A Comissão de Ilha do PSD/Faial reuniu com os presidentes de junta de freguesia eleitos pelo partido. O encontro teve em vista estreitar a ligação entre ambos.
A Comissão de Ilha do PSD/Faial reuniu na passada semana com os presidentes das juntas de freguesia eleitos pelo partido com o objetivo de estreitar a ligação entre ambos.
“A Comissão de Ilha do PSD/Faial quer trabalhar em estreita ligação com as juntas de freguesia para resolver os problemas das populações”, lê-se num comunicado do partido no Faial, enviado às redações.
Na ocasião, Vítor Vargas, presidente da Junta de Freguesia dos Cedros realçou a importância do órgão do poder local “que está mais próximo de cada comunidade e melhor conhece as dificuldades e expetativas das suas gentes”.
Para o autarca “é preciso respeitar os autarcas locais, dignificar o seu papel e apoiar as juntas para servirem o melhor possível as suas populações e melhorarem a qualidade de vida em cada uma das nossas freguesias”.
A este respeito os social-democratas faialenses sublinharam também a importância das freguesias “enquanto pedra basilar do poder local”, frisando que “as conquistas de cada freguesia são uma conquista da ilha no seu todo, e, por conseguinte, de todos os faialenses”.
Neste sentido, o PSD/Faial destacou as propostas apresentadas nas últimas eleições autárquicas, realçando a necessidade de identificar as potencialidades de cada freguesia para as desenvolver, combater o despovoamento e promover a criação de emprego, criar uma “via verde” no relacionamento das juntas com a câmara e reforçar o apoio às freguesias no âmbito da delegação de competências.
O Bloco de Esquerda (BE) propôs um aumento do salário mínimo regional para 645€ e desafiou o Partido Socialista (PS) a aprovar o aumento de 15€ nos rendimentos dos trabalhadores do setor privado.
O BE propôs, esta segunda-feira, em conferência de imprensa, o aumento do salário mínimo regional para 645€, desafiando o PS a aprovar este aumento de 15€ nos rendimentos dos trabalhadores do sector privado, em vez de ficar apenas pela “indignação e pelos lamentos”.
António Lima lembrou que o “PS criticou e mostrou indignação pelo facto de o acordo coletivo celebrado entre um sindicato dos trabalhadores do Tu-rismo e a Câmara de Comércio e Indústria dos Açores se limitar a atualizar as tabelas salariais para cumprir o salário mínimo”.
Para o BE é “inaceitável que no sector do Turismo, que aumentou os seus proveitos em 40% nos últimos quatro anos, a grande maioria dos trabalhadores continue a receber apenas o salário mínimo”, acompanhando assim a preocupação dos socialistas.
Todavia, António Lima sublinhou que “de quem tem responsabilidades públicas exige-se mais do que apenas indignação e preocupação”, pelo que o partido de esquerda propôs uma medida concreta que garante o aumento de rendimentos dos trabalhadores do sector privado “que têm salários mais baixos e que se encontram, muitos deles, em risco de pobreza”.
Na ocasião, o deputado salientando os resultados positivos que a economia dos Açores tem tido nos últimos anos – em 2017 o PIB cresceu 1,6%, em 2016 cresceu 2,1% e em 2015 o crescimento foi revisto para 3% –, lamentou que este crescimento não tenha “significado a melhoria das condições de vida dos açorianos e açorianas”.
“Isto significa que as desigualdades sociais continuam a aumentar, porque alguns poucos estão a beneficiar deste crescimento da economia, enquanto a maioria dos trabalhadores não vê os frutos do seu trabalho”, sustentou.
O líder parlamentar do BE relembrou também que o vencimento mínimo no setor público passará a ser de 700 euros, sendo por isso “mais do que justo que no sector privado haja um aumento mais significativo dos salários mais baixos”.
“Se, como o PS diz, a autonomia também é pão, então para que o pão que a autonomia dá seja distribuído por todos e não apenas por alguns, desafiamos o Partido Socialista a acompanhar o Bloco de Esquerda e aprovar o aumento do complemento regional ao salário mínimo que agora propomos”, concluiu António Lima.
Nos últimos 20 anos o Faial registou 1305 novos casos de cancro, ou seja, em média cerca de 65 novos casos por ano.
Dos novos casos 739 referem-se aos homens e 566 às mulheres, sendo que os cancros mais frequentes nos homens são o da próstata e o da Traqueia, Brônquios e Pulmão, com 181 e 122 novos casos respetivamente e nas mulheres o cancro da Mama, com 167 casos e do Colo e Reto, com 58 casos são os mais diagnosticados.
