Tribuna das Ilhas

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04
janeiro

Combate à pobreza e exclusão social Governo dos Açores assina protocolo com a Associação de Municípios da Região

Escrito por Flávia Taibo

No âmbito do I Plano Bianual de Combate à Pobreza, o Governo dos Açores assinou, no passado mês de dezembro, um protocolo com a Associação de Municípios da Região Autónoma dos Açores (AMRAA) com vista à implantação de medidas do mesmo.
Na ocasião, a secretária regional da Solidariedade Social salientou a importância do envolvimento de todos os municípios da região para a territorialização da ação e implementação das medidas previstas no referido Plano.

Decorreu no passado mês de dezembro, a cerimónia de assinatura de um protocolo entre o Governo dos Açores, através das secretarias regionais da Solidariedade Social, da Educação e Cultura e da Saúde, com a AMRAA que visa a implementação de medidas no I Plano Bianual de Combate à Pobreza.
Na sua intervenção, a secretária regional da Solidariedade Social relembrou que a territorialização da ação é uma das traves mestras desta estratégia de combate à pobreza, pelo que “não podem, nem poderiam os municípios da Região Autónoma dos Açores ficar de fora, nem faria sentido”, na medida em que constituem parceiros privilegiados na consecução destas ações.
“O envolvimento dos agentes locais tem sido uma preocupação desde o início, desde a conceção da estratégia”, salientou Andreia Cardoso, acrescentando que “por isso é que foram auscultados todos os concelhos da Região e foi também uma preocupação do Governo devolver a todos os municípios o conhecimento de todo o trabalho até aqui executado”.
Neste sentido, o Governo Regional realizou um conjunto de sessões em todos os municípios da região nas quais foram apresentados a Estratégia Regional de Combate à Pobreza e à Exclusão Social e o I Plano de Ação Bianual 2018-2019.
O documento assinado contempla cerca de 10% das 83 ações previstas no plano estratégico do Executivo Açoriano e tem por objetivo aprofundar a cooperação entre o Governo e as autarquias locais, uma articulação que a governante considerou ser “fundamental”, sublinhando que “o que todos queremos é promover políticas mais eficazes e garantir uma gestão mais eficiente dos nossos recursos”.
Entre as medidas previstas no protocolo, destaca-se a criação de Pontos de Apoio, espaços de formação não-formal facilitadores de hábitos e métodos de estudo, que os jovens poderão frequentar para consolidar as suas aprendizagens e desenvolver novas competências.
Para a titular da pasta da Solidariedade Social, as autarquias podem ter um papel diferenciador no processo educativo das crianças e jovens, na promoção do sucesso escolar e no combate ao absentismo, dando como exemplo os projetos-piloto implementados no concelho da Lagoa, em São Miguel, e que apresentaram bons resultados.
Estão também presentes no protocolo medidas dirigidas à população idosa, como a promoção da atividade física, que resulta de bons exemplos já em prática em alguns municípios da Região e que as entidades consideram importante disseminar.
Serão ainda realizadas sessões de esclarecimento concelhias com o intuito de reforçar a literacia na área da Saúde junto da comunidade sénior e, já a decorrer, serão promovidas intervenções nas residências de pessoas com menor mobilidade, com o intuito de as tornar mais seguras para os seus residentes.
“Esta estratégia só fará sentido se conseguirmos garantir o envolvimento de todos os agentes, a nível local e a nível regional, no sentido de potenciar aquilo que já fazemos e, sobretudo, sermos capazes de inovar e fazer diferente”, concluiu Andreia Cardoso. 

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04
janeiro

Projeto Revive CMH integra júri do concurso para converter Quartel do Carmo numa unidade turística

Escrito por Flávia Taibo

A Câmara Municipal da Horta (CMH) foi convidada a integrar o júri do concurso público para concessão do Quartel do Carmo que será transformado numa unidade turística como parte do projeto nacional “Revive”.
Integram ainda o júri os Ministérios da Defesa, Finanças e Cultura, bem como o Turismo de Portugal.

