“Agarra o sonho” é o nome de um passatempo promovido pela Associação Portuguesa da Doença Inflamatória do Intestino (APDI), em parceria com o Abbott Laboratórios, que desafia os jovens portadores de Doença de Crohn e Colite Ulcerosa a “ilustrar” o seu dia-a-dia com a patologia.
O concurso, dirigido a jovens entre os 18 e os 25 anos, compreende a realização de um trabalho original que represente pictograficamente (por ilustração, pintura, fotografia ou colagens) o que é viver com a Doença Inflamatória do Intestino.
O júri vai avaliar os trabalhos tendo em conta a criatividade da apresentação e a melhor frase associada ao slogan do passatempo “Agarra o sonho”.
O vencedor do passatempo acompanhará a APDI no Encontro Europeu de Jovens com DII, organizado pelo grupo de jovens da Federação Europeia das Associações de Doentes de Crohn e Colite Ulcerosa (EFFCA), que decorre de 26 a 29 de Agosto, em Apeldoorn, na Holanda. Os resultados serão divulgados até 20 de Maio, no site da Associação – www.apdi.org.pt.
A DII pode surgir em jovens de qualquer idade, sobretudo a partir dos 10 anos. As crianças e jovens que sofrem desta patologia do foro intestinal – Doença de Crohn e Colite Ulcerosa – têm de lidar com surtos de dor abdominal e diarreia, sendo o seu principal problema na escola a necessidade de usar, de forma inesperada e frequente, a casa de banho. É uma doença que, pela sua natureza, desencadeia bastante desconforto físico e emocional, levando ao isolamento e à perda de actividade.
Segundo Ana Sampaio, presidente da APDI, este passatempo pretende “aproximar os jovens do trabalho da associação e desmistificar algumas ideias através da partilha de experiências com outros jovens europeus com DII”.
Os trabalhos devem ser enviados até 15 de Maio, para a sede da APDI (Rua Nova das Icas, n.º 42, 1.º traseiras, 4450-703 Leça da Palmeira) ou para o e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..

Ontem assinalou-se o Dia Mundial da Dança, e para celebrar a efeméride a autarquia faialense juntou no Pavilhão da Horta uma série de agrupamentos que se exibiram em vários estilos de dança.
O evento, que coicidiu com o encerramento dos Jogos Desportivos Escolares, juntou centenas de pessoas.
Do folclore ao hip-hop, passando pelas danças de salão, pelo ballet, pela dança do ventre e até por uma exibição bem rockeira das professoras da Escola Secundária Manuel de Arriaga, centenas de participantes de todas as idades mostraram que o ritmo e a musicalidade estão entranhados no ADN dos faialenses.
No final, o público foi convidado a participar, e aderiu em força, embalado pelos ritmos da chamarrita, do hip-hop e do merengue.

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Estão abertas as inscrições para um Workshop de Escultura e Modelação de Barro que se vai realziar de
Numa organização do atelier Íris Horta, em colaboração com Pedro Rosa e com os apoios da Câmara Municipal da Horta e Estrela do Atlântico, esta formação tem como objectivo proporcionar uma iniciação ao mundo da escultura através da manupulação e modelagem do barro. Neste processo será estimulada a capacidade de ler e compreender a forma tridimensional, construindo moldes e procedendo à sua fundição e desmoldagem.
Ao longo das quatro sessões, os participantes serão convidados a criar as suas próprias esculturas, utilizando a técnica da adição e da subtracção para explorarem a sua sensibilidade e criatividade.
Tribuna das Ilhas esteve à conversa com Américo Vargas que nos explicou de onde surgiu a ideia de levar a cabo um workshop desta natureza, um tanto ou quanto inovador, no Faial.
Leia o resto desta reportagem na edição impressa do Tribuna das Ilhas de 30 de Abril de 2010
Quando a minha filha aos 3 anos chegou a casa e me disse “mãe o papel é para levar para a escola para o nosso papelão”, confesso que fiquei boquiaberta, mas ao mesmo tempo muito satisfeita, mas o meu espanto maior foi quando, ao ver-me preparar o jantar me deu uma autêntica lição de moral:
“Mãe as cascas das batatas e das cenourinhas são para o compostor, mas atenção, a minhoca do compostor não gosta de casca de cebolas”.