Um estudo sobre o Registo Oncológico dos Açores, publicado a semana passada, avança que nas últimas duas décadas, foram registados 1305 novos casos de cancro no Faial.
A publicação do Centro de Onco-logia dos Açores, que dá a conhecer os dados de incidência do cancro nos Açores, ao longo de 20 anos (1997-2016), por sexo e localização topográfica, aponta que os cancros mais frequentes nos doentes de ambos os sexos diagnosticados no Faial foram o do Cólon e Reto, com 133, o da Traqueia, Brônquios e Pulmões, com 143, o da Próstata, com 181 e o da Mama, com 169, casos diagnosticados.
O estudo revela ainda que a incidência é maior nos homens. Durante este período surgiram no Faial 739 novos casos nos homens, com uma tendência crescente para os cancros da próstata, Cólon e Reto, Estômago, Pân-creas, Laringe, Traqueia, Brônquios e Pulmão, Rim e Linfoma não Hodgkin.
No que se refere às mulheres o cancro da Mama foi o que registou mais casos, 167, seguindo-se o Cólon e Retro, com 58, o Corpo do Útero, com 37, o Ovário, com 29 e o Cólon do Útero, com 27 que corresponderam a mais de 55% dos casos diagnosticados.
Este estudo, dá a conhecer ainda que os cancros mais frequentes nos doentes de ambos os sexos, na ilha, foi o da pele – não melanoma com 329 casos, dos quais 188 foram registados em homens e 141 em mulheres.

Número de casos por ilha
Os dados do Registo Oncológico dos Açores apontam ainda os números registados neste período por ilha.
Em Santa Maria foram registados 429 novos casos nestes 20 anos, sendo que 290 foram nos homens, correspondendo 17,4% do total e 139 nas mulheres, ou seja, 7% do total. Também aqui as patologias mais frequentes em ambos os sexos, foram o cancro da Traqueia, Brônquios e Pulmão, com 75 novos casos, o cancro da Próstata, com 43, o do Colón e Reto, com 29, o da Bexiga, com 24 e o da Mama, com 22.
Já em São Miguel foram registados 9714 novos casos de cancro, ou seja, 486 novos casos por ano. No período em análise verificou-se que os cancros da Próstata, do Cólon e Reto, da Traqueia, Brônquios e Pulmão, Estômago, Mama, da Bexiga, da Laringe, Corpo do Útero, e do Ovário, são também os mais frequentes.
Também na maior ilha dos Açores a incidência de cancro é maior nos homens, 6724 do que nas mulheres, com 4725 novos casos.
Na Terceira os números apontam 4764 casos de cancro, entre 1997 e 2016. Segundo o estudo os cancros mais frequentes nos doentes de ambos os sexos diagnosticados foram o do Pulmão 644, Mama 596, Cólon e Reto 593, e Próstata, 457. Por sexo, foram afetados pela doença 2751 homens, e 2013 mulheres.
422 foram os novos casos registados na Ilha da Graciosa, nas últimas duas décadas, em ambos os sexos. Cólon e Reto, Próstata, Mama, Traqueia, Brônquios e Estômago, continuam no topo das patologias mais frequentes. Na ilha Branca, foram registados 240 novos casos nos homens e nas mulheres 182.
Em São Jorge, os dados apontam 870 novos casos, sendo que 500 foram diagnosticados no sexo masculino e 370 no feminino. Os cancros do Pulmão, Próstata, Mama, Estômago e Cólon e Reto, continuam a ser os mais frequentes.
No que se refere à ilha do Pico 1357 pessoas de ambos os sexos sofreram de doenças oncológicas, sendo que 827 foram homens e 530 foram mulheres. Os cancros da Próstata e da Mama, foram os mais registados, seguindo-se logo o do Cólon e Reto e Estômago.
Nas Flores e no Corvo, em ambos os sexos os dados apontam para 330 e 39 novos casos respetivamente. Nestas ilhas também os homens foram os mais afetados. Nas Flores 217 homens sofreram de cancro e no Corvo 25. Já as mulheres 133 foram afetadas pela doença nas Flores e 14 no Corvo.

Incidência de casos nos Açores
O Registo Oncológico nos Açores chegou à conclusão que nas últimas duas décadas na Região foram registados um total de 19230 novos casos de cancro, dos quais 11 367 nos homens (59% do total) e 783 nas mulheres (41%), dando origem a uma média de 962 novos casos por ano.