No âmbito do projeto “Revive” do Governo da República, o Quartel do Carmo será concessionado por 50 anos para exploração para fins turísticos, estando aberto o concurso público para os procedimentos.
A CMH foi convidada a integrar o júri do referido concurso juntamente com os Ministérios da Defesa, Finanças e Cultura e ainda o Turismo de Portugal.
José Leonardo Silva salientou que o Município tem acompanhado de perto todo o processo, frisando que foram os técnicos da autarquia que fizeram o levantamento topográfico do terreno e que têm estado a trabalhar a informação técnica relacionada com o ordenamento do território daquela zona.
“Este será mais um investimento que consolida, certamente, a oferta turística da ilha do Faial e que deverá ser mais um motivo para continuarmos a reivindicar mais e melhores acessibilidades para a ilha do Faial e para os Açores”, disse o presidente da CMH.
Para o edil, a autarquia “não poderia estar mais satisfeita com esta solução, que tem vindo a trabalhar em conjunto com os mencionados organismos do Estado, estando disponível para continuar a trabalhar junto de investidores privados que ali venham a encontrar um local ideal para o desenvolvimento de um projeto credível, sustentável e que honre os pergaminhos históricos desta cidade e respeite o seu enquadramento paisagístico, no anfiteatro voltado para uma das Mais Belas Baías do Mundo”.
Lembre-se que o projeto “Revive”, no valor de 150 milhões de euros, integra, a par do Quartel do Carmo, uma dezena de outros edifícios de índole histórica em todo o país. 

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04
janeiro

Partido Socialista João Castro valoriza extensão da plataforma continental

Escrito por Susana Garcia

O Partido Socialista (PS) apresentou na Assembleia da República um projeto de resolução do sobre a extensão da plataforma continental.
Segundo o deputado faialense João Castro com este projeto o PS pretende dar valor à multiplicação “por 41 da área imersa do território nacional, ocupando um terço do Atlântico Norte, cerca de 90% da área da União Europeia”.

João Castro, deputado socialista na Assembleia da República, explicou, no passado mês o projeto de resolução apresentado pelo PS que valoriza a extensão da plataforma continental, tendo em conta a importância dos oceanos, que “colocam uma nova fronteira – social e económica – relativamente ao bem-estar e prosperidade futura da humanidade”.
Na nota de imprensa enviada às redações, o Grupo Parlamentar do PS refere que “Portugal apresentou uma proposta de extensão da plataforma continental que perspetiva duplicar o território sob jurisdição nacional para cerca de 3,8 milhões de km2, constituindo-se como um ativo potencial para o desenvolvimento do país face aos recursos – biológicos, genéticos, minerais, energéticos – que esta nova configuração permite considerar”.
Neste sentido, João Castro considerou de extrema importância o potencial da profundidade atlântica da plataforma continental estendida numa gestão partilhada com as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, tratando-se de “recursos naturais vivos e não vivos que importa conhecer e proteger para uma exploração sustentável”.
“A Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar aborda a plataforma continental de um estado costeiro, como o leito e o subsolo das áreas marinhas, que se estendem para além do mar territorial no prolongamento natural do seu território terrestre”, salientou o socialista.
O deputado recordou ainda que “Portugal criou uma estrutura de missão formalizando junto da Comissão de Limites uma proposta de definição do bordo exterior da margem continental na ordem das 350 milhas náuticas, alargando as áreas sob jurisdição nacional, para além da Zona Económica Exclusiva”.
O parlamentar frisou também que num mundo em “rápida mudança, onde os desafios da regulamentação e governação se preveem de complexidade crescente”, o PS pretende com este projeto de resolução dar valor à multiplicação “por 41 da área imersa do território nacional, ocupando um terço do Atlântico Norte, cerca de 90% da área da União Europeia”. 

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04
janeiro

POSEI e PRORURAL+ Agricultores açorianos receberam cerca de 22 milhões de euros em 2018

Escrito por Flávia Taibo

Os agricultores e produtores florestais açorianos receberam no último dia de 2018 21,7 milhões de euros de apoios do POSEI e do PRORURAL+, dos quais 1,1 milhões de euros são verbas próprias do Orçamento Regional.

