É já no próximo domingo que Castelo Branco comemora mais um dia da freguesia.
O programa comemorativo desta data inicia-se já hoje pelas 20h30 na zona do Porto com a atuação das bandas: Filarmónica União Faialense, Teen Spirits – Nirvana Tribute Band, À Moda Antiga e DJ Alex.
Amanhã as atividades começam pelas 14h30 com um Rally Papper. Apartir das 17h00 há animação infantil com insufláveis e, às 19h30, vai realizar-se o concurso de sopas. Uma hora mais tarde desfilam as marchas e a banda “Estigma” sobe ao palco pelas 22h30. A noite prossegue animada com o baile com o Onda Jovem e termina com o DJ Nany.
No domingo, dia da sessão solene, haverá o hastear das bandeiras na sede da junta de freguesia às 09h00. Uma hora mais tarde teremos a regata de botes baleeiros. A missa solene tem início às 18h00. Às 19h15 decorre a sessão solene e as atuações do Coral de Santa Catarina e do Orfeão de Castelo Branco da Beira Baixa. Estes eventos decorrerão na Igreja Paroquial.
Pelas 21h30 a festa far-se-á no porto de Castelo Branco, com a atuação do “Grupo Margens”. Às 22h30 há a entrega de prémios da regata e, às 23h00, atua a banda “Rock it”.
Estas comemorações terminam com o lançamento de lanternas.
Damos hoje início à nossa rubrica “Pessoas”.
Hildeberto Garcia é faialense. Vive na Feteira e trabalha em seguros.
Tem na fotografia um hobby e uma paixão.
Vamos saber mais sobre este faialense. Um cidadão do mundo.
De onde surgiu o gosto pela fotografia?
A relação com a fotografia surgiu desde miúdo. Lembro-me tirar umas fotos com uma máquina fotográfica da minha mãe, que deve ter à volta de uns 40 anos, uma antiga Kodak “quadrada”. … e do comentário “…não se toca, que estraga!”. Máquina que guardo até hoje como muito carinho.
Mais tarde, ofereceram-me uma, muito simples de filme, que face aos custos da altura, quer dos equipamentos, quer na revelação das imagens, não permitia explorar, aprender e retirar o prazer de fotografar.
Com a arranque do formato digital, as coisas tomaram outro rumo e o “bichinho”, voltou a re-nascer!
Como e que se tornou um hobby?
Tornou-se um hobby mais a sério à cerca de 10 anos. Comecei a dedicar tempo à fotografia, não por aquela de circunstância (aniversários, festas, férias, etc), mas sim pela foto que se faz com um propósito, com um motivo e um objetivo. É nestas que se tira o maior prazer em fotografar com o registo daquele momento.
Que tipo de fotografia te cativa mais? Pessoas? Lugares? Natureza? Eventos? Porquê?
Sendo açoriano e com a magnífica paisagem natural que nos rodeia, é legítimo que a fotografia de natureza/ paisagem é a que mais me toca sendo a de eleição. Na minha opinião, considero “as nossas” ilhas, um local de excelência para fotografar paisagem.
Julgo que todo o fotógrafo amador, independentemente do gosto, da experiência ou da formação, sente-se atraído pela fotografia de paisagem nos Açores.
Retrato é outra área que muito me motiva. É um mundo, mas é no retrato que a fotos transmitem mais sentimentos e emoções. Eu considero ser a área mais difícil da fotografia, porque é nesta que o autor, o fotógrafo, tem de contar a história toda num único frame, numa única foto. São estas que mostram a alma.
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O Governo dos Açores, através da Secretaria Regional da Educação e Cultura, promove a 8, 9 e 10 de julho, sempre pelas 21H30, a realização de seis eventos integrados no fim de semana subordinado ao tema “Duo com Piano”, no âmbito da Temporada Artística 2016.
Na sexta-feira, 8 de julho, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça, na Horta, e no domingo, 10 de julho, no Palácio de Santana, em Ponta Delgada, terá lugar um recital com Tamila Kharambura (violino) e Anna Ulaieva (piano), que vão interpretar sonatas de Mozart, Prokofiev e Grieg.