À semelhança do Faial, também na Região, os cancros mais frequentes nos homens são os da próstata com 2255 novos casos, o do Pulmão com 2184, o do Cólon e Reto com 1027 novos casos. O cancro do Estômago atingiu 709 indivíduos do sexo masculino e o da Bexiga 696 homens. Segundo o estudo no seu conjunto, estas localizações contribuem para cerca de 60% de toda a patologia oncológica no sexo masculino.
Já nas mulheres, os cancros com mais incidência foram o da Mama com 2204 novos casos, correspondendo a uma taxa de ocorrência padronizada de 83.3% por 100 000, seguindo-se o Cancro do Cólon e Reto com 890 novos casos, o Corpo do Útero com 480 novos casos, o Estômago com 374 e Tiróide com 339 novos casos. Estas localizações contribuem para cerca de 55% de toda a patologia oncológica.
O estudo conclui ainda que o grupo etário dos 50 aos 69 anos foi o que registou o maior número de novos casos nos homens, enquanto que nas mulheres foi o grupo etário dos 70+ anos e que em qualquer uma das localizações, o risco de contrair a doença foi sempre maior nos homens do que nas mulheres.
Segundo este estudo os resultados observados para o cancro do Pulmão nas mulheres, “registou um aumento estatisticamente significativo das taxas padronizadas de incidência (5.7% ano) e de mortalidade (3.6% ano)” e apontam para “uma crescente exposição ao principal fator de risco”, o tabaco. Nos homens, os resultados indicam “uma tendência oposta” em relação ao cancro da Laringe que registou uma diminuição da incidência de -2.1% por ano e da mortalidade de -3.5% ano. “Tal facto, associado à estabilidade observada para o cancro do Pulmão, poderá apontar para um decréscimo do consumo do tabaco no sexo masculino”, refere o documento.
Este documento, foi elaborado por iniciativa do Centro de Oncologia dos Açores, e integra-se no “Estudo sobre Cancro nos Açores” (projeto sectorial “Incidência de Cancro na RAA”), sob a coordenação da DRS, COA e FMUC, da responsabilidade da Secretaria Regional da Saúde e resulta da colaboração de várias fontes, com especial destaque para os hospital públicos da Região, alguns laboratórios privados, os três registos oncológicos regionais do Continente, entretanto extintos e as Conservadoras de Registo Civil.
Com este estudo os Açores, passam a dispor de 20 anos consecutivos de registo oncológico, com a determinação das taxas padronizadas de incidência por sexo e localização topográfica (local de origem do tumor primário), por 100 mil habitantes.

Cancro ou tumor maligno
O termo “cancro” ou “tumor maligno” é usado para designar um extenso grupo de doenças que têm como denominador comum o desenvolvimento e a proliferação descontrolada de células do organismo humano.
Como é do conhecimento geral, a maioria das células está programada para viver por um determinado período de tempo e dividir-se de forma controlada pelo DNA (material genético), ou seja, elas dividem-se, envelhecem, morrem e são substituídas por novas células.
No entanto, sob determinadas e variadas circunstâncias, algo corre mal durante o processo e surgem células que perdem a sua capacidade de se reparar, dando início a uma proliferação descontrolada, gerando tumores ou tumorações, ou seja, não morrem e podem começar a invadir tecidos contíguos ou serem levadas pela corrente sanguínea ou pelo sistema linfático para outras zonas do corpo.
Os vários tipos de células podem sofrer este processo e originam diferentes tipos de cancro, como adenocarcinoma, carcinoma de células basais, carcinoma de células escamosas, de células transionais, sacramo, leucemia, linfoma, etc, assumindo depois o cancro o nome do local de origem, como cancro do estomago, da mama, da próstata, entre outros.
Ao contrário das doenças transmissíveis que exigem uma imputação direta de causalidade alicerçada na necessidade de presença de agente infecioso, as doenças crónicas, nomeadamente as oncológicas, têm normalmente, um conjunto de caraterísticas que dificultam o estabelecimento de associações e de relações casuais.
O cancro está normalmente associado a fatores de risco, como o tabagismo, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, o excesso de peso, a falta de exercício físico, a alimentação, exposição ao sol, entre muitos outros.
A Portos dos Açores, S.A. promoveu uma reunião com as principaisentidades interessadas no projeto de “Requalificação do Porto Comercial da Horta”.
A reunião teve por objetivo prestar esclarecimentos sobre diversos aspetos relacionados com este investimento e contou com a presença do projetista.