O Gabinete de Apoio à Comunicação Social (GACS) anunciou, em nota de imprensa, que os agricultores e os produtores florestais dos Açores receberam, na passada segunda-feira, 31 de dezembro, 21,7 milhões de euros de ajudas, no âmbito do POSEI e do PRORURAL+, dos quais 1,1 milhões de euros são verbas próprias do Orçamento Regional.
No caso do PRORURAL, as verbas do devem-se às medidas agroambiente e clima, à agricultura biológica e ao pagamento do valor relativo à manutenção da atividade agrícola em zonas desfavorecidas e apresenta uma dotação de 3,3 milhões de euros, dos quais 465 mil euros são fundos próprios da Região, avança o GACS.
O PRORURAL tem por objetivo “compensar os meios de produção mais amigos do ambiente, nomeadamente a agricultura biológica e a manutenção da atividade agrícola em zonas desfavorecidas, contribuído também para o desenvolvimento económico e para a fixação das populações em meios rurais”.
Por sua vez, no POSEI “os pagamentos correspondem à ajuda aos produtores de ananás, à ajuda aos produtores de culturas arvenses, ao prémio à vaca leiteira e à vaca aleitante, ao suplemento ao prémio aos produtores de leite, ao prémio ao abate de bovinos relativo ao primeiro semestre e ao prémio aos produtores de ovinos e caprinos, o que totaliza 18,4 milhões de euros, dos quais 692 mil euros são verbas próprias da Região”, explica o GACs.
O POSEI é uma política europeia de compensação pela produção em zonas desfavorecidas e ultraperiféricas e pela produção de géneros alimentícios de qualidade a preços acessíveis a todos os consumidores.
O Gabinete recorda que, no passado mês de dezembro, “a Comissão Europeia aprovou todas as propostas de alteração ao POSEI para 2019 apresentadas pelos Açores, à semelhança do ocorrido em 2017 e 2018, decisão esta muito positiva para os agricultores, uma vez que permite dar continuidade ao ajustamento das ajudas à dinâmica de crescimento e garantir a sustentabilidade do setor agrícola na Região”.
Deste modo, em 2019, o POSEI terá um financiamento de quase 70,3 milhões de euros da União Europeia, a que acrescem 4,8 milhões do Orçamento Regional. 

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04
janeiro

Portugal Espaço Santa Maria será a sede da Agência Espacial Portuguesa

Escrito por Flávia Taibo

A ilha de Santa Maria será a sede da Agência Espacial Portuguesa – Portugal Espaço que será criada durante o primeiro trimestre do próximo ano e que terá como
missão o desenvolvimento do setor nacional do Espaço, promovendo e gerindo programas nacionais ligados a este setor.
Esta agência será criada em articulação entre o Governo da República e o Governo dos Açores, ambos membros fundadores.

A Região Autónoma dos Açores, mais concretamente a ilha de Santa Maria, será a sede da futura Agência Espacial Portuguesa – Portugal Espaço, contribuindo assim para a criação de emprego qualificado e para a prestação de serviços ligado às ciências e tecnologias do Espaço na ilha.
A Portugal Espaço, que será criada em articulação entre o Governo da República e o Governo dos Açores, durante o primeiro trimestre deste ano, terá como missão o desenvolvimento do setor nacional do Espaço, promovendo e gerindo programas nacionais ligados a este setor.
Para o Presidente do Governo dos Açores, “a decisão de sediar a Agência Espacial Portuguesa – Portugal Espaço na ilha de Santa Maria revela lucidez quanto à importância que os Açores assumem para o país nesta aposta no Espaço, mas tem também um profundo significado político que não pode deixar de ser realçado”.
“Ao empenho e trabalho que o Governo dos Açores tem colocado na valorização da posição estratégica da Região no domínio das indústrias espaciais, o Governo da República tem sabido corresponder positivamente com um conjunto de medidas e decisões que potenciam e trazem valor para esta aposta”, referiu Vasco Cordeiro.
Segundo o presidente do Executivo, “esta decisão é também um sinal político de grande relevância por aquilo que significa de união de esforços em prol de um objetivo de vanguarda que é também nacional, de aposta prática e concreta na descentralização de estruturas e entidades que, por si só, contribuem para reforçar a unidade do país na diversidade das suas parcelas e que tem, igualmente, um elevado potencial de contribuir para a afirmação de Portugal numa área emergente e de futuro, como é a das indústrias relacionadas com o Espaço”.
Vasco Cordeiro afirmou ainda que “é certo que este não é o final do caminho, nem a conclusão deste processo”, mas sim “um passo que, a juntar aos que já foram dados nesse domínio e aos outros que, certamente, a partir daqui serão dados na concretização prática de afetação de meios e recursos à sede da Agência Espacial Portuguesa, permitirá concluir que estamos num bom rumo e no caminho certo”.
“Estão de parabéns o Governo da República, os Açores e, de forma especial, a ilha de Santa Maria por esta aposta que, a cada dia que passa, ganha todas as condições para ser uma aposta de sucesso”, congratulou o Presidente do Executivo Açoriano.
Também o secretário regional do Mar, Ciência e Tecnologia, que falava no 'Portugal Espaço 2030', evento que assinala o 4.º aniversário da incubadora espacial portuguesa da Agência Espacial Europeia (ESA BIC Portugal), coordenada pelo Instituto Pedro Nunes, salientou a importância do papel que a Região desempenha neste projeto.
Para Gui Meneses, a ilha de Santa Maria, a mais meridional do arquipélago dos Açores, é o “maior polo concentrador de tecnologias espaciais do país”, frisando que é “inegável” que a Região desempenha “um papel importante no desenvolvimento de projetos europeus neste setor”.
“Hoje em dia, podemos afirmar que existe um 'cluster' de tecnologia de ponta nos Açores na área do Espaço, com infraestruturas específicas e um impacto direto no emprego qualificado e na prestação de serviços, muitos deles à escala internacional”, disse o governante.
O titular da pasta da Tecnologia defendeu ainda a importância de existir “uma colaboração efetiva entre instituições nacionais e europeias, mas também entre os setores público e privado, e entre a comunidade científica e o setor empresarial, em prol do desenvolvimento do setor espacial”.
O secretário regional garantiu que “os Açores estão empenhados em fazer parte da estratégia nacional para o Espaço”, destacando o Programa Internacional do Atlântico para o Lançamento de Satélites, que, em fevereiro, vai iniciar a segunda fase com a apresentação das propostas dos cinco consórcios pré-selecionados para a implementação do projeto do porto espacial em Santa Maria.
Gui Menezes avançou ainda que será instalada, em fevereiro, uma nova antena com 15 metros de diâmetro que será utilizada pela empresa EDISOFT, no âmbito de várias missões espaciais, das quais se destaca o programa científico PROBA3, de observação do Sol, e o seguimento de lançadores de satélites.
“O Governo dos Açores acredita que esta ‘nova fronteira’ do conhecimento e da investigação vai definir o que Portugal e a Região podem vir a ser nos próximos anos” no contexto internacional, sublinhou o governante. 

