No âmbito do projeto “Empreendo o Meu Negócio”, a SDEA está a realizar, entre os dias 10 e 28 de setembro, no Centro Associativo Manuel de Arriaga, mais uma ação de fomento do empreendedorismo.
Esta ação prevê a atribuição de um prémio, no valor de 3.500 euros, para as cinco melhores candidaturas apresentadas em cada formação do presente projeto.
Está a decorrer, entre os dias 10 a 28 de setembro, no Centro Associativo Manuel de Arriaga, mais uma ação de fomento ao empreendedorismo promovida pela Vice-Presidência do Governo, através da SDEA - Sociedade para o Desenvolvimento Empresarial dos Açores, em parceria com a CRESAÇOR, com a Direção Regional do Emprego e Qualificação Profissional e com a Urbhorta.
No âmbito do projeto “Empreendo o Meu Negócio”, esta iniciativa tem por objetivo proporcionar aos formandos conhecimentos na área empresarial, com vista à criação de empresas que potenciem, em termos económicos, os recursos endógenos dos Açores.
Adicionalmente, esta ação visa ainda, promover a criação efetiva de empresas no seguimento da frequência da formação inserida no âmbito da medida “Empreendo o Meu Negócio”, estando previsto a atribuição do prémio ‘Empreendo o Meu Negócio’, no valor de 3.500 euros, para as cinco melhores candidaturas apresentadas em cada ação deste projeto.
Segundo o Gabinete de Apoio à Comunicação Social (GaCS), o projeto destina-se a “indivíduos desempregados, com escolaridade mínima obrigatória, inscritos nas Agências para a Qualificação e Emprego, sendo ainda extensível a alunos universitários de cursos de licenciatura, mestrado ou doutoramento que pretendam criar uma empresa”.
Esta formação abrange ainda “jovens inseridos em projetos da Direção Regional da Juventude com interesse em desenvolver uma atividade económica no âmbito das indústrias criativas, além de empresários do ramo do artesanato que pretendam adquirir competências na área da gestão de empresas e empresários de micro, pequenas e médias empresas que pretendam adquirir competências também nesta área”, informa o GaCS.
A terceira ação do movimento Faial sem beatas decorreu no passado sábado na Praia do Almoxarife.
Segundo a extensão faialense do movimento Portugal sem beatas estas iniciativas têm como objetivo sensibilizar a população do Faial, assim como os visitantes à ilha, a não deitar para o chão as beatas de cigarro.
Depois da Praia de Porto Pim e da Praia da Conceição, foi a vez da Praia do Almoxarife receber mais uma ação do movimento Faial sem beatas.
O Faial sem beatas, extensão faialense do movimento Portugal sem beatas, levou a efeito no passado sábado dia 8 de setembro a sua terceira incitativa de combate às beatas na ilha do Faial.
“A primeira iniciativa teve a participação de mais de duas dezenas de voluntários, que contribuíram para deixar a Praia de Porto Pim com menos 2421 beatas”, revelou o movimento numa nota enviada à nossa redação, revelando ainda que a “segunda iniciativa contou com 11 voluntários, que recolheram 2364 beatas na Praia da Conceição e área circundante”.
Segundo a extensão faialense do movimento Portugal sem beatas “as beatas são responsáveis por poluição visual e olfativa e não são biodegradáveis, demorando cerca de 20 anos a degradar-se e nunca se decompondo na totalidade”, para além do mais “são tóxicas. Uma beata pode contaminar até dois litros de água. Aves, peixes e outros animais confundem beatas com comida, o que pode ser letal”, alertam ainda.
Para este movimento e porque “o que é preciso, mais do que limpar, é não sujar”, estas iniciativas “têm como objetivo sensibilizar a população do Faial, assim como visitantes à ilha, a não continuarem a deitar para o chão beatas de cigarro”.
O Faial sem beatas tem o apoio da tararecuperável.org, da Associação Portuguesa do Lixo Marinho, do movimento Portugal sem beatas, dos Parques Naturais dos Açores, do Hospital da Horta e da Câmara Municipal da Horta, que se responsabiliza pela recolha das beatas apanhadas, após realizada a contagem total.
Já foi apresentado o plantel da equipa sénior que irá representar o Grupo Desportivo Cedrense (GDC) no Campeonato de Futebol dos Açores na presente época.