Decorreu na semana passada, uma reunião de trabalho, promovida pela Portos dos Açores, S.A., com entidades oficiais e com o projetista do projeto de “Requalificação do Porto Comercial da Horta”.
Estiveram presentes na reunião, além da própria administração portuária e do projetista, a Câmara Municipal da Horta, a Câmara do Comércio e Indústria da Horta, a Capitania do Porto da Horta, a Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores (APEDA) e o Clube Naval da Horta que foram esclarecidos sobre diversos aspetos relacionados com a mais recente solução para este projeto de requalificação.
De acordo com a nota de imprensa da Portos dos Açores, na ocasião foi reconhecida “a importância daquela obra para o desenvolvimento do Porto da Horta, da ilha do Faial e da sua economia e para a manutenção e aprofundamento da projeção marítima dos Açores no contexto nacional e internacional”.
“A solução em equação para as obras programadas para o interior da bacia Sul do Porto da Horta, apresentada no final do passado mês de outubro, aquando da visita do Governo dos Açores à ilha do Faial, pretende melhorar os níveis de operacionalidade das diferentes valências daquela infraestrutura, garantir acrescidas condições de abrigo para as variadas frotas que ali acorrem, separar os diversos sectores que operam nesta área marítimo-portuária e assegurar maiores índices de conforto e segurança para todos os utilizadores do espaço”, lê-se na nota.
A Portos dos Açores avança ainda que “o processo tendente à “Requalificação do Porto Comercial da Horta” encontra-se neste momento em fase de preparação das peças técnicas (escritas e desenhadas) do projeto de execução, após o que se seguirá a sua sujeição a estudo de impacte ambiental e consequente lançamento do concurso público para contratação da obra”.
Chegou ao fim a campanha lançada em novembro pela Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários do Faial (AHBVF) para aquisição de uma ambulância.
A iniciativa surgiu na sequência da informação recebida pelas Associações de que o Estado deixaria de comparticipar viaturas para o transporte de doentes não urgentes, pelo que deveriam ser as mesmas, a partir de então, a garantir a existência das condições humanas e materiais para o cumprimento cabal daquele serviço.
Neste contexto, a AHBVF arrancou com um campanha com o objetivo de adquirir uma Ambulância Tipo A2 para reforço do seu Serviço de Transporte Terrestre de Doentes Não Urgentes e conseguiu angariar 23.000,00€, revela a associação numa nota remetida às redações.
No documento a AHBVF avança que ao longo da campanha, contou com a colaboração da população, destacando ainda o apoio por parte de algumas entidades e empresas, nomeadamente “a Academia do Bacalhau do Faial (entrega de donativo em dinheiro), a ANA - Aeroportos de Portugal, S.A./VINCI Airports (colocação de uma das quatro caixas de recolha de fundos no Aeroporto da Horta), com a Associação de Ciclismo dos Açores - Delegação do Faial (organização do evento “Pedalar por uma Ambulância” e entrega do valor nele angariado), Fayal Kompra, Lda. (colocação de uma das quatro caixas de recolha de fundos)”, a Portos dos Açores, S.A. (colocação de uma das quatro caixas de recolha de fundos no Terminal Marítimo da Horta), o SOS Conceição (entrega de donativos em dinheiro e em espécie) e os Veteranos das equipas de futebol da ilha do Faial (organização de Torneio de Futebol e Jantar Solidário para angariação de fundos, em parceria com o Corpo de Bombeiros do Faial)”, lê-se.
Segundo a AHBVF “é de toda a justeza reconhecer e agradecer o empenho de TODOS aqueles que, de uma forma ou de outra, se associaram a esta causa humanitária, bem como os generosos donativos entregues e que resultaram na notável quantia de 23.000,00€”, refere.
A campanha de Angaria-ção de Fundos terminou a 10 de janeiro, data em que a Câmara Municipal da Horta anunciou que vai apoiar a AHBVF na aquisição da viatura, assumindo a diferença até ao investimento total necessário.
De acordo com a mesma fonte, “tudo correndo conforme o previsto, a nova Ambulância será apresentada a 3 de maio de 2019, por ocasião da comemoração do 18.º Dia Municipal do Bombeiro”.
Para a AHBVF a nova ambulância irá permitir “aprimorar a qualidade do serviço prestado aos doentes não urgentes, especialmente aos acamados e com mobilidade reduzida, proporcionando-lhes toda a dignidade, comodidade e segurança que merecem”.