Fiquei atónita e percebi que afinal o projecto Eco-escolas é mais do que ensinar as crianças a cuidar, gostar e preservar o meio ambiente, é levar uma mensagem muito mais além porque estas mesmas crianças, que desde tenra idade começam a despertar para estas problemáticas, ensinam os pais, os avõs, os tios, enfim toda a família a olharem com outros olhos para o meio ambiente.
Isto tudo a propósito do IX Encontro Regional de Educação Ambiental e Eco-escolas que decorreu na passada semana na ilha do Faial e que junto mais de uma centena de pessoas ligadas a estas problemáticas.
Leia o resto desta reportagem na edição impressa do Tribuna das Ilhas de 30 de Abril de 2010
Herberto Soares nasceu na ilha do Faial há 90 anos, corria o ano de 1920. Sua mãe era professora e, em criança foi para o Pico. Voltou ao Faial para estudar e daqui saiu para Lisboa onde se formou em Engenharia Técnica Agrária.
De Lisboa saiu para Moçambique e por lá ficou 30 anos. Aos 54 anos de idade encontrou no Brasil a sua nova casa.
Quase 70 anos depois de ter saido do Faial regressou aos Açores e instalou-se no Faial e com ideias inovadoras no nosso mercado – criar uma indústria de transformar soja.
Em entrevista ao Tribuna das Ilhas, Herberto Soares disse que o principal motivo do seu regresso está relacionado com as questões climatéricas, “não aguentava tanto calor e também a instabilidade e a apatia a que o calor me sujeitava. Isto é, por causa das altas temperaturas às cinco horas tinha que me refugiar em casa. Cansado de lá estar resolvi vir para a minha terra para descansar, mas o descansar não é sinónimo de estar quieto.”
O projecto que este filho da terra está a liderar consiste na transformação de soja em farinha, iogurtes, gelados, queijo, manteiga, doce e mesmo leite de soja.
Herberto Soares compra a soja em Lisboa e transforma-a na sua fábrica, instalada que está na freguesia da Feteira. Pretende, um dia mais tarde, poder importar a soja directamente do Brasil.
Recebe a soja em grão e, com a ajuda das suas máquinas, transforma-a em mais variados produtos, conforme enunciamos anteriormente.
Nos Açores não existe qualquer indústria de transformação de soja, pelo que Herberto Soares é pioneiro nesta iniciativa.
Leia o resto desta reportagem na edição impressa do Tribuna das Ilhas de 7 de Maio de 2010
O número de farmácias com ESPAÇO ANIMAL tem vindo a crescer gradualmente desde o lançamento do projecto-piloto, com 50 farmácias, em 2007. Actualmente existem mais de 260 farmácias no país com este espaço orientado para a saúde e bem-estar dos animais. O objectivo para este ano é chegar às 350 farmácias que disponibilizem este serviço.
Carlos Godinho, médico veterinário e gerente da GlobalVet, empresa responsável pela implantação e expansão desta iniciativa, afirma que “o projecto resultou em pleno” e revela que o segredo do sucesso assenta “na pro-actividade das farmácias, que expõem e divulgam os produtos e aconselham os utentes”.
Para este resultado contribuiu a aposta em novos produtos para a farmácia, nomeadamente de higiene e cosmética para cães e gatos, bem como em áreas completamente novas, como os acessórios e a alimentação dietética preventiva.
O ESPAÇO ANIMAL contempla áreas onde o sector estava deficitário, nomeadamente ao nível da organização, da formação e da informação. A GlobalVet ministra formação específica aos farmacêuticos para que estes possam prestar um aconselhamento eficaz sobre as opções terapêuticas disponíveis.
A Crioestaminal, em parceria com o Centro de Simulação Biomédica dos Hospitais da Universidade de Coimbra, realiza mais uma sessão da segunda edição do Projecto CrioSIM – “Gestão de Eventos Críticos em Obstetrícia”, no dia 23 de Abril, às 8h30, uma acção de formação para permitir aos especialistas aperfeiçoar capacidades que as formações tradicionais não abrangem.