Os queijos dos Açores, entre eles o queijo Capelinhos da CALF, conseguiram quatro primeiros lugares e seis menções honrosas no Concurso Nacional 2018 promovido pela ANIL – Associação Nacional dos Industriais de Lacticínios.
Os queijos dos Açores conquistaram quatro primeiros lugares, nomeadamente na categoria “Vaca”, com o queijo Milhafre, da Pronicol, enquanto na categoria “Ilha” venceu o queijo “São Miguel (9 meses cura)”, da Unileite, na categoria “Para Barrar” ficou em primeiro lugar o “VALEFORMOSO Ervas e Alho”, da Insulac, e na categoria “Novos Sabores” o queijo “Nova Açores – Queijo Alho e Salsa”, da Unileite.
Os produtores açorianos foram ainda distinguidos com seis menções honrosas em 22 categorias que estiveram a concurso neste evento promovido pela ANIL - Associação Nacional dos Industriais de Lacticínios, em Lisboa.
Na categoria “Flamengo”, o queijo VALFORMOSO, da Insulac, recebeu uma menção honrosa, na categoria “Vaca” foram distinguidos os queijos Capelinhos, da CALF - Cooperativa Agrícola da Ilha do Faial, e o Queijo Morião, da Quinta dos Açores.
Já na categoria “Ilha” receberam menções honrosas os queijos “Lourais”, da Cooperativa Agrícola de Lacticínios dos Lourais, e o “Topo”, da Cooperativa Lacticínios do Topo, sendo que na categoria “Para Barrar” foi distinguido o queijo VALFORMOSO Natural, da Insulac.
Para João Ponte, Secretário Regional da Agricultura e Florestas, os bons resultados obtidos resultam do esforço e da experiência acumulada dos produtores de leite açorianos, dos investimentos que têm vindo a ser feitos na modernização das explorações, nas agroindústrias e na aposta no bem-estar animal, na melhoria genética e não descurando as excecionais condições naturais da Região.
“Mas estes resultados devem ser encarados também como um incentivo à indústria dos lacticínios para prosseguir um caminho de investimento na modernização, na qualidade e na inovação, por ir cada vez mais ao encontro das preferências dos consumidores, para encontrar novos mercados, que paguem mais e melhor para que o rendimento seja melhor distribuído por toda a cadeia de valor”, salientou João Ponte.