Tribuna das Ilhas

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20
julho

Grupo SATA - António Luís Gusmão Teixeira indicado para Presidente do Conselho de Administração

Escrito por Tribuna das Ilhas

Governo dos Açores escolheu novo nome para a presidência do Conselho de Administração da SATA, António Luís Gusmão Teixeira substitui, assim, Paulo Menezes, que ocupa o cargo desde o final do ano de 2015.
O Conselho do Governo aprovou uma resolução que reforçará 27 milhões de euros o capital da SATA.
PSD/Faial considera que o Governo deve mudar as políticas de transporte aéreo de forma a prestar um serviço que corresponda às necessidades do Faial.
PS/Açores afirma que as contas da SATA relativas ao ano passado merecem toda a atenção do partido, pois são prejuízos elevados com os quais não podem, naturalmente, estar felizes e que os preocupa.

No passado dia 14, a Presidência do Conselho de Administração do Grupo SATA suportou alterações e será também efetuada uma recomposição total do respetivo Conselho de Administração.
António Luís Gusmão Teixeira, licenciado em Organização e Gestão de Empresas pela Universidade dos Açores e detentor do Curso Especializado em Gestão por Projeto, ministrado pelo CEGE – Centro de Estudos de Gestão do Instituto Superior de Economia e Gestão, é o novo presidente do Conselho de Administração do Grupo SATA.
Iniciou a sua carreira profissional como monitor do Departamento de Economia e Gestão da Universidade dos Açores. Tem uma larga experiência na área de gestão privada, assim como, na formação de recursos humanos, esteve envolvido em diversos estudos económicos, entre os quais o “Impacto dos Transportes na Economia Regional – Os Transportes Aéreos, Marítimos e Terrestres na Região Autónoma dos Açores”, coordenada pela Norma-Açores.
O novo presidente foi ainda membro da equipa liderada pela EDA e SOMAGUE no processo de privatização da ELECTRA, S.A., empresa de produção, transporte, distribuição e comercialização de energia e água em Cabo Verde.
Também foi formador em diversas escolas profissionais da Região e desempenhou também funções de membro da Comissão Executiva e vogal do INOVA – Instituto de Inovação Tecnológica dos Açores.
António Teixeira já desempenhou inúmeros cargos, todavia, destacam-se o de Diretor Empresarial da Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada e de administrador da EDA, na qual assumiu diversos cargos de administração e de gerência em empresas participadas, nomeadamente na GLOBALEDA, na SOGEO, na GEOTERCEIRA, na SEGMA e na EEG. Contudo, desde julho de 2010 que desempenhava funções de gerente na empresa CODEBIN, Lda.

 

PSD/Faial exige mudanças de política na SATA e acusa a companhia de prejudicar a ilha

Em conferência de imprensa realizada na passada segunda-feira, dia 16 de Julho, o PSD/Faial exige que “além de mudar as pessoas, o Governo deve mudar as políticas de transporte aéreo, de forma a prestar um serviço que corresponda às necessidades do Faial, da sua população e da economia local”, referindo-se a respeito da nomeação de um novo gestor do Grupo SATA e da reconfiguração do seu conselho de administração.
Para o Vice-presidente da Comissão Política do PSD/Faial, Eduardo Pereira, “desde muito cedo consideramos que a atual Administração da SATA, era em conjunto com a orientação política do Governo Regional, um sério obstáculo à melhoria das acessibilidades aéreas da ilha do Faial”.
Eduardo Pereira lembrou que em março de 2017 “os deputados regionais do PSD defenderam a saída do Presidente da SATA e votaram contra a sua recondução para um segundo mandato, denunciando manipulação dos números relativos à rota Lisboa-Horta para procurar justificar a redução de voos de e para o Faial”, acrescentando ainda que “ também os representantes do PSD no Conselho de Ilha do Faial e a oposição na Câmara da Horta tomaram posições de contestação às opções da Administração da SATA e do Governo Regional, exigindo um melhor serviço da companhia aérea regional ao Faial e aos faialenses”.
O social-democrata recordou, igualmente, que o Grupo Municipal do PSD, na Assembleia Municipal da Horta, “já por três vezes levou a debate o assunto das acessibilidades aéreas e dos graves constrangimentos a que a má gestão da SATA votou o Faial, procurando sempre o consenso de todos”, referindo ainda que “no caso do pedido de demissão do presidente da SATA, apenas o PS recusou associar-se, colocando outros interesses à frente dos interesses do Faial”.
“Mesmo sem unanimidade, a moção foi aprovada e os deputados municipais do PSD reafirmaram a defesa do interesse de todos os faialenses”, adiantou Eduardo Pereira.
O dirigente social-democrata acrescentou que os faialenses demonstraram igualmente “o seu descontentamento pelo mau serviço prestado pela companhia aérea, como o provam as duas manifestações populares em frente à Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores”, salientando ainda que “tratando-se de um tema que une toda a sociedade civil da nossa ilha também a Câmara do Comércio e Indústria da Horta se manifestou, exigindo respeito pela ilha do Faial”.
Para concluir, o PSD/Faial reconhece que os trabalhadores da SATA, “apesar das dificuldades geradas por uma má gestão e políticas erradas, procuram minimizar os danos causados a passageiros e empresários, dando todos os dias o melhor de si. Esse, é certamente, um valioso capital para o futuro da companhia aérea regional”.

