Tribuna das Ilhas

Infinity 8
  • Início
  • Local
  • Triângulo
  • Regional
  • Desporto
  • Cultura
  • Política
  • Opinião
  • Cartoons
  • Início
  • notícias
Assinar este feed RSS
26
janeiro

Conferência das Assembleias Legislativas Regionais da União Europeia - Ana Luís recebe testemunho da presidência da CALRE

Escrito por Flávia Taibo

A presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores recebeu na passada quarta-feira o testemunho da presidência da CARLE das mãos do antigo presidente Juan Pablo Durán, Presidente do Parlamento de Andaluzia e Vice-Presidente da CALRE

No seguimento da sua eleição como Presidente da CARLE – Conferência das Assembleias Legislativas Regionais da União Europeia, no passado dia 10 de novembro, Ana Luís recebeu, na passada quarta-feira, o testemunho da presidência das mãos do ex presidente Juan Pablo Durán, Presidente do Parlamento de Andaluzia e agora Vice-Presidente da CALRE.
Durante o seu discurso, Juan Pablo Dúran congratulou Ana Luís e afirmou ter a certeza de que realizará um “magnifico” trabalho à frente desta conferência.
Não esquecendo a posição geográfica dos Açores, Dúran salientou que o arquipélago “uma terra que está no centro do Atlântico e agora sob a presidência da Ana Luís na CALRE vai estar no centro da Europa para se tornar numa força dos interesses das regiões ultraperiféricas”.
De seguida, o Presidente do Parlamento de Andaluzia entregou o testemunho, o bastão Mákila, à nova Presidente.
No seu discurso, Ana Luís começou por agradecer a Pablo Durán pelo trabalho que realizou enquanto presidente da CALRE e deu-lhe as boas vindas ao arquipélago dos Açores, em particular à ilha do Faial.
Seguidamente, a Presidente da Assembleia Legislativa explicou que a Mákila é um “bastão tradicional do povo basco, símbolo de autoridade e de respeito e que, durante séculos, foi apoio e suporte dos viajantes” e que agora “será o meu companheiro desta viagem”.
“Uma viagem que nem sempre será fácil, mas na qual colocarei todo o meu empenho e trabalho, para cumprir com os três grandes objetivos a que me propus, quando no dia 10 de novembro passado, fui eleita Presidente da CALRE”, salientou a governante.
O seu primeiro objetivo é “dar continuidade ao percurso traçado pelos anteriores Presidentes, colocando a tónica da nossa ação no contributo das Regiões na elaboração da legislação europeia”, revelou a nova Presidente da CALRE.
Ana Luís tem a noção de que “as Regiões são um dos níveis de poder mais próximo das populações” e está ciente do “cada vez maior descontentamento e afastamento dos cidadãos, não só em relação às instituições europeias, mas também aos seus órgãos de poder regional e local”.
Neste sentido, a presidente sublinhou que a CALRE tem de recuperar a confiança das populações “através, por exemplo, da transparência no exercício das nossas funções, do recurso às novas tecnologias ou dos estudos sobre o impacto das políticas nas suas vidas, aproximando, desta forma, os cidadãos dos centros de tomada de decisão e aumentando a sua participação na vida política, sensibilizando-os, também, para os benefícios de pertencer à União Europeia”.
O seu segundo objetivo passa pela “coesão económica e social”, pelo que “Política de Coesão e a estratégia comunitária pós 2020, estarão no centro do nosso trabalho”. Com este objetivo pretende-se “um desenvolvimento harmonioso, próspero e de oportunidades para todas as Regiões europeias”, sublinhou.
O seu terceiro e último objetivo proposto é “colocar no centro do debate matérias que entendemos ser da maior importância, para uma Europa cada vez mais atenta, social e sustentável”, adiantou Ana.
A presidente da Assembleia Legislativa adiantou ainda que essas matérias passam pela aproximação das regiões que integram a CALRE, as alterações climáticas e as questões de género.

