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21
novembro

Lúcio Rodrigues confirmado Diretor Regional da Juventude

Escrito por Nuno Avelar

O XII Governo dos Açores integra um total de 26 direções regionais, numa orgânica que prevê a criação das novas direções regionais da Prevenção e Combate às Dependências, no âmbito da Secretaria Regional da Saúde, e dos Assuntos Europeus, integrada no Gabinete do Secretário Regional Adjunto da Presidência para as Relações Externas.

Entre os novos diretores regionais, constam Paula Andrade (Emprego e Qualificação Profissional), Orlando Goulart (Habitação), Marta Bulhões (Solidariedade Social), José António Freire (Educação), Luís Rodrigues (Pescas), Tânia Cortez (Saúde), Suzete Frias (Prevenção e Combate às Dependências), Andreia Carreiro (Energia), Filipe Macedo (Turismo), José Élio Ventura (Agricultura), Lúcio Rodrigues (Juventude) e Célia Azevedo (Assuntos Europeus).

Nesta nova orgânica, cerca de 62 por cento das direções regionais têm novos titulares.

Além dos diretores regionais das várias áreas, Augusto Elevai ficará como Diretor do Serviço Regional de Estatística dos Açores (SREA) e Francisco de Sousa Fernandes exercerá as funções de Diretor do Laboratório Regional de Engenharia Civil (LREC).

São os seguintes os Diretores Regionais do XII Governo dos Açores:

Vice-Presidência do Governo, Emprego e Competitividade Empresarial

Diretor Regional do Orçamento e Tesouro (DROT)

Nome: José António Gomes 

Idade: 55 anos

Caraterização Académica e Profissional: Licenciado em Organização e Gestão de Empresas. Técnico superior na Secretaria Regional do Comércio e Indústria, exerceu funções de Diretor de Serviços do Orçamento, assim como de Diretor Regional do Orçamento e Tesouro.

Diretor Regional de Apoio ao Investimento e à Competitividade (DRAIC)

Nome: Ricardo Maciel Sousa Medeiros

Idade: 42 anos

Caraterização Académica e Profissional: Licenciado em Organização e Gestão de Empresas. Exerceu funções de Diretor Regional de Apoio ao Investimento e à Competitividade no XI Governo Regional dos Açores. Desempenhou funções de administrador e de direção financeira em várias empresas privadas desde 1997. A partir de 2006, desempenhou funções de administrador na empresa Ilhas de Valor, S.A., tendo também exercido o cargo de Presidente do Conselho de Administração das empresas Santa Catarina, S.A. e Sinaga, S.A..

Diretora Regional do Emprego e Qualificação Profissional (DREQP)

Nome: Paula Catarina Castelo Borges Andrade

Idade: 40 anos

Caraterização Académica e Profissional: Licenciada em Serviço Social e Pós-Graduada em Gestão da Formação e em Ciências Sociais. Desde dezembro de 2012 desempenhava o cargo de Chefe de Divisão de Programas para o Emprego na Direção Regional do Trabalho e Qualificação Profissional, tendo também exercido funções de Técnica Superior no Instituto de Ação Social e Técnica Superior na Direção Regional da Juventude Emprego e Formação Profissional, na Agência para a Qualificação e Emprego.

Diretor Regional de Organização e Administração Pública (DROAP)

Nome: Victor Jorge Ribeiro Santos

Idade: 59 anos

Caraterização Académica e Profissional: Licenciado em Direito. Tem desempenhado funções dirigentes na Administração Regional, com experiência acumulada no domínio do regime jurídico das carreiras e da gestão do setor público, tendo exercido funções de Diretor Regional nas áreas da Organização e Administração Pública.

Diretor Regional do Planeamento e Fundos Estruturais (DRPFE)

Nome: Rui Gaiola von Amann

Idade: 61 anos

Caraterização Académica e Profissional: Licenciado em Economia. Técnico Superior da Administração Regional dos Açores. Tem exercido funções de Diretor Regional nas áreas do Planeamento Regional e dos Fundos Comunitários, acumulando com as funções de gestor de programas operacionais de investimento público com financiamento comunitário, assegurando, complementarmente, a respetiva interlocução e representação regional junto das autoridades nacionais e dos serviços da Comissão Europeia.

Diretor do Serviço Regional de Estatística dos Açores (SREA)

Nome: Augusto António Rua Elavai

Idade: 60 anos

Caraterização Académica e Profissional: Licenciado em Economia. É membro efetivo do Conselho Superior de Estatística, sendo Vice-Presidente da Secção Permanente de Coordenação Estatística. Deputado à ALRA na VII Legislatura, foi Presidente da Comissão de Economia de 1996 a 2000. Participou nos grupos de trabalho que preparou a primeira Lei de Finanças das Regiões Autónomas e da Comissão para a Fiscalidade Regional e foi, ainda, responsável pelo Gabinete Técnico e pelo Projeto das Contas Económicas Regionais.

Secretaria Regional da Solidariedade Social

Diretor Regional da Habitação (DRH)

Nome: Orlando Batista Oliveira Goulart

Idade: 47 anos

Caraterização Académica e Profissional: Licenciado em Engenharia Civil. Vogal da Estrutura de Monitorização e Acompanhamento da Carta Regional das Obras Públicas (EMACROP). Foi ainda diretor técnico e engenheiro projetista em várias empresas nacionais. É Engenheiro Sénior da Ordem dos Engenheiros, com grau de Especialista em Estruturas.

Diretora Regional da Solidariedade Social (DRSS)

Nome: Marta de Oliveira Barreto Bulhões

Idade: 41 anos

Caraterização Académica e Profissional: Licenciada e Mestre em Serviço Social. Doutoranda em Serviço Social. Desempenhou funções de Coordenadora da Estrutura de Missão de Acompanhamento ao Financiamento das Respostas Sociais nos Açores (EMAFReSA), foi Vogal do Conselho Diretivo do Instituto para o Desenvolvimento Social dos Açores, ISSA-IPRA, e Chefe de Divisão da Divisão de Ação Social da Ribeira Grande. Monitorizou Grupos de Psico-Educação e foi Presidente da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens da Povoação, tendo orientado estágios a alunas do curso superior de Serviço Social na Universidade dos Açores. 

