É no seio das comunidades das diferenciadas nações que se vai “jogando” a vivência acertada ou distorcida, dos seres humanos.
Hoje vive-se, permanentemente, sofrendo as consequências, nefastas e horrendas dos muitos e múltiplos “teatros de guerra”, que vão provocando a miséria e o sofrimento de tanta gente, inocente e indefesa.
Os governantes das nações mais poderosas, pelo que vemos e reconhecemos, já não têm poder sobre as “tiranias” provocadas pelo interesse avassalador dos poderosos, sem escrúpulos, que mantém como finalidade gerar o caos e a desgraça e à sua custa criar autênticos impérios, aonde o dinheiro e só ele, é rei e soberano.
Assiste-se, continuadamente, a reuniões e mais reuniões que se afirmam como “fabriqueiras da tão anunciada paz”, entre os povos porém, no seu seio, imperam poderes e valores que abafam os legítimos desejos, pelo que não prevalecendo os interesses pessoais e restritivos, enquanto as enormes “massas populares” vão sofrendo as suas consequências horríveis.
Fala-se tanto em direitos humanos, no imperioso desejo do que é merecedor, mas tais falácias caem por terra, frente aos interesses especulativos duns tantos “figurões” que detém o poderio económico.
A sociedade civil de quando em quando quase pretende “animar-se” com a realização dum ou doutro Congresso, que tenha como tema a “paz”, o desanuviamento e a consideração devida às pessoas humanas.
Mas logo desanima ao primeiro “embate”, por as reparadoras directrizes, saídas desses aerópagos, cairem por terra, mal surge o primeiro sobressalto.
E, todavia cada vez mais, vão sendo em maior número os “profetas” que paulatinamente vão intoxicando as sociedades civis, quer pelo medo, com “papões devoradores” quer com o lançamento de responsáveis violentas e castradoras da dignidade do ser humano.