Estão abertas até dia 12 de novembro as inscrições para mais uma edição do Faial Fashion Awards.
As inscrições são feitas em regime individual, e pode-se inscrever qualquer individuo do sexo masculino ou feminino com idade igual ou superior a 16 anos.
Evento pioneiro e novo conceito na região, o Faial Fashion afirma-se já como um dos principais eventos de moda da ilha do Faial. Tem como principais objectivos mostrar as tendências e sensibilizar a população noctívaga local para uma cultura “fashion” e glamorosa, inter-relacionada com a postura e o bem vestir. Desta forma, pretendemos cativar faialenses a sair à noite com uma produção própria e a participarem numa noite de brilho, tendo em conta uma visão de acordo com o perfil pretendido.
Há 20 anos atrás surgia no panorama faialense a APADIF - Associação de Pais e Amigos dos Deficientes da Ilha do Faial com o objetivo máximo de recuperar e integrar socialmente e profissionalmente os indivíduos com necessidades educativas especiais que, devido a deficiências físicas, intelectuais ou outras, sintam dificuldade na sua adaptação ao meio envolvente.
Ao longo dos anos esta associação tem sobrevivido com alguns apoios institucionais mas sobretudo com o apoio dos amigos e sócios que não viram costas quando são chamados a intervir.
Dispondo o concelho, no início da década de 90, de poucos recursos sociais, surgiu a necessidade de intervir de forma mais direta e adequada sobre as problemáticas relacionadas com a Deficiência, tais como: isolamento social, desemprego, discriminação.
Assim, em 1993, é criada a APADIF (Associação de Pais e Amigos dos Deficientes das Ilha do Faial), que é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos.
O seu primordial objectivo é a recuperação e a integração social e profissional dos indivíduos com necessidades educativas especiais que, devido a deficiências físicas, intelectuais ou outras, sintam dificuldade na sua adaptação ao meio envolvente.
Em 2002, com o objetivo de dar continuidade ao trabalho desenvolvido e de intervir mais ao nível comunitário surge uma nova APADIF, assumindo um papel mais activo no que concerne à integração económica e social da população mais desfavorecida e rentabilização e aproveitamento das estruturas locais existentes.
É esta mesma associação que comemora, no próximo dia 10 de Novembro, o seu 20.º aniversário.
Leia mais na nossa edição impressa de 8 de novembro de 2013.
Há um ano atrás tomava posse, pela primeira vez na história dos Açores, a primeira mulher como presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores.
Um ano passado Ana Luísa Luís faz um balanço positivo do seu trabalho à frente da Casa da Autonomia.
Desistir é algo que nunca lhe passou pela ideia, nem mesmo quando surgem algumas críticas relacionadas com a sua forma de conduzir os trabalhos das sessões plenárias que, mensalmente decorrem na nossa cidade.
O que mudou e quais os objetivos para o próximo ano, foram algumas das questões que Tribuna das Ilhas colocou à presidente da ALRAA.
**
Na altura em que passa um ano desde a sua tomada de posse como presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, que balanço faz do seu trabalho?
Faço um balanço positivo. O parlamento é o lugar por excelência do debate político-partidário, é esta a sua principal característica. Com respeito e bom senso, tenho vindo a gerir o quotidiano desta Assembleia, quer que concerne aos serviços, quer no que respeita aos plenários. Foi um ano de conhecimento, de nos inteirarmos de um conjunto de normas de funcionamento, de analisarmos criteriosamente todos os aspetos do funcionamento da Casa da Autonomia. Acima de tudo, tenho tentado gerir com responsabilidade, sensibilidade e razoabilidade, promovendo o bom entendimento e fomentando, sempre que possível, consensos.
Por outro lado, propus-me levar por diante um plano estratégico para esta legislatura, ao nível da promoção da participação pública e cidadania, que pretende, no fundo, levar a Assembleia às nove ilhas dos Açores, projeto este que se consubstancia em nove projetos diferentes. Tem sido um reconfortante desafio implementar este projeto.
E é essa sensibilidade e esse bom senso que tem procurado utilizar quando gere os trabalhos plenários? Isto a propósito de algumas críticas que lhe têm sido dirigidas no que diz respeito à condução das sessões.
Essas são duas características que considero muito importantes para conseguir gerir os trabalhos. Sabe que as criticas que me têm sido feitas, merecem a minha análise e respeito, até porque acredito que as críticas são impulsionadoras de um melhor desempenho. Não obstante, também entendo e pratico que essas criticas não nos podem condicionar a ação. Esse é um caminho que não pretendo seguir.