A associação adianta ainda que breve trecho, será lançada uma nova campanha “em prol de outra causa que se considere pertinente e prioritária para esta Associação e para a ilha do Faial”.
O Núcleo da Horta da AMI está a promover um peditório alimentar de cariz social e ambiental.
A iniciativa decorre durante o dia de hoje na superfície comercial do Fayal Kompra.
“Quem quiser contribuir deverá aceitar um saco de resíduos que será entregue durante as compras e onde deverá colocar o produto alimentar a doar, evitando a utilização de embalagens do plástico”, refere a responsável da AMI do Faial, Renée Amaral numa nota de divulgação remetida esta tarde à nossa redação.
A preservação do Ambiente é uma das preocupações da AMI, neste sentido a organização vai aproveitar a realização deste peditório para sensibilizar a população para atitudes que visem a não utilização do plástico.
“Mais do que uma atitude de cidadania é um bom hábito, significa que estamos a proteger o ambiente e a pensar no futuro sustentável que é responsabilidade de todos”, revela o Núcleo da AMI do Faial no documento.
Segundo a mesma fonte “os alimentos recolhidos serão distribuídos às famílias faialenses mais carenciadas”.
Disputa-se este fim de semana no Complexo Desportivo da Escola Manuel de Arriaga, na Horta a 15.ª e 16.ª jornadas do Campeonato Nacional da II Divisão Masculina - Zona Açores.
O Angústias Atlético Clube (AAC) vai defrontar o terceiro classificado do campeonato, a Associação Desportiva Recreativa Escolar Praiense (ADRE Praiense).
O primeiro encontro acontece sábado pelas 19h30 e o segundo está marcada para as 9h00 de domingo.
Nesta competição participam seis equipas açorianas, nomeadamente o Clube Desportivo “Os Marienses”, de Santa Maria, a Associação dos Antigos Alunos (AAA) de São Miguel, a ADRE Praiense, da Ilha Terceira o AAC, o Clube Desportivo Escolar do Topo (GDET), da Ilha de São Jorge e o Clube Desportivo Ribeirense (GDR) da ilha do Pico.
A equipa da casa segue para esta competição na quarta posição da tabela com 15 pontos. Dos 14 jogos disputados o AAC soma cinco vitórias e nove derrotas.
Em primeiro encontra-se “Os Marieneses” com 35 pontos, em segundo a AAA com 27 pontos e em terceiro a ADRE Praiense com 21 pontos.
Em quinto, está o CDE do Topo, com 12 pontos e a fechar a tabela a equipa do Pico, o CD Ribeirense que soma quatro pontos, resultado de apenas uma vitória nos 12 jogos que realizou.
O Estádio da Alagoa, na cidade da Horta, está a ser palco do Torneio Regional Interassociações sub 15 de Futebol.
O evento é promovido pela Associação de Futebol da Horta (AFH) e reúne as três associações de futebol dos Açores.
O primeiro encontro deste torneio aconteceu esta manhã pelas 10h00, entre a associação anfitriã e a Associação de Futebol de Ponta Delgada (AFPD).
Estas duas equipas voltam a estar frente a frente esta tarde num encontro que acontece pelas 16h00.
Amanhã sábado, a competição tem início pelas 10h00 com o jogo entre a Associação de Futebol de Angra do Heroísmo (AFAH) e a Associação local.
Pelas 16h00 a AFH volta a entrar em campo para defrontar a AFPD.
O torneio encerra domingo, com os jogos entre a AFPD e AFAH e a da AFH com a AFAH, que acontecem pelas 09h45 e 14h45, respetivamente.
Parlamento dos Jovens na EPH
O Programa Parlamento dos Jovens é “uma iniciativa da Assembleia da República, dirigida aos jovens dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário, de escolas do ensino público, privado e cooperativo do Continente, das Regiões Autónomas e dos círculos da Europa e de fora da Europa”, que culmina com a realização anual de uma Sessão Nacional para o ensino básico e outra para o secundário na Assembleia da República.
Neste percurso, numa 1.ª fase, os jovens experimentam ativamente sessões de esclarecimento e debate do tema proposto - este ano abordam-se as Alterações Climáticas, em específico como Salvar os Oceanos (ciclo) e Reverter o Aquecimento Global (secundário) -, formam listas candidatas à eleição de deputados, realizam campanha em que defendem as medidas que visam levar ao Parlamento e são eleitos democraticamente pelos seus pares.
