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Susana Garcia

Susana Garcia

07
maio

Na passagem dos 10 anos do Grupo Ecos do Fado - Isaac Silveira considera o Faial como “um viveiro de fadistas”

Publicado em Reportagem
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A sala do restaurante Barão Palace encheu-se de gente e fez-se silêncio porque ali se cantou o fado. Toda a magia do Fado marcou a passagem da primeira década do Grupo Ecos de Fado, que se comemorou com o VI Encontro de Fadistas que este ano reuniu um elenco de luxo com grandes vozes do fado açoriano.

O fado surgiu na segunda metade do século XIX, em Lisboa, embalado nas correntes do romantismo. Uma melodia que exprimia a tristeza e a desilusão unânime de um povo para com o ambiente instável em que vivia. A palavra fado vem do latim “fatum”, que significa destino. É geralmente cantado por uma só pessoa, o fadista, e acompanhado por guitarra clássica e guitarra portuguesa. O fado foi elevado à categoria de Património Oral e Imaterial da Humanidade pela UNESCO, numa declaração aprovada no VI Comité Intergovernamental desta organização, realizado em Bali, na Indonésia, entre 22 e 29 de Novembro de 2011.

No Faial, há cerca de uma década, um grupo de amigos resolveu unir-se para dar uma expressão mais forte a este estilo musical. Tendo como objectivo fomentar e dinamizar o fado nas ilhas do Triângulo e não só, resolveram formar um grupo. Surge então, no ano de 2002, o grupo Ecos do Fado, composto por quatro guitarristas: Isaac Silveira, José Alvernaz, António Pimentel e Ilídio Amaral.

A 20 de Janeiro começaram os ensaios e no dia 25 de Abril fizeram a sua primeira aparição pública. Desde aí nunca pararam.

Na passagem do seu décimo aniversário, Tribuna das Ilhas esteve à conversa com um dos “esqueletos do grupo”, como assim se considera Isaac Silveira.

Inicialmente o grupo era composto apenas por guitarristas, que convidavam fadistas para os acompanhar. No entanto, ao longo desde dez anos foi sofrendo ajustamentos, como explicou à nossa reportagem o porta-voz do Ecos do Fado: “ao fim de algum tempo mudámos um bocadinho a forma de actuar, ou seja, constituímo-nos enquanto grupo de guitarras livre que está disponível para acompanhar qualquer fadista. Não há um compromisso directo entre o grupo de guitarras e os fadistas”, esclarece.

Também a constituição do grupo foi-se alterando ao longo destes 10 anos: “existem duas pessoas que fundaram este grupo e que ainda hoje se mantêm, eu e o José Alvernaz. Os restantes elementos que faziam parte do projecto inicial, por razões diversas, foram-se afastando, havendo por isso necessidade os substituir”, explica Isaac. Neste momento, o grupo é constituído por José Alvernaz e José Gaspar na guitarra portuguesa, por Isaac Silveira na viola e por José Raposo na viola baixo.

No que diz respeito a espectáculos, o Ecos do Fado já actuou por diversas vezes nas Flores, no Pico e em São Jorge. Também já tocou em Santa Maria, mas é, de facto, na sua ilha mãe onde mais actua. Além disso, as actuações fora do Faial são mais complicadas devido à logística necessária: “são coisas que carecem de algum dinheiro, o que em tempos de crise não é fácil. De qualquer forma nós, como somos optimistas, estamos esperançados de que os tempos melhorem. Estamos sempre receptivos e disponíveis”, explica Isaac que, a título particular, tem o orgulho de já ter tocado em Itália.

 “Andamos nisto é porque gostamos. Muitas das vezes tocamos de graça, para ajudar instituições, sejam elas religiosas ou sociais. Uma boa parte dos espectáculos que fazemos é feita graciosamente. Como não cobramos dinheiro também não temos para investir”, acrescenta.

