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22
fevereiro

Elisa Correia, presidente da Sociedade Filarmónica Artista Faialense: Juventude dedicada nas fileiras da banda é “sinal de futuro”

Escrito por  Marla Pinheiro
Publicado em Cultura
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 Hoje, 22 de fevereiro, a Sociedade Filarmónica Artista Faialense, decana das filarmónicas faialenses, assinala 155 anos de existência. Tribuna das Ilhas esteve à conversa com a sua presidente, Elisa Correia, que destaca a juventude da banda como garante da sua vitalidade. Para cultivar essa juventude, a Artista inaugura, este ano, a sua banda juvenil. O lançamento, no passado fim-de-semana, do primeiro livro que regista a história da banda foi o preencher de uma lacuna. Agora, a construção de um palco na sede e o lançamento de um CD são os projetos a concretizar.

Elisa Correia, 32 anos, é presidente da Artista há cerca de um ano e meio mas há 20 que está ligada à filarmónica. Uma das suas preocupações ao chegar à direção passava por garantir para a posteridade, através de um registo escrito, a história da Artista. Surgiu assim o livro Sociedade Filarmónica Artista Faialense – 155 Anos de História Interrupta, da autoria de Mário de Lemos, lançado no passado fim-de-semana. Para a edição deste livro a banda não contou com qualquer apoio, pois o seu objetivo é vendê-lo para angariar fundos para as suas atividades.

As comemorações do 155.º aniversário da Artista têm o seu ponto alto hoje, com uma Sessão Solene agendada para as 20h00, no Teatro Faialense, seguida de um concerto pela banda aniversariante. A Artista associa-se assim às comemorações do 10.º aniversário da reabertura do Teatro Faialense, que também se assinala em 2013. Este concerto será especial e a banda preparou uma nova peça para celebrar o aniversário. Amanhã, dia 23, prosseguem as comemorações, com a missa de aniversário na Igreja da Conceição, às 18h30.

Comandada há vários anos pelo maestro Eduardo Silva, a Artista conta atualmente com 44 músicos. Muitos deles são jovens o que, para Elisa, é “sinal de futuro”. A presidente reconhece que parte destes jovens irá acabar por deixar a banda mas, em contrapartida, outra parte irá continuar e, dessa forma, garantir a vitalidade desta instituição. Elisa entende que uma banda rejuvenescida representa um passo em frente na sustentabilidade da instituição. Por isso, a Artista aposta na sua escola de música, que conta hoje com 10 jovens. A idade não é, no entanto, um requisito para ingressar na escola pois, entende Elisa, “nunca é tarde para aprender”. Por isso, a Artista vai começar a formar adultos que desejem aprender música.

Para dinamizar esta componente de juventude, a Artista vai passar a dispor de uma banda juvenil, que se estreará com um concerto agendado para 2 de março, às 21h00, na sede. “A ideia é começar a trabalhar com os novos músicos na banda juvenil e só depois integrá-los na banda principal”, explica Elisa. Para começar este projeto foi necessário “pedir emprestados” jovens à banda principal, que agora se vão aperfeiçoar na banda juvenil. “Os miúdos que estão agora a aprender música já irão integrar a banda juvenil antes de integrar a principal. Desta forma chegarão muito melhor preparados”, entende a dirigente, que é quem trabalha com os jovens.

A vitalidade que os jovens músicos emprestam à banda é uma das condições para garantir o seu futuro, mas não é a única. Do outro lado da balança, a sustentabilidade financeira é um requisito importante para a continuidade. Nessa área, as dificuldades são grandes: “é muito caro manter uma filarmónica. Quando digo que temos uma despesa mensal que ronda os 3 mil euros as pessoas ficam surpreendidas. Luz, água, telefone, manutenção e consumíveis dos instrumentos, fardamentos, gastos da carrinha… É preciso fazer acrobacias para fazer face a estas despesas”, explica a dirigente.

 

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