 

PS/Açores prestará atenção às contas da SATA do ano de 2017

Em nota remetida às redacções, o Partido Socialista Açoriano também se manifestou sobre a situação do Grupo SATA dizendo que têm consciência que o ano que passou, foi muito atípico, por diversas razões, como as consequências de greves, a saída da frota dos 310 e a subida do preço dos combustíveis, bem como os incidentes que ocorreram com diversas aeronaves e que, em determinado momento, houve imobilização de quatro aeronaves.
“É por percebermos a gravidade dos prejuízos que vemos com satisfação que o Governo dos Açores e a própria SATA tomaram um conjunto de medidas, no âmbito da sua competência, para resolver esta situação” diz o Partido Socialista no seu comunicado.
Os socialistas sublinham ainda que a empresa também já tomou um conjunto de medidas no sentido de promover uma reestruturação interna, onde se destaca a entrada ao serviço da nova frota A321.
Os deputados do PS/Açores garantem, por último, que “na medida das suas possibilidades vão acompanhar e contribuir para que a SATA ultrapasse estas dificuldades”, recusando desvalorizar a situação e entrando em ataques pessoalizados e partidários ao Presidente do Partido, sem qualquer fundamento, e que em nada servem os Açores e os Açorianos, muito menos a SATA.

 

SATA com prejuízos de 41 milhões de euros em 2017

De acordo com o relatório de contas do Grupo SATA, a empresa fechou o ano de 2017 com um prejuízo no valor de 41 milhões de euros, o que representa o maior prejuízo de sempre para a mesma.
Segundo o referido relatório, apesar de as vendas terem aumentado 14.2 milhões de euros, os prejuízos da companhia aérea também aumentaram devido aos custos com pessoal, mais especificamente de 60,3 para 62,1 milhões, e com fretamentos de aeronaves a outras companhias aéreas, que passaram de 5 para 9,8 milhões de euros.
Os capitais próprios da empresa situam-se atualmente no valor de 133 milhões de euros negativos, enquanto o passivo da transportadora aumentou de 254 para 286 milhões de euros, as dívidas a fornecedores passaram de 45 para 55 milhões de euros e as dívidas à banca aumentaram 167.1 milhões de euros.
O ex-presidente do Grupo SATA, Paulo Menezes, refere, na sua mensagem anexada ao relatório, que os resultados de 2017 foram "prejudicados" por "diversos constrangimentos operacionais", mas, mesmo assim, afirma estar certo de que "o futuro será auspicioso".

 

Governo Regional reforça capital social da SATA Air Açores

O Conselho do Governo aprovou no passado dia 02 de julho, uma resolução que permitirá reforçar em 27 milhões de euros o capital da SATA Air Açores S.A., por via da subscrição de 5.400.000 novas ações.
Segundo a resolução, esta decisão visa fortalecer a situação líquida da empresa e proporcionar-lhe uma maior robustez económica e financeira, possibilitando o regular cumprimento de transporte aéreo entre as ilhas.
O aumento do capital social da SATA Air Açores inclui-se na ampla reestruturação do setor público empresarial da Região que tem vindo a ser delineada pelo Governo dos Açores. 

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20
julho

Associação de Antigos Alunos do Liceu da Horta - Universidade Sénior debate memória do Vulcão

Escrito por Flávia Taibo

A Associação de Antigos Alunos do Liceu da Horta, através da Universidade Sénior do Faial promove, na próxima quinta-feira, dia 26, um colóquio centrado nas consequências da erupção do Vulcão dos Capelinhos no seu 60.º aniversário.

