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  • Pedrada no Charco - Falta de Cultura Desportiva
09
janeiro

Pedrada no Charco - Falta de Cultura Desportiva

Escrito por  Humberto Rosa
Publicado em Humberto Rosa
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Muitos são os que ao longo do tempo têm alertado para a falta de cultura desportiva patenteada por muitos dos intervenientes no processo desportivo. Semanas após semanas diversos acontecimentos vão transmitindo e reforçando a ideia que a situação está cada vez pior. Certo é que se sabia que era assim, e de facto, as coisas não podem melhorar quando há pessoas responsáveis que dizem que o fair-play é uma treta. Só é uma treta se não for aplicado. Se desistirmos de o fazer, só porque alguns não o respeitam ou não sabem o que é, qualquer dia a atividade desportiva é tudo menos isso, passa a ser um jogo de vida ou de morte, em que tudo vale e deixa de ser aquilo que realmente lhe dá valor, que é o confronto de qualidades e culturas, o desenvolvimento de capacidades físicas e mentais, o convívio salutar entre quem vive em sociedade.

Tudo isto é lamentável e mostra como está por baixo a cultura desportiva de muitos dos integrantes do desporto Rei. Não basta fazer desporto, é necessário ter cultura desportiva. No entanto e apesar de tanto se falar em qualificação e formação dos agentes desportivos, creio que o mais importante e fundamental seria punir de forma severa e exemplar quem prevarica. Formação não é sinónimo de educação, e vamos constatando que muitos atletas, treinadores, dirigentes, encarregados de educação e adeptos pautam a sua presença/intervenção no processo desportivo manifestando uma clara falta de civismo e ética desportiva. Esta postura nada abonatória ao jogo de futebol, muitas vezes levam a que dentro e fora das quarto-linhas se desencadeiem acontecimentos a lembrar cenas de luta greco-romana.

Abordando esta matéria não poderia deixar de frisar, alertar e lançar o repto a quem comanda a arbitragem, para que nos jogos, teoricamente considerados de grau de dificuldade mais exigentes, sejam nomeados os árbitros mais traquejados e com maior experiência para que a arbitragem dos mesmos seja sustentada pelo autocontrolo, autoridade, liderança e competência.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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