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04
janeiro

Hospital da Horta - Médicos exigem demissão do Conselho de Administração e do Diretor Clínico

Escrito por Flávia Taibo

Num abaixo-assinado elaborado no passado mês de dezembro, os médicos do Hospital da Horta acusam o diretor clínico de ter atitudes “prepotentes” e “desrespeitosas” para com a classe médica.
Como forma de demonstrar o seu desagrado e insatisfação para com estas atitudes de Rui Suzano e o recente processo disciplinar instaurado à Dr.ª Alexandra Lopes, otorrinolaringologista, os médicos desta unidade hospitalar exigem a demissão do diretor clínico e do Conselho de Administração.

No passado mês de dezembro, na sequência do processo disciplinar instaurado à Dr.ª Alexandra Lopes, otorrinolaringologista, os médicos do Hospital da Horta (HH) reuniram-se e elaboram um abaixo-assinado onde demonstram a sua “insatisfação” e “desagrado” para com as atitudes de Rui Suzano, diretor clínico desta unidade hospitalar.
No abaixo-assinado, ao qual o Tribuna das Ilhas (TI) teve acesso, os médicos denunciam “a insatisfação na resposta obtida, ao pedido de esclarecimento em relação ao modo como o processo disciplinar foi instaurado à Dra. Alexandra”, que no seu entender, “demonstra um perfeito desrespeito pela classe médica, denotando um comportamento autoritário, não consentâneo com a gestão democrática da governação clínica”, referem.
Do mesmo modo, a classe médica pretende ainda demonstrar o seu “desagrado por todas as atitudes prévias tidas pelo Sr. Diretor Clínico perante os colegas, algumas das quais com repercussões diretas no desempenho da atividade assistencial e no acesso e bem-estar do doente/utente”, lê-se ainda.
Algumas das denúncias mencionadas no documento passam por “atitudes déspotas, prepotentes, arrogantes e intolerantes perante os colegas, incluindo diretores de Serviço e médicos com cargos de chefia na instituição, com atropelos grosseiros ao Código Deontológico da classe médica”, observam os profissionais de Saúde do HH.
Os médicos acusam também o diretor de “quebra reiterada do sigilo profissional ao instigar publicamente, nomeadamente em espaços públicos, discussões acerca de casos clínicos, considerados por isso, como confidenciais”, de “inconformidades reiteradas, ao assumir de forma unipessoal a orientação/decisão final dos processos das Juntas Médicas, quando deveriam ser dois médicos a fazê-lo”, bem como de “gestão da atividade médica realizada de forma egocêntrica e antidemocrática, impedindo a liberdade de atuação e prática da atividade médica assistencial individual”.
Segundo a classe médica, Rui Suzano tem ainda “atitudes de desconfiança” e faz “acusações constantes, chantagem, assédio, perseguição, ameaças e maus tratos verbais a muitos dos médicos da instituição, em privado ou publicamente”, para além de ter “atitudes contraditórias em relação a opiniões, decisões ou procedimentos por ele orientados, manifestando um comportamento errático e potencialmente desigual, para com os médicos da instituição”.
Os profissionais de saúde do HH não esquecem a “insuficiência de médicos na direção clínica”, na qual Rui Suzano tem apenas um adjunto, desde há vários meses, “quando deveria ter mais um ou dois elementos, após demissão sistemática dos clínicos convidados para aquelas funções, concretamente de cinco elementos médicos, desde o início de funções nesta direção”.
Por fim, os médicos consideram no abaixo-assinado que o diretor clínico dificulta o acesso à Consulta Externa para avaliação de situações clínicas agudas, obrigando os pacientes a dirigirem-se de forma “desnecessária” ao Serviço de Urgência “com aquilo que se pode considerar uma falsa urgência, para posterior referenciação, o que é desaconselhado em todos os hospitais do país, por não ser considerada uma boa prática médica”.
Relativamente ao Conselho de Administração (CA) do HH, os médicos sublinham que o mesmo “não só tem conhecimento dos factos acima citados, como é corresponsável pela prática dos mesmos, instigando alguns dos comportamentos perante a classe médica, tendo neste tipo de atitudes, o Sr. Presidente do CA, um papel preponderante”.