Secretaria Regional da Educação e Cultura

Diretor Regional da Educação (DRE)

Nome: José António Simões Freire

Idade: 51 anos

Caraterização Académica e Profissional: Licenciado em História e Ciências Sociais e Mestre em História Insular e Atlântica. Docente de História do quadro da Escola Básica Integrada de Arrifes, foi Presidente do Conselho Executivo da Escola Básica Integrada de Arrifes entre 1996 e 2016. Foi Presidente da CAMADD - Comissão para Acompanhamento e Monitorização de Avaliação de Desempenho do Pessoal Docente e Presidente do grupo de trabalho que avaliou o Modelo de Avaliação de Desempenho Docente e as matrizes em vigor no âmbito do Currículo Regional. Exerceu ainda funções de orientador pedagógico no âmbito dos estágios integrados da licenciatura em ensino de História na Universidade dos Açores, foi formador na área das Novas Tecnologias da Informação e Comunicação e responsável pela apresentação e coordenação de vários projetos no Centro de Investigação, Desenvolvimento e Inovação dos Açores (IDIA).

Diretor Regional da Cultura (DRC)

Nome: Nuno Ribeiro Lopes

Idade: 62 anos 

Caraterização Académica e Profissional: Licenciado em Arquitetura. Exerceu funções de Diretor Regional da Cultura no XI Governo dos Açores. Foi responsável pelo projeto da Malagueira, em Évora, da autoria do Arquiteto Álvaro Siza Vieira, responsável pela Divisão de Iniciativas Urbanísticas Municipais da Câmara Municipal de Évora e Diretor do Departamento do Centro Histórico de Évora. Foi Coordenador do Gabinete e Vogal da Comissão Diretiva da Paisagem Protegida da Vinha da Ilha do Pico e responsável pela Candidatura da Paisagem Protegida da Vinha da Ilha do Pico a Património Mundial – Paisagem Cultural. Foi também responsável pelo projeto de Candidatura da Universidade de Coimbra a Património Mundial e Coordenador do projeto Paisagem Cultural do Montado. Foi, ainda, professor auxiliar convidado na Universidade de Évora, no Departamento de Arquitetura.

Diretor Regional do Desporto (DRD)

Nome: António da Silva Gomes

Idade: 56 anos 

Caraterização Académica e Profissional: Licenciado em Educação Física. Exerceu funções de Diretor Regional do Desporto e é o representante da Região no Conselho Nacional Antidopagem e no Conselho Nacional do Desporto. Desempenhou funções de Diretor de Serviços do Apoio ao Movimento Associativo Desportivo da DRD, de Diretor de Serviços do Desporto da Direção Regional da Educação Física e Desporto e de Delegado dos Desportos de Angra do Heroísmo. É professor de Educação Física e tem mais de 25 anos de experiência como treinador de Voleibol, em diferentes níveis competitivos, e foi fundador da Associação de Voleibol da Ilha Terceira. 

Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia

Diretor Regional dos Assuntos do Mar (DRAM)

Nome: Filipe Mora Porteiro

Idade: 52 anos

Caraterização Académica e Profissional: Licenciado e Doutorado em Biologia. Exerceu funções de Diretor Regional dos Assuntos do Mar no XI Governo dos Açores, desde 2013. É Investigador e técnico superior do quadro do Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) da Universidade dos Açores, sedeado na cidade da Horta.

Diretor Regional das Pescas (DRP)

Nome: Luís Manuel dos Ramos Rodrigues 

Idade: 44 anos

Caraterização Académica e Profissional: Licenciado em Engenharia Zootécnica e em Biologia e Mestre em Cidadania Ambiental e Participação. Exerceu funções de assessor do Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia para os Assuntos do Mar e Pescas no XI Governo dos Açores. Prestou serviços de consultoria para a Federação das Pescas dos Açores, no Conselho Consultivo das Águas Ocidentais Sul e para assuntos da Política Comum de Pescas, e foi Coordenador Técnico do Grupo Insular para a zona Açores (CCR`s). Autor, coautor e colaborador de livros de cariz científico e técnico, foi responsável pela organização e preletor em diversos fóruns, seminários e congressos e orador convidado, como especialista em assuntos relacionados com Tecnologia de Pesca, Pesca Sustentável, Valorização de Produtos da Pesca, em Portugal e no estrangeiro.

Diretor Regional da Ciência e Tecnologia (DRCT)

Nome: Bruno Miguel Correia Pacheco

Idade: 38 anos 

Caraterização Académica e Profissional: Licenciado em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores. Exerceu funções de Diretor Regional das Obras Públicas, Tecnologia e Comunicações e de Diretor Regional das Obras Públicas e Comunicações no XI Governo dos Açores. Foi Diretor Regional da Juventude nos IX e X Governos dos Açores, tendo, anteriormente, exercido atividade profissional na área de Engenharia, nos ramos de Energia e Comunicações. Foi, ainda, formador na Escola Profissional Monsenhor João Maurício de Amaral Ferreira, na Povoação, e na ENTA/INOVA – Escola de Novas Tecnologias dos Açores.

Secretaria Regional dos Transportes e Obras Públicas

Diretor Regional dos Transportes (DRT)

Nome: Luís Filipe Amaro Pacheco de Melo

Idade: 45 anos

Caraterização Académica e Profissional: Licenciado em Direito. Exerceu funções de Chefe do Gabinete do Secretário Regional do Turismo e Transportes no XI Governo Regional, tendo anteriormente desempenhado as funções de Chefe do Gabinete dos Secretários Regionais do Ambiente, da Habitação e Equipamentos e da Ciência, Tecnologia e Equipamentos. Entre 1996 e 2000 exerceu a atividade de advogado, período em que também desempenhou funções de técnico superior, jurista, na Administração Pública Regional.

Diretor Regional das Obras Públicas e Comunicações (DROPC)

Nome: Frederico Furtado Sousa

Idade: 39 anos 

Caraterização Académica e Profissional: Licenciado em Engenharia Civil. Desempenhou funções de Diretor Regional da Solidariedade Social no XI Governo Regional dos Açores, desde setembro de 2014, e foi vogal do Conselho de Administração da Associação Nonagon – Parque de Ciência e Tecnologia de São Miguel. Assumiu, ainda, funções de vogal da administração, diretor-geral e diretor de obra em várias empresas privadas. É Técnico Superior da SPRHI SA - Sociedade de Promoção e Reabilitação de Habitação e Infraestruturas SA.

