O Teatro Faialense vai receber no final de dezembro a primeira edição do Festival de Curtas Metragens C(H)ORTA .
A iniciativa parte da Associação de Jovens da Ilha do Faial (AJIFA) que pretende “promover um espaço privilegiado onde os jovens criativos possam mostrar os seus trabalhos na produção e realização de pequenos filmes”, refere a Associação na nota de divulgação remetida às redações.
Segundo a AJIFA, “a motivação com este projeto passa, acima de tudo, por recuperar uma forte tradição cinéfila que já existiu no Faial mas que se veio a perder”, bem como “criar mais oportunidades para que os jovens faialenses e a população em geral possam explorar a sua criatividade”.
De acordo com a mesma fonte, “os filmes selecionados no âmbito do C(HO)RTA serão apresentados ao público no Teatro Faialense, no final de dezembro”.
“Podem concorrer ao C(H)ORTA todos os realizadores interessados, desde que os trabalhos a concursos tenham sido produzidos a partir de 2014. Serão admitidos filmes a cores ou a preto e branco, nos géneros ficção, animação e documentário. Cada filme não poderá possuir mais de 20 minutos de duração, incluindo créditos”, revela a Associação.
Os filmes que corresponderem aos critérios definidos no regulamento irão integrar a Seleção Oficial do Festival, sendo avaliados por um júri que será anunciado no início de novembro. Os interessados poderão apresentar os seus trabalhos até ao dia 15 de Novembro, as inscrições são gratuitas e já se encontram disponíveis.
Neste projeto, a AJIFA conta com o apoio do Governo dos Açores, através da Direção Regional da Cultura, bem como da Câmara Municipal da Horta e da Urbhorta”.
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Um sismo de magnitude 3,8 na escala de Richter foi registado e sentido, no Faial,com epicentro a cerca de 65 quilómetros a oeste da freguesia Capelo, informou hoje o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA).
Segundo o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA) o sismo foi registado às 22:19 de quinta-feira, e foi sentido com intensidade máxima III/IV na escala de Mercalli Modificada na Feteira e Castelo Branco e com intensidade III na Horta.
O CIVISA continua a acompanhar o evoluir da situação, emitindo novos comunicados caso necessário.
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Dário Rosa vai ser o cabeça de lista do PAN Açores pelo círculo eleitoral da ilha do Faial. Natural da Horta, Escultor e Pintor, desde cedo se interessou pelos animais e pelas preocupações ambientais, principalmente pelos problemas relacionados com o mar. Gosta de navegar e é praticante e guia de mergulho. Apresenta-se como cabeça de lista pelo Faial, por acreditar que é possível um modo de vida sustentável, justo e livre de preconceitos.
Quais são os principais projetos que o seu partido gostaria de ver implementados na ilha do Faial?
Atendendo as particularidades da Ilha do Faial, nomeadamente ser a ilha mais visitada por turistas velejadores, assim como receber um significativo número de outros turistas, urge promover o turismo de natureza através de atividades que têm como objetivo desfrutar da natureza por si e não retirar ou danificar algo integrante da mesma.
Uma das atividades turísticas que tem vindo a crescer é o mergulho, que se deve essencialmente às reservas marinhas existentes. Para garantir este crescimento, sustentabilidade e satisfação dos turistas e locais é fundamental a criação de mais reservas para permitir a repovoação e recuperação de habitats/ecossistemas outrora existentes.
Torna-se também necessário haver um redireccionamento do fluxo do turismo nos pontos turísticos mais frequentados para outros pontos de interesse, reduzindo a degradação dos trilhos e das zonas envolventes pela presença de massas.
Outra área que deve ser potenciada na ilha é a agricultura biológica, pelo impacto positivo que tem na Saúde das pessoas, na economia e sustentabilidade da ilha. Assim sendo, temos como medida a redução do IVA nos produtos biológicos e locais por forma a potenciar a produção e consumo dos mesmos. Ainda, queremos restringir o acesso a produtos herbicidas e pesticidas, promovendo a sua substituição por métodos naturais (como exemplo o uso de água salgada para a remoção de ervas daninhas).
Helder Manuel Almeida Raposo Furtado, primeiro candidato do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP) na lista eleitoral do Faial.
Tem 25 anos de idade, estagiário administrativo, é natural de São José, Ponta Delgada e reside na cidade da Horta.
A lista do PCTP/MRPP ocupa o 10º lugar do boletim de voto do Faial.
Quais são os principais projectos que o seu partido gostaria de ver implementados na Ilha do Faial?
Primeiro, uma medida política: a constituição do Conselho Político de Ilha, no Faial e em cada uma das outras ilhas dos Açores. O Conselho Político deveria ser eleito por sufrágio directo, universal e secreto dos eleitores inscritos em cada ilha e teria por função dirigir política e administrativamente a ilha. Uma parte dos poderes conferidos ao governo regional pelo Estatuto Autonómico deveria transitar para o Conselho Político de Ilha; e o governo regional deveria exercer uma tarefa política de coordenação dos Conselhos de Ilha.
