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24
março

Estigma afasta idosos do tratamento

Escrito por  Nuno Avelar
Publicado em Artigos de opinião
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A depressão é uma doença mental que afeta mais de 350 milhões de pessoas. Resulta de uma interação complexa de fatores sociais, psicológicos e biológicos. Quando não é diagnosticada a tempo e não se tomam as medidas necessárias para o seu tratamento, esta doença pode ter consequências graves e levar a um desfecho fatal (suicídio).

Esta doença envolve episódios depressivos recorrentes, perda de apetite, falta de interesse, energia e motivação para fazer atividades sociais, ansiedade, perturbações frequentes do sono, sintomas de culpa e baixa autoestima.

Embora existam tratamentos eficazes contra esta doença, estima-se que menos de metade das pessoas deprimidas recebem esses tratamentos. Em causa estão a falta de profissionais de saúde treinados para fazer um diagnóstico eficaz ou uma avaliação imprecisa e o estigma social associado aos transtornos mentais. Os doentes mais velhos negam muito frequentemente ter sintomas de depressão o que dificulta o diagnóstico da doença. Por outro lado, a semelhança entre os sintomas de depressão com os de demência conduz, muitas vezes, a um diagnóstico tardio.

Na população mais sénior, os programas de prevenção têm demonstrado ser eficazes, recorrendo a uma combinação entre acompanhamento psiquiátrico (como ativação comportamental, terapia cognitivo-comportamental e psicoterapia interpessoal) e programas de exercícios e estimulação de uma vida ativa.

Com o tratamento adequado, a pessoa deprimida pode recuperar a satisfação com a vida e o nível de independência nas atividades básicas da vida diária.

Este ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) está a promover uma campanha sobre depressão, com o lema “Vamos conversar”. A iniciativa, integrada nas comemorações do Dia Mundial da Saúde, reforça que existem formas de prevenir a depressão e também de a tratar, mas que conversar abertamente sobre a doença é o primeiro passo para reduzir o estigma associado à depressão.

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