Etiquetas
  • política
  • Local
  • ALRAA
  • CALRE
  • Eleição
  • Testemunho
  • Presidência
  • Ana Luis
26
janeiro

Grupo de Ligação das Jornadas Parlamentares Atlânticas reúnem em Tenerife

Escrito por Susana Garcia

A Delegação da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores do Grupo de Ligação das Jornadas Parlamentares Atlânticas encontra-se em Tenerife, a participar na reunião ordinária do Grupo

Está a decorrer em Tenerife, uma reunião ordinária do Grupo de Ligação das Jornadas Parlamentares Atlânticas, que integra a Delegação da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores que tem à sua responsabilidade a coordenação do Grupo, a organização e condução de todo este encontro.
A reinião tem o objetivo de dar continuidade à preparação das IX Jornadas Parla-mentares Atlânticas, que decorrerão em junho de 2018, nos Açores.
Nesta reunião e de acordo com o Regulamento das Jornadas participam ainda dois Deputados de cada Região da Macaronésia: Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde, sendo José San-Bento, e António Marinho, eleitos pelo Partido Socia-lista e pelo Partido Social Democrata, respetivamente, os deputados representantes dos Açores.
Da agenda constam ainda reuniões de trabalho, nomeadamente com os responsáveis pela Zona Especial Canária (ZEC), pela PROEXA (Agência Oficial de promoção de investimentos a nível regional) e pela Autoridade Portuária de Santa Cruz de Tenerife;
As Jornadas Atlânticas, instituídas em 1990, recorde-se, retomaram em 2016, após um período de interregno de uma década. Estas Jornadas contam já com oito edições realizadas, tendo a última de-corrido em junho de 2016, no arquipélago das Canárias.

Etiquetas
  • Loca
  • ALRAA
  • Comitiva
  • Grupo de Trabalho
  • Jornadas Parlamentares
  • Tenerife
  • reunião
  • Ana Luis
25
janeiro

Desemprego volta a baixar nos Açores

Escrito por Susana Garccia

O desemprego nos Açores voltou a registar um novo mínimo noa Açores. O número de desempregados inscrito nas Agências para a Qualificação e Emprego baixou 9,9 % em dezembro. Este número representa o valor mais baixo verificado em seis anos

De acordo com os dados publicados esta semana pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), o número de desempregados inscritos nas Agências para a Qualificação e Emprego dos Açores baixou 9,9 % em dezembro, atingindo assim o valor mais baixo verificado em seis anos.

Esta diminuição corresponde a menos 955 Açorianos inscritos do que no mesmo mês de 2016.

Segundo o IEFP, e mantendo a tendência dos meses anteriores, é preciso recuar até outubro de 2011 para encontrar um número mais baixo do que o observado no final de dezembro.

Neste contexto as Agências para a Qualificação e Emprego dos Açores registaram 8.656 inscritos, quando, em dezembro de 2013, estavam inscritos 13.208 desempregados.

Os dados do IEFP revelam ainda que, nos últimos seis anos, 2017 foi o ano em que se registaram os valores mais baixos de novas inscrições nas agências da Região.

Esta redução progressiva e consistente do desemprego registado é consequência da ação das empresas e dos trabalhadores Açorianos, em conjunto com as medidas públicas de apoio à criação de mais e melhor emprego, assim como do crescimento sustentado da economia regional.

Etiquetas
  • Local
  • Desemprego
  • Baixa
  • Registo
  • Agências para a Qualificação e Emprego
  • Inscritos
24
janeiro

MiratecArts reconhecida como Utilidade Pública

Escrito por Susana Garcia

A Associação Miratecarts foi considerada de utilidade pública por despacho do presidente do Governo Regional Vasco Cordeiro publicado esta semana no Jornal Oficial.

O despacho destaca que a Miratecarts tem como “missão promover e apoiar o desenvolvimento das Artes do Espetáculo, da Música e da Cultura, da Defesa do Património e do Ambiente, e do Desenvolvimento Local e Regional”

Um despacho da presidência do Governo Regional do Açores, assinado por Vasco Cordeiro e publicado esta semana em Jornal Oficial, reconhece a Miratecart como uma instituição de utilidade pública.