Diretor do Laboratório Regional de Engenharia Civil (LREC)

Nome: Francisco de Sousa Fernandes

Idade: 43 anos

Caraterização Académica e Profissional: Licenciado em Engenharia Civil e Pós-Graduado em Gestão e Administração de Empresas. Exerce funções de Diretor do Laboratório Regional de Engenharia Civil, desde 2011, e presidiu à Estrutura de Monitorização e Acompanhamento da Carta Regional das Obras Públicas (EMACROP). É membro Sénior da Ordem dos Engenheiros e Perito Qualificado no Sistema de Certificação Energética (SCE-RCCTE), pela ADENE – Agência para a Energia.

Secretaria Regional da Saúde

Diretora Regional da Saúde (DRS)

Nome: Tânia Sofia Eufrásio Cortez

Idade: 38 anos

Caraterização Académica e Profissional: Licenciada em Medicina, com especialidade em Medicina Geral e Familiar, e Pós-graduada em Cuidados Paliativos. Foi membro da equipa de coordenação local da Ilha Terceira da Rede Regional de Cuidados Continuados Integrados e da equipa de Cuidados Continuados Integrados e Domiciliários do Centro de Saúde da Praia da Vitória. Exerceu funções de Diretora Clínica do Centro de Saúde da Praia da Vitória e foi, também, Delegada de Saúde Substituta do Concelho da Praia da Vitória.

Diretora Regional de Prevenção e Combate às Dependências (DRPCD)

Nome: Suzete Maria Madeira Dias de Frias

Idade: 52 anos

Caraterização Académica e Profissional: Licenciada em Psicologia. Exerceu funções de Presidente da Cooperativa Cresaçor e de Presidente da Direção da Associação Regional de Reabilitação Sociocultural dos Açores - Arrisca. Foi coordenadora da Comissão Regional de Luta Contra a Sida e docente convidada do Mestrado de Psicologia Educacional da Universidade dos Açores. Foi ainda Diretora da Casa de Saúde de São Miguel e oradora em várias conferências, seminários e congressos nas áreas da Saúde Mental, da Toxicodependências e da reabilitação Psicossocial.

Secretaria Regional da Energia, Ambiente e Turismo

Diretora Regional da Energia (DRE)

Nome: Andreia Melo Carreiro

Idade: 29 anos

Caraterização Académica e Profissional: Mestre em Engenharia Biomédica e Mestre em Energia para a Sustentabilidade, com especialidade em Sistemas de Energia e Politicas Energéticas. Doutoranda em Sistemas Sustentáveis de Energia. Foi responsável pelo PMO (Project Management Office) no CEiiA - Centro de Engenharia e Desenvolvimento de Produto e Gestora do Departamento de Inovação e de Projetos de Inovação, Investigação e desenvolvimento na ISA – Intelligent Sensing Anywhere. É Investigadora no INESC Coimbra - Institute for Systems Engineering and Computers.

Diretor Regional do Ambiente (DRA)

Nome: Hernâni Hélio Jorge

Idade: 45 anos

Caraterização Académica e Profissional: Licenciado em Direito. Exerceu funções de Diretor Regional do Ambiente no XI Governo dos Açores. Foi consultor jurídico da União de Sindicatos da Horta, Adjunto e Chefe do Gabinete do Secretário Regional da Agricultura, Pescas e Ambiente, no VII Governo Regional dos Açores, e Deputado à Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores nas VII, VIII e IX Legislaturas, tendo assumido, nesse âmbito, as funções de Presidente da Comissão dos Assuntos Parlamentares, Ambiente e Trabalho.

Diretor Regional do Turismo (DRTu)

Nome: Filipe Mota Fonseca Macedo

Idade: 39 anos

Caraterização Académica e Profissional: Licenciado em Economia e Pós-Graduado em Gestão Estratégica e Desenvolvimento do Turismo. É quadro Superior da EDA, Eletricidade dos Açores, S.A., tendo exercido funções de Vogal do Conselho de Administração da Portos dos Açores, S.A. e da Portos dos Açores, S.G.P.S, S.A., de Diretor-Geral dos Portos das Ilhas de São Miguel e Santa Maria, de Presidente do Conselho de Gerência da Operpdl, Lda. e do Conselho Fiscal da Associação Portas do Mar. Foi ainda Coordenador da APIA, Agência para a Promoção do Investimento dos Açores, E.P.E. e assessor do Conselho de Administração e do Conselho de Gerência em empresas privadas.

Secretaria Regional da Agricultura e Florestas

Diretora Regional dos Recursos Florestais (DRRF)

Nome: Anabela Miranda Isidoro

Idade: 48 anos 

Caraterização Académica e Profissional: Licenciada em Engenharia dos Recursos Florestais. Exerce funções de Diretora Regional dos Recursos Florestais, desde 2010. Iniciou a sua atividade profissional na área de Inventário Florestal, tendo desenvolvido trabalhos práticos no Inventário Florestal Nacional e em concessões na República da Guiné Bissau. É Técnica Superior da Administração Regional, tendo sido Chefe de Divisão do Serviço Florestal do Nordeste. 

Diretor Regional da Agricultura (DRAg)

Nome: José Élio Valadão Ventura

Idade: 48 anos

Caraterização Académica e Profissional: Licenciado em Engenharia Agrícola e Pós-Graduado em Gestão e Conservação da Natureza. Exerceu funções de Adjunto do Gabinete do membro do Governo com a tutela da Agricultura no VIII, IX, X e XI Governos dos Açores. Foi Vice-Presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo e Presidente do Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados. No mesmo período foi ainda Presidente dos Conselhos de Administração da TERAMB – Empresa Municipal de Gestão e Valorização Ambiental da Ilha Terceira, da GRATER – Associação de Desenvolvimento Regional e Presidente da Assembleia Geral da Associação Geoparque Açores. Foi, ainda, deputado à Assembleia Legislativa Regional dos Açores na VI Legislatura, relator da Comissão Permanente de Economia, Finanças e Plano. Foi vogal da Direção do Conselho de Administração do INOVA – Instituto de Inovação Tecnológica dos Açores e representante da Região Autónoma dos Açores no Grupo Permanente da Associação Ultraperiférica do Mundo Rural (MUSA). É Técnico Superior da Administração Regional.