No âmbito dos 60 anos do Vulcão dos Capelinhos, a AAALH, em parceria com a respetiva Comissão, vai realizar no próximo 26 de julho pelas 14h30 um colóquio intitulado “O vulcão depois do vulcão”, concentrado na temática “O Mistério que gerou futuros”.
Este colóquio realiza-se Biblioteca João José da Graça, que presta o seu apoio também com a organização de uma exposição bibliográfica sobre a história do Vulcão dos Capelinhos.
Serão conferencistas professores e ex-professores da Universidade Sénior do Faial, criada por aquela associação há dez anos. As matérias versadas dirigem-se essencialmente à reflexão sobre as consequências do vulcão, nomeadamente, o conhecimento científico adquirido com os estudos que o vulcão determinou. No mesmo sentido, será apresentado um trabalho sobre as formas de vida que emergiram depois do vulcão (biodiversidade).
Por outro lado, será desenvolvida uma reflexão sobre as consequências para as populações, quer as que partiram como as que ficaram.
Finalmente, o Vulcão dos Capelinhos, como ficou bem demonstrado nas celebrações dos 50 anos, inspirou o aparecimento de várias formas de cultura – uma erupção de cultura, expressão “cunhada” no cinquentenário.
Serão preletores deste colóquio, todos residentes no Faial, por ordem de intervenção, Carlos Faria, Filipe Porteiro, Carlos Lobão, Maria Eduarda Rosa e Maria do Céu Brito.

 

Programa do Colóquio

14h00 – Abertura da Exposição Bibliográfica: História do Vulcão dos Capelinhos

14.30 – 15.00 Abertura do Colóquio

14.30 – 15.00 Abertura do Colóquio
- Evocação de Frederico Machado, o Cientista do Povo
- Introdução ao tema do Colóquio

15.00 – 15.20 Carlos Faria
O Vulcão dos Capelinhos: uma erupção de conhecimento

15.25 – 15.45 Filipe Porteiro
Capelinhos: depois do Vulcão a explosão da vida

15.45 – 16.00 Debate

16.00 – 16.15 Pausa/Café

16.15 – 16.35 Carlos Lobão
A geração do Vulcão: num país de (brilhante) presença portuguesa

16.40 – 17.00 Maria Eduarda Rosa
Memórias do Vulcão – um olhar sobre os que ficaram

17.05 – 17.25 Maria do Céu Brito
Vulcão dos Capelinhos: História e Imaginário

17.30 – 17.45 Debate

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13
julho

Freguesia de Castelo Branco - Mantém geminação com Castelo Branco, na Beira Baixa

Escrito por João Paulo Pereira

No passado dia 10 de Julho, a Junta de Freguesia de Castelo Branco comemorou o seu Dia da Freguesia. A sessão solene teve lugar na Igreja Paroquial da freguesia e contou com a presença de inúmeros convidados provenientes de Castelo Branco, na Beira Baixa.

Com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Beira Baixa, do Presidente da Junta e Assembleia de Freguesia de Castelo Branco, da Beira Baixa, e do Pároco da Paróquia de Castelo Branco, no âmbito de um projeto de geminação com a freguesia local de Castelo Branco, teve lugar no dia 10 de Julho, na Igreja Paroquial da referida freguesia, mais uma sessão solene do Dia da Freguesia.
Tomando a palavra, o Presidente da Junta de Freguesia, Vítor Pimentel começou por agradecer a presença dos convidados, salientando de imediato que “temos hoje novos desafios, novos obstáculos e objectivos construindo todos os dias novas abordagens e formas de as ultrapassar tendo em conta as novas realidades e o progresso que a sociedade nos coloca”.
No seu discurso Vítor Pimentel não deixou de chamar à atenção para o facto de haver, cada vez mais, um aumento das competências atribuídas ao poder local e uma redução das verbas que lhes são atribuídas, o que “torna a gestão da junta de freguesia cada vez mais preocupante”.
Para o Presidente da Junta emerge da sociedade “um novo paradigma” que se traduz “na teimosia de uns quantos em se posicionarem no lugar dos problemas e não das soluções” e que são os “treinadores de bancada”, que fazem questão de criticar sistematicamente e quando chamados a apresentar soluções apresentam-nas descontextualizadas da realidade.
Realçou, ainda, o facto de “hoje em dia é fácil produzir crítica e torná-la viral, sem assumir a responsabilidade do que se diz e faz, mesmo que ocultando-se por detrás das redes sociais e do mau jornalismo”, bem como o empenho do Município “sempre ao nosso lado” na procura das melhores soluções.
Por outro lado, Pimentel relevou o apoio concedido pelo Governo Regional que “tornam realizáveis muitas das nossas iniciativas”, não deixando, no entanto, de alertar para o facto de que não é por ser da mesma cor do Governo Regional que existem mais valias para a freguesia, mas sim porque as nossas “propostas e projectos são credíveis, sustentadas e projectadas para o futuro”.
Por sua vez, o Presidente da Junta de Freguesia de Castelo Branco, da Beira Baixa, saudou a geminação entre ambas as freguesias que considerou importante “para as nossas gentes, para a nossa cultura e educação”.
Usando da palavra o Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco disse estar muito contente pelo facto de a primeira vez que está nos Açores seja na ilha do Faial. Acrescentou depois que a geminação que estão a fazer é algo de mais forte entre ambas as freguesias, pois “conhecemos hoje a cultura da freguesia de Castelo Branco, do Faial”.
Ester Pereira, vereadora da Câmara Municipal da Horta, começou por dar os parabéns à freguesia de Castelo Branco, destacando a ligação com o município sobretudo com “o hastear da bandeira azul” na zona balnear, e a remodelação do parque infantil da escola e jardim-de-infância de castelo Branco, em processo de adjudicação.
“São estas sinergias que se pretende continuar a incutir nas nossas freguesias ao longo deste mandato” disse a vereadora, adiantando essa concretização mediante a celebração de contratos de delegação de competências com as juntas de freguesia.
Por último, tomou da palavra o Diretor Regional do Turismo, presente na sessão em representação do Presidente do Governo, que considerou a freguesia como uma das duas grandes portas de entrada da ilha do Faial “por onde têm passado desde há décadas a maioria das pessoas que aqui chegam”.
Para o responsável do Turismo açoriano “Castelo Branco é na actualidade uma das mais populosas e produtivas freguesias faialenses”.
“Servir a sociedade é precisamente aquilo que os autarcas de freguesia, o verdadeiro poder local, fazem, sacrificando muitas vezes a sua vida pessoal em prol do desafio dos seus territórios com vista ao seu desenvolvimento, frisou o Diretor Regional do Turismo.
Por fim, a Junta de Freguesia homenageou, neste dia, os 4 Impérios da freguesia, reconhecendo e valorizando a importância que as Irmandades dos Impérios da Coroa Velha, da Coroa da Lombega, da Coroa Nova e da Coroa da Ribeirinha têm para a freguesia de Castelo Branco.