De facto, as decisões tomadas nem sempre podem ser compreendidas e aceites por todos, mas nesta base de imparciabilidade, razoabilidade e acima de tudo, colocando como exponente máximo a nossa atuação, o respeito por aqueles que nos elegeram, terei que aceitar as criticas, compreendê-las e ouvi-las mas, por si só, nunca irão condicionar a minha atitude perante actos e problemáticas inerentes à função.
Leia mais na edição impressa de Tribuna das Ilhas de sexta-feira, 8 de novembro 2013.
A empresa 1756 - The Portuguese Wine Company, distribuidora de vinhos nacionais para a China em cooperação com a empresa chinesa Guangzhou Ximenez Trading Company promoveu, na passada semana, diversas reuniões bilaterais com empresas, governo regional, distribuidores e produtores agroalimentares com o objectivo de promover sinergias para o mercado de exportação de produtos vinícolas e alimentares regionais.
A representar a The Portuguese Wine Company estiveram presentes o director geral, Paulo Ramos, enólogo e o sócio micaelense João Dias Sousa. A representar a Guangzhou Ximenez Trading Company estará Zhang Hua, directora geral da referida empresa.
Esta visita insere-se num conjunto de iniciativas desenvolvidas pela 1756 – The Portuguese Wine Company com o objetivo de mostrar o potencial dos produtos agroalimentares portugueses, a sua qualidade e competitividade no mercado global e sensibilizar os agentes do mercado chinês para a adequação destes produtos para importação. No momento presente o mercado chinês apresenta elevados índices de importação de produtos alimentares de nicho e a empresa pretende aproveitar esta oportunidade.
À margem da reunião, em declarações ao Tribuna das Ilhas, Paulo Ramos disse que “somos uma empresa que trabalha na área de exportação de vinhos para o mercado chinês desde 2008 e neste momento estamos à procura de novos produtos para o seu portefólio. Esta visita aos Açores é, nada mais nada menos, do que uma selecção prévia de produtos açorianos para o mercado chinês.”
O enfoque desta empresa prende-se com produtos de maior exclusividade, isto é, produtos sem produção massificada. “Os produtos açorianos têm um potencial de marketing enorme uma vez que podem ser associados a uma etiqueta ecológica e queremos muito explorar essa vertente” - afirmou Paulo Ramos ao Tribuna das Ilhas.
Em cima da mesa estão os produtos vitiviníolas, alguns lacticínios e derivados, peixe processado e derivados de fruta.
A 1756 – The Portuguese Wine Company é uma empresa que desenvolve a exportação de vinhos portugueses para o mercado chinês desde 2008 e está interessada em aumentar a variedade de produtos exportados, quer no setor dos vinhos e bebidas alcoólicas, quer no setor dos produtos alimentares em geral. O seu modelo baseia-se na venda e distribuição de produtos no mercado chinês através de parceiros locais, fazendo várias ações de promoção localmente de modo a poder garantir as suas vendas.
A Guangzhou Ximenez Trading Company é uma empresa especializada na importação de vinhos e bebidas alcoólicas na China, mas que pretende alargar a sua importação e distribuição de produtos para o restante setor alimentar, tendo como parceiro privilegiado a 1756 – The Portuguese Wine Company.
A 1756 – The Portuguese Wine Company vê na Região Autónoma dos Açores um local com enorme potencial no fornecimento de produtos agroalimentares de gama Premium e assim sendo, decide promover um tour pela região com um importante parceiro de negócios, procurando mostrar in loco as características únicas das Ilhas Açorianas a nível mundial.
Vai realizar-se de 15 a 17 de novembro a tradicional festa em honra de Santa Cecília.
No dia 15, pelas 20h30 haverá uma conferência na Biblioteca Pública intitulada “O Belo e a Liturgia”, pelo Pe. Marco Tavares.
Também o Coral de Santa Catarina, sob direção musical do Maestro Daniel Caceiro vai intepretar “Música sacra”.
No sábado, dia 16 de novembro, na Igreja Matriz do Santíssimo Salvador da Horta, haverá um sarau musical denominado “O Canto litúrgico como expressão de fé”. A noite será abrilhantada pelas atuações dos Grupos Corais do Faial com cantos gregorianos e cristológicos.
Já no domingo realizar-se-á o tradicional desfile de Filarmónicas do Largo do Infante até à Matriz do Santíssimo Salvador onde decorrerá a missa solene, participada pelas Capelas e Filarmónicas da Ilha do Faial.