Se não se proceder a esta alteração política, seis ou sete das ilhas do arquipélago dos Açores ficarão em breve despovoadas, com os desempregados a fugirem para a emigração.
Para além desta alteração político-administrativa, o nosso mais importante projeto é a ampliação da pista do aeroporto para os 2.500 metros, com nova gare e respetivas instalações, fazendo do atual aeródromo da Horta um aeroporto Internacional, para aterragem e descolagem seguras das modernas aeronaves do tipo dos Airbus 320 e 321.
Essa é uma infraestrutura indispensável ao desenvolvimento do turismo do Faial e das ilhas próximas no grupo central.
Que análise faz ao Faial neste momento?
O Faial está em vias de atravessar uma crise muito séria, se não forem tomadas medidas imediatas contra ela.
Como se sabe, a economia faialense assenta no setor primário: na agricultura, na agro-pecuária e na atividade piscatória.
Quanto às pescas, o sistema de quotas imposto pela União Europeia em Bruxelas, sem resistência do governo regional e sem luta do governo da república, tem como consequência que toda a gente pode pescar nos Açores o que quiser, menos os pescadores açorianos. O nosso peixe é roubado pelos espanhóis, franceses e japoneses, sem que tenhamos meios militares, aéreos e navais para nos defendermos dos piratas. Há pescadores açorianos que já foram agredidos dentro das suas próprias embarcações por
Manuel Humberto de São João, é atualmente secretário-geral do PPM.
Advogado e residente na ilha do Faial, foi nº 4 da lista do Partido nas eleições europeias de 2014.
Defende a ampliação da pista do aeroporto da Horta e garante que o próximo orçamernto regional só será aprovado pelo seu partido se for contemplada no próximo programa de governo.
Quais são os principais projetos que o seu partido gostaria de ver implementados na ilha do Faial?
Em primeiro lugar a ampliação da Pista do Aeroporto da Horta. “Arranquei” do Presidente do Presidente e do Deputado do Partido, Dr. Paulo Estêvão, o compromisso que o PPM só viabilizará um futuro Governo do PS se o Programa de Governo contemplar a ampliação da pista do Aeroporto da Horta, se necessário com verbas oriundas do Orçamento Regional. As ligações aéreas do Faial com o exterior devem ser reforçadas e advogo o regresso da TAP, que não considero um assunto fechado. No que diz respeito à economia do mar, defendo a criação de um programa de apoio à área das pescas na ilha do Faial, tendo em conta as especiais dificuldades por que passa o sector. A Licenciatura em Ciências do Mar deve ser imediatamente criada na ilha do Faial, devendo o Governo Regional suportar as despesas inerentes à sua instalação se for necessário. As ligações marítimas devem ser incrementadas e regressar à anterior normalidade e pontualidade.
O PPM, através do deputado Paulo Estêvão, foi o único Partido que se opôs à criação de um grande centro redistribuidor das mercadorias marítimas para todo o Grupo Central na Praia da Vitória, algo que nos colocaria na dependência logística e comercial da ilha Terceira. Somos a melhor garantia que isso não sucederá e a única força política com vontade de o impedir.
Temos um projeto ambicioso para o ensino profissional na ilha do Faial. Queremos transformar a nossa ilha numa referência regional do ensino profissional através da atração dos melhores formadores nacionais, da adoção das práticas pedagógicas mais avançadas nesta área e da integração criteriosa dos alunos na atividade funcional empresas ao longo do período formativo e da reorientação da oferta formativa para áreas com grande procura no mercado de trabalho.
Defendo a conclusão do Estádio Mário Lino e o incremento das verbas atribuídas ao desporto faialense, que está a viver momentos difíceis. Quero recuperar o nosso protagonismo nesta área. No âmbito da valorização das nossas respostas ao crescimento do turismo, defendo a urgente recuperação das Termas do Varadouro e a valorização das nossas zonas balneares. Na agricultura considero que devemos apostar fortemente na diversificação e valorização dos produtos de valor acrescentado na fileira do leite, em especial os queijos.
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Decorreu esta semana, no Airbus Training Cent, na cidade de Toulouse, com a participação de pilotos da Azores Airlines, representantes da NAV E.P.E e da ANAC (Autoridade Nacional da Aviação Civil) a simulação dos procedimentos de aproximação para o aeroporto da Horta com apoio no GPS, no âmbito do projeto RISE.
Terá ficado, assim, concluída mais uma fase de implementação deste projeto europeu que comtempla, em Portugal, procedimentos de aproximação para os aeroportos da Madeira, Horta e Ponta Delgada.