Por todas estas denuncias e acusações acima referidas, a classe média afirma ter uma “total falta de confiança” no CA, pedindo a sua demissão num “prazo de 30 dias a partir da data de emissão deste documento”.
Os médicos acrescentam, que caso de o CA não cumpra com esta exigência, vão “tomar as atitudes consideradas como necessárias, para fazer prevalecer o bom senso, a deontologia e a democracia no exercício da boa prática médica, salvaguardando os direitos dos utentes/doentes”, garantem.
Os médicos adiantam ainda que o documento será remetido ao secretário regional da Saúde para que “possa decidir em conformidade, perante esta nossa denúncia”, assim como à presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores.
No âmbito deste assunto, o TI questionou o CA do hospital sobre o abaixo-assinado.
Na sua resposta, o Presidente e os restantes membros do CA do Hospital da Horta “entendem que não devem emitir qualquer reação tendo por base as notícias que vieram a público nos órgãos de comunicação social, dado que não receberam até ao momento qualquer abaixo-assinado, nem têm conhecimento do seu conteúdo e como tal reservam a emissão da sua opinião para um momento mais apropriado”, avançam.
O CA sublinha ainda estar a aguardar “serenamente a entrega do documento, na certeza de que adotará todos as medidas que entenda necessárias para o esclarecimento de qualquer dúvida que possa existir e a bem da reposição da verdade, mesmo que para tal tenha de recorrer a entidades externas devidamente habilitadas”, sustenta.
Por sua vez, o presidente do CA, João Morais demonstrou “surpresa e total estranheza pelas notícias que vieram a público”, visto que “os profissionais envolvidos neste baixo assinado, para além de não terem solicitado qualquer tipo de reunião”, nunca foram ao seu encontro “para colocar qualquer questão”, lamentando que tenham “utilizado esta forma para o fazer”.
Sobre o processo disciplinar instaurado à Dr.ª Alexandra Lopes, o CA diz “não ter nada a informar, por entender que assuntos desta natureza apenas dizem respeito ao órgão de gestão e aos seus colaboradores e como tal devem ser tratados e permanecer arquivados no seio da Instituição”.
Este jornal tentou ouvir ainda o diretor clínico, Rui Suzano, no entanto, até à data de fecho desta edição não obteve qualquer resposta do mesmo.
Entretanto, a Secretaria Regional da Saúde afirmou ao TI que “o secretário regional da Saúde tomou conhecimento do citado abaixo-assinado pela comunicação social”, salientando que o referido documento “ainda não deu entrada na Secretaria Regional da Saúde, pelo que se aguarda a sua entrega para verificar as questões que são colocadas pelos profissionais de saúde que o assinaram”.

 

 

PSD/Açores requer audição urgente com o secretário regional da Saúde

Na passada semana, os deputados do PSD/Açores requereram, com carácter urgente, uma audição do Secretário Regional da Saúde em comissão parlamentar com vista a que o Governo Regional dê explicações sobre o funcionamento do Hospital da Horta, os procedimentos da direção clínica e o condicionamento do acesso dos utentes aos cuidados de saúde.
Carlos Ferreira afirmou que “o funcionamento correto do Hospital da Horta não pode ser colocado em causa, quer por critérios exclusivamente economicistas, quer por estilos de liderança que não se predispõem ao diálogo com a comunidade hospitalar e desencadeiam problemas com repercussões na assistência médica a prestar à população”.
No requerimento entregue na ALRAA, os deputados avançam terem conhecimento de “um número crescente de reclamações de utentes que se queixam dos cuidados de saúde” prestados no HH, e, sobretudo da “recusa de exames médicos e de deslocações para realização de exames, mesmo contrariando as indicações dos médicos especialistas”, o que para os parlamentares “é uma restrição inaceitável no acesso à saúde”.
Sobre o abaixo-assinado, Carlos Ferreira afirmou que “esta é uma situação extremamente preocupante, porque um ambiente profissional nada saudável pode prejudicar o regular funcionamento” desta unidade hospitalar.
“Os faialenses merecem e exigem que o Governo preste as explicações que se impõem sobre os problemas que afetam o funcionamento do Hospital da Horta”, defende o social-democrata.