A falta de dinheiro tem sido, precisamente, dos motivos pelo qual o grupo não tem ainda gravado nenhum trabalho discográfico: “os únicos trabalhos gravados que o Ecos do Fado tem são aqueles que são feitos aquando dos diversos encontros que temos vindo a promover”, refere o porta-voz, esclarecendo que “são trabalhos para consumo internos, digamos assim. No dia do espectáculo fazemos a gravação a partir da mesa de som, que é distribuída pelos elementos. Alguns deles até têm sido oferecidos a órgãos de comunicação social, nomeadamente à RDP/Açores e à Antena 9, e às pessoas que colaboram connosco para que fiquem com uma recordação”, afirma.

Um dos projecto que o Ecos do Fado tem na passagem desta década da sua existência é registar oficialmente o grupo, até como forma de garantir que a sua existência não se perde. Trata-se de uma vontade antiga, que esperam agora concretizar: “vamos tentar por todos os meios que daqui até ao próximo ano consigamos angariar fundos para fazer estatutos e registar o Grupo Ecos do Fado na Conservatória para que, se amanhã qualquer um de nós faltar, o grupo fique para a posteridade e quem vier possa dar-lhe continuidade”, explica Isaac.

 

Leia esta reportagem completa na Edição impressa do Tribuna das Ilhas de 11 de Maio de 2012

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04
maio

Ecos do Fado celebra 10.º aniversário com VI encontro de fadistas

Publicado em Cultura
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O grupo de guitarras “Ecos do Fado”, celebra amanhã, sábado, o seu décimo aniversário.

Para celebrar a passagem de uma década, o Grupo incluiu no programa o VI encontro de fadistas, que tem lugar no Barão Palace, pelas 20h00.

O grupo subiu a fasquia e trouxe até ao Faial fadistas açorianos consagrados, como é o caso de Piedade Rego Costa e Bárbara Moniz, da ilha de São Miguel, e um guitarrista especial, Alfredo Gago da Câmara.

Neste encontro vão marcar também presença vozes bem conhecidas do Triângulo, como Arminda Alvernaz, da ilha do Pico e Lina Ávila, de São Jorge. Da Terceira estará presente Dina Aguiar.

Para além do Grupo de Guitarras Ecos do Fado, marcará também presença neste encontro o grupo de guitarras faialense, Horta Mar e Fado.

O serão abre com a subida ao palco do anfitrião da noite, Ecos do Fado, com os seus guitarristas, José Gaspar, José Alvernaz e a participação especial de Alfredo Gago da Câmara na guitarra portuguesa, de Isaac Silveira na viola e de José Raposo na viola baixo. Os tocadores acompanham os fadistas António Dias, José Francisco e Tânia Gonçalves.

De seguida o grupo Horta Mar e Fado, com Ilídio Amaral na guitarra portuguesa, Américo Leite na viola e António Pimentel na viola baixo, acompanham as vozes dos fadistas Fernando Duarte, Daniela Duarte, Inês Cunha e Bruna Costa.

A noite continua com o grupo Ecos do Fado a acompanhar os artistas convidados, que interpretarão dois temas cada. Da selecção musical fazem parte temas bem conhecidos, como Amor de uma só hora, Gosto de ti porque gosto, Foi Deus, Estranha forma de vida, entre muitos outros clássicos do fado português.

 
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22
novembro

ATLÂNTICOLINE apresentou resultado do estudo sobre transportes marítimos nos Açores

Publicado em Local
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A Atlânticoline, uma das empresas responsáveis pelo transporte marítimo de passageiros entre as ilhas dos Açores, apresentou na tarde da passada quinta-feira, na Horta, o resultado do estudo sobre os transportes marítimos nos Açores. Este estudo foi encomendado à empresa BMT – Transport Solutions, no início do ano, a pedido da Secretaria Regional da Economia.

Intitulado “Modelo para um transporte marítimo integrado nos Açores”, este estudo foi efectuado no prazo de quatro meses e teve como principal objectivo analisar a actual situação dos portos açorianos, procurando mostrar as ineficiências do actual sistema e apresentando algumas recomendações para ultrapassar essas lacunas, nomeadamente no que diz respeito aos tipos de navios adequados ao transporte na Região e às adaptações necessárias nas infra-estruturas portuárias de forma a melhorar a viabilidade económica do serviço.