As irmãs Marta e Diana Botelho Vieira serão responsáveis pelos recitais que se realizam sexta-feira, no Teatro Ribeiragrandense, e domingo, no Palácio dos Capitães-Generais, em Angra do Heroísmo, interpretando, em violino e piano, música escrita num período de mais de 100 anos, desde a "Sonatina em Ré", de Schubert, até aos "4 Prelúdios", de Shostakovich.
O programa deste recital aborda maioritariamente peças que conferem aos dois instrumentos a mesma notoriedade.
A 9 de julho, Alfonso Padilla (saxofone) e André Costa (piano) apresentam-se num concerto no Teatro Micaelense, em Ponta Delgada, com um programa muito variado, que inclui obras a solo, de estilo contemporâneo com influências do jazz ou do flamenco, bem como peças do repertório clássico do saxofone e ainda com eletrónica.
Ainda no sábado, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, realiza-se o concerto intitulado “Diálogos e Monólogos”, com Taras Poustovgar (clarinete) e Antonella Barletta (piano).
Este concerto, dedicado à música do século XX, inclui um programa variado, com um repertório onde convivem a música erudita e o jazz.
Desde o dia 23 de maio que o navio Chem Daisy, de bandeira de Malta, está detido no Porto da Horta.
A bordo estão 8 tripulantes que há 3 meses que não recebem ordenado, que os serviços de emigração não deixam sair da ilha e que estão a ficar sem provisões.
Huseyin Emekli falou ao Tribuna das Ilhas das condições em que estes 8 tripulantes turcos vivem, sobretudo depois do capitão do navio se ter ido embora.
Há cinco anos que este navio trabalha no mar dos Açores para a Transinsular no transporte de combustível interilhas. A bordo estão várias toneladas de combustível que deveria ter sido descarregado na ilha das Flores mas que, numa tentativa de reivindicação dos salários em atraso, os marinheiros se recusam a descarregar enquanto não houver novidades sobre os pagamentos.
O navio foi detido porque ter um motor avariado, conforme nos explicou o Capitão do Porto da Horta, Diogo Vieira Branco.
LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NO TRIBUNA DAS ILHAS DE SEXTA FEIRA.
Segunda-feira, 4 de julho, passaram 183 anos que a Horta foi elevada de Vila a Cidade. A data foi assinalada numa cerimónia nos Paços do Concelho que, como é hábito, incluiu várias homenagens e que ficou marcada ainda pela evocação da memória do Duque de Ávila e Bolama com o descerramento de uma pintura a óleo.
A pintura a óleo, instalada à entrada do Salão Nobre, foi doada por Hélio Naia da família do Duque de Ávila e Bolama, “o homem simples e proveniente de famílias humildes que se destacou na vida do nosso país”. Trata-se de uma copia de autor encomendada pela duquesa d’Ávila para espólio familiar que foi alvo de restauro e conservação.
Para José Leonardo Silva, presidente da CMH, “em dia de aniversário cabe-nos o desafio de permitir que as ações realizadas possam ser evocadas como exemplos das preocupações, dos objetivos e das estratégias que permitem a esta equipa ter um concelho gerido no presente, com pensamento no futuro, assente num projeto de responsabilidade, aberto e participado, onde, quem assim o queira, possa fazer parte das decisões e dar o seu contributo, avalizado e informado”.
Em dia de soprar velas e de elencar obra feira, José Leonardo dirigiu-se aos seus opositores, sobre os quais disse que “a pressa pela expressão e rápida manipulação pública de conceitos e ideias torna-se inimiga da verdade e omite, por vezes, o esforço depositado em tantos projetos que afetam a nossa vida coletiva e que se não forem convenientemente trabalhados e negociados (…) correm o risco de não se concretizarem ou de não alcançarem os resultados esperados”. O edil focava-se no Centro de Processamento de Resíduos.
José Leonardo Silva manifestou a sua intenção de continuar ao lado das pessoas, “quando elas mais precisam e ajudá-las com os recursos que conseguirmos reunir”, frisando programas como os Novos Desafios, o Orçamento Participativo Jovem, o Orçamento Participativo Municipal, a requalificação do Bairro Mouzinho de Albuquerque e o Mercado Municipal. Nesta noite de festa o presidente não se esqueceu da Escola do Mar dos Açores ou das inúmeras regatas internacionais de vela de cruzeiro que visitarão a mui leal cidade da Horta e a Mais Bela Baía do Mundo, frisando que “apesar das dificuldades somos tentados a ver mais além, a não baixar os braços, a esquecer as críticas fúteis e a ir à luta”.