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04
janeiro

29.ª Légua da Lajinha - Clube Independente de Atletismo Ilha Azul cumpre tradição

Escrito por Susana Garcia

A já tradicional prova de estrada do Clube Independente de Atletismo Ilha Azul (CIAIA), que liga a freguesia da Feteira à Cidade da Horta juntou cerca de meia centena de atletas.
A Légua da Lajinha decorre sempre no último fim de semana do mês de dezembro e encerra o calendário anual de provas do clube.

Dário Moitoso e Tatiana Moitoso, ambos do CIAIA, foram os vencedores absolutos da 29.ª Légua da Lajinha que decorreu na tarde de passado domingo, dia 29 de dezembro de 2018.
Depois de uma manhã de chuva a prometer uma tarde desagradável o tempo melhorou e permitiu uma boa competição, aos cerca de 50 “corajosos” que compareceram à partida.
A edição deste ano da Légua da Lajinha apresentou uma pequena alteração no seu figurino. Com partida junto à Rotunda da Feteira, percorreu como habitualmente toda a costa da Lajinha, mas terminou no Centro de Marcha e Corrida, no Parque da Alagoa, acrescentando cerca de mais um quilómetro ao percurso dos anos anteriores.
A prova estava dividida em dois escalões, seniores e veteranos, masculinos e femininos. Em seniores masculinos o mais rápido foi Dário Moitoso, com o tempo de 20.47m, seguido de Marcelo Salgueiro, com o tempo de 20.53m. José Baptista fechou o pódio ao concluir os 6kms em 21.03m.
Em femininos, Tatiana Melo foi a primeira. Em segundo terminou Tânia Jorge e Letícia Melo, ocupou o lugar mais baixo do pódio.
No escalão veteranos masculinos, o pódio foi ocupado pelos atletas do clube organizador. O primeiro a terminar a prova foi Mário Leal, o segundo foi Roberto Duarte e Carlos Garcia, foi terceiro.
Em femininos, Silva Faria dos Praiolas Team foi a primeira, Carla Pereira (CIAIA) foi a segunda e Olga Junqueira, fechou o pódio.
A mítica prova da Légua da Lajinha, decorre sempre no último fim de semana do mês de dezembro, encerra o calendário anual de provas do clube e é organizada pelo do CIAIA, com o apoio da Câmara Municipal da Horta (CMH) e da empresa Martipereira.

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04
janeiro

Associação de Futebol da Horta - Direção propõe atribuir a categoria de Sócio de Mérito a Tino Lima

Escrito por Flávia Taibo

A Direção da Associação de Futebol da Horta (AFH) propôs aos sócios a atribuição da categoria de Sócio de Mérito a Albertino Augusto Mendonça Lima pelos anos que foi jogador e treinador dos clubes desta associação e pelas suas conquistas.

A Direção da AFH apresentou uma proposta de atribuição da categoria de Sócio de Mérito a Albertino Augusto Mendonça Lima, mais conhecido por Tino, “um dos melhores jogadores açorianos da sua geração, e um dos melhores de sempre a jogar na Associação de Futebol da Horta”, lê-se no comunicado enviado às redações.
“A polivalência de Tino significava para os clubes que representou uma “mais-valia “, pois havia sempre uma solução de excecional qualidade, quer para guarda-redes, quer para ponta-de-lança”, afirma a direção da Associação no referido documento.
Tendo-se estreado como sénior aos dezasseis anos, Tino Lima representou o Sporting Clube da Horta, Fayal Sport Cube e Futebol Clube dos Flamengos, bem como a seleção do Faial e da AFH, muitas vezes como capitão de equipa.
O antigo jogador foi ainda treinador de seniores no Futebol Clube Flamengos, no Fayal Sport Clube, no Grupo Desportivo do Salão e no Angústias Atlético Clube, tendo sido também treinador de juniores do Sporting Clube da Horta e do Fayal Sport Clube.
A direção frisa também o facto de o treinador “ter jogado a título particular em vários clubes fora da ilha, nomeadamente no Futebol Clube Madalena, no Sport Clube Angrense, no Sport Clube Guadalupe e Graciosa Futebol Clube”, salientado “a sua passagem, à experiência, pelo Sporting Clube de Portugal”.
Das suas conquistas destaca-se seis campeonatos da AFH, quatro pelo Sporting Clube da Horta e dois pelo Fayal Sport Clube.
Para além do futebol, Tino Lima destacou-se a nível nacional como jogador de futebol de salão, basquetebol, hóquei em patins, andebol, tendo ainda praticado ciclismo e atletismo.

