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  • “O Ouvido que Escreve” combina coleção poética de Vítor Rui Dores
30
junho

“O Ouvido que Escreve” combina coleção poética de Vítor Rui Dores

Escrito por  Ana Borba
Publicado em Cultura
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O Auditório da Biblioteca e Arquivo Público da Horta recebeu, na noite da passada sexta-feira, em plena noite de São João, o lançamento do mais recente livro de Vítor Rui Dores, “O Ouvido que Escreve”.

A apresentação contou com uma sala cheia de família, amigos e amantes da leitura, tendo alguns deles sido convidados para declamar poemas presentes no livro.
“O Ouvido que Escreve” é um “livro de olhares, vibrações, transparências, emoções, sentimentos, estados de alma e memórias soltas. Ou seja, fragmentos de vida vivida e sonhada”, condensando toda a poética de Vítor Rui Dores.
O livro resulta de uma arrumação cronológica dos poemas publicados desde a sua adolescência até ao presente, mas que estavam dispersos por livros entretanto esgotados e por jornais, contendo também alguns inéditos. “É esse o grande objetivo.Esta é a minha forma de comemorar quarenta anos de escrita publicada, de compilar o meu ‘best of’”, refere o escritor, recordando o seu primeiro poema publicado, em janeiro de 1977, no Jornal terceirense A União.
Estes quarenta anos foram também demarcados por outros géneros literá-rios, como o romance, a crónica ou o ensaio. No entanto, a sua preferência recai na poesia, onde se diz sentir bem, com especial destaque para escrita de letras de canções. “Tenho em mim também um lado musical e a poesia casa com a melodia. É isso que quero que aconteça, um casamento perfeito entre a música e a letra. E quando isto acontece, é uma imensa felicidade.”, mencionou ainda Vítor Rui Dores, afirmando-se como um trovador urbano e um poeta de canções.
“A poesia continuará a ser o meu território de sedução, e o ato de escrita o meu prazer solitário e a minha solidão comprazida”, afirmou o poeta, concluindo ainda julgar ter encontrado neste livro a sua própria voz.
No futuro entrega a esperança que ainda consiga escrever os seus melhores poemas, com a ideia de que o seu melhor livro será aquele que ainda não escreveu.g

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