O documento publicado refere que "a Associação Miratecarts, tem desenvolvido uma ação meritória, no sentido de expandir, em especial, as atividades culturais no seio dos seus associados e da comunidade em geral” e que se apresenta como “um instrumento institucional para a promoção de fins de interesse geral (...)”.

Segundo o mesmo documento, a Miratecarts “é uma instituição sem fins lucrativos, que tem como missão promover e apoiar o desenvolvimento das Artes do Espetáculo, da Música e da Cultura, da Defesa do Património e do Ambiente, e do Desenvolvimento Local e Regional”.

No despacho lê-se ainda que esta Associação “tem cooperado com a Administração Pública Regional, e tem atuado com a consciência da sua Utilidade Pública, demonstrando que se dedica ao bem-estar da comunidade onde se encontra inserida."

A decisão que contou com os pareceres favoráveis da Secretaria Regional da Educação e Cultura, e da Vice-Presidência do Governo foi transmitida pessoalmente ao presidente e diretor artístico da MiratecArts, Terry Costa, durante as atividades do programa "Climb Every Mountain" no Montanha Pico Festival, pelo Diretor Regional da Juventude, Lúcio Rodrigues.

24
janeiro

SINTAP pretende aumento salarial para trabalhadores das IPSS e das Misericórdias

Escrito por Flávia Taibo

O SINTAP apresentou à URMA e à URIPSSA uma proposta para aumento salarial dos trabalhadores das IPSS e das Misericórdias.

A proposta surge pelo facto de não haver aumentos salariais para estes trabalhadores desde de 2010

No passado dia 19 de janeiro, no seguimento do que se comprometeu no seu Caderno de Reivindicações para 2018, o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública e de Entidades com Fins Público (SINTAP) apresentou à URMA – União Regional das Misericórdias dos Açores e à URIPSSA – União Regional das IPSS dos Açores, uma proposta para revisão do acordo coletivo com vista à atualização dos salários dos trabalhadores das IPSS e das Misericórdias.

Conjuntamente com esta proposta salarial, o SINTAP propôs ainda a revisão das diuturnidades, do subsídio de refeição e do abono para falhas.

Segundo o sindicato, desde o ano de 2010 que não se verificam atualizações ou aumentos nesta classe, pelo que estes trabalhadores têm uma perda progressiva do poder de compra dos seus salários há sete anos consecutivos.

No entender do SINTAP “esta situação é ainda mais injusta visto que desde 2015 que tem havido aumentos salariais e de matérias de expressão pecuniária entre 1,75% e 3,77% a nível nacional”, mas não para os funcionários das IPSS e Misericórdias.

“O SINTAP, face ao descongelamento das progressões e promoções na Administração Pública para 2018 e aos sinais de crescimento da economia portuguesa, considera assim que estão reunidas as condições para que haja um esforço negocial de ambas as partes que permita recuperar parte substancial do poder de compra dos seus salários já em 2018, esperando-se que o Governo Regional proceda ao reforço dos protocolos financeiros com aquelas instituições que permita obter aquele desiderato, à semelhante do que ocorreu no continente”, refere o SINTAP numa nota enviada às redações.

“A nossa disponibilidade para o diálogo e concertação social é total, mas o SINTAP recusa desde já o recurso a quaisquer estratégias dilatórias visando arrastar o processo no tempo, admitindo-se o recurso à greve se tal for a perceção transmitida”, concluiu.

Etiquetas
  • SINTAP
  • Regional
  • IPSS
  • Santa Casa da Misericórdia
18
janeiro

Governo, Câmaras e Juntas de Freguesia envolvidas na campanha de desratização na Região

Escrito por Susana Garcia

 Uma campanha de desratização envolvendo o Governo, Câmara e Juntas de Freguesia vai avançar na Região até março.

O anúncio foi feito pelo Secretário Regional da Agricultura e Florestas após um encontro com a presidente da Associação de Municípios da Região Autónoma dos Açores (AMRAA) que tinha como objetivo encontrar uma estratégia para combater a praga de roedores nos Açores.

Na passada sexta feira dia 12 de janeiro João Ponte, reuniu com Cristina Calisto em Ponta Delgada, com vista a encontrar uma estratégia global para a problemática dos roedores na Região.