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21
dezembro

35.º aniversário - Grupo Coral da Horta participa no XXI Festival de Coros de Natal "Natal no Funchal"

Escrito por SG

No ano em que assinala o seu 35.º aniversário, o Grupo Coral da Horta vai efetuar a sua segunda digressão à Região Autónoma da Madeira de 26 a 31 de dezembro.

A convite do centenário Orfeão Madeirense e no âmbito do XXI Festival de Coros de Natal "Natal no Funchal", que integra as Festas do Fim do Ano 2018, o Grupo Coral da Horta atuará no dia 27 de dezembro, pelas 21:30 horas, na Sé Catedral, no dia 29 de dezembro, pelas 21:30 horas, na Igreja do Carmo, e no dia 30 de dezembro, pelas 21:30 horas, na Igreja do Colégio.

Neste evento participarão, igualmente, o Orfeão Madeirense (anfitrião), o Grupo Coral do Arco da Calheta, o Grupo Coral de São Roque do Faial e o Grupo Stimme.

Uma receção na Câmara Municipal do Funchal, a decorrer no dia 27 de dezembro, assinala, também, a passagem do Grupo Coral da Horta por este concelho.

O Grupo Coral da Horta conta atualmente com cerca de 35 coralistas, tendo como diretor artístico o Prof. José Maria Dutra da Silva e pianista o Prof. Marcello Guarini.

Nesta digressão, o Grupo será acompanhado, também, por Giulia Guarini Solá, ao violino.

O Grupo Coral da Horta apresentará um repertório que se insere na quadra natalícia, constituído por temas tradicionais, clássicos e gospel, tendo como solista a soprano Humberta Silva.

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21
dezembro

160 anos CISA - “Queremos que a CISA seja um marco fundamental nas crianças e jovens que por aqui passam”, afirma Marco Santos

Escrito por Tribuna das Ilhas

No âmbito das comemorações dos 160 anos da Casa de Infância de Santo António (CISA), a instituição criou, em parceria com o Tribuna das Ilhas (TI), uma rubrica na qual entrevistou 11 ex-alunos e/ou colaboradores da mesma.
A terminar esta rubrica, o TI esteve à conversa com Marco Santos, atual presidente da direção da CISA.
Na instituição desde 2011, Marco Santos afirma que o intuito desta direção é preservar a história, os costumes e as tradições da casa adaptando-os à atualidade de forma a melhor beneficiar os alunos, crianças e jovens que por lá passam.

TI – Há quantos anos está à frente da CISA?
Marco Santos – Já me encontro na CISA desde 2011, primeiro no cargo de vice-presidente e desde 2015 como presidente.

TI – O que o motivou a aceitar este cargo?
MS – O facto de ser filho de pessoas ligadas ao ensino e de eu próprio ter um percurso profissional também ligado à área da educação há cerca de 21 anos e, nesse sentido, as potencialidades que a CISA oferece de inovação pedagógica, de desenvolvimento de projetos, de trabalho em equipa, de articulação sistémica, faz desta instituição um contexto aliciante na área da educação.

TI – Quando termina o mandato?
MS – Em dezembro de 2020.

TI – Tem intenções de voltar a candidatar-se?
MS – Devido ao acumular de funções, ser um cargo voluntário, torna-se por vezes muito difícil a coordenação e gestão de cenários, funções e papéis, em destaque os familiares. Penso numa agenda semanal, mensal… e não faço previsões a longo-prazo, mas reconheço que dada a exigência diária, é uma responsabilidade que deveria ser a tempo inteiro.

TI – Agora em relação à CISA. Como se encontra presentemente a instituição?
MS – Neste momento, a instituição diria que se encontra saudável e promissora. Tivemos muitas dificuldades no passado em relação à parte financeira que nos colocaram em causa o dinamismo no funcionamento da própria instituição. Todavia, com a ajuda do Governo Regional, que reconheceu a necessidade de intervenção, a presente situação encontra-se muito mais estável.
Também realço as diversas iniciativas e campanhas de solidariedade, particulares ou de empresas, que muito agradecemos.
Mesmo quaisquer problemas, e refira-se que têm sido abundantes, encaramos como oportunidades de questionamento e reformulação. Este aspeto exige uma permanente capacidade de abertura, flexibilidade e, por vezes, muita criatividade.
Em termos institucionais e de parcerias, gostaria apenas que se verificasse maior articulação entre serviços, mais concretamente no que concerne ao acompanhamento das menores acolhidas, maior articulação na intervenção sistémica, que numa abordagem multinível, visasse mais as medidas preventivas do que remediativas e por outro lado maior celeridade em termos comunicacionais.

