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Nuno Avelar

Nuno Avelar

14
janeiro

Polícia Marítima fiscaliza pesca em locais proibidos na costa sul da ilha de São Miguel

Publicado em Regional
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O Comando-local da Polícia Marítima de Ponta Delgada, no decorrer da sua atividade operacional,  realizou na  madrugada e princípio da manhã de dia 12 de Janeiro,   mais uma missão de fiscalização no mar, das atividades de pesca e condições de segurança das embarcações, na costa da ilha de São Miguel.

A referida  missão teve como objetivo principal impedir a pesca em locais proibidos, com vista a preservar os recursos naturais. Assim, a fiscalização incidiu no cumprimento do Regulamento para o Exercício da Pesca na Área Marinha protegida da Ribeira Quente, na costa sul da ilha de São Miguel.

Nos termos deste regulamento, o exercício da pesca comercial com artes de armadilhas e redes de emalhar,  na referida área, bem como a pesca  com palangre de fundo até às 3 milhas da costa são proibidos, sendo esta última proibição extensiva a toda a costa da ilha de São Miguel.

Foram ainda verificadas as condições de segurança das embarcações e do pessoal embarcado, nomeadamente,  a confirmação da existência a bordo dos meios de salvação exigidos por lei.

Durante a missão foram percorridas 40 milhas náuticas, tendo sido fiscalizadas 8 embarcações de pesca,  todas a operar em situação legal.

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14
janeiro

Polícia Marítima fiscaliza pesca em locais proibidos na costa sul da ilha de São Miguel

Publicado em Regional
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O Comando-local da Polícia Marítima de Ponta Delgada, no decorrer da sua atividade operacional,  realizou na  madrugada e princípio da manhã de dia 12 de Janeiro,   mais uma missão de fiscalização no mar, das atividades de pesca e condições de segurança das embarcações, na costa da ilha de São Miguel.

A referida  missão teve como objetivo principal impedir a pesca em locais proibidos, com vista a preservar os recursos naturais. Assim, a fiscalização incidiu no cumprimento do Regulamento para o Exercício da Pesca na Área Marinha protegida da Ribeira Quente, na costa sul da ilha de São Miguel.

Nos termos deste regulamento, o exercício da pesca comercial com artes de armadilhas e redes de emalhar,  na referida área, bem como a pesca  com palangre de fundo até às 3 milhas da costa são proibidos, sendo esta última proibição extensiva a toda a costa da ilha de São Miguel.

Foram ainda verificadas as condições de segurança das embarcações e do pessoal embarcado, nomeadamente,  a confirmação da existência a bordo dos meios de salvação exigidos por lei.

Durante a missão foram percorridas 40 milhas náuticas, tendo sido fiscalizadas 8 embarcações de pesca,  todas a operar em situação legal.

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11
janeiro

Bel Portugal nomeada no European Business Awards 2016/17

Publicado em Geral
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O compromisso e o trabalho desenvolvido no Programa de Leite de Vacas Felizes de Terra Nostra voltam, uma vez mais, a ser reconhecidos, desta vez pelo European Business Awards (EBA), estando a marca da Bel Portugal nomeada na categoria de “Portuguese Champion on the Environmental & Corporate Sustainability”.

Image result for european business awardsImage result for terra nostra belChamam-nas de “National Champion” e são elas as empresas que alcançam lugar na short list daquela que é a iniciativa que pretende reconhecer e promover a excelência, as boas práticas e a inovação no seio da comunidade empresarial europeia. Tratando-se de um prémio independente, o European Business Awards foi lançado pela primeira vez em 2007 e na sua edição de 2016/2017 encontra-se a Bel Portugal nomeada pelo trabalho desenvolvido com a marca 100% Açoriana, Terra Nostra.

“A presença de Bel Portugal no EBA revela-se como um verdadeiro reconhecimento pela política de produção sustentável de Terra Nostra, que garante que as vacas são alimentadas em regime de pastagem e apresenta as melhores práticas de produção leiteira - os mais rigorosos critérios de qualidade, sustentabilidade e bem-estar animal, através do Programa Leite de Vacas Felizes”, comenta Paula Amaral, Marketing Manager Terra Nostra.

O Programa, que conta com uma série de produtores certificados que respeitam regras únicas de produção, é assente em cinco principais pilares como pastagem, bem-estar animal, qualidade esegurança alimentar, produção sustentável e eficiência. A iniciativa deu origem ao Leite de Pastagem Terra Nostra, apresentado em maio de 2016, criando um novo segmento de mercado do leite. 

A marca vai passar por um sistema de votação até ao próximo dia 1 de março, candidatando-se, assim, ao título de National Public Champions, alcançando um lugar de destaque entre as empresas que se encontram em concurso. Adicionalmente, Bel Portugal está ainda a concorrer para o prémio Ruban d’Honneur, um galardão que será atribuído por um painel de jurados, tendo como base três princípios fundamentais no cerce do programa Awards: inovação, excelência e sustentabilidade de negócio.

