Tribuna das Ilhas

Infinity 8
  • Início
  • Local
  • Triângulo
  • Regional
  • Desporto
  • Cultura
  • Política
  • Opinião
  • Cartoons
Últimas :
Investimento privado no Faial – realidade ou utopia?
Educação - Escola Secundária Manuel de Arriaga ocupa o 496.º lugar do ranking a nível nacional
Eleições - Carla Dâmaso assume a presidência do OMA
Agricultura - Trybio organiza cursos de instalação de pomares e de poda de fruteiras no Faial
BTT – ESMA ATIVA Primeiro encontro de BTT da ESMA junta professores e alunos
“Eco Freguesia, freguesia limpa” - Candidaturas ao programa abertas até 15 de março
Saúde - Hospital da Horta assina protocolo com Câmara Municipal da Madalena para criação de Unidade de Hemodiálise
Efeméride - Azores Trail Run® regista 4000 inscritos em 5 anos
Faial - Governo Regional assina contrato para reabilitar Solar e Ermida de São Lourenço
  • Início
  • Opinião
  • EDITORIAL
  • Editorial
20
janeiro

Editorial

Escrito por  Maria José Silva
Publicado em EDITORIAL
  • Imprimir
  • E-mail

Esta semana ouvi atenciosamente, uma entrevista que o meu colega Aranda e Silva deu à Antena 1 a propósito do Congresso de Jornalistas que decorreu em Lisboa recentemente.
Dei por mim a sorrir e a acenar a cabeça em sinal de concordância com tudo o que ele, jornalista mais velho e mais experiente do que eu ia, sabiamente, dizendo.
Entretanto, e no meio de salários precários, de condições de trabalho diminutas, horas perdidas e não remuneradas, eis que Aranda e Silva afirma “o jornalismo não é uma profissão, é uma identidade”. Não podia concordar mais.
Realmente, e em terras pequenas como são os Açores, dizer que se é jornalista não é o mesmo que dizer que se é economista por exemplo (sem qualquer tipo de despeito a qualquer outra profissão porque a todas considero igualmente dignas), mas a verdade é que jornalista não tem fim-de-semana, jornalista não tem direito a ir às compras sem ser abordado com algum tema mais ou menos pertinente. Jornalista não pode ir ao médico, ou a qualquer outra instituição pública, sem estar atento ao que se passa e ao que poderá ser notícia. Será isto mau? Sim quando o jornalista, ou quem exerce essa profissão, se limita a isso mesmo... agora, quando o jornalista assume o que faz como a sua identidade, ser abordado na rua para receber informação, só pode ser bom sinal.
Agora, e concordando com o que o meu colega disse, é preciso que as pessoas, os patronatos, as universidades, comecem também a olhar esta profissão de outra forma. Nós não somos o quarto poder... mas estamos lá perto.
Estamos a fazer história, a divulgar as nossas gentes... tenham um pouco de respeito por isso. E como? Simples, não fechem a informação dentro de portas, não se recusem a dar respostas... A informação é importante e tem que circular mas, sem as fontes o jornalista não faz nada. A informação fidedigna dá trabalho e é um binómio a não perder: fonte/jornalista.

Lido 183 vezes
Classifique este item
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
(0 votos)
Tweet
Login para post comentários
voltar ao topo
  • Perdeu a senha?
  • Esqueceu-se do nome de utilizador?
  • Registe-se!
  • Contatos
  • Pesquisa
  • Assinatura
Copyright © Tribuna das Ilhas 2026 All rights reserved. Custom Design by Youjoomla.com
Opinião