O departamento do Pré Escolar da EBI da Horta desenvolveu o projecto "a sopa é mágica, a sopa é tradição".
Depois das atividades desenvolvidas ao longo deste ano letivo, este projeto encerrou com um convívio e almoço com sopas do Espírito Santo no Fayal Sport.
A manhã de quarta-feira começou com uma passagem de modelos intitulada “Os legumes”. Seguiu-se a exibição de uma coreografia com os Representantes dos Enc. Educação – “O corpo em movimento”.
Assim sendo, o grupo “Canção do JI dos Flamengos, apresentou “O que cresce na horta”.
Houve ainda um momento de Zumba com Carla Sequeira e uma representação intitulada “A magia do Chicote e a amiga Xicuta”.
Os alunos Sabrina e Sílvio, dos J.I.do Pasteleiro e da Vista Alegre também exibiram uma dança bem como os alunos do J.I de Capelo e Praia do Norte que trouxeram “A dança Toc Toc”.
O J. I. da Praia do Almoxarife e Pedro Miguel apresentaram “Come a sopa vá lá, come a sopa va lá”. A terminar este momento lúdico houve uma Marcha das educadoras intitulada “As cozinheiras”.
A manhã terminou com o almoço de Sopas do Espirito Santo para as crianças dos Jardim de Infância.
Entretanto, de 2 a 13 de junho decorre na Biblioteca Pública João José da Graça, uma exposição de trabalhos organizados pelas turmas do Jardim de Infância da Ilha do Faial.MJS
No final da década de 90 tornou-se claro que a indústria atuneira dos Açores seria penalizada se não conseguisse garantir o estatuto “Dolphin safe” para os seus produtos e derivados.
O Programa de Observação para as Pescas dos Açores (POPA) surgiu como resposta a essa necessidade em 1998, assegurando que as capturas de atum nos Açores não provocavam mortalidade ou molestação intencional de cetáceos.
Este estatuto, atribuído a nível internacional pela ONG EII, é desde então concedido à frota e produtos da pesca do atum Açorianos com base nos resultados do Programa.
O POPA, para além de possibilitar este certificação, revelou-se também crucial na obtenção de outro estatuto - Friend of the Sea – que certifica a pescaria nos Açores como uma atividade sustentável e amiga do ambiente, onde não ocorre sobrexploração de recursos nem danificação dos ecossistemas a eles associados. Esta, foi a primeira pescaria de atum a nível mundial, a usufruir de tal estatuto.
O POPA resulta de um acordo entre a Administração Regional, através da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM); o “Earth Island Institute”; a Indústria Conserveira Açoreana, através da Associação de Conserveiros de Peixe dos Açores (Pão-do-Mar); os Armadores do atum, através da Associação de Produtores de Atum e Similares dos Açores (APASA); o serviço de lotas e vendagens de peixe dos Açores, através da LOTAÇOR E.P. (atualmente já não é signatário) e o Instituto do Mar, através do Centro do IMAR da Universidade dos Açores (IMAR-DOP/UAç).
Até 2003, o Programa foi financiado pela região e pelas associações Pão-do-Mar e APASA, entre 2003 e 2005 passou a ser cofinanciado pelo programa comunitário INTERREG IIIb ao abrigo do projeto ORPAM e desde essa data que voltou a ser financiado pela região através de um protocolo estabelecido entre a SRAM e o IMAR.
Através do embarque de observadores em barcos de pesca comercial, o Programa tem reunido informação científica fundamental sobre as diversas pescarias que ocorrem nos Açores destacando-se a do atum, com um manancial de dados que ultrapassa os 5.000.000 de registos - a maior base de dados deste género em toda a Europa.
Na passagem dos 16 anos de funcionamento deste programa, M;iguel Machete, coordenador do projeto, apresentou aos parceiros as principais conclusões destes anos de trabalho, numa altura em queJá passaram pelo POPA mais de 150 observadores de várias nacionalidades, sendo que a maior parte deles vem do Continente Português. Geralmente são biólogos, altamente motivados, que querem conhecer a realidade das pescas nos Açores e que têm o desejo de contribuir para a conservação dos recursos e do meio ambiente. São pessoas com um perfil muito especial, que conseguem inserir-se no meio da pesca comercial, permanecerem embarcados e desenvolver um trabalho exigente e de grande responsabilidade.
Durante esta sessão, que decorreu terça-feira no?Centro do Mar, Miguel Machete revelou aos presentes que “para além de possibilitar a exportação valorizada do produto da pesca, os dados recolhidos pelo Programa têm sido solicitados com frequência para os mais diversos fins, porque neste momento possuímos uma base com um histórico de peso que se revela única no contexto Europeu e até mundial.”.
O biólogo disse ainda que “quando é necessário contextualizar os Açores no âmbito da política comum de pescas, na Europa, os dados do POPA contribuem para fornecer a informação necessária à discussão.”
Outro dado pertinente avançado por Machete diz respeito ao tipo de pesca que se faz nos Açores e a sua sustentabilidade. A este respeito, ficámos a saber que “A pescaria de salto e vara é provavelmente a forma mais sustentável de pescar atum, todavia trata-se de recursos migradores, que não são exclusivos da região e infelizmente, nem todas as frotas do Atlântico pescam recorrendo a esta forma artesanal.”
Helder Silva, diretor do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores, referiu-se a este programa como “um dos mais importantes que este departamento tem entre mãos, face à qualidade e quantidade de dados que tem reunido e que permite contribuir para o conhecimento mais exato do fenómeno da pesca, bem como contribuir para a elaboração de medidas/leis relacionadas com estas temáticas”.