O estudo agora apresentado faz ainda um balanço da evolução dos transporte marítimo de passageiros na Região e mostra como é que esta deverá continuar a apresentar-se nos próximos 30 anos.

A apresentação deste estudo foi feita pelo engenheiro da BMT, André Vidal, e pelo director comercial da BMT, Mark Wilbourn, e contou com a presença do Comandante São Miguel, Vogal do Conselho de Administração da Atlânticoline, que considera este estudo uma peça importante na análise do serviço que a Atlânticoline presta.

A BMT é uma empresa especializada na realização de estudos e já efectuou vários trabalhos internacionais sobre transportes marítimos, sendo um dos principais consultores internacionais nesta área.

Esta sessão aberta ao público contou com a presença de várias pessoas ligadas ao sector do transporte marítimo no Faial, para além de governantes e representantes de entidades locais, que no final da apresentação expuseram alguns pontos de discórdia em relação a algumas das recomendações pela BMT para o transporte marítimo nos Açores.

O debate centrou-se nas questões relacionadas com o transporte de mercadorias, tema de especial interesse para os faialenses desde a polémica hipótese da criação de plataformas logísticas nos Açores, levantada pelo PROTA. Neste ponto, o estudo reflecte sobre a possibilidade de se reduzir o número de navios de mercadorias que aportam à Horta, aumentando ao invés a sua capacidade. Esta possibilidade não convenceu grande parte da plateia, e gerou vários argumentos contraditórios, com os faialenses a levantarem questões em relação à periodicidade com que as mercadorias passariam a chegar à Horta.

 

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24
setembro

Faialenses assinalam Dia Mundial do Coração

Publicado em Local
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No próximo domingo, dia 26 de Setembro, assinala-se o Dia Mundial do Coração.

As actividades comemorativas da data estão a decorrer no Faial desde esta manhã, com a realização de um rastreio no Largo do Infante. Este rastreio, que conta com a presença de um enfermeiro, um nutricionista e uma técnica de Cardiopneumografia, incide sobre o perímetro abdominal, o índice de massa gorda e de massa corporal, o colesterol, a glicemia capilar e e tensão arterial.

Esta iniciativa resulta de uma parceria entre a autarquia e o Centro de Saúde da Horta, e prolonga-se durante esta tarde, até às 18h00.

 Para amanhã, está agendado um ciclopaper, inserido também nas comemorações do Dia Europeu Sem Carros, com concentração agendada para as 09h00, no Largo Duque de Ávila e Bolama.

No domingo, dia 26, decorrerão aulas de fitness, natação e futebol, no Complexo Desportivo Manuel de Arriaga. 

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04
agosto

PSP da Horta com ciclopatrulhas

Publicado em Local
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A Divisão Policial da Horta dispõe, desde ontem, de ciclopatrulhas.

De acordo com o Comando Regional dos Açores da Polícia de Segurança Pública, a criação de Equipas de Ciclopatrulhas têm em vista, por um lado dotar a Esquadra da P.S.P. da Horta, de meios de patrulhamento que permitam dar uma resposta célere e de qualidade às diversas ocorrências policiais e por outro permitir um patrulhamento de maior visibilidade e mais preventivo, com especial incidência nos centros comerciais e balneares.

Estas Ciclopatrulhas constituída por dois elementos policiais devidamente uniformizados e com as suas bicicletas vão patrulhar durante a época balnear, ou seja, de Junho a Setembro toda a ilhas com especial incidência nas zonas de maior afluência populacional, em especial turistas e visitantes, mais concretamente, na zona balnear do Porto Pim, junto ao porto de abrigo para embarcações de recreio, desde o porto até ao parque da Alagoa, na zona comercial da cidade da Horta e na zona balnear da Praia do Almoxarife.

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