Diretor Regional do Desenvolvimento Rural (DRDR)

Nome: Fernando Moniz Sousa

Idade: 40 Anos 

Caraterização Académica e Profissional: Licenciado em Geologia e Mestre em Avaliação de Riscos Geológicos. De setembro de 2014 a novembro de 2016, exerceu funções de Diretor Regional da Agricultura no XI Governo dos Açores. De novembro de 2013 a agosto de 2014, exerceu a profissão de Consultor em Geologia e Geotecnia e Técnico Superior de Higiene e Segurança, como Empresário em Nome Individual. De outubro de 2009 a outubro de 2013, foi vereador a tempo inteiro na Câmara Municipal da Ribeira Grande, responsável pela Divisão de Águas, Ambiente, Serviços Urbanos e Equipamentos Municipais.

Gabinete do Secretário Regional Adjunto da Presidência para os Assuntos Parlamentares 

Diretor Regional da Juventude (DRJ)

Nome: Lúcio Manuel da Silva Rodrigues

Idade: 37 anos

Caraterização Académica e Profissional: Licenciado em Educação Física e Desporto. É técnico superior da empresa municipal URBHORTA, tendo desempenhado funções de Deputado Regional nas IX, X e XI Legislaturas, no âmbito das quais foi membro das Comissões de Assuntos Sociais e de Politica Geral. Foi Diretor da Piscina Municipal da Horta e da Agência do Inatel da Horta e Coordenador da Escola de Natação do Clube Naval da Horta. É Presidente da Junta de Freguesia da Praia do Almoxarife e membro da Assembleia Municipal da Horta.

Gabinete do Secretário Regional Adjunto da Presidência para as Relações Externas 

Diretora Regional dos Assuntos Europeus (DRAE)

Nome: Célia Maria Ávila Azevedo

Idade: 43 anos

Caraterização Académica e Profissional: Licenciada em Organização e Gestão de Empresas e Mestre em Política Internacional. Desempenhou funções de adjunta do Subsecretário Regional da Presidência para as Relações Externas e do Subsecretário Regional dos Assuntos Europeus e Cooperação Externa, respetivamente, nos XI e X Governo dos Açores, e Assistente no Parlamento Europeu, em Bruxelas, entre 1999 e 2009. Foi ainda técnica superior e coordenadora do departamento de análise de projetos da Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada e contadora verificadora adjunta da Secção Regional dos Açores do Tribunal de Contas. É Técnica Superior da Administração Regional autónoma e aluna do Project Interchange e do German Marshall Fund of the United States.

Diretor Regional das Comunidades (DRCom)

Nome: Paulo César Câmara Teves

Idade: 35 anos 

Caraterização Académica e Profissional: Licenciado em Ciência Política e Relações Internacionais e Pós-Graduado em Ecologia Humana e Problemas Sociais Contemporâneos. Exerceu funções de Diretor Regional das Comunidades no XI Governo dos Açores. Em 2004, ingressou na Direção Regional das Comunidades, como técnico superior. De fevereiro de 2009 a agosto de 2011, foi Coordenador do Gabinete de Emigração e Regressos, na Horta, e de agosto de 2011 a novembro de 2012, ocupou o cargo de diretor de serviços da Emigração, Imigração e Regressos. Participou em diversos seminários e conferências nacionais e internacionais, bem como publicou diversos artigos sobre as migrações dos Açores.

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21
novembro

Governo vai continuar a apoiar a modernização da comunicação social dos Açores

Escrito por SG/GACS

O secretário regional adjunto da Presidência para os Assuntos Parlamentares dos Açores, Berto Messias, garantiu na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, durante o debate do Programa do Governo que terminou sexta feira na Horta, que o Governo Regional vai continuar a apoiar a modernização da comunicação social da Região.

“O Governo dos Açores vai, naturalmente, continuar o esforço de apoio à nossa comunicação social na modernização dos seus equipamentos, para que possamos continuar a ter uma comunicação social livre e munida dos meios necessários para continuarem, assim, a contribuir ativamente para um aprofundamento e melhoria da democracia açoriana”, afirmou Berto Messias.

O governante na sua intervenção, pronunciou-se também em relação à RTP/Açores, garantindo que tudo fará na defesa da Estação Regional, que considerou como “um pilar fundamental da autonomia açoriana, na aproximação entre ilhas e na promoção da região”.

No seu discurso no parlamento regional, o governante anunciou ainda que vai assumir, no decorrer desta legislatura, uma política de proximidade com a juventude açoriana, reforçando que o Programa do Governo tem como princípios fundamentais a “emancipação jovem, a cidadania ativa, a mobilidade, a participação e a coresponsabilização”, com o objetivo maior de “reforçar a empregabilidade dos jovens Açorianos”.

Na sua intervenção, frisou também que um dos mais importantes desígnios do Executivo é “garantir que os jovens Açorianos que estudam na Região ou no continente, regressem e se fixem nos Açores, para contribuir para o bem comum”, disse.

Segundo Berto Messias as medidas expressas no Programa de Governo serão “debatidas e materializadas" no Plano de Investimentos e no Orçamento da Região, defendendo que as medidas destinadas à juventude “não devem ser tomadas em gabinete”, mas sim “definidas em parceria e em diálogo permanente com os jovens Açorianos”.

A este respeito o secretário regional adjunto da Presidência, revelou que vai solicitar, a partir da próxima semana, reuniões a todas as juventudes partidárias açorianas, visitando depois todas as associações juvenis da Região, para “discutir olhos nos olhos com os jovens Açorianos as prioridades e as intenções do Governo dos Açores para o futuro”.

 

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21
novembro

Governo dos Açores pretende instalar um gabinete de representação em Bruxelas

Escrito por SG/GACS

O Governo dos Açores pretende criar um Conselho para a Internacionalização e a curto prazo instalar um gabinete de representação em Bruxelas, anunciou o secretário regional Adjunto da Presidência para as Relações Externas, Rui Bettencourt, na sua intervenção no decorrer do debate sobre o Programa do Governo para esta XI Legislatura.

“A implementação de um Conselho Açoriano para a Internacionalização colocará a concertação entre os diferentes parceiros das relações externas em articulação com os desafios que se colocam aos Açores”, explicou Rui Bettencourt.