A Escola Profissional da Horta junta-se novamente a esta meritória iniciativa, tendo realizado a 14 de janeiro o debate que encerrou a campanha das duas listas candidatas, decorrendo na próxima quarta-feira o processo eleitoral e concluindo a semana com a Sessão Escolar, em que aprovará o Projeto de Recomendação da Escola e elegerá os respetivos representantes à Sessão Regional (2.ª fase). Ao longo do desenvolvimento do programa, os formandos têm vindo a demonstrar o seu crescente interesse, acompanhado pela benéfica tomada de consciência da responsabilidade individual em reverter a situação, assim como se envolveram na partilha e discussão de ideias sobre as possíveis medidas a adotar, tanto local como globalmente. Como nos referiram, “participar no programa Parlamento dos Jovens revela-se importante para todos os estudantes, no nosso caso em particular na medida em que, enquanto faialenses, nos permite contribuir ativamente para algo bem maior que a nossa ilha - o impacto de todos nós no mundo, no ambiente, no reverter do aquecimento global”.
A sua participação cívica e empenhada concede-nos acreditar que teremos uma nova geração bem (in)formada, defensora do ambiente que a rodeia e sustenta, que procurará reduzir a sua pegada ecológica para reverter os danos causados pelo Homem e proteger o Planeta Azul!
Lista A

Formação em Contexto de Trabalho do Curso Técnico/a de Contabilidade
Os formandos do 3.º ano do curso Técnico/a de Contabilidade da Escola Profissional da Horta iniciaram a 3 de janeiro a formação em contexto de trabalho (FCT), representando esta um segundo contato com o mundo do trabalho.
A FCT está incluída no plano de estudos dos cursos profissionais, permite aos formandos terem uma visão mais clara do mercado de trabalho e é uma oportunidade de aplicarem os conhecimentos adquiridos em contexto de formação, em situações concretas e reais. Por outro lado, desenvolve hábitos de trabalho, espírito empreendedor e sentido de responsabilidade profissional.
Com a duração de 300 horas e término a 6 de março, a FCT deste curso está a ser realizada em entidades, empresas ou instituições, públicas e privadas, da nossa ilha, sob a coordenação da formadora Sandra Alves e com o apoio do Gabinete de Apoio à Formação e Inserção Profissional (GAFIP) e da direção da EPH.
Durante este ano formativo também os formandos dos cursos Técnico/a de Informação e Animação Turística, Técnico/a de Apoio à Gestão, Animador/a Sociocultural e Técnico/a de Vendas, irão realizar a sua FCT.
A Escola Profissional da Horta agradece a todas as entidades, empresas e instituições que “acolheram, acolhem e acolherão” os nossos formandos, numa das etapas mais importantes do seu curso profissional.



Visita de Estudo à Agência para a Qualificação e Emprego da Horta
No dia 14 de janeiro, os formandos do 3.º ano do curso técnico/a de Informação e Animação Turística tiveram oportunidade de visitar as instalações da Agência para a Qualificação e Emprego da Horta no âmbito da disciplina de Inglês no módulo 8 “O Mundo do Trabalho”. Foram muito bem recebidos pelo Chefe de Divisão Dr. Luís Lopes, que proporcionou aos formandos uma sessão de esclarecimento sobre as técnicas eficientes de procura de emprego, nomeadamente a boa elaboração de um “curriculum vitae”, a importância da carta de apresentação e os cuidados a ter numa entrevista de trabalho. Também elucidou os formandos sobre as oportunidades do programa Estagiar T. Os formandos reconheceram a importância desta visita, porque já estão a terminar o seu curso e o próximo passo dentro de alguns meses será a entrada no mundo do trabalho. Um bem-haja pelo excelente trabalho!

Visita de Estudo à Queijaria O MORRO
No âmbito da unidade curricular Prospeção de Vendas - preparação e e planeamento da venda, o Curso Técnico/a de Vendas, constituído por 15 formandos, realizou no dia 14 de janeiro uma visita de estudo à Queijaria O Morro, com o intuito de aprofundar os seus conhecimentos acerca do processo de fabrico, assim como consolidar conhecimentos acerca das estratégias de negócio, através do modelo adotado pelos sócios, Rui Caldeira e Nuno Caldeira, em termos de divulgação e comercialização dos seus produtos nos mercados local, regional, nacional e internacional.