Constituído por 23 elementos, todos faialenses, o plantel é treinado por Eugénio Botelho.
O Campeonato de Futebol dos Açores tem início no dia 23 de setembro do presente ano e termina a 12 de maio de 2019.
Decorreu no passado domingo, a apresentação oficial da equipa sénior do GDC que irá participar no Campeonato de Futebol dos Açores na época 2018/2019 que incluiu ainda a realização de uma partida com o Futebol Clube Urzelinense, na qual a equipa da casa venceu por seis bolas a zero.
O plantel constituído por 23 elementos, todos eles do Faial, conta com três guarda-redes e é treinado por Eugénio Botelho. São jogadores: Luís Freitas, Celso Faria, João Capaz, Álvaro Silveira, Valdo Silva, Tiago Abreu, Luís Paulo, Tiago Medeiros, José Mendonça, Diogo Picanço, Ivo Catarina, Leandro Sousa, Leandro Goulart, Pedro Soares, André Silva, Paulinho Furtado, Diogo Silva, Iven Alvernaz, Yuri Bettencourt, António Freitas, Pedro Rosa, Rui Garcia, Nelson Bettencourt e Marcelo Silva.
Na sessão de apresentação foram também entregues os novos equipamentos pelos patrocinadores, nomeadamente a Câmara Municipal da Horta, representada pelo vereador Felipe Menezes, e a Junta de Freguesia dos Cedros, representada pelo seu presidente, Vitor Vargas.
Na ocasião, o presidente da Direção do GDC, em declarações ao Tribuna das Ilhas, afirmou que “preparámos o plantel da melhor maneira possível”, dizendo que “temos um bom plantel para representar bem a Associação de Futebol da Horta (AFH)”.
Para o clube, o principal objetivo é a manutenção no campeonato, revela Carlos Rosa, salientando que os jogadores e a direção estão conscientes que “será uma tarefa difícil”.
“Não estávamos à espera. Isto para nós foi um salto muito repentino”, sublinhou o representante do clube, relembrando que foi há apenas três anos que o GDC subiu ao Campeonato de Futebol dos Açores, tendo sido despromovido na época seguinte.
Para além da equipa de seniores, o GDC aposta na formação do futebol com os escalões de Iniciados e Benjamins e no futsal.
“Temos também a equipa de futsal na 2.ª divisão nacional, que é um feito aqui no Faial, que se não me falha a memória, nunca esteve lá ninguém da AFH”, avança Carlos Rosa.
A equipa de futsal foi formada na época passada por jogadores da equipa de futebol e alguns antigos jogadores do clube, e conseguiram sagrarem-se Campeão da AFH ganhando o direito participar no Campeonato Nacional 2ª divisão na época 2018/2019. “Não estávamos à espera porque havia outros clubes que tinham investimentos e que levam isso mais a sério, principalmente, São João do Pico que fez um bom investimento”, afirmou o presidente.
Para este ano, conseguiram reunir “um bom lote de jogadores” por isso o presidente tem “esperança de que vai representar bem a AFH” no campeonato nacional, afirmou.
O plantel de futsal é formado por 13 elementos, 10 jogadores de campo e três guarda-redes.
O GDC conta nesta época, para além dos patrocínios já mencionados, com o apoio do Governo Regional, através da Secretaria Regional do Desporto.
O primeiro jogo da época para o Cedrense realiza-se no próximo dia 23 de setembro contra Rabo de Peixe no campo da Lajinha.
Integrado nos festejos em honra de Nossa Senhora do Socorro decorreu no passado sábado a II edição do Salão Trail Run.
O evento reuniu cerca de uma centena de atletas adeptos da modalidade num convívio pelos trilhos daquela freguesia.
A segunda edição do evento Salão Trail Run, que se realizou no passado dia 08 de setembro integrado na Festa de Nossa Senhora do Socorro, Padroeira da Freguesia, revelou-se mais um sucesso, não só pelo número de atletas que compareceram à partida, que surpreendeu a organização, bem como pelo convívio e ambiente de boa disposição.
Dividido em duas modalidades, uma prova de trail run com um percurso de 16 kms e uma caminhada de 6 kms, a edição deste ano ficou marcada pela presença de atletas, vindos do Pico, de S. Jorge e até de Santa Maria.