Rui Bettencourt esclareceu que a “estratégia central para a ação externa açoriana” resume-se a “levar os Açores ao mundo e trazer o mundo aos Açores”, realçando que a região tem “sabido afirmar-se nas instâncias europeias”.

Exemplo disso, adiantou, “é o facto de os Açores presidirem hoje a um dos maiores e mais prestigiados organismos europeus, a Conferência das Regiões Periféricas Marítimas, que representa mais de 150 regiões e cerca de 200 milhões de pessoas”, presidido pelo chefe do executivo açoriano, Vasco Cordeiro, num segundo mandato.

Rui Bettencourt considerou que instalação a curto prazo de uma Representação dos Açores em Bruxelas”, apresenta-se como uma “peça central na estratégia de defesa integral dos interesses açorianos junto das instituições europeias, em interligação com organismos públicos e privados, atores e agentes do desenvolvimento económico e social da nossa região”.

Nesta matéria das relações externas, Rui Bettencourt acrescentou que terá, igualmente, atenção do Governo dos Açores a projeção “na Macaronésia, nos Estados Unidos da América e no Canadá, e nos países de particular interesse, quer em termos económicos, quer em termos de parcerias estratégicas”.

Como prioridade, o secretário regional Adjunto da Presidência para as Relações Externas apontou ainda como prioridade a integração dos imigrantes e a reintegração dos emigrantes regressados, e garantiu redobrada atenção “com a integração dos açorianos no exterior”, sendo que, neste caso, prometeu uma particular atenção à situação das comunidades açorianas nos Estados Unidos.

 

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21
novembro

Reforçar a competitividade e melhorar o rendimento dos agricultores a prioridade do Governo

Escrito por SG/GACS

O Governo tem como prioridades para o setor da agricultura, melhorar o rendimento dos agricultores e reforçar a competitividade, anunciou o secretário regional da Agricultura e Florestas, na Horta, na primeira sessão plenária desta XI Legislativa

Segundo João Ponte os agricultores, as associações e todos os agentes das fileiras produtivas "podem contar com a determinação e empenho de toda a equipa da Agricultura e Florestas" para contribuir para "a melhoria do rendimento dos agricultores e o reforço da competitividade de toda a fileira”, frisou.

Na sua intervenção, na apresentação do Programa do Governo, o governante considerou que “é absolutamente necessário” que o setor cresça, em inovação, na diversificação e valorização dos produtos e, em consequência, em vendas e penetrando em novos mercados.

Nesta matéria, Ponte comprometeu-se, contando para isso com as organizações de produtores e a indústria, a intensificar a defesa das especificidades do setor agrícola dos Açores junto da União Europeia, para uma melhor adaptação das medidas da PAC às caraterísticas e constrangimentos particulares da agricultura açoriana, revela o Gabinete de Apoio à Comunicação Social.

O titular da pasta avançou ainda que, o Governo Regional, “vai proceder à avaliação e atualização do PRORURAL+, do POSEI e de outros instrumentos de política agrícola em função das necessidades evolutivas do setor”.

Na produção de leite, o caminho passa por acrescentar valor a esta fileira estratégica, gerando mais receita e contribuindo para a reposição do rendimento dos produtores, destacando nesse sentido, a importância que o Centro Açoriano de Leite e Laticínios tem, na definição das estratégias que visem campanhas de promoção e divulgação do consumo do leite e laticínios dos Açores, bem como estimular a indústria a incrementar processos de investigação, inovação e valorização dos seus produtos.

Relativamente à fileira da carne, o Governo Regional vai consolidar a transformação ocorrida, impulsionando este setor para novos níveis de competitividade, estimulando os abates no arquipélago e a exportação de carcaças e de carne embalada, adiantando que, durante esta legislatura, “a rede regional de abate ficará concluída e requalificada", dotando a Região de uma "rede de abate modernizada e com capacidade de resposta às exigências cada vez maiores do mercado consumidor”.

O governante não esqueceu as áreas da diversificação agrícola, como a produção de hortofrutícolas e florícolas, revelando que é intenção do governo “revitalizar as produções tradicionais e aquelas produções em que a Região é deficitária, de acordo com o potencial endógeno de cada ilha”. Também a vinha e a produção vinho, constam das intervenções para o setor, para a qual o governo pretende prosseguir o desenvolvimento desta fileira, reforçando a sua notoriedade nacional e internacional.

Os caminhos agrícolas, abastecimento de água e eletrificação, também constam nas medidas de intervenção nesta área. Ponte garante a este respeito que o governo vai prosseguir a qualificação das infraestruturas de apoio às explorações agrícolas, que beneficiará agricultores em todo o arquipélago.

Para João Ponte, é também fundamental “dar continuidade a medidas de apoio e fomento do emparcelamento, reestruturação fundiária e rejuvenescimento agrícola, na certeza que o aumento e concentração das áreas das explorações são determinantes para a melhoria do rendimento”.

 Igualmente essencial é “reforçar a componente económica da fileira florestal, através da promoção de uma gestão que vise a valorização dos produtos da floresta e o aumento da competitividade do setor na Região, com recurso à conquista de novos mercados".

 

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21
novembro

Turismo deve a partir da sua atividade económica gerar mais emprego, defende Marta

Escrito por SG/GACS

Na sua intervenção sobre o sector do Turismo, no decorrer dos trabalhos parlamentares desta XI Legislatura, que decorreu no final da passada semana na Horta, Marta Guerreiro, afirmou que “o nosso objetivo último é muito claro, criar condições para que o turismo assuma na atividade económica um maior peso, quer seja pela componente do produto, direto ou indireto, quer pela criação de emprego, procurando que este seja um crescimento consolidado”.

A secretária regional da Energia, Ambiente e Turismo, defendeu ainda que “com enorme respeito pelo ambiente, base essencial da nossa identidade, uma gestão consciente e sustentável da geração e da utilização da nossa energia, temos condições para construir um futuro onde o turismo assuma um papel cada vez mais preponderante na nossa economia”.

Na intervenção que proferiu na Assembleia Legislativa, no debate do Programa de Governo, a Secretária Regional destacou como objetivo estratégico um reforço “da notoriedade do destino que permita atenuar a sazonalidade e tire partido da diversidade entre ilhas com ofertas de qualidade específicas e diferenciadas”.

