Falar de Álamo Oliveira é falar da força telúrica de uma escrita que, ainda e sempre, parte ao encontro das raízes e fica entre a ilha e a viagem. Acabo de ler o seu último livro, Marta de Jesus, a verdadeira (Letras Lavadas edições, 2014), com 190 páginas atravessadas por um sopro bíblico. Esta é, sem sombra de dúvida, uma…