Retomo um texto publicado neste espaço há quase três anos, “sobre o cosmopolitismo faialense”. Na altura apresentei a definição do termo e afirmei a sua aplicabilidade no caso do Faial, questionando-a, mas mantendo a ideia já antiga de que temos uma sociedade cosmopolita. Porquê? Porque temos contactos e presenças externas e somos um ponto de passagem (e permanência) de gentes e culturas de várias origens. Faço agora um percurso diferente de reflexão, deixando o óbvio (os contactos permanentes com outras culturas) para me centrar nos efeitos...