Nesta matéria a governante anunciou ainda, com uma postura “de exigência e inconformismo”, apostas fortes na qualificação do destino e na formação dos recursos humanos, assim como na capacidade de oferta de produtos de animação turística de qualidade, recordando que o setor que registou 1,3 milhões de dormidas nos primeiros nove meses deste ano, o que representa um crescimento de 21% face a igual período de 2015.

Tendo como objetivo a evolução qualitativa da oferta do alojamento turístico, nas suas diversas tipologias, e de restauração e similares, no âmbito da revisão do Plano de Ordenamento Turístico da Região Autónoma dos Açores (POTRA), a secretária avançou que “iremos desenvolver um conceito próprio para o Turismo de Natureza, abrangendo estabelecimentos, atividades e serviços de alojamento e animação turística e ambiental, instalados ou desenvolvidos em áreas protegidas”.

Já no que diz respeito aos desafios ambientais, Marta Guerreiro, adiantou que "o mundo enfrenta um momento histórico e decisivo no que respeita ao combate às alterações climáticas”, neste sentido “o desafio com que nos deparamos – também aqui nos Açores – deve ser encarado como uma oportunidade para a reconfiguração tecnológica, assegurando a competitividade e a sustentabilidade em setores críticos, incluindo o mercado emergente das tecnologias verdes, e para equacionar questões fundamentais de segurança alimentar e energética, de salvaguarda de pessoas e bens, e das políticas de utilização dos solos e de mobilidade”, frisou.

No que se refere ainda a este assunto, a governante divulgou ainda que “com este objetivo que está em curso o processo de elaboração do Plano Regional para as Alterações Climáticas (PRAC), que Marta Guerreiro anunciou ficar concluído durante o próximo ano”, uma vez que no seu entender “os Açores apresentam condições naturais que nos podem posicionar como referência na adoção de políticas energéticas sustentáveis”, salientou a governante. 

 

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21
novembro

Saúde - Governo dos Açores prevê médico de família para todos os açorianos em 2018

Escrito por SG

“Será necessário garantir a cobertura total da população por médico especialista em Medicina Geral e Familiar, situação que prevemos atingir em 2018”, afirmou Rui secretário regional da Saúde, na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Horta, no decorrer do debate parlamentar sobre o Programa do Governo para a XI Legislatura, que agora se iniciou.

 Segundo o governante, e no que se refere ainda ao acesso da população aos serviços de saúde “importa prosseguir com o aperfeiçoamento da regulamentação da deslocação de médicos especialistas, bem como manter o acompanhamento do regulamento de deslocação de doentes, procedendo às atualizações e alterações que se revelem necessárias”.

Nesta matéria, o governante reconheceu que “o recurso à telemedicina tem permitido melhorar o acesso a exames complementares de diagnóstico e a médicos especialistas, sem que seja necessário para os utentes, como para os especialistas, se ausentarem dos seus locais de origem”, situação que vai ser potenciada com recurso “a mecanismos de contratualização que permitam disseminar e incentivar o recurso à telemedicina”.

Ainda no que se refere aos cuidados de saúde primários Rui Luís, prevê para esta legislatura a conclusão e a modernização da rede de cuidados de saúde primários, bem como a continuidade das medidas de captação de recursos humanos para o setor, através dos “regimes de incentivos para a fixação de profissionais de saúde nas especialidades carenciadas, melhorando-os sempre que se verifique necessário”.

Ainda nesta área da saúde Rui Luís revelou a intenção do executivo reforçar o combate às dependências e apostar na promoção de comportamentos preventivos.

O titular da pasta da Saúde adiantou que as grandes linhas do Programa do Governo neste setor passam pelo reforço do combate às dependências e pela promoção de uma política de educação em saúde, destacando a este respeito, a criação da Direção Regional de Prevenção e Combate às Dependências.

Sobre este assunto considerou que “estas problemáticas contêm, em si, riscos e custos aos quais é fundamental fazer face pelas consequências e impacto que têm na vida da pessoa, das famílias e da sociedade”, reforçou.

O Secretário Regional, entende que “a responsabilização e o empoderamento dos cidadãos nas políticas para a promoção da saúde e prevenção da doença é um dos grandes desafios que se colocam neste setor, uma vez que o cidadão é o principal responsável pela sua saúde”.

Na sua intervenção e no que se refere às listas de espera cirúrgicas, o governante, salientou que, “há que regulamentar, de imediato, o Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia da Região Autónoma dos Açores e o respetivo regime do Vale de Saúde, criando-se também mecanismos que permitam um melhor aproveitamento dos tempos cirúrgicos nos blocos operatórios dos hospitais, prosseguindo com a aposta no aumento das cirurgias em regime de ambulatório”.

 “Convictos de que muito foi feito pela saúde dos Açorianos, mantemos a humildade de reconhecer que muito mais há a fazer e a aperfeiçoar”, já que, acrescentou, “estamos perante uma área em constante mutação e atualização, que carece, permanentemente, de adaptações e regulamentações”, avançou.

Já no que se refere ao Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores, Rui Luís, anunciou que a proposta do governo passa pelo melhoramento das infraestruturas e dos equipamentos, pela formação e capacitação dos recursos humanos, pelo aperfeiçoamento do relacionamento com as Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários, assim como pelo aprofundamento do diálogo com a população.

 “O Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores é hoje uma referência a nível nacional e internacional, o que, além de constituir um enorme motivo de orgulho para todos os Açorianos, impõe a adoção de medidas que visem manter a qualidade dos serviços prestados à população”, frisou.

Na sua intervenção, Rui Luís reafirmou a disponibilidade do Governo “para manter um diálogo construtivo sobre a implementação de políticas, com total abertura para acolher os contributos de melhoria que se verifiquem necessários”, com base nos princípios da sustentabilidade e da garantia da prestação de melhores serviços aos Açorianos.

 

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19
novembro

Presidente da SATA não garante, nem descarta, 14 voos para o Faial

Escrito por Nuno Avelar

O presidente do Grupo SATA. Paulo Meneses, reuniu esta semana com a Câmara Municipal e a Câmara de Comércio da Horta.