Após o encontro o Secretário anunciou que “uma grande campanha de desratização nos Açores”, vai ser realizada “antes do período das sementeiras, envolvendo o Governo, as Câmaras Municipais e as Juntas de Freguesia, direcionada também à população em geral, para fazer face ao aumento do número de roedores”, disse.

De acordo com o governante, “durante este primeiro trimestre vai existir uma ação global em toda a Região”. Neste sentido João Ponto adiantou “em algumas ilhas, esta ação já está em curso, como é o caso de São Jorge”, e que no caso concreto de São Miguel, está prevista uma ação “envolvendo departamentos do Governo, Municípios e Juntas de Freguesia e também a população”, sustentou.

Para o governante, no que ao combate a esta praga é “fundamental que todos os envolvidos adaptem boas práticas”, para que numa ação concertada e articulada, surjam resultados positivos.

Segundo o Secretário Regional no âmbito desta campanha, será feito um manual de boas práticas simples e de fácil consulta para distribuição por toda a população e por todos os agentes, bem como serão realizadas ações de sensibilização e formação em todas as freguesias.

Nesta reunião foi ainda abordada a questão dos caminhos agrícolas. Em relação a este assunto o governante apelo aos municípios para que tenham um maior envolvimento na sua manutenção, atendendo a que muitos estão inseridos na malha urbana e não servem só os lavradores.

Etiquetas
  • Campanha
  • Local
  • Regional
  • Ratos
  • Destarização
  • Praga
  • Região
19
janeiro

Cidade da Horta acolhe primeira reunião do projeto europeu MarSP

Escrito por Flávia Taibo

A cidade da Horta recebeu, nos passados dias 10 e 11 de janeiro, a primeira reunião do projeto europeu sobre o ordenamento do espaço marítimo na Macaronésia, MarSP.

Este projeto tem por objetivo desenvolver o processo de ordenamento do espaço marítimo dos três arquipélagos da Macaronésia

