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Nuno Avelar

Nuno Avelar

30
junho

População da Praia do Almoxarife une-se na pintura do muro da Avenida Unânime Praiense

Publicado em Local
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O dia de sábado foi diferente para os Praienses que uniram esforços e de pincel, trincha e balde de tinta, puseram mãos à obra e pintaram o muro da Avenida Unânime Praiense, junto à Praia do Almoxarife.

A iniciativa estava prevista decorrer só de manhã, mas a afluência foi tão grande que acabou por se estender pela tarde fora.

Miúdos e graúdos, todos ajudaram nesta tarefa de embelezamento daquela zona balnear que hasteou a sua Bandeira Azul há poucos dias.

 

O presidente da Junta de Freguesia, Lúcio Rodrigues, disse à nossa reportagem que é muito fácil organizar seja o que for que envolva os praienses “os habitantes da Praia do Almoxarife colaboram sempre que são solicitados, muitas vezes são eles próprios que sugerem o que devemos fazer.”

Apesar da escola já ter terminado, caricato foi ver os elementos que compõem a equipa intergeracional daquela instituição a participar. Assim tínhamos avós, pais  e netos, cuidadosamente e alegremente a pintar.

“Nós fazemos muitas parcerias com as instituições da freguesia pelo que acabamos sempre por ter uma rede que funciona na maioria das atividades que se faz. É interessante ver que todos colaboram” – frisou.

Lúcio Rodrigues destacou ainda o facto dos novos habitantes da freguesia, ou seja, aqueles que não são praienses se berço mas que escolheram aquela freguesia para se fixarem, responderam afirmativamente ao repto que lhes foi lançado, “isso deixa-nos muito satisfeitos e com um sentido ainda maior de responsabilidade”.

Recorde-se que uma das primeiras atividades voluntárias que decorreram na freguesia da Praia do Almoxarife, já sob os comandos de Lúcio Rodrigues, foi a pintura da escola primária. Desde isso, já se organizaram limpezas de encostas, de ribeiras, da praia, entre outras.

 

 

 

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30
junho

V edição do Punkada Fest - Punkada e Unânime Praiense juntos em cima do palco

Publicado em Cultura
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Este ano a quinta edição do Punkada Fest vai primar pela diferença. O facto de subirem ao palco os Punkada – uma banda tributo a Rammstein – e a Filarmónica Unânime Praiense faz antever um concerto estilo Scorpions e a Orquestra Sinfónica de Berlim.

 

A ideia surgiu há dois anos mas somente este ano conseguiu ganhar pernas para andar. Trata-se da conjugação de sons tão distintos como a música que os Punkada tocam com os acordes da Filarmónica Unânime Praiense.

A quinta edição do Punkada Fest realizar-se-á na Quinta de São Lourenço, nos dias 11 e 12 de julho próximo. Os bilhetes já estão à venda e este ano com promoções especiais para estudantes.

Para além destas duas bandas, em palco estarão ainda Fonzie, Jindungo, os DJ’S terceirenses John C e Rodrigo, bem como o Dj Freelsoul  numa edição que tem como parceiros principais a Associação de Jovens de Pedro Miguel e a recém-criada Associação de Jovens da Ilha do Faial.

Na conferência de imprensa de apresentação do Festival, Filipe Menezes, vereador da Câmara Municipal da Horta disse aos jornalistas que “este se trata de um festival que dinamiza a juventude e a cultura do Faial, pelo que a CMH continuará a apoiar eventos que motivem e dinamizem as instituições locais.

 Ana Paula Lemos, uma das grandes dinamizadoras deste festival, revelou aos jornalistas a sua satisfação pela evolução e continuidade que este festival tem registado ao longo dos anos.

“O que parecia ser algo só para comemorar os 10 anos dos Punkada, ganhou pernas para andar e conquistou o seu espaço no panorama dos festivais de verão do Faial e mesmo do Triângulo” – afirmou.

Recorde-se que o Punkada Fest teve início em 2010 com o objetivo de assinalar o 10º aniversário da banda PUNKADA. Ao longo destes anos, integrado neste festival, já vieram atuar ao Faial bandas como os ingleses Suzerain, Anommaly da Terceira, Crossfaith de S. Miguel, Boss AC, Caim, Desbunda, entre outros.
Com produção da NINEMEDIA, o PUNKADA FEST! conta com os apoios do Governo dos Açores, através das Direções Regionais do Turismo e Juventude, Câmara Municipal da Horta, SATA e Antena 9, rádio oficial do festival.