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11
janeiro

BTL LANÇA VILLAGE PARA ATRAIR NOVAS ÁREAS DE NEGÓCIO

Publicado em Regional
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A BTL 2017 irá contar com um novo espaço de network, o BTL Village, nos dias dedicados ao público profissional e que foi criado essencialmente para empresas fora do setor do Turismo que pretendam estar presentes na maior feira de Turismo realizada em Portugal.

O BTL Village destina-se a empresas de diferentes áreas de atuação como seguradoras, instituições bancárias e consultoras, que podem optar por três modalidades distintas de participação: Main Sponsor,Sponsors BTL Village e Attendees.

Fátima Vila Maior, directora de áreas de feiras da FIL e responsável pela BTL, explica o conceito deste novo espaço: “Éramos cada vez mais requisitados por empresas fora do eixo do Turismo que pretendiam ter uma oportunidade para mostrar os seus serviços e produtos, assim como interagirem de uma forma mais próximas com as empresas e profissionais do Turismo. Com a Village, abre-se, assim, uma fantástica janela de oportunidades que estou certa irá gerar muitos e bons negócios.”

“Neste espaço, com capacidade para cerca de 150 profissionais, as empresas têm acesso a uma mesa com possibilidade de convidarem os seus actuais e potenciais clientes, fornecedores ou parceiros para um almoço de negócios”, conclui Fátima Vila Maior.

O novo espaço da BTL 2017 estará localizado no Pavilhão Multiusos de 15 a 17 de março (dias reservados para o público profissional) e contará com 600m2.

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11
janeiro

Hospital da Terceira cancela cirurgias com doentes no bloco operatório por falta de “material”

Publicado em Regional
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O Presidente do Grupo Parlamentar do CDS-PP Açores, Artur Lima, denunciou esta quarta-feira, o cancelamento de cirurgias, no Hospital Santo Espírito da Ilha Terceira, quando os doentes já estavam no bloco operatório para serem operados, por alegada falta de “material”.

“Alegadamente, por falta de material apropriado e necessário foram canceladas cirurgias no Hospital Santo Espírito da Ilha Terceira, quando os doentes já estavam internados ou até quando os doentes já se encontravam no bloco operatório para serem submetidos a cirurgia. Alguns dos doentes que foram confrontados com esta situação inqualificável estavam deslocados da sua ilha de residência e terão regressado a casa sem serem operados”, afirma Artur Lima.

O Líder Parlamentar popular considera a situação “desumana e violadora dos mais elementares princípios de respeito pelos utentes, da ética e da deontologia”, questionando, assim, a Secretaria Regional da Saúde pelos motivos que levaram a tal situação e apontando o dedo ao mau planeamento dos serviços hospitalares.

“As unidades de saúde devem prestar os mais adequados e melhores cuidados de saúde aos utentes do Serviço Regional de Saúde e, acima de tudo, o conforto e o respeito pelos doentes que já se encontram em situação de fragilidade e diminuídos nas suas capacidades”, mormente “quando se submete um utente a um ato cirúrgico e se aumentam os níveis de ansiedade e stress, devendo ser tomados cuidados redobrados com o doente”, defende.

Perante tal situação os Deputados do CDS-PP Açores enviaram um requerimento ao Parlamento Açoriano onde solicitam esclarecimentos urgentes à tutela: “Confirma a Secretaria Regional da Saúde que se cancelaram cirurgias no Hospital da Ilha Terceira, quando os doentes já se encontravam no bloco operatório? Confirma que vários dos doentes chamados para cirurgia pelo Hospital da Ilha Terceira eram oriundos de outras ilhas e que regressaram a casa sem realizar o ato cirúrgico? Confirma que outros doentes já internados em processo pré-operatório foram ‘mandados’ para casa por cancelamento das suas cirurgias?”.

Artur Lima pergunta ainda ao novo titular da pasta da Saúde nos Açores “quantas cirurgias foram canceladas pelos motivos descritos?”; “Quais as razões objetivas que levaram à necessidade de cancelar, em cima da hora, as cirurgias que estavam programadas? Confirma-se a falta de material necessário à realização do ato cirúrgico?”.

O Presidente do Grupo Parlamentar democrata-cristão indaga ainda sobre “para quando foram reprogramadas as cirurgias canceladas?” e quer saber se “não era possível prever, com o mínimo aceitável de antecedência, a necessidade de cancelar as cirurgias, em vez de submeter os utentes a todo o processo pré-operatório, evitando-se situações dolorosas e de sofrimento dos doentes?”

Por fim, os parlamentares populares apontam o dedo à falta de planeamento, perguntando “que planeamento foi efetuado pela direção clínica do Hospital da Ilha Terceira que foi incapaz de prever uma situação de alegada rutura de material clinico necessário à realização de cirurgias?” e “quem é(são) o(s) responsável(is) máximo(s) por esta situação e que consequências sofrerá(ão)?”.

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