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13
julho

Festival Náutico da Semana do Mar - Clube Naval da Horta apresenta programa do evento

Escrito por Flávia Taibo

O programa do Festival Náutico da Semana do Mar foi apresentado no passado dia 3 de julho no Bar do Clube Naval da Horta.
Na ocasião, José Decq Mota, o presidente da instituição, afirmou que este evento, “coração desta festa popular que é a Semana do Mar, reúne mais de 1.000 participantes num total de 12 modalidades”.

Decorreu no passado dia 3 de julho, a apresentação do programa do Festival Náutico da Semana do Mar que, segundo o presidente da Direção do Clube Naval da Horta (CNH), “ganhou conhecimento, mas nunca se fechou à evolução, pautando-se por aspetos qualitativos e quantitativos”.
Para José Decq Mota, o Festival Náutico é o maior do país e é um sustentáculo da Semana do Mar. Este ano, o evento tem lugar de 2 a 12 de agosto e conta com as modalidades de Vela Ligeira, Vela de Cruzeiro, Canoagem, Natação, Vela e Remo em Bote Baleeiro, Pólo Aquático, Motonáutica, Apneia, Mini-Veleiros, Pesca Desportiva de Barco e de Costa e Xadrez, sendo que “esta última não é uma atividade náutica, mas cerebral e o cérebro está em todas”, avança, reforçando que este evento é “representativo do melhor que tem o Porto da Horta e a Ilha do Faial, com projeção a nível nacional e internacional”.
O Festival Náutico, “coração desta festa popular que é a Semana do Mar”, reúne mais de 1.000 participantes diretos, “com desporto de qualidade internacional, atletas que se estão a afirmar no mundo das diferentes modalidades náuticas, abrangendo, ainda, uma vertente de entretenimento, além do grande convívio e troca de experiências que este evento possibilita”, frisou o Presidente da Direção do CNH.
“Além de abranger muita gente, este certame conta com pontos próprios muito fortes”, salientou Decq Mota, destacando a Regata “Les Sables/Açores (Horta)/Les Sables”, que traz ao Faial cerca de 60 veleiros, e a 30ª edição da “Atlantis Cup - Regata da Autonomia”, cuja linha de chegada encerra pelas 6 horas de domingo, dia 5 de Agosto, decorrendo o Jantar de Entrega de Prémios no dia 7.
Sobre a regata da autonomia, o presidente relembrou que este ano completa-se o desafio lançado pela Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRAA), Ana Luís, de tocar em todas as ilhas como símbolo da unidade autonómica entre as parcelas açóricas, sendo esta “uma prova desportiva de qualidade dentro da Vela de Cruzeiro, que reúne velejadores de variadas proveniências”.
Também este ano o Encontro Internacional de Vela Ligeira (EIVL) completa a sua oitava edição com a participação de mais de 100 atletas nas Classes Optimist, Laser 4.7, Laser Radial e Hansa (Vela Adaptada).
No que a esta prova diz respeito, Decq Mota afirmou que as acessibilidades aéreas são “um problema” no sentido de ser possível encontrar ligações que permitam a vinda de todos os inscritos nesta “relevante prova”. “Encontram-se nesta sala as pessoas que tratam dessa logística e que podem atestar as dificuldades vividas”, sublinha.
Atendendo ao já habitual entrave colocado pela SATA, o representante do CNH espera que “o EIVL possa ser, novamente este ano, um acontecimento com o mesmo padrão qualitativo de edições anteriores”.
O programa conta ainda com a realização de várias provas regionais oficiais, nomeadamente nas modalidades de Canoagem de Mar, Motonáutica, Vela Ligeira e Natação em Águas Abertas, com a Travessia do Canal, Travessia Longa da Doca e Travessia Curta da Doca e de momentos de convívio que se seguem a todas as provas com as cerimónias de entrega de prémios.
Não vai faltar também o Caldo de Peixe, evocativo de “como tudo começou” em 1975, com a presença dos tripulantes franceses da Regata “Les Sables/Açores (Horta)/Les Sables”.
“Queremos ter a Terra e o Mar em convívio e em festa”, disse o presidente, realçando que “todos os faialenses e, de modo muito particular, os da beira de água, são muito bem-vindos a este ambiente com presença e espírito marinheiro, acolhedor e amigo”, já que os faialenses são mundialmente conhecidos pela sua hospitalidade.
