AFH. A 8ª jornada colocou frente a frente o Cedrense e o FSC. Neste encontro que decorreu no Campo da Lajinha os Verdes da Alagoa venceram por 6-0.

Na ilha do Pico, o derby foi entre o São João e o Madalena e o resultado foi 3-0 a favor do Madalena.

Na classificação o FSC é o líder com 18 pontos, em segundo está o FCM com 11 pontos e o terceiro é o Vitória que soma 9 pontos. Seguem-se o FCF e o São João, ambos com 7 pontos e o Cedrense é último com apenas 2 pontos.

 

CAMPEONATO AFH – Iniciados

Na 9.ª jornada do Campeonato de Iniciados da AFH, que se disputou no passado fim de semana, o resultado dos dois encontros realizados foi o mesmo 2-0. O Madalena venceu o Lajense e o Flamengos venceu o FSC.

Contas feitas após esta jornada o FCF segue isolado na frente com 19 pontos. O FSC é segundo e soma 15 pontos. O Vitória é terceiro com 9 pontos. O Lajense soma 6 pontos e é o quarto classificado.O Madalena é último com quatro pontos

 

CAMPEONATO AFH – Infantis

Os infantis jogaram a 7ª jornada no passado sábado pelas 10h30. O FSC B perdeu por 13-1 com o FSC A e o Cedrense perdeu com AAC por 5-0.

Na próxima jornada o FSC A joga com o Cedrense na Alagoa e o Flamengos recebe o FSC B.

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10
dezembro

Curso de Treinador de Vela – Terminada primeira parte da formação

Publicado em Desporto
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Terminou na passada segunda feira a formação de Curso de Treinador de Vela- Grau 1. Os 14 formandos, oriundos das ilhas do Faial, Pico, Santa Maria, São Miguel e Terceira, concluíram assim a parte de formação de componente geral.

Esta primeira parte da formação teve 40 horas de trabalho, tempo divido entre uma parte teórica e uma parte prática.

De forma a obterem a credenciação de Treinador de Vela, por parte do Instituto Português do Desporto e Juventude, estes terão de aprovar também no período de Estágio ao qual serão agora sujeitos.

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28
novembro

Restaurante Salgueirinha reabre com novo conceito - Workshops de culinária e jantares temáticos uma aposta para o próximo ano

Publicado em Reportagem
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Workshops de culinária e  jantares temáticos vão ser uma novidade no Restaurante Salgueirinha. 

Luís Moisão surge com um novo conceito na reabertura. A aposta recai na cozinha tradicional portuguesa, com destaque para algumasespecialidades, como o Grão de Bico à Alentejana com carne de vaca e de porco e vários enchidos como principais ingredientes. Outra especialidade é o Lombinho de porco com bacon no forno e também a Carne de Porco com migas, o puré de castanhas e as batatas fritas. 

