O Governo dos Açores renovou hoje o pedido junto do Gabinete do Ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional para que lhe seja remetido o estudo do Conselho de Administração da RTP sobre os centros de produção regional da RTP.
A renovação deste pedido surge depois de a RTP ter confirmado oficialmente, na quinta-feira, a existência de um estudo bastante detalhado sobre os centros regionais e que o mesmo teria sido entregue ao Gabinete do Ministro Miguel Poiares Maduro.
A 7 de maio, o Governo dos Açores já tinha diligenciado um primeiro pedido de envio deste estudo sobre a RTP e RDP nos Açores, tendo recebido a informação do Gabinete do Ministro Poiares Maduro de que o mesmo era inexistente.
Numa iniciativa conjunta entre a Adeliaçor e a GRATER vai decorrer a primeira edição do Azores Adventure Weekend.
Nas ilhas de Faial, Pico e Flores o evento realiza-se nos dias 17 e 18 de Maio e pretende oferecer experiências inesquecíveis, de percursos pedestres, observação de cetáceos e mergulho.
No âmbito das iniciativas de qualificação das empresas locais e da valorização do território a ADELIAÇOR é parceira do projeto de cooperação - Qualificação do Turismo Ativo através do qual se pretende promover a criação de uma rede sustentável de parceiros para a oferta de destinos turísticos centrados nas atividades desportivas de aventura na natureza, enquanto motivo central de visita aos destinos rurais, salvaguardando e garantindo a qualidade e segurança dos participantes, do património e do ambiente.
O Azores Adventure Weekend é uma iniciativa de promoção destinada a quem nos visita mas sobretudo aos locais procurando uma maior envolvência da população local com as atividades de turismo ativo, pelo que as atividades serão realizadas com preços promocionais durante este fim-de-semana. As empresas apresentam programas das atividades de percursos pedestres, observação de cetáceos e de mergulho procurando acima de tudo proporcionar aos participantes experiência únicas de contato com o património natural e cultural.
Este projeto pretende realizar iniciativas planeadas sob ótica de uma estratégia comum de escala local e regional de trabalho em rede, que visa alcançar o desenvolvimento económico, social e ambiental dos diferentes territórios, criando condições para a fixação de atividades económicas e para a permanência das populações nos territórios.
De forma a promover uma maior qualificação dos recursos humanos, durante 4 meses as empresas aderentes do projeto receberam formação em diferentes áreas, nomeadamente: Socorrismo de Resgate; Interpretação do Meio Natural; Manobra de Cordas e Escalada; Interpretação do Meio Marinho; Manobras de aproximação a animais marinhos emblemáticos; Percursos pedestres a realidade açoriana; Inglês e Alemão na área do turismo.
Pretende-se através da rede criada realizar programas de turismo ativo que promovam 10 pressupostos de qualidade definidos, a saber:
Contribuir para a sustentabilidade ambiental;
Dinamizar a economia das zonas rurais;
Garantia de segurança;
Monitores e animadores com formação certificada;
Dimensionamento e organização de grupos;
Equipamentos certificados de acordo com as especificações;
Garantia de atendimento durante todo o ano;
Rigoroso respeito pelo ambiente;
Seleção dos melhores locais privilegiando áreas protegidas;
Serviços direcionados para o bem-estar do cliente;
São empresas participantes:
Faial:
Atividades Turísticas Peterzee
Casa D´Ávilas
HortaCetáceos
Pico:
PicoSport
Sportfish
Abegoaria
Turispico
Flores:
West Canyon
Vai realizar-se de 18 a 20 de maio, no auditório do Teatro Faialense, a sexta edição do colóquio “O Faial e a periferia Açoriana nos séculos XV a XX”, organizado pelo Núcleo Cultural da Horta em parceria com a Câmara Municipal da Horta e Centro de História Aquém e Além-mar.
Esta iniciativa foi apresentada terça-feira no edifício dos Paços do Concelho, numa cerimónia em que José Leonardo Silva, presidente da CMH, deixou bem evidente a sua vontade de “colocar a Horta no mapa da organização de eventos”.
“Esta iniciativa é de fulcral importância para a nossa ilha uma vez que se trata de um momento de aprendizagem e conhecimento das nossas raízes. Para além disso, o facto de decorrer no Teatro Faialense é o reconhecimento da qualidade dos nossos espaços” – frisou o edil.
De acordo com o presidente do Núcleo Cultural da Horta, Guilherme Pinto “ o Colóquio O Faial e a Periferia Açoriana nos séculos XV a XX será mais um acontecimento marcado por restrições financeiras, o que leva à quebra da tradição de realizá-lo no Faial e numa outra ilha e reduzir o número de dias de presença dos participantes.”
Este colóquio tem um orçamento de 15 mil euros, menos 5 a 8 mil euros do que em 2010.
A sessão de abertura deste evento está agendada para as 14h30 de domingo, com uma palestra por Amélia Polónia versando “A centralidade das periferias. Uma leitura histórica”. Às 16h15 a intervenção é de António José Telo com “os Açores e a Grande Guerra – 100 anos depois”. Carlos Riley fará uma intervenção para falar da “Aviação Naval e as escalas do Atlântico no século XX: o caso do aeroporto da Horta e da Pan American Airways”. Elisa Lopes da Costa vai falar “Dos hidroplanos aos aviões – elementos para o estudo da aeronáutica no Faial”. Este primeiro dia de trabalhos termina com António Monteiro e a sua palestra sobre “Louis Castex e as missões aeronáuticas francesas aos Açores”.