As pulseiras estão à venda no Café Internacional, Restaurante Bar Fábrica, Café Freitas (Salão),  XF Bar, Peter,  Bar do Clube Naval da Horta e Bico Doce. Os bilhetes para um dia tem um custo de 5 euros, para os dois dias custará 8 euros. Até dia 2 de julho quem adquirir as pulseiras para os dois dias pagará somente 6 euros. Também os estudantes podem adquirir as suas pulseiras com desconto no Bar Fábrica.

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27
junho

HORTA - 181 ANOS DA ELEVAÇÃO DE VILA A CIDADE

Publicado em Local
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A Câmara Municipal da Horta prepara-se para comemorar os 181 anos da elevação de vila a cidade da Horta.

O dia 4 de Julho será um dos momentos mais importantes destas comemorações, reforçando o respeito pelas antigas tradições deste concelho, perspectivando o seu desenvolvimento e integrando um conjunto de homenagens a entidades e personalidades que mais se distinguiram na vida do concelho. 

Este ano entendeu a autarquia descentralizar os festejos para o Jardim Florêncio Terra para “dar uma maior abertura aos munícipes em participarem”. Opinião que não é partilhada pelos vereadores da oposição que, na última reunião de CMH, manifestaram o seu desagradado face a esta decisão. No entender de Laurénio Tavares, “o jardim tem vários condicionalismos que não conferem a uma cerimónia deste género a dignidade que a mesma merece”.

A sessão solene comemorativa está agenda para as 20h30. Pelas 22h00 sobe ao palco, desta feita já na Praça da República, a Orquestra de Música Ligeira da CMH, terminando a noite com baile pelo conjunto Onda Jovem.

No dia 5, sábado, a festa decorrerá na Praça da República, com  o Encontro de Música Tradicional, com as participações do Grupo de Cantares Ilha Azul, Grupo de Danças e Cantares “Recordar é Viver” da ilha do Pico e do Grupo de Tocares e Cantares “Camponeses” da Madeira. Este encontro está agendado para as 21h00.

Pelas 23h30 sobre ao palco a Banda@Live naquela que será a sua noite de estreia.

Importa ainda mencionar que, durante a sessão solene do Dia da Cidade serão atribuídas medalhas de honra às freguesias de Matriz e Castelo Branco que este ano comemoram os seus 500 anos.

 

A medalha de mérito municipal será atribuída a Casa D’Ávilas e ao Clube Automóvel do Faial. Serão homenageados a título póstumo João Bettencourt, Manuel da Costa Garcia e Carlos Pimentel. A autarquia atribuirá ainda distinções a António Ávila, José Henrique Silva, José Nunes Caldeira, Mário Frayão e aos funcionários com 10 e 25 anos de funções camarárias. 

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27
junho

CMH aprova 4000 euros de isenções de taxas

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Decorreu na última quinta-feira do mês de junho, no polivalente dos Flamengos a reunião pública da Câmara Municipal da Horta.

A ordem do doa era extensa, todavia, com mais de metade dos pontos relativos a pedidos de isenções de taxas para a realização de festas locais.

Estes pedidos de isenções de taxas representam, todavia, um corte de cerca de 4000 euros nas receitas da autarquia que, de acordo com José Leonardo Silva, presidente da CMH, servem para apoiar as diversas instituições do concelho.

Foi aprovada a abertura do procedimento administrativo de revogação do ato de classificação do dragoeiro da Bagatelle como exemplar de interesse municipal, bem como o abate de uma aurocária, classificada de interesse municipal, pela mesma oferecer perigo a bens e pessoas.

Este processo, recorde-se, remonta a 2012, todavia, com as alterações legislativas que foram introduzidas, somente agora foi aprovado. De acordo com José Leonardo Silva, este abate implica um concurso público para que seja uma empresa especializada a proceder ao abate. Trata-se de uma árvore de mais de 30 metros para cuja remoção nem a autarquia nem as empresas locais têm capacidade de abater. Este abate custará entre os 2000 e os 3000 euros e está previsto acontecer no início do inverno.

Uma vez que foram alterados os circuitos dos agueiros, que agora são obrigados a ir duas vezes por dia a cada furo, foi necessário aprovar um reforço da rubrica gasolina do fundo de maneio do armazém.

Nesta reunião foi ainda aprovado por unanimidade um voto de congratulação pela passagem dos 25 anos do Rali Ilha Azul. Este voto, da responsabilidade dos vereadores da oposição, surge “tendo em conta a evolução e a importância desta prova desportiva, de âmbito regional, para a divulgação da modalidade e para a economia da ilha do Faial”.

