Uma das coisas que sempre me impressionou nos Açores, particularmente nas ilhas de menor dimensão, foi a forma generosa e intuitiva como as pessoas se cumprimentam. Talvez por ser oriundo de Lisboa, onde há uma maior distância entre as pessoas fora do círculo chegado de familiares e amigos, este gesto, com um implícito “estou aqui e estou contigo”, sempre me pareceu valioso. Também por isso, dou-lhe particular atenção e sou sensível a detalhes que roçam o implausível. Um dos trabalhos que a vida profissional me levou a realizar há cerca de...