Na segunda-feira, os trabalhos têm início as 09h00 com uma intervenção proferida por Reis Leite subordinada ao tema “Uma revolução no Corvo”. Avelino Meses trará aos faialenses “A economia da Graciosa no século XVIII: em redor das exportações para a cidade de Angra”. Já Paulo Sousa vai abordar “A vinha e o vinho na Graciosa durante o século XIX”. José Damião Rodrigues vem falar da “Nobreza e governança no Faial no Antigo Regime”.
Depois do intervalo é a vez de Ricardo Madruga da Costa fazer “Uma caracterização das artes e ofícios no Faial em 1807”. Margarida Lalanda dedicará o seu tempo a falar dos “Quotidianos faialenses nos séculos XVII e XVIII”, enquanto Margarida Rego versará “A escravatura nas ilhas periféricas dos Açores”. Já Artur Matos vai focar-se no Silêncio dos afetos na periferia açoriana: denúncias ao comportamento dos seus moradores”.
A sessão da tarde inicia-se com Norberta Amorim e “A atração para a Horta das gentes do concelho da Madalena – séculos XVII a XX”. Maria de Jesus Maciel vai falar da “Emigração legal através do porto da Horta” e Paulo Matos da “Demografia da Ilha Graciosa no século XIX”. Donald Warrin vai abordar “Quando os baleeiros não procuravam a baleia – os açorianos e os cabo-verdianos na caça às focas”.
Francisco Fagundes também marcará presença neste evento com “Para trás anda a lagosta: reflecções sobre a autobiografia que Lawrence construiu”. Arlindo Caldeira vai abordar “Periferia e Ultraperiferia no Império Português nos séculos XVI a XVII: o caso do arquipélago do golfo da Guiné”.
“As ilhas do Faial e do Pico no século XIX, por viajantes estrangeiros” é o tema que nos será trazido por Susana Silva, enquanto João Saramago dá por concluído o segundo dia de trabalhos com a “Presença de vocabulário anglo-americano no léxico comum de algumas ilhas periféricas”.
O último dia de trabalhos deste colóquio começa com José Manuel Fernandes e “Arquitetura nas outras ilhas dos Açores”. João Caldas e Isabel Albergaria vão falar da “Interpretação do vocaculário clássico nas igrejas da Graciosa e São Jorge” e José Bettencourt e Patrícia Carvalho vão debruçar-se sobre “O triangulo Faial- Pico-São Jorge como paisagem cultural marítima insular (séculos XVI a XX): uma primeira aproximação”. Jácomes Bettencourt vai apresentar “Scrimshaws de uma colecção faialense”.
Nelson Veríssimo tem para apresentar “A periferia açoriana na biblioteca do povo e das escolas”, enquanto Justino Magalhães vai falar dos “Municípios do Faial e da Madalena na segunda metade de oitocentos – oferta escolar e captação escrita na participação socioeconómica”. Carlos Lobão tem a seu cargo a palestra “O Teatro político faialense através das crónicas alegres e actualidades de Rodrigo Guerra”.
Depois do intervalo é a vez de Onésimo Almeida apresentar “José Enes- a geografia (a montanha do Pico) e o seu percurso histórico”. Gustavo de Fraga e a renovação dos estudos filosóficos em Portugal” é o tema a abordar por Carlos Morujão enquanto Rosa Goulart vai focar a sua intervenção na “Ilha feita poema”.
A sessão de encerramento está marcada para as 16h30 com João Oliveira e Costa e “Memórias de um açoriano no Japão Quinhentista”.
Foi encontrada uma tartaruga morta, no passado mês de abril, pelos técnicos da empresa “Flying Sharks” a cerca de 5 metros de profundidade perto do Porto de Castelo Branco.
Esta tartaruga, da espécie Caretta caretta, não apresentava carapaça nem carne e os cortes no plastrão (parte ventral) evidenciavam tratar-se de uma captura ilegal. Este juvenil, que se estima ter cerca de 8-10 anos, já teria percorrido milhares de quilómetros para chegar aos Açores, a sua área de alimentação e repouso.
Apesar da tartaruga-boba (Caretta caretta) ser a tartaruga marinha mais comum no arquipélago dos Açores, é uma espécie protegida e em vias de extinção.
De acordo com a lei em vigor, é proibido capturar, abater ou deter tartarugas marinhas, sendo que as contraordenações podem variar entre 125,00 € e 3.740,00 €, aplicável a pessoas singulares, e 3.990,00 € a 44.890,00 €, no caso de pessoas coletivas.
Dos mais pequenos aos mais velhos, dos elegantes aos mais cheiinhos, todos desfilaram na passerelle da Sociedade Filarmónica Unânime Praiense no passado sábado.
Tratou-se da apresentação da coleção de Primavera/Verão 2014 da Moduz Boutique.
Durante este desfile foi ainda apresentado o Grupo de dança "Unânime Dance" e a noite prolongou-se com música noite dentro com o Dj Togui.
Este desfile assumiu particular importância na medida em que as entradas consistiram num donativo de 0,50€ para a instituição Centro de Recursos de Apoio à Emergência Social – Faial (CRAES)
A coreografia do desfile esteve a cargo de Mónica Nunes enquanto a maquilhagem e os cabelos foram da responsabilidade de Ana Moitoso Cabeleireiro e Gabinete de Estética Mafalda Gomes.