As ilhas surgem desde as descrições da antiguidade e, posteriormente, da Idade Média Cristã como alegorias do Éden. Em narrativas medievais, como a romanceada viagem de Trezenzónio à Ilha de Solstício, esta surge após a dura prova de um mar alteroso como um lugar paradisíaco onde o herói permanece durante sete anos, e de onde regressa após a aquisição de conhecimento místico, para a sua divulgação. Esta ilha “é povoada por ovelhas e aves e o mel corre em abundância por entre a fragrância das flores e das árvores de fruto. (…) Na ausência...