Organizado por um grupo de Saloenses, o evento tem por objetivo mostrar aos participantes a história desta freguesia rural que tem uma “forte ligação à terra e ao mar, este último com o grande peso histórico da faina baleeira”, lê-se no blog de divulgação do evento
Nesta edição foi também apresentada a equipa que vai representar a freguesia em eventos dentro e fora da ilha. Segundo a organização é uma equipa constituída por atletas cujo objetivo maior é levar o “nome da freguesia aos trilhos açorianos”.
À nossa reportagem, Marília Medeiros mostrou-se satisfeita com o sucesso do evento, avançando que “o número de inscritos foi de 116, mas após algumas desistências participaram 100 atletas, um número que superou a primeira edição que contou com 72 participantes”.
De acordo com a porta voz do grupo “este é um evento a repetir, uma vez que tiveram um excelente feedback dos atletas, dos quais registaram algumas ideias para o próximo ano”, revelou.
Os atletas partiram ao som do Búzio de José Correia, som que em outros tempos indicava que os moinhos da freguesia já tinham moído o milho.
O primeiro atleta a cortar a meta foi o vice-campeão nacional de trail, que representa o Clube Independente de Atletismo Ilha Azul (CIAIA) Dário Moitoso que levou 1h13,57s.
O pódio do escalão de seniores masculinos foi ocupado por atletas do CIAIA. Dário Moitoso ocupou o lugar mais alto, o segundo foi Ricardo Ávila, que levou mais 3,48s que o primeiro classificado e Marcelo Salgueiro fechou o pódio ao concluir a prova com o tempo de 1h23m09s.
No mesmo escalão, mas femininos Andrea Mota foi a primeira mulher a cortar a meta. A atleta completou os 16kms em 1h52m56s. Tânia Jorge foi a segunda registando o tempo de 2h01m18s e Patrícia Silveira, a atleta mais jovem em prova ocupou o terceiro lugar do pódio, registando o tempo de 2h21m33s.
No escalão mais de 40 o primeiro lugar foi ocupado por Francisco Salgueiro do CIAIA, com o tempo de 1h26m54s, seguido de Luís Rodrigues com o tempo de 1h29m35s e Roberto Vieira ocupou o último lugar do pódio registando o tempo de 1h30m45s.
Em femininos a atleta de São Jorge foi a primeira, Clara Fonseca, secundada por Olga Junqueira e Nilza Garcia fechou o pódio.
A cidade da Horta acolheu no passado fim de semana o III Congresso da UGT/Açores - União Geral dos Trabalhadores que reuniu mais de 80 congressistas em torno do crescimento económico, do emprego e justiça social.
Nesta reunião magna dos sindicatos açorianos Francisco Pimentel foi reeleito para mais um mandato de quatro anos à frente da união sindical dos Açores.
O III Congresso Regional da UGT/Açores decorreu na Horta, no passado fim de semana e para além da presença do secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (SINTAP), José Abraão e do Secretário-geral da UGT e da FRESAP, Carlos Silva, contou ainda com a presença de 86 congressistas.
Numa conferência de imprensa que antecedeu o evento, Francisco Pimentel, presidente da UGT-Açores, apresentou como temas principais do Congresso o Crescimento Económico, do Emprego e a Justiça Social.
“Há três aspetos que para nós são fundamentais e que são aliás o tema deste congresso: Crescimento Económico para mais e melhor emprego”, afirmou o Francisco Pimentel, adiantado que “esta é uma realidade que tem sido transmitida pelos pais trabalhadores de filhos desempregados e que apela a necessidade da Região diversificar e modernizar a sua economia” de forma a dar resposta às necessidades dos jovens qualificados, com o objetivo de “fixá-los e assim combater a desertificação nos Açores”, defendeu.
Outro dos temas em discussão prende-se com crescimento do emprego “mais qualificado”, para dar mais “perspetivas de futuro aos nossos jovens e aos nossos trabalhadores”, disse Francisco Pimentel.
O dirigente apontou como “nota positiva” o facto da Região estar “a baixar o desemprego acompanhando aquilo que é o fenómeno nacional”, lembrando no entanto que “há dados oficiais do Serviço Nacional e Regional de Estatística, que apontam que o desemprego nos Açores, conjuntamente com o da Madeira continua a ser dos mais altos de todas as Regiões do país”.
