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02
agosto

FACTOS HISTÓRICOS - “histórias e lendas da ilha das Flores”

Escrito por  José Arlindo Amas Trigueiro
Publicado em José Trigueiro
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Esta é a designação do vigésimo livro que escrevi e lancei nessa ilha que me viu nascer. O seu lançamento fez-se em Lajes das Flores no dia 19 do mês findo, no início da Festa do Emigrante. Os apresentadores foram os meus amigos António Maria Gonçalves, ex-deputado regional e Padre Davide Barcelos, Pároco e Ouvidor das Flores.

O livro, que foi editado pela Câmara Municipal das Lajes das Flores, em cujo salão nobre foi lançado, está prefaciado por Monsenhor Dr. Caetano Tomás. Dele constam 59 capítulos, correspondentes a outros tantos temas históricos florentinos.

1. Lendas Recordadas por Monsenhor Dr. Caetano Tomás.

2. “Marinas e Encantados”, lenda escrita pelo historiador faialense Ernesto Rebello.

3. “A Rocha dos Frades e a Entrevadinha” (1515), lenda de Lajes das Flores.

4. “A Lenda da Caveira e Algumas Datas”, escrito de Jacob Tomás.

5. Gaspar Frutuoso na Ilha das Flores, entre 1585 e 1589.

6. A Batalha ao Largo das Flores entre ingleses e espanhóis (1591).

7. A Separação da “Ordem Franciscana Açoriana” da sua custódia ou congénere dos Algarves (1640).

8. A “Queda do Frontispício da Igreja do Convento de S. Boaventura” (1642) no dia da sua inauguração, quando nela se celebrava a respectiva Eucaristia, sem acidentes pessoais.

9. “Aventureiro e Descobridor Frustrado” (1649), lenda escrita por Francisco António Gomes.

10. “Nossa Senhora dos Piratas”, lenda de Santa Cruz das Flores, escrita por José Viale Monteiro.

11. O Galeão “Nossa Senhora das Angústias e S. José”, as ofertas ao Convento de S. Boaventura e a Capela de Nossa Senhora das Angústias (1727).

12. Os efeitos do Terramoto de Lisboa também chegaram às Flores (1755).

13. Lajenses das Flores atacam e vencem corsários americanos (1778).

14. Fenómenos naturais nas ilhas das Flores (1793).

15. Os efeitos da Inquisição na Ilha das Flores (1802).

16. A origem dos nomes de alguns lugares, ribeiras e baixas (1822).

17. A história sentimental do benemérito António Vicente Peixoto Pimentel (1827), escrita pelo florentino Fernando Silveira (1959).

Edifício sede da Câmara Municipal das Lajes das Flores . (Ver foto da capa do livro)

18. O primeiro médico da Ilha das Flores, Dr. James Mackay, era escocês e, depois de acompanhar o imperador Napoleão à sua prisão na ilha de Santa Helena, visitou as Flores e ficou tão encantado com ela que, anos depois, nela se fixou com sua mulher para o resto da sua vida.

19. Os 114 passageiros e tripulantes do navio americano “Robert Fulton”, afundado próximo das Flores por fragatas inglesas em 1830, foram náufragos recebidos na ilha e encaminhados para os seus destinos.

20. James Mackay (1832-1920), filho do primeiro médico das Flores, foi importante representante na ilha de Sua Majestade Britânica, delegado do Cônsul Geral Americano, agente comercial e empresário de elevado nível.

21. “Alvilda e a sua Lenda”, escrita pelo cronista florentino Jacob Tomaz.

22. Os irmãos Dr. Joseph e Henry Bullar na ilha das Flores (1839).

23. A história de António Freitas (1792-1864) e da igreja da freguesia do Mosteiro.

24. “Velha e Trágica História de Amor” (1858), escrita pelo cronista Jacob Tomaz.

25. Florentino pioneiro da fotografia no século XIX na América do Sul -  Cristiano Júnior (1832-1902).

26. Herói da Fajãzinha agraciado pelo Ministério do Reino (do faialense Marquês e Duque d’Ávila e Bolama) (1877).

27. “Noite de Reis na Fajãzinha” (1877), lenda romanceada pelo escritor faialense Ernesto Rebello.

28. O Príncipe Alberto do Mónaco e o Capitão Afonso Chaves na ilha das Flores (1895).

29. O “milagre da madeira” das igrejas das Flores (1899).

30. A ligação do cabo submarino às Flores não se fez por falta de areia (1899).

31. O “Visconde do Vale da Costa” (1901), Manuel Pedro Furtado de Almeida (1843-19??).

32. António Francisco Avelar (1908-1971) foi um dos melhores músicos da ilha das Flores.

33. A nascente de água (benta) debaixo do altar da Igreja de Lurdes na Fazenda de Santa Cruz.

34. Os Faróis mais ocidentais da Europa: Ponta das Lajes (1910) e Ponta do Alvernaz (1925).

35. O drama da falência do “Barão de Freitas Henriques” (1853-1916).

36. O “Tio Papa”, o adivinhador da Ilha das Flores (1835-1913).

37. O Hino das Flores (1916).

38. As “Tosquias”, escrito de Maria do Céu Fraga (1920).

39. Acidente mortal na Lagoa Rasa (1922).

40. O escritor Raul Brandão na Ilha das Flores (1924).

41. O “Calcinha” foi vigia de baleias, fisiatra e meteorologista popular (1945).

42. O florentino Guilherme Armas do Amaral (188?-197?) foi Secretário e Vice-Consul de Portugal em San Francisco, USA.

43. A Estação Radionaval e a Estação Loran das Flores (1938-1993).

44. A Furna e os idosos das localidades limítrofes (lenda de 1942).

45. O navio inglês “Hororata” torpedeado nas proximidades das Flores (1942).

46. Os náufragos do navio inglês “Califórnia Star” nas Lajes das Flores (1943).

47. Os náufragos do navio norueguês “Thorstrand” nas Lajes das Flores (1943).

48. Em 1944 avião militar americano caiu no mar junto de Ponta Delgada das Flores.

49. A sede das Nações Unidas terá estado prevista para as Flores (1943).

50. Um amor que sobreviveu à I Guerra Mundial (1945).

51. “Ditos e Mexericos”, revista teatral de Manuel José Matoso (1946).

52. Inédita experiência agro-pecuária de dois florentinos nos Baldios da Água Branca (1949).

53. A areia (“milagrosa”) na construção da igreja dos Cedros (1953).

54. O naufrágio do navio “Papadiamandis” (1965), na Fajã Grande.

55. O Centro Recreativo e Cultural Lajense (1952-1969).

56. Empresário importante nas Lajes - Maurício António Fraga (1887-1970).

57. O paquete “Carvalho Araújo” ao serviço dos Açores e da Madeira (1930-1970).

58.Um comerciante especial em Lajes das Flores - João Germano de Deus (1908-1983).

59. A Estação Francesa de Telemedidas das Flores (1964-1993).

 

 

 

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