A empresa foi constituída em janeiro de 2011, por uma equipa jovem e dinâmica que não tem mãos a medir em termos de trabalho e vem a assumir um papel de relevância, reconhecido por diversas entidades e confirmado pelos prémios e reconhecimentos públicos. Admitem que o percurso nem sempre foi fácil, pois todo o processo de fabrico, apesar do auxílio de alguns equipamentos, é sobretudo manual, sendo produzidos diariamente cerca de 450 queijos curados e 140 frescos, através da transformação de 2100 litros de leite de cinco produtores locais.
A degustação dos diversos queijos, desde o de pasta mole, passando pelo de alho e salsa, até ao de picante, foi muito apreciada por todos, confirmando-se a excelência dos produtos, resultado do empreendedorismo.
As palavras de Rui Caldeira, no sentido da disponibilidade para acolher a realização de estágios profissionais, despertaram o interesse dos formandos. E concluímos a nossa visita com um agradecimento pela colaboração com a Escola Profissional da Horta, bem como fazemos votos da continuação de muitos sucessos.
Um bem-haja pelo excelente trabalho!

A Azores Airlines anunciou que vai reforçar o número de ligações aéreas rota Lisboa-Horta nos meses de abril, maio e outubro de 2019.
Assim serão disponibilizados 510 voos entre abril e outubro nesta rota, mais 40 voos do que os realizados no verão de 2018.
Azores Airlines anunciou, no passado dia 10 de janeiro, que vai reforçar no Verão IATA de 2019 o número de ligações aéreas diretas entre Lisboa e a ilha do Faial, especificamente nos meses de abril, maio e outubro.
A empresa explica também que “caso a evolução da procura na rota o justifique”, “poderá ainda vir a aumentar a capacidade planeada, sobretudo nos meses de julho e agosto, adotando uma única classe de serviço (full economy), que permite utilizar a capacidade máxima do Airbus A320”, de 165 lugares.
Nos meses de abril, maio e outubro, a referida rota terá sete frequências semanais (uma por dia), às quais serão acrescentadas mais duas frequências nos meses de junho e setembro, no total de nove semanais com reforço à terça e à sexta-feira. Por fim, nos meses de julho e agosto, realizar-se-á mais uma frequência com reforço à segunda-feira, totalizando dez ligações semanais.
A transportadora aérea anunciou ainda no passado sábado que vai reforçar também o número de ligações aéreas diretas entre Lisboa e a ilha do Pico no próximo verão IATA, totalizando 216 voos entre abril e outubro.
Este anúncio seguiu-se à conferência de imprensa Associação de Municípios da Ilha do Pico (AMIP), no dia 11 de janeiro, onde o presidente da mesma reivindicou sete ligações diárias entre o Pico e Lisboa.
Deste modo, a rota Lisboa-Pico fica dotada, nos meses de abril, maio e outubro, de três frequências semanais à segunda e quartas-feiras e sábados, às quais será acrescentada uma frequência semanal à quinta-feira nos meses de junho e setembro.
A Azores Airlines sublinha que, o planeamento da operação aérea direta entre estas duas ilhas e a capital (Lisboa), “teve em consideração o histórico da taxa de ocupação registada na estação homóloga do ano anterior, a perspetiva de crescimento da procura e, naturalmente, os meios técnicos de que dispõe a Azores Airlines”, revela.
PSD/Açores insiste no reforço de voos em julho e agosto
Face ao anúncio do aumento de voos nas épocas baixa e média, Carlos Ferreira defende que “isso servirá sobretudo para alimentar o discurso de que foram aumentados os voos e o número de lugares, assim como para baixar artificialmente as taxas de ocupação, servindo isso de suporte a este mesmo discurso governamental”.
“A única forma dessa medida ter efeitos positivos é ser acompanhada por uma verdadeira estratégia de promoção da rota e por tarifas atrativas, o que desafiamos o governo e a SATA a fazer de imediato”, frisou o deputado.
Também na sequência da audição do Executivo Açoriano e do presidente da SATA pela Comissão de Economia, o PSD/Açores voltou a exigir ao Governo ligações aéreas “consentâneas com as reais necessidades da ilha do Faial”.
Para o deputado Carlos Ferreira, o verão do ano passado foi “o mais desastroso no serviço de transporte aéreo para o Faial, com falta de voos e de lugares; incapacidade de transporte de carga e de exportação dos produtos locais; atrasos constantes; voos consecutivos em que a bagagem dos passageiros foi deixada atrás; falta de apoio aos passageiros dos voos cancelados para a Horta, nomeadamente no aeroporto de Lisboa; e uma inovação pela negativa em 2018, o cancelamento de vários voos por falta de tripulação”.