Entidades parceiras destacam importância do POPA para a sustentabilidade e a imagem da Pesca nos Açores
O Secretário Regional dos Recursos Naturais destacou, durante a sessão de terça-feira, a importância do Programa de Observação para as Pescas dos Açores (POPA) para a gestão sustentável dos recursos e para a valorização dos produtos do mar.
“Vivemos um período da maior importância para o mar dos Açores, em que, mais do que nunca, é preciso pensar e implementar estratégias que garantam o equilíbrio dos ecossistemas marinhos, diversificando, simultaneamente, as atividades a ele associadas e valorizando, em particular, o produto da pesca”, afirmou Luís Neto Viveiros.
O Secretário Regional, que falava na sessão de abertura da reunião anual e apresentação pública dos resultados de monitorização deste programa, salientou que o POPA “é um dos instrumentos de que dispomos para esse desiderato” e um “exemplo prático do acompanhamento e certificação das pescarias, especialmente do atum”.
O Secretário Regional referiu ainda que o POPA se tem vindo também a “afirmar como a estrutura que fornece informação crucial aos decisores políticos, à Administração e aos investigadores para que se possa estudar e, consequentemente, gerir os recursos marinhos na região, mesmo no contexto europeu”.
Esse facto, precisou, “está presente nos dossiers argumentativos dos Açores no contexto da Política Comum de Pescas ou na produção de informação científica que integra os relatórios de grupos de trabalho de várias organizações intergovernamentais, como o ICCAT ou o ICES”.
Luís Neto Viveiros destacou igualmente nesta sessão, em que foi revelada uma nova parceria com a Lotaçor para apoio e acesso dos observadores à Internet em todas as lotas dos Açores, “a importância do programa na construção progressiva de um interface (ou ponte) que permite conectar os pescadores e a sua realidade com os restantes protagonistas da fileira da pesca”.
José Leonardo Silva, presidente da CMH, revelou aos presentes que a autarquia se associou a este programa porque tem preocupações a este nível, “quer do ponto de vista económico, quer do ponto de vista do conhecimento.”
De acordo com o autarca faialense, “a fixação na Horta de um cluster cientifico que trabalhe os desafios da sustentabilidade e combata os riscos da sobexploração de recursos e esteja atento ao estado dos nossos ecossistemas é fundamental”.
José Leonardo referiu-se ainda à criação do pelouro do mar, inovação e empreendedorismo que “junta à mesma mesa parceiros desta área” e adiantou que “ainda este ano pretendemos dar início ao projeto Mare Nostrum que pretende suscitar o interesse e ideias inovadoras ao nível de novas áreas de negócio que tenham o mar no centro das suas atenções”.
Durante o fim-de-semana de 29,30,31 de maio e 1 de junho, disputou-se no Complexo Desportivo Municipal de Vila do Porto, o Encontro Regional de Minis/Infantis Masculinos de Andebol, em que participaram oito equipas oriundas das ilhas Graciosa, Pico, Faial, São Miguel e Santa Maria.
O Sporting Clube da Horta sagrou-se campeão regional de infantis após vencer em Santa Maria a Final frente ao CD Marienses por 30-16.
Como 8ªclassificado ficou a equipa da casa o Clube Desportivo os Marienses “B”, seguindo –se por ordem descendente Associação Cultural e Desportiva da Graciosa, em sexto o Grupo Desportivo da Casa do Povo de Arrifes “B”, em quinto o Sporting Clube da Horta “B”, seguido pelo “Clube Desportivo Escolar de São Roque do Pico, no pódio ficaram as equipas do Grupo Desportivo da Casa do Povo de Arrifes “A”, Clube Desportivo Os Marienses “B” e como vencedor o Sporting Clube da Horta “A
Após 12 dias e 5 horas passados no mar, com o intuito de percorrer as 2 mil milhas que separam New Bedford, nos EUA, e a ilha do Faial, a tripulação do “Maravilha” chegou na tarde de sábado, 31 de Maio à Horta.
As embarcações do CNH foram ao encontro do iate do luso-americano, Victor Pinheiro, que chegou um pouco antes das 20h00 para dar as boas vindas a esta comitiva composta por Victor Pinheiro, George Nelson, Ted Gaidelis e Ryan Hughes.
A propósito da viagem, Victor Pinheiro explicou que “houve vento forte alguns dias, alguma chuva, mas que os últimos 4 dias foram muito solarentos”. E remata: “Correu tudo muito bem e em 2 mil milhas nada se partiu”.
Recorde-se que o “Maravilha” saiu da América no dia 19 de Maio.
Victor Pinheiro é filho dos faialenses, naturais das Angústias Maria Emília e João Carlos Pinheiro, o grande dinamizador da Regata Internacional de Botes Baleeiros.
Victor Pinheiro e a sua tripulação regressam aos EUA no dia 8 deste mês, saindo de lá rumo ao Faial a 20 de Julho próximo, com a pretensão de realizar a XXVI edição da Atlantis Cup – Regata da Autonomia, que decorre de 25 de Julho a 5 de Agosto, unindo as ilhas de Santa Maria, São Miguel, Terceira e Faial e que tem como entidade organizadora, o Clube Naval da Horta.
A equipa feminina de futsal do GDF venceu a supertaça AFH ao derrotar em penalidades o Boavista do Pico após jogo que terminou com empate a um golo.
Nesta época 2013/2014 à supertaça esta equipa soma o título de campeão e taça AFH.