No entender do sindicalista “é preciso fazer mais e melhor para que se dê perspetivas aos desempregados, aos quais temos que acrescentar, infelizmente, cerca de 5800 pessoas em programas ocupacionais”, frisou.
A este respeito, o líder da UGT/Açores considerou que os programas ocupacionais “são importantes enquanto forma de mitigar a problemática social e as disfunções sociais associadas ao emprego, mas não podem constituir respostas permanentes definitivas para os desempregados”, defendendo que “é preciso substituir os programas ocupacionais por políticas ativas de emprego que deem aos jovens desempregados e aos desempregados perspetivas de um emprego que permita constituir a sua vida profissional e familiar”, disse.
Segundo o dirigente sindical, “é também matriz da UGT/Açores a negociação coletiva e a concertação social”.
Neste sentido, registou que o facto de a Região apresentar “dados preocupantes”, o que levou a UGT a desafiar as forças sociais vivas e os parceiros sociais a constituir uma parceria com vista a debater e encontrar alternativas para o desenvolvimento económico dos Açores.
De acordo com o dirigente sindical esta parceria permitiu a apresentação “de três propostas ao Governo”, nomeadamente, baixar a carga fiscal “que continua não só a nível nacional, mas também Regional a ser das mais altas desde a vinda da Troika”, a revisão e alteração do novo conselho económico social “que teve uma boa abertura por parte do Governo Regional e também do maior partido da oposição o PSD”, e “por último uma proposta de revisão que infelizmente claudicou perante resistências dos vários partidos que foi a revisão dos Conselhos de Ilha”, avançou.
Francisco Pimentel, referiu ainda que outros dos focos deste congresso, diz respeito aos aumentos salariais na Administração Pública.
O dirigente lembrou que a Ad-ministração Pública desde 2009 não tem aumentos. “Isto significa que muitos, cerca de metade dos funcionários públicos da Administração Regional dos Açores, e estamos a falar de um universo de 17mil funcionários não tiveram aumentos e os descongelamentos abrangeram apenas cerca de 50% da realidade regional”, registou.
“Nós temos debatido também a urgência de haver uma atualização da remuneração complementar/subsidio de insularidade que não é atualizada desde 2012”, destacou ainda Francisco Pimentel.
Na ocasião, o secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (SINTAP), José Abraão, deixou também algumas preocupações em relação aos funcionários públicos, nomeadamente aos açorianos.
O dirigente destacou que o SINTAP tem lutado pela reposição dos diretos e a reposição de rendimentos registando que em “consequência das medidas vem tomando” conseguiu acabar com aquilo que considera como um “retrocesso civilizacional” quando se passou das 35 para as 40 horas semanais de trabalho.
Neste contexto José Abraão refere que “no continente foi possível negociar com o Governo a aplicação das 35 horas a partir de julho, nomeadamente no sector da saúde”, no entanto segundo o sindicalista, “na Região Autónoma dos Açores os trabalhadores ainda mantém as 40 horas semanais incompreensivelmente já que o SINTAP apresentou propostas à Secretaria Regional da Saúde há mais de um ano”, denunciando que a proposta que receberam por parte do governo aponta para que a medida entre em vigor apenas a 1 de janeiro de 2019”, lamentou.
“Vivemos num país único e o apelo que fazemos ao Governo e à Secretaria Regional da Saúde, vai justamente no sentido que tão breve quanto possível este processo seja negociado e concluído nos mesmo termos do continente sem necessidade de penalizar os trabalhadores da Região Autónoma, nomeadamente dos Hospitais EPE”, defendeu.
José Abraão salientou também que no continente se encontra a decorrer um programa que tem por objetivo regularizar os vínculos precários de todos os trabalhadores que desempenham funções na Administração Pública, denunciando que “infelizmente na Região Autónoma dos Açores, quase não se registou qualquer processo de regularização a não ser num ou noutro Município, porque o Governo Regional não deu um passo que fosse no sentido de procurar resolver estes problemas, mantendo a justiça de procurar resolver as necessidades permanentes dos serviços com trabalhadores precários, mal pagos e na expetativa de poder vir a ter um posto de trabalho permanente”, acusou.