Sabores do Alentejo que o proprietário pretende variar de 15 em 15 dias

O restaurante Salgueirinha, na Feteira, que abriu portas no passado mês de fevereiro do corrente. Após encerramento para férias durante o mês de outubro, reabriu na passada semana, com uma nova filosofia nomeadamente ao nível da carta.
Em conversa com o chef deste restaurante em dia reabertura, Luis Moisão explicou que esta mudança de conceito surgiu do feedback que obtiveram dos clientes nestes meses de funcionamento. O cozinheiro explicou que a decisão de abrir um restaurante no Faial surgiu da necessidade que sentiram de que na Ilha havia a falta de um bom restaurante. “Nós quando começamos sentimos que havia a falta de um restaurante no Faial, muito bom, de qualidade, com coisas diferentes, coisas novas”, disse. 
“Foi o que fizémos quer ao nível dos equipamentos e materiais que temos aqui, quer na sala, no sentido de ser o melhor”, no entanto, nestes seis meses de funcionamento revela o proprietário “verificamos que foi excessivo e foi isso que nos levou a mudar o conceito”.
Segundo Moisão, o problema principal do restaurante prendia-se com a carta. “Um dos problemas que sentimos, foi que não tínhamos capacidade para mudar a carta porque faltava a matéria prima. Estávamos constantemente dependentes de Lisboa, de transitários, barcos, avião, transporte e era muito caro e chegamos à conclusão que não fazia sentido”. 
A este respeito Moisão revela que o problema não foi a falta de clientes nem de faturação mas sim o facto de concluírem que a “estrutura era demasiado pesada para aquilo que o mercado exige ou pede”, assim “decidimos continuara a apostar na cozinha tradicional portuguesa, com ingredientes daqui, não são locais, mas são os abastecedores locais que a vão fornecer o que nos liberta mais tempo para a cozinha”, esclareceu.
Consciente da realidade do mercado local, o chef referiu ainda, que, no que diz respeito ao funcionamento da sala, também verificou que o serviço era excessivo. “Verificamos que tínhamos um serviço de sala excelente mas que também acabou por se revelar excessivo”. “Nós tínhamos consciência que estávamos a correr um risco mas decidimos arriscar e ver como o mercado respondia. O mercado revelou que o serviço era excessivo e nós resolvemos adaptar às exigências do mercado”, disse.
Na sua reabertura também a equipa inicial sofreu alteração, contando agora com menos um elemento, que no entender de Moisão, “faz parte do ajuste ao novo conceito”. 
Nesta nova concepção do serviço, a intenção é mudar a carta pelo menos uma vez por mês. “No fundo é o mercado que vai ditar quantas vezes vai rodar a carta”, afirma Luís Moisão salientando que “a base desta nova carta será a cozinha tradicional portuguesa. A essência é a mesma, os fundos, os caldos, a concepção é toda feita de raiz, não há enlatados mas o prato final é diferente, com sabores do Alentejo, Algarve, Ribatejo”.
Uma das apostas no novo cardápio vão ser as “noites temáticas”, a acontecer pelo menos uma vez por mês, revela o chef. “Vamos ter cozinha do mundo, desde a cozinha japonesa, onde vai entrar o sushi e tudo o que está à volta da cozinha japonesa. Cozinha Espanhola, cozinha Francesa, cozinha Italiana”. “Estamos a pensar fazer um dia por mês. O mercado mais uma vez é que vai ditar o que vamos fazer”, reforça. 
 
Leia esta reportagem completa na Edição Impressa do Tribuna das Ilhas de 28 de novembro de 2014
 
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28
novembro

Opinando em Tópicos

Publicado em Armando Amaral
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PISTA - só por segurança !

É esta a opinião do 1º. Ministro de Portugal, Passos Coelho, tornada pública em Conferência de Imprensa no salão nobre da Câmara Municipal da Horta, respondendo a Leonardo Silva, Presidente do Município faialense, se bem que mais preciso, uma vez que em Ponta Delgada dissera não haver razão para tal.

Isto aconteceu na recente visita “à la minute” a quatro ilhas açorianas: São Miguel, Faiai, Pico e Terceira, sempre acompanhado pelo líder regional, Vasco Cordeiro, embora democraticamente divergente em alguns assuntos.

Aliás, divergentes serão também os faialenses no que respeita ao Aeroporto, sem misturar alhos com bugalhos.

É que o Faial sempre tem recebido com cortesia seus hóspedes, razão pois das palmas tributadas na Cidade, sede da Assembleia Legislativa dos Açores, como já sucedera a 4 de Setembro de 1976 aquando da inauguração oficial pelo Presidente Ramalho Eanes no “Amor da Pátria” que foi provisoriamente a primeira Casa da Autonomia, designação que até se tornou assaz popular na Cidade e na Ilha,

Oportuno também recordar que então os jornalistas continentais, que vieram fazer a cobertura do grande evento nacional, estranharam o facto de Mário Soares ter recebido mais palmas do que Sá Carneiro, o que não nos surpreendeu, já que o socialista era 1º. Ministro , enquanto o social-democrata era apenas líder de Partido, embora o mais votado nos Açores.

E, voltando ao presente, resta-nos fazer votos de que a PISTA do Aeroporto não venha a ser aumentada à custa de mortos, lembrando o saudoso padre Américo que repetia, vezes sem conto, só querer dinheiro dos vivos ...

Elevador da Glória com 129 anos

Em 24 de Outubro passado, o Elevador da Glória completou 129 anos, disputando na década de 30 do século XX a primazia com o de Santa Justa, ambos na baixa lisboeta.

Ir então à Capital e nos dois não entrar era como ir a Roma e não ver o Papa.