No final da reunião o vereador Laurénio Tavares apresentou uma fotografia que mostra o “elevado estado de degradação da Piscina Municipal da Horta” e questionou a  autarquia sobre qual a sua estratégia para a preservação e manutenção dos seus espaços e infraestruturas  municipais.

José Leonardo Silva não gostou da acusação sobre a “falta de estratégia” e ripostou afirmando que “a CMH tem uma estratégia que é de todos conhecida, agora a oposição é que fala fala mas não apresenta nada”. O presidente da CMH acrescentou que “em tempos se falou na hipótese de dar a concessão da piscina a um privado, “pois bem isso não está fora de questão”.

O vereador Filipe Menezes, que também é o presidente da Urbhorta, empresa municipal responsável pela gestão da piscina municipal, acusou Laurénio Tavares de “só falar nestas coisas quando a comunicação social está presente, o que é totalmente demagógico”.

 

 

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27
junho

Requalificação paisagística da rotunda da Santa

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A Secretaria do Turismo e Transportes, através da sua Delegação de Ilha está a proceder à requalificação paisagística da rotunda da Santa, importante nó de ligação entre as estradas regionais 1-1ª e 1-2ª da Ilha do Faial.

Esta intervenção, integrada no projeto ValorUrb, tem como conceito a valorização do património cultural e arquitetónico presente na ilha, à semelhança do sucedido na requalificação da rotunda do Pasteleiro, alusiva à cultura do pastel.

Nas suas imediações, para nascente, encontra-se um moinho de vento com interesse patrimonial, visível a partir da rotunda e cuja presença é aproveitada como conceito para a intervenção. Sendo os moinhos de vento dos Açores uma manifestação da cultura e arquitetura populares destas ilhas, e que têm especificidades próprias em cada ilha. O moinho que se encontra na proximidade desta rotunda é um dos tipos do Faial, um moinho fixo de pedra e que terá tido velas triangulares de pano, sendo um exemplar raro uma vez que a maior parte destes moinhos não resistiram ao terramoto que assolou o Faial em 1926.

Esta intervenção pretende dotar a zona de uma maior visibilidade e carácter, atendendo à proximidade ao Miradouro de Nossa Senhora da Conceição e à sua posição estratégia como zona de passagem para a parte norte da ilha do Faial, bem como o facto de ser a ligação mais habitual de regresso da Caldeira para a Horta, estrada regional que passa por outros moinhos de vento e vem confluir a esta rotunda.

Neste contexto, e face à sua localização, esta requalificação tem como objetivo, evocar os moinhos de vento do Faial, sendo que uma das tipologias as suas velas triangulares. São esses triângulos que se pretende trazer para esta rotunda, por meio de pequenos muretes em pedra de basalto, assim como o movimento de rotação das velas dos moinhos, por meio de modelações de terreno que com a sua suavidade o evocam.

Pretende-se que estes elementos sejam adicionados ao espaço verde sem prejudicar fluidez do trânsito ou a sua segurança, a prioridade máxima em termos de conceção deste tipo de espaços de enquadramento. Assim, as modelações de terreno e muretes projetados foram cuidadosamente verificados de modo a garantir a visibilidade de quem pretende entrar na rotunda ou se encontra a circular nela. Estas modelações evocam o rodar das velas do moinho com o seu movimento ondulatório, e simultaneamente conferem abrigo à vegetação que se pretende plantar mais para o interior da rotunda.

Junto ao limite da rotunda e numa extensão de dois metros para o interior, para além das modelações e muretes de pedra seca, apenas se prevê a plantação de relvado. Mais para o interior da rotunda foram plantados três espécies de pequenos arbustos de revestimento e de uma herbácea de revestimento. Estas espécies são adequadas às condições de exposição aos fortes ventos salinos que aqui se podem fazer sentir e permitem uma diferenciação dos diferentes lados da rotunda, uma vez que as diferentes espécies são adaptadas a diferentes condições de exposição.

Junto à araucária foi colocado um revestimento em seixo rolado de basalto, uma vez que esta zona será a que tem maiores condições de sombreamento. Aqui apenas se prevê plantar três exemplares de fetos, que suportam estas condições desde que abrigados dos ventos pelas outras plantas. Em todo o limite da rotunda também se aplica uma faixa de seixo com 0.40m de largura de modo a favorecer a drenagem e impedir que as águas pluviais escoem para a rotunda.

 

Nos separadores de trânsito a nascente e poente, será executado, posteriormente, uma modelação de terreno que antecipe a rotunda e permita assim avisar da sua aproximação. No separadoro a norte, que separa a Estrada Regional N1-1A da Rua General Humberto Delgado, deverão ser plantadas herbáceas de revestimento.

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