A 1ª edição do Festival MARAVILHA está a menos de um mês de sair para a rua. Entretanto na cidade da Horta vão estar dois “espiões”, durante 7 semanas, a misturar-se com os faialenses e com os iatistas da marina, para tentar perceber como fazer dela “mais do que um cais de chegadas e partidas, um cais de encontro”.
Os espiões em questão são dois Artistas Residentes da 1ª edição do Festival MARAVILHA, Ching Cheng Yu da Taiwan e Lauris Vitolins (Letónia), os artistas que vão viver até meados de junho nos iates Twisted e Okar, ancorados na Marina da Horta. É deste ponto que de observação que os artistas vão construir um projeto com o objetivo de aproximar a comunidade local e a comunidade de iatistas.
O resultado do projeto dos dois Artistas Residentes vai ser apresentado na 1ª edição do Festival Maravilha, que ira decorrer na marina da Horta nos dias 9, 10 e 11 de junho, organizado pelo FAZENDO, Teatro de Giz e Música Vadia.
Ching Cheng Yu e Lauris Vitolins foram selecionados entre selecionados entre os 22 candidatos a concurso para as duas Residência Artísticas, o concurso organizado pelo Festival Maravilha que esteve aberto em março, e ao qual concorreram projetos de vários sítios como Madeira, Portugal Continental, Bélgica, Alemanha, Sérvia, Polónia e Brasil.
O festival MARAVILHA, é um festival de artes de rua que procura “reanimar o famoso cosmopolitismo da cidade da Horta- desde sempre centrado no seu porto- celebrando a diversidade cultural da ilha e de outras partes do mundo”.
A organização do MARAVILHA, em comunicado, diz que o festival nasce em “forma de prenda”, no ano em que se cumprem os 30 anos da marina da Horta.