TI – Quais são os principais constrangimentos vividos pela instituição?
MS – Tal como qualquer IPSS, apontaria a formação continua dos colaboradores, renovação de espaços e equipamentos. Temos um edifício remodelado em 1998, com algumas particularidades ao nível da sua funcionalidade e que necessitam de intervenção. Além disso, temos o ginásio da instituição, que decorrente do sismo de 98, continua a requerer intervenção, pese embora a abertura da Secretaria Regional da Solidariedade Social ou da Direção Regional da Solidariedade Social em intervir, não na total remodelação é certo, mas apenas a nível da estrutura das paredes e telhado. Neste momento, encontramo-nos em fase de auscultação de empreiteiros.

TI – Presentemente quantos alunos, internas e funcionários tem a instituição?
MS – Na creche, jardim de infância e primeiro ciclo, temos 179 crianças/alunos, 65 funcionários e 11 crianças/jovens acolhidas.

TI – A CISA tem também a parte de internato feminino. Que importância tem esta valência, quer para a instituição, quer para as utentes?
MS – Esta valência foi a razão da criação do então “Asilo da Infância Desvalida” primórdios do que hoje é a Casa de Infância de Santo António. Continua com essa missão, embora se tenha adaptado às transformações e exigências atuais.

TI – Considera que a instituição tem conseguido acompanhar e adaptar-se às necessidades e às exigências da sociedade atual, quer em termos do serviço prestado aos alunos, quer aos pais?
MS – Sem dúvida que sim, principalmente apostando na formação de crianças e centrada na qualidade das metodologias e relações que possibilitem ou facilitem aprendizagens. Quando olhamos para os resultados escolares em termos nacionais, vemos a disparidade de resultados que existe entre os níveis intermédios e superiores (e.g. os 3 e os 5). O facto de se verificar esta disparidade de resultados faz com a escola coloque em causa princípios fundamentais como o da equidade e igualdade, e outros princípios como o da inclusão, diferenciação curricular, flexibilidade, etc. Para nós estas questões são fundamentais e acho que estamos a oferecer uma resposta educativa globalizante e diferenciada, que vai muito de encontro ao documento do perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória.
É com base nesta visão que o nosso projeto educativo de escola se articula com estes princípios e como tal a CISA cumpre com o objetivo desta equidade e igualdade. Recorde-se que na história da CISA, tínhamos as jovens acolhidas e jovens que vinham estudar para cá (e.g. Pico e Flores), mas que todas, independentemente das suas origens ou meios socioeconómicos, tinham hipótese de ter uma educação promissora. Ainda hoje temos estes princípios nesta instituição, perdendo-se mais a designação de internos e externos e claro está tendo crianças, jovens ou alunos oriundos maioritariamente do Faial.
Nesta adaptação, não posso deixar de reforçar o esforço dos nossos colaboradores que têm sabido ajustar-se às exigências externas e mesmo internas, apesar do desgaste emocional que por vezes determinados acontecimentos impõem.

TI – A CISA celebra este ano 160 anos. O que tem mudado ao longo destes anos?
MS – Tentamos preservar os costumes, tradições, no entanto, não pretendendo fugir à história e identidade da própria CISA. Provavelmente mudou o perfil de colaboradores, o currículo, a participação parental, a abertura da própria instituição à comunidade.

TI – Que atividades promoveu a CISA para assinalar esta importante data?
MS – Iniciámos com a construção e distribuição de material lúdico-pedagógico, assinalamos ainda a rubrica mensal, em parceria com o Tribuna das Ilhas, a quem agradecemos a colaboração, com entrevistas-testemunho de ex-docentes/alunos e colaboradores. Também temos um evento comemorativo agendado para o dia 18 de janeiro, no Teatro Faialense, dia este que assinala o aniversário da instituição.

TI – No seu entender, que papel tem atualmente a instituição quer para as crianças quer para a sociedade faialense?
MS – Queremos sempre, e acho que será interesse das próximas direções, que a CISA continue a ser um marco fundamental nas crianças e jovens que por aqui passam e passarão, pelas relações significativas que aqui criaram, não esquecendo o “divertido de aprender”, mas também pela qualidade no acompanhamento que lhes possibilite, autonomia e integração profissional e social.

 

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