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07
janeiro

MANTA DE RETALHOS

Escrito por  Armando Amaral
Publicado em Armando Amaral
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É nome de manta caseira, tão velha como a mancheia de retalhos de que é feita nas nossas casas quer sejam no campo, termo também muito antigo, quer sejam na cidade, e todas lindas e todas diferentes.
Todavia, o escrito de hoje, de velho tem apenas o Ano, por os assuntos tratados dizerem respeito a 2015.

Tradições
E estamos já em 2016, Ano cuja entrada era, bem me lembro, saudada pelos apitos dos vapores surtos no porto, incluindo os famosos rebocadores holandeses à caça da galinha do Natal (navio avariado), e da Central Eléctrica, alimentada pelas achas que aos milhares os Barcos do Pico traziam, não apenas para iluminar casas e ruas da Horta, mas também para dar comida aos faialenses do lado de cá da fronteira.
E ainda os Ranchos de que, como as Janeiras continentais, saiam nas noites de fim do Ano Velho e princípio do Ano Novo e nos Reis, para recordar os Magos que do Oriente vieram guiados pela Estrela prestar homenagem ao Deus Menino, sempre presente em lindos altares e sugestivos presépios.
Quer nos Cedros quer na Cidade em ranchos participei, tocando ferrinhos e cantando, aliás como a gente grande, jamais esquecendo os zabumbas do Alberto Lemos que grande sucesso fizeram na Horta, e também os Ranchos Tunas que o maestro Amorim avivou este ano, com grupo da Universidade Sénior.

Cruzeiros
No plenário do Parlamento açórico, da segunda semana de Dezembro em dia dedicado à apresentação de Congratulações, o CDS apresentou um Voto anunciado pela deputada Graça Silveira, destacando a grande acção prestada pelos “Cruzeiro das Ilhas" e "Cruzeiro do Canal" desde que passaram a navegar no Grupo Central, particularmente no Triângulo e no Canal Faial/Pico em 1987.
Naturalmente terá aproveitado a ocasião para se referir em termos menos lisonjeiros aos novos barcos, "Mestre Simão" e "Gilberto Mariano” quiçá por ligados a acidentes mal explicados.
Chegada a votação, e muito embora colhendo o apoio de toda a oposição, os Socialistas não souberam aceitar democraticamente as críticas, verdadeiras, e, em vez de levantarem o polegar da mão direita, baixaram-no como faziam os Césares romanos quando as coisas não corriam de feição.

Golfe
Ao receber o Tribuna das Ilhas, normalmente à 2ª. Feira, começo por folhear as suas 12 páginas, mas só, ultimamente, o "Apanhado do CLima” me faz parar.
Desta feita, apresentava o senhor Presidente da Câmara da Horta, todo sorridente e a empunhar um taco que, à primeira vista, me pareceu preparado para inaugurar finalmente o tão ambicionado Campo de Golfe.
Seria até o não esperado presente do Menino Jesus.
Mas, afinal enganei -me.

Candidata
Não está em causa o inesquecível filme sobre a guerra entre Norte e Sul, dos então jovens Estados ainda mal unidos.
Naturalmente que a anunciada candidatura duma Senhora açoriana, quiçá pela novidade, teve grande divulgação na imprensa regional.
Nanja por não haver nos Açores Senhoras com condições cívicas e culturais para serem Presidentes de Portugal e de não pedirem meças aos demais candidatos, mesmo ao que lidera, e bem à frente, as sondagens divulgadas.
E quanto à nossa patrícia, não sei se com pena ou alívio, viu a numerosa papelada, com as necessárias assinaturas dos apoiantes, ser levada pela ventania que tem varrido as nossas ilhas neste inverno pouco amigo.

Natal
E termino esta "Manta de Retalhos" com referência às ofertas e aos votos de Anos Bons sendo, como não me canso em escrever que sou avesso à figura roubada pela Coca-Cola (dizem) vestindo-a com roupas iguais às do São Nicolau mas de cor diferente, nanja a branca das barbas,
E a partir da América, ei-la a correr o mundo inteiro no tradicional trenó por renas puxado, não levando muito tempo a levar o portuguesinho na certa, sempre afeito a novidade que de fora venha, quiçá para não ser bota de elástico, aderindo logo ao sujeito que também na Lapónia já tem agência.
É natural pois que ao ler o “Diário Insular” da manhã de 25 de Dezembro, tenha considerado uma grata excepção natalícia: nos muitos artigos apenas duas brevíssimas referências à dita figura, poucas imagens do mesmo em anúncios e nenhuma no Editorial dedicado ao Natal do Norte a Sul e Ilhas, aliás o tema geral da magnífica edição de 40 páginas do jornal terceirense.

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