A audição solicitada pelo PSD/Açores, logo após o verão de 2018, tinha por objetivo conhecer o planeamento da SATA para 2019 e encontrar soluções para o problema, “mas o Governo reiterou que nos meses críticos de julho e agosto o número de voos vai manter-se igual ao ano passado”, lamentam os deputados.
O social-democrata incentivou ainda o Governo dos Açores e a transportadora aérea a reformularem a atual política de preços, “em que os voos com escala são frequentemente muito mais acessíveis do que os voos diretos, passando a oferecer tarifas atrativas nos voos diretos, que permitam aos passageiros optar por essas ligações, deixando de sobrecarregar os voos inter-ilhas com os reencaminhamentos”.
Aumento do número de voos deve ser acompanhado por uma promoção efetiva
O Secretariado da Ilha do Faial do Partido Socialista vê com “agrado” o esforço da Azores Airlines “em contribuir para diminuição da sazonalidade, ao aumentar de 6 para sete as ligações aéreas semanais, entre Lisboa e Horta, nos meses de abril, maio e outubro do ano 2019”, lê-se em nota de imprensa.
No entanto, o PS/Faial defende que este esforço “deverá ser acompanhado por uma promoção efetiva do destino Faial levada a cabo pela SATA assente numa estratégia concertada com as entidades locais, de forma a que se potencie condições para alargar a época alta, permitindo desta forma o fomento do turismo e da economia faialense naquele período do ano”.
Os socialistas compreendem que “por razões operacionais e pela complexidade do serviço” que a companhia aérea presta a toda a região, “não seja possível, para já, disponibilizar mais ligações diretas a Lisboa nos meses de julho e agosto”.
Todavia, salienta que “continuará a trabalhar para que as ligações disponibilizadas para o Faial nos meses de maior procura sejam aquelas que forem necessárias”.
Deste modo, o PS/Faial desafia o Grupo SATA a “ter em conta os picos de procura registados naqueles meses e que faça um esforço redobrado, nomeadamente através da SATA Air Açores, para que se evitem situações de inacessibilidade aérea por períodos significativos, como se verificou no ano 2018”.
Azores Airlines condiciona desenvolvimento do turismo no Pico
Em reação ao anúncio da Azores Airlines de disponibilizar apenas quatro voos semanais Lisboa-Pico-Lisboa entre junho e setembro, em comparação com os sete voos semanais reivindicados pela AMIP, o presidente da associação da ilha montanha afirmou ser “lamentável e absurdo” o teor da nota de imprensa tornada pública pela transportadora aérea regional.
“Com esta decisão, a Azores Airlines está a atrofiar o desenvolvimento do turismo na ilha do Pico e também de toda a sua economia”, lamentou Mark Silveira numa conferência de imprensa realizada esta segumda-feira.
O presidente salientou que “a resposta da Azores Airlines não traduz o que é fundamental para os picoenses – a complementaridade de aeroportos”.
Mark Silveira diz não entender “como é que nuns casos são oferecidas condições para que se possa viajar diretamente para o exterior da região, enquanto que noutros, somos direcionados a usar a oferta complementar da SATA Air Azores para poder apanhar uma ligação para o exterior a partir de outra Gateway”.
O responsável pela AMIP frisou ainda que “os turistas preferem viagens diretas para os seus destinos de férias em vez de várias rotações que fazem alongar os tempos de viagem e o conforto das viagens”.
PS/Pico vê com agrado número de voos para a ilha
No âmbito do anúncio da Azores Airlines o PS/Pico afirmou em comunicado de imprensa que “é com agrado que vemos a SATA dar resposta ao incremento da procura do destino Pico, comprovado com um aumento de 2465 lugares em verão IATA, na Azores Airlines, para além de eventuais voos extraordinários em caso de muita procura”.
Para Mário Tomé “isto significa mais uma ligação por semana em setembro, um incremento realizado quando a taxa de ocupação hoteleira não está no seu pleno, beneficiando deste modo o setor turístico da ilha”.
O socialista sublinhou que, apesar de ser uma solução que possa aparentemente não satisfazer todas as pretensões, este é um esforço que “deve ser valorizado”, justificando que “foi uma solução possível, tendo em conta que a empresa atravessa algumas dificuldades operacionais”.
No entanto, o PS/Pico espera um reforço de lugares e de ligações inter-ilhas, no verão IATA 2019, visto que “no ano de 2018, o Pico foi a segunda ilha dos Açores a apresentar uma maior variação positiva, com 12%”.