Não esquecendo a componente ambiental, serão realizadas ações de sensibilização no sentido de combater o lixo no mar e no meio envolvente.
O CNH associou-se à nona edição da campanha “Açores Entre Mares 2018” com o tema “Lixo Zero no Mar dos Açores”, da responsabilidade da Direção Regional dos Assuntos do Mar, passando esta mensagem através da distribuição de panfletos e outros materiais nos barcos, na sede, no ‘stand’ do CNH na Expo Mar e na Tenda Multiusos.
“Estamos a trabalhar para que, nos convívios e entregas de prémios a realizar, não haja material de plástico”, revelou José Decq Mota, salientando que “o Festival Náutico do CNH pretende ser um elemento ativo no combate ao lixo marinho, atendendo ao elevado número de atletas que dinamiza as diferentes secções e ao efeito de contágio que estas mensagens têm através dos mais novos”.
Para o presidente da Direção do CNH “o Festival Náutico é sinónimo de semanas de muitíssimo trabalho, onde surgem preocupações, mas, também, muitas satisfações”, acrescentando que “ainda bem que assim é, pois, atormentar e alegrar a bem do progresso desta Terra, é um sinal positivo”.
Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal da Horta (CMH), caracterizou o Clube Naval da Horta como sendo “um dos grandes parceiros da Edilidade na organização da Semana do Mar”, notando que o “Festival Náutico está cada vez mais fortalecido, fazendo com que na Ilha do Faial todas as atenções estejam viradas para o mar, foco de enorme projeção”.
Para José Leonardo Silva, a missão de valorizar o que é nosso “deve ser encarada por cada um dos faialenses, com redobrada obrigação para a Comunicação Social. Não podemos estar à espera que os outros venham fazer o nosso trabalho”.
A concluir, o edil afirmou que “o Festival Náutico, organizado pelo Clube Naval da Horta, é o evento que mais promove a Ilha do Faial a nível nacional e internacional”.

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13
julho

Ourivesaria Olímpio - 90 anos de história

Escrito por Rita Rosa

São 90 anos de histórias para contar. São várias as gerações que esta casa tem. Este ano, a Ourivesaria Olímpio comemora o seu 90.º aniversário e quer comemorar com toda a comunidade.

A Ourivesaria Olímpio foi fundada no mês de julho do ano de 1928, o dia não é sabido. Olímpio Henriques da Silva, avô dos atuais sócios-gerentes, depois de trabalhar alguns anos com o seu irmão João Inácio da Silva, fundador da Casa das Casimiras, abriu, ao lado desta, o seu próprio estabelecimento, Ourivesaria Moderna, na qual mais tarde o nome foi alterado para Ourivesaria Olímpio.
Após o falecimento precoce de Olímpio Henriques da Silva, com idade de 50 anos, o seu filho Henrique da Silva, com apenas 17 anos ficou à frente da loja num período em que a ilha vivia anos difíceis, estava atravessando uma crise económica. Nesta altura os comerciantes passavam maior parte do seu tempo a conversar às portas. Mesmo assim com todas as dificuldades sentidas, durante 54 anos, Henrique da Silva, geriu a empresa de uma forma exemplar e com visão para o negócio. Aos 71 anos, no ano de 1991, passou o seu negócio aos seus filhos, Líbia Gregório, que ficou a tempo inteiro à frente da Ourivesaria, e Henrique Silva.
Em 1991, esta empresa contava, apenas com 3 colaboradores, atualmente conta com 10. Pode-se assim afirmar que os pilares desta empresa assentam na tradição e na confiança aliando-se à inovação, qualidade e prestígio.
Os 90 anos de existência deve-se muito, acima de tudo, aos clientes que sempre acompanharam esta casa. Na passada sexta-feira, dia 7 de julho, houve um jantar como forma de agradecimento aos seus colaboradores. Não podendo esquecer os seus clientes, a Ourivesaria Olímpio quer celebrar e festejar, uma vez mais esta data, mas agora com todos os seus clientes, daí surgir o “Arraial Popular” que realizar-se-á, nesta sexta-feira, dia 13 de julho, em frente à Ourivesaria.
Decorridos 90 anos é de congratular todo o seu sucesso, até hoje, alcançado.