No final da reunião com a autarquia faialenses, Paulo Meneses diz-se aberto a conversações, mas lembra que a operação tem dado milhões de euros de prejuízos. Paulo Menezes, em declarações aos OCS não rejeita uma possível redução de 12 para 9 voos semanais nos meses de julho e agosto, a “operação da Horta tem resultados negativos para a SATA e é preciso olhar pra isso com atenção. Importa ir ao encontro das aspirações e preocupações das pessoas, mas por outro lado, não podemos esquecer que essa mesma operação tem que ser adequada ao Faial”.  

 

À margem da reunião José Leonardo Silva disse ao TRIBUNA DAS ILHAS que “esta reunião teve como propósito avaliar o verão IATA e preparar o futuro. Começamos a reunião um tanto ou quanto apreensivos face às notícias vindas a lume sobre a redução dos voos de 9 para 12, mas, após as conversações ficamos mais descansados.”

“A postura da CMH tem sido de uma tentativa de melhoria das acessibilidades do nosso aeroporto. A argumentação da SATA é que as taxas de ocupação são reduzidas, mas há períodos em que a SATA não consegue dar resposta. Para nós, é fundamental que as coisas sejam resolvidas porque o turismo tem vindo a aumentar e prevemos um aumento ainda maior em 2017, nomeadamente no que à oferta hoteleira diz respeito uma vez que já entraram na CMH pedidos de aprovação para mais de 300 camas”, frisou José Leonardo.

O presidente da autarquia disse ainda que “a nossa reivindicação é de que nos meses de julho e agosto tenhamos os 14 voos, porque só com mais toques é que podemos dar uma melhor resposta a àqueles que nos visitam.” “Não aceitamos de maneira alguma os 9 voos. É um retrocesso inaceitável” – afirmou José Leonardo. 

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18
novembro

Melhorar o sistema de transportes é a ambição do Governo

Escrito por SG

A melhoria global do sistema de transportes nos Açores é a “ambição” do Executivo para esta XI legislatura, revelou o secretário regional dos Transportes e Obras Públicas, esta quinta feira, na Horta, no âmbito da apresentação do Programa do Governo.

Na sua intervenção, Vítor Fraga, defendeu que “a requalificação e a modernização das infraestruturas portuárias e aeroportuárias, a aquisição de dois navios ferry (Mestre Simão e Gilberto Mariano), a fusão entre as duas empresas de transporte marítimo de passageiros detidas pela Região, a definição de obrigações de serviço público para o transporte marítimo, a definição e implementação de um novo modelo de ligações aéreas entre o continente e a Região e entre esta e a Região Autónoma da Madeira e a revisão das obrigações de serviço público aéreas interilhas” contribuíram para aumentar a capacidade de mobilidade de todos os Açorianos e para uma "nova e eficiente dinâmica turística que em muito potenciou o desenvolvimento e consolidação da economia de todas e de cada uma das ilhas”.

Para o transporte marítimo de passageiros, segundo o titular da pasta os objetivos passam pela “consolidação do atual modelo, bem como na afirmação dos Açores como destino de cruzeiros e da náutica de recreio”, já no que se refere ao transporte de carga, os objetivos incluem a "diminuição dos custos globais do sistema e dos tempos de entrega nos mercados exportadores, bem como pela consolidação do transporte de mercadorias interilhas”, deu a conhecer Vitor Fraga.

Relativamente às infraestruturas portuárias e redes de transporte marítimo internacionais, o governante avançou que é pretensão do governo implementar várias medidas, nomeadamente “a promoção, em articulação com os operadores, da fusão dos dois terminais marítimos em Lisboa, para centralizar toda a carga movimentada entre aquele porto e os Açores, a adequação das rotas de entrada e saída dos principais portos da Região e assegurar a continuidade do serviço de transporte marítimo regular de mercadorias entre as ilhas das Flores e do Corvo, regido por obrigações de serviço público, lançando, para o efeito, o respetivo concurso”.

Para o transporte aéreo os objetivos passam pelo “incremento da eficiência dos transportes e a potenciação das acessibilidades instaladas”, revelando que, para tal, o Grupo SATA será dotado “dos instrumentos necessários para a sua contínua afirmação nacional e internacional, sem perder o sentido do seu verdadeiro objeto social, que é o de servir sempre e cada vez melhor os Açores e os Açorianos”.

Em relação ao transporte de carga aérea, Vítor Fraga adiantou que os objetivos “consistem na reorganização do sistema de transporte e na diminuição dos seus custos globais, nomeadamente através da implementação de obrigações de serviço público deste transporte entre os Açores e o continente português”.

Para infraestruturas aéreas o governo também apresentou algumas propostas. Nesta matéria a situação do Aeroporto da Horta acabou por vir ao debate, pela voz do deputado Carlos Ferreira do PSD/Açores.

Sobre este assunto o Secretário Regional garantiu que, “iremos continuar a pugnar junto das autoridades nacionais competentes para que sejam garantidos os padrões legais de segurança da pista do aeroporto”, além de “potenciar o Centro de Formação Aeronáutica dos Açores, promovendo, conjuntamente com a sua entidade gestora, a angariação de parceiros privados para o desenvolvimento de maiores valências”, depois de ser questionado pelo deputado faialense do PSD/Açores Carlos Ferreira, sobre o que está o executivo regional a pensar fazer nesta matéria.

A este respeito o titular da pasta anunciou ainda que os voos de ensaio dos aviões A320 da transportadora SATA com sistema para aumentar a operacionalidade no aeroporto da Horta vão ser realizados em dezembro, retorquindo que a instalação do sistema RISE (RNP Implementation Synchronized in Europe) nas três aeronaves A320 da Azores Airlines, que asseguram as ligações da SATA para fora do arquipélago, deverá estar concluída este mês.

Nesta “discussão” o deputado do PSD/Açores Carlos Ferreira considerou que relativamente ao Aeroporto da Horta o processo, deverá ser “liderado politicamente” pelo governo regional, “envolvendo o Governo da República e a ANA - Aeroportos de Portugal, num processo partilhado para que, de uma vez por todas, se concretizem os investimentos necessários à melhoria da operacionalidade" da infraestrutura.

Em resposta Vítor Fraga lembrou que “liderança do processo pelo Governo dos Açores vem de 2006”, ano em que questionou a ANA sobre a ampliação da pista da Horta. 