Decorreu nos dias 10 e 11 de janeiro, na Sociedade Amor da Pátria, na cidade da Horta a primeira reunião do projeto europeu Macaronesian Maritime Spatial Planning – MarSP (Ordenamento do Espaço Marítimo na Macaronésia).
O projeto coordenado pelo Fundo Regional para a Ciência e Tecnologia (FRCT), no valor de mais de 2 milhões de euros, visa desenvolver o processo de ordenamento do espaço marítimo dos três arquipélagos da Macaronésia: Açores, Madeira e Canárias.
O diretor regional dos Assuntos do Mar, em declarações aos jornalistas, sublinhou a importância do ordenamento do espaço marítimo uma vez que se trata “de um sistema fundamental para que se possa desenvolver todas as atividades do mar e a economia do mar de uma forma sustentável, diminuindo conflitos entre os interessados, as pessoas e entre os stakeholders, criando uma dinâmica nova relativamente ao mar”.
Com esta reunião pretende-se “afinar as metodologias definidas pelo projeto, a calendarização dos trabalhos com o tipo de relatórios sobre os resultados do projeto e calendarizar novamente o projeto”, assim como “consolidar as estratégias dos parceiros e definir todo o desenrolar dos trabalhos para se chegar ao fim e cumprir-se os objetivos”, afirmou Porteiro.
Segundo o diretor, o projeto foi estruturado e aprovado pela Comis-são Europeia, no valor de cerca de 2 milhões de euros e os Açores contam com cerca de 700 mil euros através do Fundo Regional de Ciência e Tecnologia “que coordena tecnicamente o projeto”, avançou.
Neste projeto “estamos a trabalhar de acordo com uma diretiva europeia que define os princípios básicos do ordenamento de espaço marítimo e com o quadro da legislação nacional que também define princípios aplicados ao país sobre o ordenamento do espaço marítimo” para depois desenvolver “o nosso próprio sistema regional”, esclareceu.
Segundo Porteiro, este projeto “assenta nas atividades existentes”, no sentido em que “há um apeamento das atividades existentes”. “Há um envolvimento dos interessados de todos os setores na definição de áreas potênciais para outras atividades e há um sistema de compatibilização de usos do mar, por exemplo, a aquacultura não pode ser feita no sítio onde o trafego marítimo passa por cima”, explicou.
O diretor dos Assuntos do Mar sustentou ainda que já existem áreas designadas a várias atividades, mas que agora “vamos compatibilizá-las de uma forma formal, criar áreas potenciais para outras atividades” e articular os princípios de ordenamento já existente “num sistema mais coerente, mais estruturado”, ligado ao SIGs – Sistemas de Informação Geográfica.
Para o governante, o grande desafio é compatibilizar todas as atividades como, por exemplo, atividades de conservação, de investigação, de exploração de areias, marítimo-turísticas, de pesca e de tráfego marítimo, e combiná-las com a conservação dos recursos, dos ecossistemas marinhos e das áreas marinhas protegias.
Apesar de para já este projeto ter a duração de dois anos, “consideramos que o ordenamento do espaço marítimo não é um sistema que fique fechado por si só, é um sistema dinâmico e que se vai adaptando aos desenvolvimentos das próprias atividades marítimas”, salientou Portei-ro, referindo que “há o plano de situação que é o que temos agora mais as áreas potenciais e há a possibilidade de termos também planos de aceitação”, para que no caso de surgirem novas atividades sem áreas definidas, os promotores identifiquem áreas com esse potencial e proponham “à administração afetar essas áreas a determinadas atividades”, continuou.
“Quando o projeto acabar teremos um sistema montado e pronto para se evoluir à medida que as atividades marítimas também forem evoluindo” afirmou o diretor regional dos Assuntos do Mar.
Filipe Porteiro frisou que durante o projeto “encontraremos formas de harmonizar os sistemas de ordenamento do espaço marítimo entre as três regiões de forma técnica e metodológica”.
No entanto, as Canárias “têm um sistema autonómico diferente do sistema autonómico” dos Açores e da Madeira, pelo que na opinião de Porteiro “as Canárias vão tirar grande proveito deste projeto ao nível de uma proposta de ordenamento e desenvolvimento das metodologias que advirão da discussão comum”, mas que depois não deverão implementar um sistema que derive deste projeto, aclarou o diretor regional.
Pelo contrário, os Açores e a Madeira pretendem “utilizar este projeto para alicerçar e apoiar a execução do sistema que já está em desenvolvimento, mas que este projeto vai dar um folgo e permitir fazer uma coisa mais sólida”, concluiu Filipe Porteiro.
Este projeto envolve, para além do FRCT e da Direção Regional dos Assuntos do Mar, a Direção Regional de Ordenamento do Território do Governo da Madeira, a Direção Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos e a Direção Geral do Política do Mar, o Instituto Espanhol de Oceanografia e as universidades de Sevilha, de Cádis e de Las Palmas de Gran Canaria.
Nesta reunião estiveram presentes cerca de 30 participantes, inclusive investigadores da Universidade dos Açores e do MARE (Centro de Ciências do Mar e do Ambiente) e representantes da Comissão Ocea-nográfica Intergovernamental da UNESCO. 

Etiquetas
  • Local
  • Reuinião
  • Encontro
  • Ordenamento
  • Espaço Maritimo
  • Macaronésia
19
janeiro

Bombeiros da Horta vencem 1.º Campeonato de Trauma do Triângulo

Escrito por Susana Garcia

Seis corporações de bombeiros das ilhas do Faial, Pico e São Jorge, participaram no 1.º Campeonato de Trauma do Triângulo que decorreu na Vila da Madalena, organizado pelo Corpo de Bombeiros Voluntários da Madalena.
A corporação da Horta foi a grande vencedora desta competição, que contou com a presença da equipa vencedora do campeonato mundial de trauma

