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07
outubro

Azores Triangle Adventure já começou

Escrito por  Susana Garcia
Publicado em Desporto
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Três provas, três dias, três ilhas, é o trio perfeito, que a organização do Azores Triangle Adventure (ATA), propõe aos atletas que nos próximos dias 7, 8 e 9 de outubro, vão participar nesta aventura.
Neste desafio, que decorre por etapas nas ilhas do Pico, São Jorge e Faial, e cujo acumulado das subidas ronda os 7 mil metros, os atletas vão correr cerca 100kms.
Do Faial, participam neste evento que acontece sob a chancela do Azores Trail Run (ATR), duas dezenas de atletas, cinco do Clube Independente de Atletismo da Ilha do Faial, três do ginásio 2FITU, um individual e três equipas.
A primeira edição da Triangle Adventure aconteceu no ano passado, quando a marca ATR quis trazer para a modalidade do trail run a complementaridade das três ilhas do Triângulo, tirando partido dos trilhos existentes, bem como da proximidade entre o Faial, Pico e São Jorge.
Em vésperas de prova, Tribuna das Ilhas falou com o diretor de prova Mário Leal, que garante ter tudo apostos.

 

Tribuna das Ilhas - Em vésperas de ATA, quais são as perspetivas para esta edição?
Mario Leal - Esta é a segunda edição da ATA, uma prova que reúne características muito peculiares. A magia desta prova é o facto de permitir aos atletas, durante um fim-de-semana, realizar uma corrida de três etapas, em três ilhas diferentes e em trilhos magníficos, mas bastante díspares entre si. Em nenhuma outra corrida do mundo isto acontece. Por isso o que esperamos é que, à semelhança de 2015, os atletas possam desfrutar desta aventura fantástica, e que cheguem ao fim com vontade de voltar aos Açores.
Queremos que tudo corra dentro do planeado, apesar de existirem aspetos que não controlamos, como é o caso das condições meteorológicas. No ano passado, por exemplo, tivemos de alterar os planos para a etapa do Pico, porque nem ligações marítimas existiram no período da manhã, no dia da prova. Este ano estamos a torcer para São Pedro ser um pouco mais colaborante.

TI - Em termos de atletas, o número correspondeu às expetativas?
ML - Ao momento em que falamos, a ATA - 2016 conta com cerca de 90 inscritos, ou seja, está de acordo com aquilo que esperávamos. Esta prova, pela logística a ela inerente, nunca poderá ser algo preparado para centenas de pessoas.
Este ano, pela primeira vez, a etapa do Faial (Skymarathon dos Vulcões) pode ser realizada de forma autónoma, e inclusive pontua para a Taça de Portugal de Sky, tutelada pela Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal. Aqui contamos com perto de duas dezenas de atletas inscritos. O que conseguimos perceber é que, de facto, o percurso das três ilhas é muito apelativo e tem sido esse que tem despertado mais interesse nos atletas.

TI - Em relação à prova, está tudo preparado?
ML - Em três anos de provas com a chancela ATR, já conseguimos, felizmente, adquirir muita experiência de modo a garantir que, no dia, tudo corre da melhor forma possível. A preparação é exaustiva, e não se limita ao cuidado e delimitação dos trilhos: é preciso garantir todo o apoio aos atletas, a comunicação da prova, os voluntários, as equipas de apoio em várias vertentes, o cumprimento escrupuloso de todas as regras, para que a nossa prova seja reconhecida como exigente e de qualidade... Há muito a fazer, mas estamos a trabalhar com afinco para garantir que tudo decorrerá sem imprevistos.
Os eventos ATR têm a especificidade de se realizarem fora da época alta do turismo, permitindo assim trazer dinamismo ao setor fora dos meses de julho e agosto. Seria bom que os empresários locais olhassem com atenção para esta especificidade e nos ajudassem a organizar estes eventos. Felizmente, já contamos com muito apoio da comunidade local e do tecido empresarial, mas precisamos de mais. Precisamos de mais voluntários – porque este trabalho só se faz com a disponibilidade de muitas pessoas que abdicam com gosto do seu tempo sem receber nada em troca – e precisamos de mais patrocinadores.

TI - Enquanto diretor de prova qual é a sua maior preocupação neste momento?
ML - A maior preocupação é o estado de tempo para que seja possível realizar as viagens marítimas e seja possível passar nas zonas mais emblemáticas como a Caldeira do Faial e Montanha do Pico.

TI - Em relação à edição anterior quais são as novidades para esta segunda edição?
ML - Como já referi, a principal novidade passa pela disponibilização de uma prova autónoma no Faial. Tudo o resto se mantém no mesmo figurino que em 2015, até porque resultou muito bem e o objetivo deve passar por consolidar a prova, e não lhe introduzir alterações relevantes.

TI - Quais são os atletas de referência para esta prova?
ML - Iremos contar com atletas da Salomon, como SANDRA KONLMULLER, STEPHAN PRELL, HOMAS FARMACHER , THIBAUT BARONIAN. Também é esperado cá o Pedro Guimarães, que lidera neste momento a Taça de Portugal de Sky, bem como Ricardo Gouveia, campeão nacional de Corrida Vertical.
Destaco também os muitos atletas faialenses que nos últimos anos se foram apaixonando pelas corridas e respondem em força à chamada. A grande dinâmica que o trail running tem conseguido na nossa ilha dá-nos energia extra para pôr de pé estes eventos.
Mais do que destacar os atletas que, pelas suas conquistas, se salientam, o importante é passar a mensagem de que o que se pretende é, acima de tudo, que haja mais uma grande festa do trail nos Açores, onde atletas vindos de vários cantos do mundo competem e, principalmente, se divertem a fazer o que gostam e em comunhão com a magnífica e intocada natureza dos Açores.

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