O presidente da Assembleia Municipal da Horta, Fernando Menezes, deixou aos presentes a certeza e o compromisso de todos os deputados municipais no sentido de que este órgão vai contribuir para a resolução dos problemas do Faial.
Esta sessão solene foi presidida por Ana Luísa Luís, presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores que referiu que “esta efeméride tem um significado muito especial, sendo porventura o dia mais importante para esta ilha, pois evoca a elevação da vila da Horta a Cidade, por ação política de António José Ávila, Duque D’Ávila e Bolama, que hoje também simbolicamente homenageamos.”
Para a presidente da ALRAA, “esta Horta, cidade mar, reforça a sua centralidade neste presente, diferente e competitivo, dando continuidade ao seu passado, se considerarmos o tempo em que a Horta foi uma das mais importantes estações baleeiras no Atlântico, quando ligou pelo telégrafo o continente europeu ao americano ou quando foi pioneira na aviação transatlântica.”
Ana Luís considera ainda que “os últimos anos foram tempos difíceis, em que a resistência e perseverança dos açorianos foi posta à prova. Como sempre fizemos ao longo de séculos de história arregaçamos as mangas e fomos à luta, protegendo os menos favorecidos, criando as oportunidades para as famílias e as empresas, e olhando o futuro com esperança certos que depois da tempestade vem a bonança”, e continuou dizendo ainda que “é nesta preocupação, para com o nosso concidadão, e numa perspetiva de proximidade que se deve centrar a ação política. Desta forma, o poder local conquistado há quarenta anos veio fornecer as ferramentas legais e organizativas para que os eleitos, livre e democraticamente, pelo povo a esse povo destinem o seu trabalho, o seu empenho e a sua dedicação.”
A autarquia faialense atribui diversas medalhas de mérito municipal aquando as comemorações do aniversário da cidade. Estas medalhas são atribuídas a pessoas e entidades que se destacam na vida do concelho.
Este ano receberam a medalha de mérito municipal prateada a Associação de Andebol da Ilha do Faial pela passagem dos seus 25 anos e pela sua ação na promoção e divulgação da modalidade na ilha do Faial e nos Açores.
O Conservatório Regional da Horta, na passagem dos seus 25 anos e pela sua ação promotora de cultura da ilha e a empresa “O Morro – Fabricação de Queijos, Lda”, pelo empreendedorismo associado à criação de uma nova marca de queijo com selo e qualidade de produção faialense, também receberam a medalha prateada.
A medalha dourada foi atribuída à cidade de Sables D’Olonne, na passagem do 10.º ano de ligações náuticas com a cidade da Horta e pela sua ação de divulgação da ilha do Faial e dos Açores na vela internacional. A Unidade de Saúde de Ilha do Faial também recebeu esta medalha pela excelência do trabalho realizado ao nível da promoção da saúde e dos cuidados de saúde primários no Faial.
António Nogueira, optometrista, foi agraciado com a medalha dourada, pela sua ação empreendedora e dinamizadora do comercio e relevância ao nível do mecenato cultural e desportivo.
Outro dos homenageados da noite foi Luís Carlos Decq Mota, médico obstetra, pelo profissionalismo e serviços prestados ao longo de mais de três décadas ao serviço do Faial e dos Açores e pelo elevado sentido de responsabilidade, zelo e humanidade com que exerce as suas funções no Hospital da Horta.
O empresário Manuel Furtado Silva, pela sua ação na promoção do turismo, pelo seu dinamismo social e cultural, também foi agraciado com a medalha dourada.
Os funcionários que contam com 20 anos de serviço efetivo na CMH recebem a medalha de bons serviços municipais prateada. Desta feita foram distinguidos Basílio Gomes, Lázaro Machado e Luís Silveira.
Já Hélio Garcia, funcionário com 30 anos de serviço, recebeu a medalha dourada.