Qual deles tinha mais movimento nunca me interessou, mas foi o primeiro que mais me serviu pois dava acesso à rua que passava pela Faculdade de Ciências, onde estudei durante um ano e cuja frequência positiva pelo menos deu-me direito a ingressar no Curso de Oficiais Milicianos de Artilharia, já que a “bitola não era pelo físico, como então acontecia nos Açores, em que tiveram de fazer fardamento especial, incluído botas, para recruta do Pico.

E a dita Faculdade deu-me ainda a oportunidade de participar numa manifestação de universitários contra o aumento, nada meigo, das propinas, aumentando para nem sei quantos valores o direito de dispensa quando antes eram apenas dez, lembrando como argumento serem os conseguidos pelo Doutor Ega Moniz, Prémio Nobel de Medicina.

Como curiosidade, na manifestação atrás referida, veio uma delegação de Coimbra chefiada pelo terceirense Ramiro Valadão, que anos depois viria a ser preso pelos revolucionários de Abril culpado por dezenas de “crimes”, entre eles um maço de cigarros, incluido numa lista de refeição em serviço do SNI.

Aliás, as facilidades para viajar até ao Brasil dizem tudo...

E ainda sobre o Elevador de Santa Justa, foi preocupação do meu saudoso irmão Constantino de o utilizarmos na descida do Carmo para a Rua do Ouro, que também para ele era primeira vez, após seis anos vivendo em Lisboa!.

Fábrica com luz no túnel

NO FAIAL Em cortesia da “Foto Jovial”, ilustramos o respectivo tópico com a traineira “Garça”

Os anos passam depressa e já vão décadas que apareceu inesperadamente no porto da Horta a traineira “Garça”, pioneira na pesca da albacora, pelo menos no Triângulo, uma prometedora iniciativa do comerciante João Inácio da Silva, a que se juntou Henrique da Silva, com Ourivesaria ao lado da Casa das Casimiras de seu tio.

Num ápice o mais abrigado porto açoriano encheu-se de variadas embarcações, adaptadas ao novo ouro negro que foi a albacora, prima-irmã do atum.

Algumas até muito conhecidas, como o iate Ribeirense do famoso "lobo do mar”, mestre João, a lancha de Ilídio Lemos e tantas outras.

E por sugestão do doutor Costa Garcia, sempre interessado pela sua ilha, um empresário algarvio veio ao Faial adquirindo no Pasteleiro um edifício, onde a sua firma instalou a primeira fábrica afim.

Com o tempo, tudo mudou, menos a passagem anual do atum pelo nosso mar, surgindo, porém, uma nova frota: mais reduzida com embarcações modernas e melhor apetrechadas como convinha.

Entretanto, a fábrica do Pasteleiro fechou: e muitas empregadas são “obrigadas” a atravessar o Canal diariamente para trabalharem na “Cofaco”, da Areia Larga.

Mas a vida continuou, pois os faialense já se habituaram a viver com altos e baixos, quiçá por acreditarem na providência divina.

Eis que surge agora uma luz no túnel mas nanja no fundo, com a oportuna iniciativa, com pés para andar, de Rufino Brasll, continental, há anos radicado no Faial e que se vem dedicando, como empresário, à indústria da pesca.

Trata-se da construção duma fábrica na zona industrial para transformação e respectiva exportação: um empreendimento de três milhões de euros, devendo criar quatro dezenas de empregos.

E terminamos com provérbio que vem mesmo a propósito: “Deus ajuda a quem se ajuda”.

Jogos Florais na Horta

Folheando jornais de ontem, com vista a achar tema para tópico, dei com este “SE…?(no Correio da Horta), publicado em 12 de Janeiro de 1974, meses antes de Abril.

Sugeria então a organização com regularidade de Jogos Florais na Horta, argumentando com o êxito que “O Telegrafo” alcançara entre os estudantes com tão interessante iniciativa.

Recordo que, pelo menos dois, já haviam sido organizados, ambos pelo Fayal Sport (1943 e 53), o segundo pela CARPE.

E agora aproveito para insistir no assunto, uma vez que existem na Capital da Autonomia bom campo e boa semente para o evento cultural em apreço

 

O autor não escreve de acordo com o novo acordo ortográfico 

 
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