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13
julho

Igreja do Carmo - 22 anos depois igreja reabre ao público

Escrito por Rita Rosa

É já na próxima segunda-feira, dia 16 de julho, que a Igreja de Nossa Senhora do Carmo será reaberta.

Passados 22 anos, a Igreja de Nossa Senhora do Carmo reabre no próximo dia 16 de julho, dia da festa de Nossa Senhora do Carmo.
A Igreja encontrava-se encerrada desde 1996, altura em que encerrou para obras de construção e restauro. Mais tarde, em 2015, a Ordem Terceira do Carmo, proprietária da Igreja, reabriu a Capela dos Terceiros restaurada e agora com a ajuda da comunidade a igreja será reaberta.
A reabertura será realizada em Eucaristia presidida por Sua Excelência Reverendíssima D. João Lavrador, Bispo de Angra, segunda-feira pelas 19h30.
No mesmo dia também haverá um Concerto Comemorativo, pelas 21h00 no mesmo local. Este concerto será realizado pelo Grupo Coral de Santa Catarina, juntamente com a orquestra de cordas e sopros e contará com a participação especial de dois Solistas, a Soprano, Glória Pimentel e o Barítono, Fábio Silveira.

 

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13
julho

Futebol Clube dos Flamengos - Eleitos novos órgãos sociais para o biénio 2018-2020

Escrito por Rita Rosa

No passado dia 21 de junho, o Futebol Clube dos Flamengos, realizou eleições para novos Órgãos Sociais para o biénio 2018 – 2020.
Assim, após essas eleições, a nova Direção passou a ter como Presidente Hermínio Manuel Leal Abreu, Vice-Presidente das Atividades Administrativas, Luís Carlos Correia Garcia, Vice-Presidente das Atividades Desportivas, Idílio Manuel Garcia Melo, Secretário, Jorge Manuel Ávila da Silveira, Secretária Adjunta, Nélia Maria Correia Garcia Amaral, Tesoureiro, Emanuel Ramos da Conceição e, ainda, outros dez diretores.
Para a Assembleia Geral foi eleito como Presidente, António Manuel Amaral Silva, Vice-Presidente, Joaquim Herminio Ávila da Silveira, 1º. Vogal, Paulino Fernando Bulcão Tavares e 2º. Vogal, Reinaldo Emanuel Borges Duarte.
Para finalizar, o Conselho Fiscal passou a ser formado pelo Presidente, Herminio Paul Melo Caetano Sousa, Vice-Presidente, Paul George Dias, Relator, José Manuel Serpa do Amaral, ambos suplentes.

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13
julho

Greve dos Professores - Partidos Políticos Regionais exigem a demissão do Secretário Regional da Educação

Escrito por Flávia Taibo

O secretário regional da Educação cancelou na véspera, alegando imprevistos de última hora, a sua audição com o Parlamento Açoriano, aprovada na Comissão de Assuntos Sociais.
Perante este cancelamento, vários partidos representados na Assembleia Legislativa dos Açores vieram demonstrar o seu descontentamento com a situação e exigir a sua demissão.