No passado fim de semana, o Pavilhão de Desportos da Candelária, na Madalena do Pico, foi palco do 1.º Campeonato de Trauma do Triângulo, uma iniciativa promovida pelo Corpo de Bombeiros Voluntários da Madalena, com o apoio do Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores.
Neste evento a corporação da Horta sagrou-se a grande vencedora da competição organizada em parceria com o Município da Madalena e que reuniu cerca de 15 participantes.
A equipa da Associação Huma-nitária de Bombeiros Voluntários do Faial - AHBVF, era composta pelos Bombeiros de Cláudio Remédios e Delmar Bettencourt, e orientada pelo 2.º Comandante Paulo Sérgio.
Para o Comandante da AHBVF estas iniciativas, “permitem exercitar os conhecimentos, nomeadamente ao nível das técnicas de trauma, preparando-nos ainda melhor para ocorrências reais que possam surgir”, disse.
Ao Tribuna das Ilhas, Nuno Henriques mostrou-se satisfeito com a prestação da equipa faialense e no seu entender, a vitória demonstra que “de facto o trabalho que estamos a desenvolver é um trabalho profícuo, cujos resultados estão à vista”, sustentou.
“Nós não nos julgamos melhores que as outras equipas, nem melhores que as outras corporações, houve um campeonato, com uma pontuação que é atribuída e de facto destacamo-nos pela excelência, por pequenos pormenores que fazem a diferença em campeonato”, sustenta com orgulho o comandante, acrescentando que “trabalhamos diariamente para que as coisas funcionem e que consigamos estar a um nível de excelência na prestação do socorro, principalmente à população faialense”, frisou.
Nuno Henriques considerou ainda a presença da equipa vencedora do campeonato mundial de trauma como um incentivo para as restantes equipas. Segundo o Comandante “só se consegue chegar àquele nível com muitas horas de treino diário. Para termos uma ideia, a preparação deles para o mundial consistiu em oito meses de treinos de 1h30, cinco dias por semana”, revelou.
A iniciativa contou ainda com a presença da equipa da Associação Humanitária de Bombeiros Volun-tários da Praia da Vitória vencedora do campeonato mundial de trauma, que decorreu, em 2017, na Roménia e envolveu seis corporações de bombeiros das ilhas do Triângulo.
As equipas enfrentaram diversos desafios. Acidentes de viação, quedas de andaimes, atropelamentos, cenários sangrentos com vítimas inconscientes, traumas profundos ou fraturas graves, foram estas algumas das muitas ocorrências simuladas e que colocaram à prova as corporações participantes, pondo à prova os seus conhecimentos no socorro, visando não apenas exibir as suas capacidades, perante o público, mas sobretudo melhorar as suas competências práticas, aprendendo e partilhando as experiências com todos os envolvidos no projeto.
Para além da vertente competitiva, cujo júri era composto por dois elementos da Proteção Civil, a iniciativa incluiu ainda um workshop da responsabilidade da equipa campeã mundial de trauma.
No final, ficou a promessa de que esta seria a primeira de muitas outras edições do Campeonato de Trauma do Triângulo.

Etiquetas
  • Local
  • Campeonato de Trauma do Triângulo
  • AHBVF
19
janeiro

ALRAA recebe 250 crianças no âmbito do Projeto “Os Pequenos Cidadãos da Ilha”

Escrito por Susana Garcia

No âmbito do projeto “Os Pequenos Cidadãos da Ilha” da Escola Básica e Integrada da Horta, a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRAA) vai receber 250 crianças do pré-escolar.
A iniciativa integra-se no programa Parlamento Presente a decorrer na presente legislatura

A primeira visita à ALRAA no âmbito do projeto “Os Pequenos Cidadão da Ilha” promovido pela Escola Básica Integrada da Horta teve lugar no passado dia 11 de janeiro.
Destinado a todas as crianças do ensino pré-escolar das escolas da ilha do Faial, este projeto vai levar até à sede do Parlamento Açorianos 250 crianças entre os meses de janeiro e maio.
O Projeto “Os Pequenos Cidadãos da Ilha” desenvolver-se-á sob a forma de uma visita guiada às instalações do Parlamento Açoriano, devidamente adaptada aos alunos, durante a qual serão realizadas diversas atividades educativas sob diferentes formas, sejam elas pintura ou sob a forma de uma apresentação ou jogos didáticos, culminando com um lanche.
A iniciativa vai ao encontro ao programa que a atual Presidência tem vindo a desenvolver nesta legislatura, designado de Parlamento Presente, cujo objetivo passa pela incrementação de uma nova abordagem de proximidade do Parlamento Açoriano à comunidade, dando a conhecer não só o seu património, mas também o seu funcionamento, de uma forma mais pormenorizada e explicitada, de fácil compreensão entre todos os cidadãos.