José Abraão, revelou ainda que o SINTAP no âmbito do Orçamento de Estado(OE) para 2019 tem propostas concretas para os aumentos salariais, considerando “que o aumento dos salários é fundamental para reter trabalhadores nos serviços públicos, para que as pessoas não tenham de emigrar”, retorquiu.
No que se refere à questão dos salários, o líder do SINTAP diz não aceitar que “nos voltem a dizer que seja pela redução da ADSE, que seja pela redução dos impostos, se está a melhorar os rendimentos sem aumentar os salários”.
José Abrão para o OE defende ainda a reposição dos 25 dias de férias, e a remoção das medidas que apresentam restrições aos trabalhadores, nomeadamente em relação progressão da carreira.
Por sua vez Carlos Silva secretário-geral da UGT, defendeu a necessidade de aumentar os salários em Portugal, não só na função publica, mas de todos os trabalhadores.
O sindicalista acusou o governo de “falta de sensibilidade social”. No entender de Carlos Silva “a sensibilidade social passa pela compreensão dos problemas das pessoas e um dos problemas que hoje toda a Europa reclama e exige é a negociação coletiva e salários dignos”.
Carlos Silva, salientou, a este respeito que “Portugal dentro da Europa Ocidental toda é o país que mais baixos salários, ao nível do salário mínimo tem”, disse.
O dirigente sindical deixou um apelo aos governos para se sentarem com os sindicatos e com os parceiros empregadores à mesa e defendeu a concertação social.
Este III Congresso da UGT serviu também para eleger os novos órgãos sociais para o próximo mandato (2018/2022). Francisco Pimentel foi reeleito para mais um mandato à frente da união distrital.
O Azores Trail Run® voltou a marcar presença no Ultra Trail do Mont Blanc – UTBM, considerado o maior evento de trail do mundo.
O certame serviu também de palco para a realização de várias reuniões do Ultra Trail World Tour e da ITRA – Associação Internacional de Trail Running, da qual o diretor da prova açoriana Mário Leal integra a direção.
O Azores Trail Run® voltou a marcar presença com um stand na maior Feira de eventos de trail do mundo que decorreu em Chamonix, França, entre os dias 28 e 31 de agosto, em simultâneo com o UTMB.
Durante o certame a comitiva faialense aproveitou para promover os vários eventos Azores Trail Run®, com destaque para o Azores Trail Run® - Whalers’ Great Route, que acontece no último fim-de-semana de maio, e que em 2018 trouxe ao Faial cerca de 800 atletas, de 30 nacionalidades.
Numa nota distribuída às redações a organização da prova considera que “a presença neste certame é de extrema importância, já que permite apresentar o evento internacionalmente aos muitos milhares de atletas que marcam presença”, neste evento.
“Mais do que a apresentação das provas Azores Trail Run®, a presença em Chamonix é, também, uma forma de promoção do destino Açores”, avançam.
No documento, a organização do Azores Trail Run® avança ainda que “durante a feira realizaram-se também importantes reuniões do Ultra-Trail World Tour e da ITRA – Associação Internacional de Trail Running”, onde marcou presença Mário Leal, diretor de prova de um dos maiores eventos de trail dos Açores.
De salientar que, em 2018, a Whalers’ Great Route do Azores Trail Run® integrou o Ultra-Trail World Tour, na categoria “Discovery Races”.
Na sequência dessa presença, a organização adianta que “Mário Leal marcou presença na reunião que decorreu em Chamonix, e onde foi feito o balanço das provas já decorridas em 2018, bem como algum trabalho de preparação para 2019. Questões como a comunicação dos eventos e a política de saúde a eles associada também estiveram em análise”, lê-se no documento .
Já na reunião da ITRA, organismo do qual Mário Leal integra a direção, na qualidade de representante dos organizadores de eventos de trail-running portugueses, a organização do próximo campeonato do mundo foi o tema em destaque.
“A presença do Azores Trail Run® junto do UTWT e da ITRA é, também, um sinal importante do destaque que os Açores começam a ter no panorama mundial da modalidade”, defende a organização.
De referir ainda, que neste momento o Azores Trail Run® está a preparar a próxima edição da aventura no Triângulo.
A quarta edição do Triangle Adventure Trail, que decorre já nos dias 5,6 e 7 de outubro, tem como palco as ilhas do Pico, São Jorge e Faial.