No seguimento dos requerimentos apresentados junto na Comissão de Assuntos Socias pelos grupos parlamentares do Bloco de Esquerda (BE) e do CDS-PP, foi agendada, de forma urgente, para o passado dia 6 de julho, uma audição com o secretário regional da Educação, Avelino Menezes.
Contudo, o governante cancelou, no dia anterior, essa mesma audição, alegando imprevistos de última hora e de natureza inadiável.
Perante esta situação, o BE vai agendar um debate de urgência para o próximo plenário de forma a confrontar Avelino Menezes com as reivindicações dos professores pela justa contagem do tempo de serviço para efeitos de progressão na carreira.
A nota de imprensa do grupo parlamentar do BE relembra que a agenda do plenário irá incluir também a iniciativa do partido que propõe a contabilização de todo o tempo de serviço dos professores para efeitos de progressão na carreira e que recomenda ao Governo que inicie o processo de negociação com os sindicatos dos professores para definir o modo e o prazo para a reposição deste tempo de serviço e recuperação dos salários congelados.
Por sua vez, o Grupo Parlamentar do CDS-PP afirma que o titular da pasta da Educação “deveria informar o Parlamento sobre as razões que fundamentam a falta de diálogo com os professores e a falta de vontade política demonstrada para proceder à reposição do tempo de serviço”, lê-se na nota enviada às redações.
Este grupo parlamentar reforça ainda que a atitude do secretário regional de só informar os parlamentares na véspera da audição é uma “total falta de respeito e desconsideração pelo trabalho de fiscalização política da ação do governo que é uma das tarefas fundamentais do Parlamento dos Açores, primeiro órgão de Autonomia”.
Neste sentido, e na sequência “da incapacidade demonstrada pelo Secretário Regional da Educação e Cultura de corresponder aos problemas da educação nos Açores, o CDS questiona o Presidente do Governo Regional sobre as condições políticas para a sua manutenção no cargo, atendendo à necessidade de preparar desde já o próximo ano letivo”.
A concluir a nota de imprensa, o CDS afirma que “se o Presidente do Governo Regional não tomar medidas, estará com esta omissão a legitimar o procedimento do Secretário da Educação e Cultura e a contribuir para o aumento exponencial de uma já contínua prática autocrática no exercício da atividade governativa”.
Já o PPM avança que numa “breve análise à Agenda Oficial do Governo Regional permite verificar que o membro do governo em questão” tinha a sua agenda livre para a data da audição, afirmando que “a audição se tornou politicamente incómoda para o Secretário da Educação e Cultura” o que é “um desrespeito inconcebível pelo parlamento dos Açores e pelo funcionamento democrático das instituições”.
Paulo Estevão acusa assim Avelino Menezes de “furtar-se” a um “processo de fiscalização parlamentar que tem o dever estatutário e cívico de respeitar”, pelo que a representação parlamentar do PPM “considera que o Secretário Regional da Educação e Cultura não tem condições políticas para permanecer no Governo dos Açores”, exigindo “a sua imediata demissão”.
Também o líder do PSD/Açores afirmou que o secretário regional da Educação se tornou politicamente uma “inexistência” nesta matéria, considerando já “não existir um secretário com capacidade de diálogo com os professores”.
Assim, desafia o presidente do Governo Regional “para que consiga fazer aquilo que o secretário da Educação já não consegue, que é dialogar com os professores”, apelando a que este “intervenha para resolver esta situação, que se retome o diálogo e que as competências próprias da Região em termos autonómicos sejam exercidas”.
O presidente do PSD/Açores lembrou que o partido já entregou no parlamento um projeto de decreto legislativo regional visando a recuperação integral do tempo de serviço dos professores, a efetuar de forma faseada nos próximos cinco anos, pedindo que Vasco Cordeiro e o Partido Socialista aproveitem esta proposta “que é justa para os professores e sensata para o orçamento da Região, e que assim se consiga resolver uma situação para a qual urge ter uma solução”.
Avelino Meneses foi questionado, no passado dia 4 de julho, pelos jornalistas em Ponta Delgada, aquando da apresentação do projeto base das novas instalações da Escola Básica e Integrada dos Arrifes e após se ter disponibilizado para ouvir uma representação dos professores que se manifestaram à porta da escola.
Na ocasião, o secretário regional da Educação relembrou que “em novembro passado, eu próprio, o Vice-Presidente e o Presidente do Governo Regional, assumimos o compromisso perante os dois sindicatos representativos dos professores que faríamos aplicar nos Açores a solução que viesse a ser encontrada a nível nacional. Obviamente, na sequência das negociações entre o Governo da República e as forças sindicais”.
O governante salientou estar “convictamente convencido” de que esta é “uma das melhores garantias” de que os professores dos Açores ficarão numa posição de “privilégio” em relação aos docentes do resto do país.
Para o titular da pasta da Educação, os professores dos Açores já viram recuperados mais de dois anos de tempo de serviço, correspondentes ao período de 2005 a 2007, e o Estatuto da Carreira Docente na Região “é, de facto, o mais favorável do país”.
A carreira docente nos Açores “é uma carreira livre, não conhece barreiras, não tem quotas, coisa que acontece com os professores do continente”, reforçou.
Avelino Meneses frisou ainda que que a “solução de alinhamento” com o Governo da República nesta matéria “coloca os professores dos Açores em vantagem” relativamente aos seus colegas do continente. 