Etiquetas
  • Local
  • ALRAA
  • Os Pequenos Cidadãos da Ilha
  • EBI da Horta
19
janeiro

Núcleo de Estudantes do Faial da Amnistia Internacional realiza Maratona de Cartas

Escrito por João Paulo Pereira

No passado sábado, no auditório António Duarte, na Escola Secundária Manuel de Arriaga, o Núcleo do Faial da Amnistia Internacional levou a cabo mais uma Maratona de Cartas, campanha essa destinada a promover e defender os direitos humanos em todo o mundo

O Núcleo de Estudantes do Faial da Amnistia Internacional levou a cabo no auditório António Duarte, na Escola Secundária Manuel de Arriaga, mais um evento denominado Maratona de Cartas.
A Maratona de Cartas é o maior evento de defesa dos direitos humanos organizado à escala global. Todos os anos, milhões de pessoas em todo o mundo juntam-se para assinar cartas para salvar pessoas que podem estar no outro lado do mundo. Esta iniciativa baseia-se na ideia de que governos de todo o mundo que abusam dos direitos humanos, ao receberem milhões de cartas vindas de todo o mundo a apelar ao respeito dos mesmos, se sintam pressionados e resolvam essas situações.
Nesta sessão, para além da atuação da banda “Os Marca Branca”, os responsáveis pelo Núcleo mostraram ao público presente os cinco casos onde os direitos humanos são postos em causa - Sakris Kupila, Shackelia Jackson, os 11 de Istambul, Farid Al-Atrash e Issa Amro e Clovis Razafimalala – e cujas cartas iriam assinar para serem depois enviadas para os governos dos respetivos países.
Explicaram, ainda, o que é a Amnistia Internacional e as atividades que desenvolve em prol da defesa dos direitos humanos. Segundo Mariana Goulart “a Amnistia Internacional foi criada em 1961 por Peter Benenson, um advogado britânico que leu uma notícia sobre dois estudantes universitários de Coimbra que tinham sido presos e condenados a sete anos de prisão, alegadamente por terem brindado à liberdade. Assim, Benenson decidiu criar um movimento que defendesse os direitos humanos em todo o mundo e que lutasse contra os abusadores dos mesmos”.
“A Amnistia foi agraciada com o prémio Nobel da Paz em 1977, como reconhecimento pelo seu trabalho na defesa de direitos humanos ao longo dos anos. O objetivo da Amnistia Internacional, aquilo por que os seus membros lutam todos os dias, em todas as atividades, é um mundo em que todos os direitos humanos são respeitados”, salientou outra responsável pelo Núcleo.
A Maratona de Cartas foi realizada em Portugal, pela primeira vez, no ano de 2010, onde foram angariadas pouco mais de 5500 assinaturas. Em 2016, a Amnistia Portugal já conseguiu reunir mais de 250 mil assinaturas. 

Etiquetas
  • Local
  • Amnistia Internacional
  • Maratona de Cartas
  • Campanha
  • Biblioteca

Mais ...

Governo disponibiliza 260 mil euros para Incentivos ao Desenvolvimento do Artesanato dos Açores

Cerca de 2500 jovens vão participar no Programa OTL-J

Martijn Schouten vence 1.ª edição do “Azores Triangle Seas Photo Challenge”

Combate à pobreza e exclusão social exige “o envolvimento de todos os Açorianos”, defende Tiago Branco

  • Anterior
  • 47
  • 48
  • 49
  • 50
  • 51
  • 52
  • 53
  • 54
  • 55
  • 56
  • Seguinte
  • Fim
Pág. 52 de 685
  • Perdeu a senha?
  • Esqueceu-se do nome de utilizador?
  • Registe-se!
  • Contatos
  • Pesquisa
  • Assinatura
Copyright © Tribuna das Ilhas 2026 All rights reserved. Custom Design by Youjoomla.com
notícias