Esta sessão de treinos em simulador visou incorporar, no sistema de navegação do avião, o procedimento desenhado para o aeroporto da Horta para verificar, entre outros, a sua fiabilidade, os riscos de segurança associados, tudo em condições de voo simulado o mais próximas da realidade.
Para além do competente treino das tripulações e antes dos referidos procedimentos serem submetidos à autoridade aeronáutica nacional –ANAC- para aprovação e publicação, devem seguir-se os “trial flights” (cerca de 20), a realizar pelas aeronaves em condições atmosféricas de boa visibilidade, tendo em vista aferir, entre outras, se estão devidamente acauteladas as distâncias mínimas aos obstáculos existentes no caminho de aproximação para aterragem.
De acordo com informação recentemente divulgada, pelo Conselho de Administração da Sata, esta companhia aérea espera, no decorrer de 2017, ter os seus aviões A320 e respectivas tripulações, certificados para voarem este tipo de aproximações aos aeroportos.
João Sousa, central brasileiro de 21 anos do Sp. Horta, caiu esta quarta-feira inanimado logo ao segundo minuto do encontro da 4.ª jornada do campeonato nacional, no terreno do Maia ISMAI.
O jovem jogador perdeu de imediato os sentidos e foi transportado para o hospital de São João, no Porto, em paragem cardíaca.
Entretando, o jogador foi reanimado pela equipa do INEM, que prontamente chegou ao local, e está internado com prognóstico muito reservado.
O encontro foi interrompido e será remarcado para outra data, com o resultado de 1-0 favorável à equipa do Sp. Horta.
O “pai do trail” no Faial, Mário Leal, marcou pelo segundo ano consecutivo, presença na prova Banco BIC 24h Portugal e classificou-se em quinto lugar da geral, ao correr 174,66 kms, na 24h solo, durante 24:22:38.
Já no ano passado este atleta do Clube Independente Ilha Azul e diretor de prova do Azores Trail Run, tinha marcado presença nesta prova tendo feito 168 Km, em 24:14:55, terminando em 9.º da classificação geral.
A 3ª edição das 24h Portugal teve lugar no passado fim de semana, 17 e 18 de setembro, no Parque Urbano de Vale de Cambra e contou com a participação de mais de 600 atletas.
Com caraterísticas únicas, a prova desenrola-se durante um período ininterrupto de 24 horas, com início ao meio dia de sábado e terminando 24 horas depois. Correr a maior distância possível em 24h00, num circuito fechado, com a extensão de 2,1 quilómetros é o desafio que a organização lança aos participantes. Nela podem participar atletas a solo ou em equipa de 2 ou 4 atletas.
Paralelamente existe uma prova de 3 horas em que o atleta escolhe a hora a que pretende partir entre 4 à sua escolha. Decorrem ainda várias iniciativas de cariz solidário como uma caminhada solidária a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro, que decorreu na manhã de domingo.
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A informação da Câmara Municipal da Horta a alertar para o facto do Plano de Urbanização da Cidade da Horta (PUCH), obrigar à cedência da sede atual dos Bombeiros quando tivesse pronto o novo Quartel, apanhou a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários do Faial (AHBVF) e os seus sócios, de surpresa.
Para analisar a situação a Associação convocou mesmo uma Assembleia Geral Extraordinária. Esta acabou, por ser interrompida por decisão dos sócios que entenderam ouvir primeiro as propostas da autarquia, antes de tomar qualquer decisão.
Na passada segunda feira a AHBVF, reuniu em Assembleia Geral Extraordinária, para deliberar sobre a contrapartida exigida pela autarquia faialense, relativamente à cedência do terreno municipal destinado ao novo quartel, face à cedência da sede atual dos bombeiros.
Segundo o Presidente da Direção, José Manuel Braia Ferreira, esta situação apanhou de surpresa os sócios e até a própria direção.
José Braia Ferreira contou ao Tribuna das Ilhas que, por unanimidade, os sócios “entenderam interromper a reunião” e “não tomar qualquer posição” sem antes reunir com a Câmara Municipal da Horta (CMH), no sentido de “encontrarem um acordo que permita às duas partes se entenderem”, e que “da aplicação do PUCH, seja encontrada uma forma que a curto, médio e longo prazo, defina a localização do atual Quartel e da Associação”, afirmou.
O presidente adiantou, que “da parte não só dos bombeiros, como dos sócios, houve alguma surpresa pelo facto de esta situação estar prevista no Plano de Urbanização aprovado em 2010”. Braia Ferreira, explicou, que embora esta posição tivesse prevista no PUCH, “nem toda a gente lê estes planos”, por isso, “essa questão em 2007 tinha sido falada e depois nunca mais foi observada nem analisada”, vindo agora a público “porque a Câmara apresentou o seu mais recente projeto o Plano Integrado de Regeneração Urbana (PIRUS) e voltou a tocar no assunto”, adianta.
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