O Azores Triangle Aventure é um evento desportivo de trail running organizado pelo Clube Independente Atletismo Ilha Azul (CIAIA) em que os atletas são convidados a correr durante três dias em três ilhas de características diferentes, percorrendo o total de 102 Km acumulados.
De salientar que a edição de 2017 deste evento reuniu cerca de 150 participantes, de 7 nacionalidades diferentes e revelou-se mais um sucesso do AzoresTrailRun® reafirmando as potencialidades dos Açores, e do Triângulo em particular, na modalidade de Trail Running.
Carlos Ferreira e Luís Garcia do PSD/Faial manifestaram-se contra mais um adiamento das obras da segunda fase da requalificação da Escola Básica António José de Ávila.
Num comunicado remetido às redações os faialenses avançam que "o Governo continua a arranjar desculpas para justificar a opção de não iniciar uma obra que devia estar concluída há vários anos".
Os deputados do PSD/Açores eleitos pelo Faial criticaram esta semana o novo adiamento das obras da segunda fase da requalificação da Escola Básica António José de Ávila.
De acordo com Carlos Ferreira e Luís Garcia, a situação foi dada a conhecer pelo Governo Regional numa resposta a um requerimento que os social democratas apresentaram no passado mês de junho.
Para os deputados faialenses, "o Governo continua a arranjar desculpas para justificar a opção de não iniciar uma obra que devia estar concluída há vários anos", afirmam.
De acordo com os parlamentares social-democratas, “em janeiro de 2013, o Secretário Regional da Educação anunciou que as obras decorreriam ainda durante a anterior legislatura (2012/2016)”, salientando que, na Carta Regional de Obras Públicas, “o investimento foi apontado para o segundo semestre de 2015”.
Neste contexto os deputados recordam ainda que “já em 2009, a requalificação daquele estabelecimento de ensino tinha servido de justificação para o cancelamento da adjudicação da construção do Estádio Mário Lino”, acrescentando ainda, que mais recentemente, “foi anunciado que o investimento aguardaria pela conclusão das obras do Lar das Criancinhas da Horta - O Castelinho, uma vez que aquela instituição estava a utilizar a Trinity House, situação que também já está ultrapassada2, lembram.
Na resposta dada aos social democratas, “o Governo refere que o concurso só será desencadeado após as intervenções nos estabelecimentos de ensino da Região com coberturas contendo amianto, sem apresentar qualquer data para o efeito”, dão a conhece, adiantando que no documento estavam inumeradas “as sucessivas promessas” e era exigido o lançamento imediato do concurso.
“Mesmo compreendendo a necessidade de intervenção nas escolas com amianto - já fora dos prazos a que o Governo se tinha comprometido - até por razões de saúde pública", para Carlos Ferreira e Luís Garcia, "não se compreende a razão da falsidade dos anúncios anteriores, e de mais uma vez serem os faialenses a ficar para trás”, afirmam.
“A primeira fase das obras de requalificação da Escola Básica António José de Ávila foi inaugurada a 14 de setembro de 2014 e, passados 4 anos, mais de 600 alunos e toda a comunidade educativa continuam à espera da prometida segunda fase, que contempla instalações essenciais ao desenvolvimento do projeto educativo, nomeadamente espaços para atividades desportivas, sala de ensino especial, laboratórios de ciências e espaços ao ar livre”, salientam os deputados faialenses.
Na apresentação da sua candidatura aos militantes social-democratas faialenses, Alexandre Gaudêncio defendeu a revisão do modelo de transporte aéreo para o Faial.
O candidato à presidência do PSD/Açores garantiu que esta matéria será “uma prioridade” caso seja eleito.
No passado dia 5 de setembro, Alexandre Gaudêncio apresentou, na sede do PSD no Faial, a sua candidatura à presidência do partido nos Açores aos militantes social-democratas faialenses, defendendo a revisão do atual modelo de transporte aéreo para o Faial.
“À frente dos destinos do PSD/Açores iremos colocar na ordem do dia as preocupações dos faialenses, sendo a matéria dos transportes aéreos e marítimos uma prioridade há muito reivindicada pela população, mas que o atual governo regional, presidido por Vasco Cordeiro, tem feito ouvidos de mercador aos anseios dos faialenses”, afirmou o candidato.
