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  • o MAR na CENTRALIDADE da HORTA
10
novembro

o MAR na CENTRALIDADE da HORTA

Escrito por  Armando Amaral
Publicado em Armando Amaral
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Mais ou menos foi este o título que a jornalista do "Tribuna" (Susana Garcia) deu à devida e circunstanciada cobertura da cerimónia de lançamento da 1º. Pedra da Escola do Mar dos Açores (EMA), em manhã radiosa de 5 de Setembro.
E tamanha a realidade na afirmação do Presidente do Governo Regional que não podemos deixar de a ela recorrer para titular este escrito.
É que se trata de facto de evidente realidade que só agora, passados quarenta (40) anos de Autonomia, se começa a olhar com olhos de ver para a privilegiada situação geográfica do Faial, com a mais abrigada baía da Região e que até faz parte do Clube das mais belas do Mundo.
Aliás, no século XIX os Dabneys estabeleceram-se na cidade faialense, dando grande desenvolvimento ao comércio marítimo.
Recorde-se que Charles Dabney foi o 1º. Cônsul dos Estados Unidos da América nos Açores.
Sobre a EMA, o conhecido líder Vasco Cordeiro que presidiu ao acto, disse ser um projecto ambicioso que será uma realidade no próximo ano, e que reforçará a centralidade da Horta no sector do mar.
Ficámos também a saber que a Escola do Mar dos Açores poderá estabelecer e aproveitar sinergias com o DOP e com o futuro Observatório Atlântico, que terá sua sede no Faial.
Como está no ADN dos faialenses e quiçá também nos açorianos, sempre que algo de bom acontece, logo reagimos: mas vamos pagar, naturalmente por estarmos mais habituados a sofrer das más...
Ora, sendo o Faiai a ilha mais esvaziada economicamente falando, nestas quatro décadas, seria mais que justo que passasse a usufruir inteiramente e de facto da sua centralidade marítima, finalmente reconhecida.
Por sinal, a fotografia de Baleeiras norte-americanas no porto faialense no tempo dos Dabneys, é bem elucidativa da Centralidade da Horta no Mar dos Açores.

EXIGÊNCIA ESCUSADA
Habituados às inaugurações nas campanhas eleitorais, ficámos deveras surpreendidos ao ouvir, da própria boca do Presidente da Câmara, a exigência feita ao Governo no sentido de as valiosas obras, de beneficiação do Polivente de Pedro Miguel, serem inauguradas em Setembro.
Precisando, antes das eleições de Outubro, nem que o empenhado autarca precisasse ensinar o Pai Nosso ao Padre Vigário, como se costuma dizer.
Aliás, assim foi, embora mais dia menos dia o laborioso Povo passasse a usufrui do justo melhoramento.
Só não sei se estaria a pensar no resultado das eleições, pois lá diz a avisada sentença popular: antes uma pomba na mão do que duas a voar.
Mas sei que os votos voaram mas, porém, de volta ao antigo pombal, já que a Freguesia de rosa, passou a laranja.
E as Autárquicas estão à porta....

LENDO & APRENDENDO
"Correr Ceca e Meca" é expressão muito ouvida cuja origem, pouco conhecida, lemos um dia destes na extinta revista católica “Magnífica”:
Ceca é uma palavra árabe que significa Casa da Moeda. Era assim conhecida a grande mesquita de Córdova, Espanha, o mais importante centro da religião maometana no Ocidente. Correr Ceca e Meca era ir em peregrinação de um a outro dos grandes centros religiosos.

do CALAFONA ao RONALDO
Pelo menos até fins da primeira metade do século passado, os dois diários faialenses (O Telegrafo e Correio da Horta) ainda mantinham na última página uma coluna dedicada à vida local: nascimentos, aniversários, doentes, vilegiaturas, viagens, etc., etc.
No geral, sucintas e sempre adjectivadas, mas algumas havia circunstanciadas quando referidas a casamentes de gente bem e emigrantes, especialmente Calafonas, dando gargalhadas por tudo e nada para que vissem seus dentes de oiro.
Esta lengalenga recordativa vem a proposita de notícia em certa estação da televisão da capital, naturalmente em horário nobre, quiçá como furo jornalístico.
Informava com ênfase que Cristiano Ronaldo fora a Setúbal almoçar em restaurante de amigo, tendo-se deslocado no seu novo automóvel de dois milhões de euros, comprado depois do Campeonato da Europa em Futebol.
E tivemos a oportunidade de ver o famoso internacional, de recordes sem conto, sempre sorridente, a ser fotografado por centenas de admiradores que acorreram às imediações do restaurante para admirarem o super espada.

 

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