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  • Faleceu Sérgio Luís Paixão
22
agosto

Faleceu Sérgio Luís Paixão

Escrito por  MP
Publicado em Cultura
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A cultura faialense perdeu uma das suas referências da actualidade. Sérgio Luís Paixão faleceu na tarde de ontem, dia 21 de Agosto, no Hospital da Horta, vítima de cancro no pulmão, diagnosticado há cerca de um ano. Tinha 64 anos. 

Ligado à música e ao teatro, foi um dos fundadores do Grupo de Teatro Carrossel, tendo escrito e encenado muitas das suas peças, sendo exemplo a revista “Ó Zé põe-te em pé!”, o mais recente trabalho do grupo. 

Sérgio Luís destacou-se também na música, salientando-se o seu trabalho enquanto compositor e letrista. Desta sua faceta destacam-se os trabalhos compostos para teatro e ainda a sua actividade na área das canções infantis, tendo apresentado muitas vezes o seu trabalho no Festival da Canção Infantil Baleia de Marfim, nas Lajes do Pico. Era ainda um exímio artista plástico, tendo apresentado exposições de pintura. Era, de resto, o responsável pela execução dos cenários das peças em que se envolvia. 

Um homem das letras, Sérgio Luís dedicava-se também à poesia. Ao longo da sua vida lançou três livros. O primeiro, editado em 1994, intitula-se De Sol a Sol – 30 canções para crianças, e apresentava letras e partituras musicais de canções infantis. Seguiu-se Ler Doce Ler, onde reunia alguns trocadilhos que gostava de fazer com as palavras e, finalmente, Versos na Pedra, editado em 2008, que reuniu poemas sobre o Vulcão dos Capelinhos.

Além desta profícua actividade cultural, teve um papel importante n pedagogia rodoviária, por via da sua actividade profissional, tendo sido o grande dinamizador da “escolinha de condução” onde durante muitos anos as crianças das escolas faialenses iam aprender sobre a segurança rodoviária.

Victor Rui Dores, amigo e colega de Sérgio Luís nas suas lides teatrais, recorda-o como “a alma do Carrossel”: “Ele escrevia, encenava, dirigia actores, fazia cenários, arranjava adereços e, quando era preciso, actuava também”, lembra. “Nós, no Carrossel, estamos órfãos”, acrescenta. Rui Dores recorda Sérgio Luís Paixão como um homem de grande dinamismo cultural: “ele fazia as coisas acontecerem”, explica. 

 

 

 
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