O social democrata considera existir uma “necessidade premente de se melhorar o serviço público de transportes, em especial o aéreo”, bem como de se “iniciar um processo que permita atrair outras companhias aéreas para o Faial, como as low cost, de modo a impulsionar o turismo e outros serviços numa ilha que merece mais atenção por parte do executivo regional”, salientou.
Na ocasião, Gaudêncio anunciou que outro dos seus compromissos passa pela revisão e avaliação regular dos resultados no Turismo do modelo de Obrigações de Serviço Público, em vigor desde 2015.
O candidato abordou ainda temas como a saúde e o estado das vias terrestres.
Relembre-se que as eleições diretas para líder do partido estão agendadas para dia 29 de setembro.
O Partido Socialista dos Açores vai estar reunido este fim de semana em congresso na Praia da Vitória, na ilha Terceira.
Os mais de 300 delegados socialistas vão debater a Moção Global de Orientação “Pelos Açores, Com os Açorianos”.
Arranca hoje na ilha Terceira o XVII Congresso do PS/Açores que vai contar com a presença de 345 delegados socialistas e independentes.
Os delegados representantes das nove ilhas dos Açores vão analisar e debater a Moção Global de Orientação “Pelos Açores, Com os Açorianos”.
A 17ª edição da reunião magna dos socialistas vai ainda contar com a participação de alguns oradores independentes, com destaque para Paulo Madruga do ISEG (Instituto Superior de Economia e Gestão) e Duarte Pimentel, Doutorado em Gestão e Economia pela Universidade dos Açores.
O Presidente do PS/A Madeira é outros dos convidados do Congresso Regional que inclui, também, uma homenagem ao Fundador do Partido Socialista, Mário Soares.
A moção de orientação política que o presidente do PS/Açores, Vasco Cordeiro, apresenta neste congresso regional do partido aponta para a necessidade de “afirmar os Açores”.
“Reforçar a Coesão” e “Qualificar a Democracia”, são outras das matérias que constam na moção em análise neste Congresso socialista.
De acordo com Vasco Cordeiro o “documento pretende apresentar o posicionamento estratégico do PS/Açores face a estas áreas que reputamos de importância fundamental para o nosso futuro coletivo”.
Estão abertas até dia 9 de novembro as inscrições para a 9.ª Semana dos Resíduos dos Açores que este ano se realiza entre 17 e 25 de novembro.
Esta iniciativa, organizada pela Secretaria Regional da Energia, Ambiente e Turismo, através da Direção Regional do Ambiente, tem como temática “Prevenção de Resíduos Perigosos: Tempo para Desintoxicação!”.
Realiza-se entre 17 e 25 de novembro a 9.ª Semana dos Resíduos dos Açores, promovida pela Secretaria Regional da Energia, Ambiente e Turismo, através da Direção Regional do Ambiente, com o objetivo de integrar ações organizadas por entidades públicas e privadas em todas as ilhas.
A iniciativa, inserida na 10.ª Semana Europeia da Prevenção de Resíduos (EWWR), é destinada a entidades que se enquadrem nas categorias Administração/Autori-dade Pública, Associação/ONG, Empresa/Indústria, Estabelecimento de Ensino, Cidadão individual e Outro (por exemplo, Hospital, Lar de Idosos, Instituição Cultural, etc.).
Os interessados em promover ações e atividades de sensibilização e informação dedicadas à prevenção e gestão dos resíduos, tendo como temática “Prevenção de Resíduos Perigosos: Tempo para Desintoxicação!”, podem inscrever-se como Proponente de Ação da Semana dos Resíduos até 9 de novembro, através do formulário disponível na plataforma de inscrição, no endereço eletrónico http://www.ewwr.eu/re-gister.
A EWWR é uma iniciativa internacional que tem por objetivo a implementação, durante uma semana, de ações de sensibilização sobre a gestão sustentável dos recursos e dos resíduos, com vista à alteração dos comportamentos dos cidadãos europeus relativamente aos seus padrões e hábitos de consumo.
Sobre a coordenação da Direção Regional do Ambiente, entidade coordenadora da Semana Europeia da Prevenção de Resíduos para o território dos Açores, na edição de 2017, foram promovidas 160 ações em todo o arquipélago, envolvendo 69 entidades.