 

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18
novembro

Brigadas dedicadas “Ciência Cidadã” do OMA complementam Campanha SOS Cagarro 2016

Escrito por Susana Garcia

A Campanha S.O.S Cagarro 2016, contou pela primeira vez com a ajuda das Brigadas dedicadas do programa “Ciência Cidadã”, concebido pela Direção Regional dos Assuntos do Mar (DRAM), em parceria com investigadores do Instituto do Mar e Departamento de Oceanografia e Pescas das Universidade dos Açores (IMAR – DOP/UAç), com o apoio dos Parques Naturais de Ilha (PNIs)” e do Observatório do Mar dos Açores (OMA). 

Estas brigadas dedicadas para além de auxiliarem no salvamento dos cagarros juvenis, também procederam à recolha informação com vista a ajudar a comunidade científica na criação de medidas de conservação da espécie.
 
 
Desde 1995, que o Governo Regional dos Açores realiza a Campanha S.O.S. Cagarro que tem como objetivo principal alertar a população açoriana para a necessidade de preservação desta espécie protegida.
Esta Campanha decorre anualmente entre 15 de outubro e 15 de novembro, período que coincide com a saída dos cagarros juvenis dos ninhos para o primeiro voo transoceânico.
Este ano e pela primeira vez a Campanha contou com o apoio das brigadas dedicadas do programa ‘Ciência Cidadã’ cujo objetivo não é só resgatar os cagarros através dos tradicionais salvamentos, mas também recolher dados e informação mais precisa e útil que auxilie a comunidade científica, a tomar medidas de conservação da espécie. 
A DRAM lançou o repto ao OMA que de imediato abraçou a ideia. “Como sabemos que as pessoas gostam destas iniciativas, aceitámos o desafio e em parceria com as investigadoras do IMAR-DOP/UAç organizamos as brigadas científicas de modo a que o maior número de dados válidos fossem recolhidos, ao mesmo tempo que partilhamos informação sobre esta espécie emblemática”, explicou a bióloga do OMA, Joana Cruz ao Tribuna das Ilhas (TI).
Assim, todos os dias entre 25 de outubro e 7 de novembro, altura em que os cagarros deixam os ninhos, duas equipas inscritas, compostas por cidadãos comuns, encontravam-se na Fábrica ao início da noite. “Depois de uma pequena explicação acerca da campanha, das aves, do porquê e como capturar as aves, cada equipa seguia um trajecto pré-definido, uma para costa norte e outra para a costa sul do Faial, capturando os cagarros que avistassem no percurso, recolhendo a hora e a posição GPS, bem como o avistamento de gatos”, esclarece a bióloga. 
TI integrou uma brigadas, acompanhando Noélia, uma das técnicas do OMA destacada para este programa. 19h30 era a hora marcada para o início da atividade. Após o briefing, a nossa equipa seguiu para o lado norte, desde a fábrica da Baleia até ao Porto Comprido, enquanto a outra percorreu o lado sul terminando no Capelo, com passagem pelo Aeroporto.
Lá seguimos viagem, a velocidade reduzida, com olhos postos na estrada, atentos a cagarros e gatos que avistássemos. Cerca de três horas e 77kms depois estava completo o nosso trajeto. Voltamos ao ponto de partida sem registo de cagarros, mas com oito gatos avistados. 
Segundo Joana Cruz, a importância de registar a presença destes felinos deve-se à problemática da predação de cagarros por parte destes animais. A bióloga esclarece que “este é já um assunto conhecido e ocorre não só na fase em que as crias estão sozinhas no ninho, havendo na ilha do corvo imagens de vídeo de gatos a matarem as crias no interior do ninho, mas também nesta fase em que as aves se encontram fragilizadas na beira da estrada”. 
“Em todas as noites que as brigadas percorreram os trajetos foram avistados gatos, tendo uma delas encontrado um a comer um cagarro”, revela. 
 

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18
novembro

Gestão e utilização sustentável do mar requer criação de Política Marítima Regional, entende PSD/Açores

Escrito por SG/PSD Açores

Na sequência da intervenção do secretário regional do Mar, Ciência e Tecnologia no debate parlamentar da XI Legislatura que está a decorrer na Horta, o deputado social-democrata Luís Garcia defendeu a criação de uma política marítima regional, alegando que só desta forma a Região pode fazer a “gestão e a utilização sustentável” do mar.

O parlamentar do PSD/Açores, entende que “numa Região marítima e atlântica em que urge criar riqueza e emprego sustentável, a ausência de uma política marítima é uma omissão muito penalizadora e incompreensível”.

Para Luís Garcia uma política marítima regional “deve identificar e estabelecer uma estratégia para desenvolver os diversos componentes do ‘hypercluster’ da economia do Mar” e no caso do mar dos Açores considerou importante “ter em conta diversos domínios”, nomeadamente o “ambiente, biodiversidade, transportes, energia, turismo, desporto, ordenamento do território, pescas, aquacultura, biotecnologias, construção e reparação naval, defesa e segurança no mar, infraestruturas portuárias e serviços marítimos, formação e investigação científica”.

Sobre este assunto o deputado faialense, defendeu que “para a Região ter uma política marítima bem-sucedida” esta “deve ser alicerçada no conhecimento científico, deve atrair e envolver investimento privado e promover a formação e a qualificação de recursos humanos para as atuais e para as novas profissões do mar”.

Neste contexto concluiu que “o governo regional tem agora mais uma oportunidade para operacionalizar esta aposta. Não há mais tempo para desculpas e omissões”, frisou.

Também sobre as pescas, manifestou-se o deputado do mesmo partido Jaime Vieira, nomeadamente em relação à quota do goraz.

O deputado considerou “injusto” impor mais cortes nos rendimentos dos pescadores, alegando que estes devem ser compensados em caso de suspensão da pesca do goraz.

O parlamentar entende que “a suspensão da pesca do goraz, necessária para garantir a sustentabilidade dos recursos”, mas “não pode continuar a ser feita à custa dos rendimentos de quem vive da pesca”, afirmou.

A este respeito Jaime Vieira salientou que o governo regional tem a “obrigação moral” de encontrar soluções para compensar os pescadores em caso de suspensão da pesca do goraz, “recorrendo a fundos comunitários previstos no Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e da Pesca ou procurando outras soluções”.

O deputado social democrata lembrou que “na última década, os rendimentos dos pescadores, medidos através do volume da primeira venda em lota, caíram para menos de metade. Este programa de governo não dá respostas a este grave problema”, disse.

 

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