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13
julho

Greve dos Professores - A bola está do lado do Governo Regional, afirmam docentes

Escrito por Flávia Taibo

No dia em que o Ministério da Educação reuniu com os sindicatos, cerca de uma centena de docentes faialenses juntaram-se numa manifestação à porta da Escola Básica e Integrada da Horta para manifestar o seu descontentamento pela contagem do seu tempo de serviço.
“Hoje é o dia em que o Ministério da Educação recebe os sindicatos, sendo, portanto, um dia simbólico para manifestar o descontentamento dos professores do Faial, que estão em greve praticamente há um mês em conjunto com o resto dos professores da Região e do país, pela contagem do nosso tempo de serviço e por aquilo que nos foi prometido, que está no orçamento de Estado e que foi também aprovado na Assembleia da República e que não nos querem contar”, afirma a porta-voz do grupo em declarações aos jornalistas.
Paula Decq Mota sublinha que os governantes têm de entender que “a palavra que dão tem de valer alguma coisa e foi-nos dito que o nosso tempo de serviço ia ser contado”, reforçando que “praticamente todos os funcionários públicos deste país têm as suas regalias repostas e os seus direitos repostos”, pelo que os professores merecem o mesmo.
Para a docente, “a educação neste momento não está a ser valorizada em Portugal e nós iremos até onde for preciso para que percebam isso”, frisando que a própria comunidade o percebe.
“Cada vez mais temos chegado à conclusão que a comunidade está do nosso lado, que entende as nossas convicções e as nossas causas. Que também quer uma escola de qualidade e uma escola de qualidade só se faz com professores motivados e com as condições necessárias para termos uma boa escola”, diz.
Por sua vez, também a professora Isabel Rego, avançou que as notas dos alunos estão dependentes dos governantes, pois enquanto eles não tiverem uma “postura digna para o cargo que ocupam” a luta por esta “reivindicação mais que justa” vai continuar, realçando que “a bola está do lado deles”.
A concluir, Isabel Rego salienta que os governantes vão continuar a perder o respeito que os docentes e a comunidade açoriana teriam por eles, visto que nos Açores esta situação já podia estar resolvida porque temos autonomia. No entanto, diz ironicamente que “temos a autonomia, temos uma bandeira, temos um hino, mas pelos vistos é só isso que temos”.
As docentes avançam ainda que a “adesão à greve no Faial está perto dos 100 por cento” e que praticamente todas as reuniões de avaliação foram adiadas, mais de 100 na Escola Secundária Manuel de Arriaga e mais de 200 na Escola Básica e Integrada o que perfaz um total superior a 300 reuniões adiadas. “Somos cerca de 300 professores na ilha e estamos convictos que este é o rumo certo a seguir”, concluem.

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13
julho

Ensino Profissional nos Açores - PSD/Açores elabora Relatório de Interesse Regional

Escrito por Flávia Taibo

O Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata dos Açores (PSD/Açores) realizou na passada terça-feira uma conferência de imprensa onde anunciou que irá apresentar no próximo plenário um Relatório de Interesse Regional sobre o estado do Ensino Profissional.
“As escolas profissionais são instrumentos eficazes de combate ao abandono e insucesso escolar, à desqualificação e ao desemprego”, defende o líder do PSD/Açores, reforçando que “é consensual a importância que este nível de ensino tem para os alunos e para o tecido empresarial da Região”.
No entanto, Duarte Freitas afirma que “entre o discurso oficial e a realidade das escolas profissionais dos Açores vai uma grande diferença”. “Quem governa faz sucessivos anúncios de reforço da oferta formativa e promete mundos e fundos para este nível de ensino”, mas “quem trabalha nas escolas profissionais fala em cortes no financiamento e na ausência de diagnósticos acerca das áreas em que é preciso apostar”, explica.
Segundo o partido, nos últimos oito anos, o número de cursos profissionais autorizados pelo Governo Regional reduziu em 28 por cento e a maioria das escolas profissionais está a funcionar a 50 por cento da sua capacidade.
Neste sentido, o Grupo Parlamentar dos sociais-democratas realizou durante os últimos quatro meses uma análise profunda ao estado deste nível de ensino que culminou num Relatório de Interesse Regional.
O líder do partido avança que consta neste relatório um diagnóstico e um conjunto de recomendações para esta área que passam pela abertura de mais turmas nas escolas profissionais, “atendendo às características de cada estabelecimento de ensino e de acordo com a procura dos jovens”.
Outras recomendações são a abrangência de todas as ilhas e concelhos com oferta de formação profissional, a definição de áreas vocacionais em função da realidade social e económica de cada ilha, o envolvimento da comunidade educativa na definição das ofertas formativas e por fim o financiamento devido e atempadamente do ensino profissional.
A concluir, Duarte Freitas sublinha que com a apresentação deste relatório, “o PSD/Açores pretende dar um contributo positivo para suplantar o estrutural atraso educativo dos Açores face aos padrões europeus, elevando assim o nível de formação e qualificação das próximas gerações de açorianos”.

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