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Nuno Avelar

Nuno Avelar

09
dezembro

Açores de novo sob alerta amarelo

Publicado em Regional
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O Instituto Português do Mar e da Atmosfera emitiu um alerta amarelo para os três grupos de ilhas dos Açores devido a chuva contínua que se irá fazer sentir ainda hoje.

Na origem da chuva está uma massa de ar muito húmida e instável, transportada por uma depressão localizada a sul dos Açores, ainda de acordo com o IPMA.

No grupo ocidental (Flores e Corvo) a precipitação irá fazer-se sentir entre as 00:00 e as 18:00 de segunda-feira, enquanto no grupo central (Terceira, Faial, Pico, São Jorge e Graciosa) o aviso amarelo está em vigor até às 18:00 de segunda-feira.

No grupo oriental (São Miguel e Santa Maria) a queda de precipitação irá fazer-se sentir também entre 00:00 e as 18:00 de segunda-feira.

O Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores aconselha a adoção de comportamentos adequados, particularmente nas zonas mais vulneráveis, e a observação de medidas de autoproteção recomendadas nesta ocasiões.

 
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04
dezembro

Plano e Orçamento de 2014 contempla 20 mil euros para projeto do Museu dos cabos submarinos

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Por iniciativa do CDS-PP foi incluído no Plano e Orçamento regional aprovado na passada semana na cidade da Horta, uma verba para a instalação de um núcleo museológico dos cabos submarinos na Trinity House, dando assim corpo a uma promessa feita pelo anterior Governo Regional liderado por Carlos César.

Assim sendo, ficou inscrita no Plano uma verba, no valor de 20mil euros destinada à concretização do projeto deste Núcleo Museológico.

Ao que se sabe, na próxima sessão plenária, que decorre já na próxima semana na cidade da Horta, será apresentado pelo CDS-PP uma proposta neste sentido. 

O CDS entende que “a preservação da nossa história e cultura são fundamentais e podem trazer mais-valias para a nossa economia, nomeadamente na vertente do turismo. Por isso, propomos a inclusão de uma verba para a instalação, na Trinity House, do Núcleo Museológico de História dos Cabos Submarinos do Museu da Horta. É imprescindível que os nossos jovens e quem nos visita saiba que, aqui, no Faial, no centro do Atlântico, já fomos o centro do mundo das telecomunicações”.

 

Esta questão foi levantada, em 2009, recorde-se, pela Associação dos Antigos Alunos do Liceu da Horta e, entretanto, foi criado o Grupo de Amigos da Horta dos Cabos Submarinos. 

 

Entretanto, em agosto passado, assinalou-se a passagem do 120.º aniversário da amarração do primeiro cabo submarino na Horta com um colóquio durante o qual esteve em destaque o futuro do património tecnológico existente. John Ross, conhecido pela antiga comunidade de cabografistas como João Inglês, deu conta do trabalho que tem vindo a desenvolver na recuperação dos equipamentos e abordou o seu potencial em termos de interpretação museológica, destacando o seu valor histórico enquanto património de interesse público.

 

Salientando o potencial existente para a criação de um museu interativo, John Ross alertou a audiência para o facto deste processo não poder concretizar-se apenas pelo esforço do Grupo de Amigos da Horta dos Cabos Submarinos. O antigo cabografista salientou a necessidade de envolver toda a comunidade, em especial as gerações mais novas, como forma de garantir a continuidade da preservação das memórias do tempo em que o Faial foi o centro do mundo das comunicações. 

 

Do debate gerado pela apresentação de John Ross, destaque para unanimidade em torno da importância de preservar o património da Horta dos Cabos Submarinos, com Ricardo Madruga da Costa a considerar mesmo que adiar essa tarefa “é um ato de negligência imperdoável”.

Recorde-se que o espaço da Trinity House, onde se pretende que seja implementado o Museu pertence à Região e é atualmente um dos edifícios da Escola Básica Integrada da Horta, sendo que entretanto o Governo dos Açores já se comprometeu em cedê-lo para a instalação do Núcleo Museológico do Cabo Submarino. 

Henrique Barreiros, presidente da Associação dos Antigos Alunos do Liceu da Horta afirmou ao Tribuna das Ilhas que “esta decisão da ALRAA marca o reconhecimento do enorme trabalho realizado pela sociedade civil na reabilitação de um  património - material e imaterial - de grande relevância na história dos Açores, infelizmente, à dezenas de anos, esquecido e abandonado”.
Acrescentou ainda que “o mais importante desta decisão, mais do que o apontar um ténue vínculo orçamental (aliás, cerca de um terço do valor já mobilizado para este projeto pela Associação dos Antigos Alunos) é de facto, a aceitação da grande linha museológica há quatro anso defendida pelo Grupo dos Amigos da Horta dos Cabos Submarinos.”

 

“Estaremos sempre disponíveis (como temos vindo a demonstrar durante estes mesmos quatro anos) para garantir a devida participação cívica - competente e empenhada - no sentido de, finalmente, ser recuperado o estranho atraso na valorização dos vestígios desta memória coletiva. Mas, não entramos em qualquer forma de euforia. Há sinais que se conjugam para termos justificados receios de que nada vai avançar, por força dos labirintos da “engenharia política. Ficaremos atentos.” - rematou.

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29
novembro

Decisão de alterar localização das telas de Carqueijeiro na igreja das Angústias gera conflito

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A ordem de alterar a localização das obras de Eduardo Carqueijeiro, oferecidas ao Monsenhor Júlio da Rosa e à paróquia das Angústias em 2007, tem provocado a revolta e consternação dos paroquianos da freguesia das Angústias que não concorda com a decisão tomada pelo Padre Paulo Silva.

O pintor também já teve conhecimento desta situação e, inclusivamente, após contacto com o Padre e com a Junta de Freguesia, via e-mail, já encetou diligências no sentido de comunicar o sucedido ao Bispo dos Açores, D. António de Sousa Braga.

De acordo com informações a que tivemos acesso, o pároco das Angústias convocou no sábado dia 23 de novembro os paroquianos para uma reunião, a decorrer na segunda-feira, dia 25, para discutir a permanência ou não dos referidos quadros na Igreja.

A essa reunião compareceram cerca de 20 pessoas e, dessas, apenas 3 manifestaram o facto de não gostarem dos quadro, mas não apoiaram a decisão de os retirar do lugar.

Os restantes defenderam a permanência das obras de arte nos respectivos lugares.

O padre, supostamente consultou o Conselho Consultivo e decidiu alterar a localização das peças, sendo que duas delas passariam a integrar o coreto e as outras duas passariam para o fundo da igreja.

Esta decisão, uma vez mais não foi apoiada, quer pelos paroquianos, quer pelo artista que já manifestou o seu desagrado.

No e-mail a que tivemos acesso, Eduardo Carqueijeiro refere o seu descontentamento perante “a intenção do sr. Padre Paulo Silva retirar dos locais onde estão actualmente os painéis de pintura, que eu graciosamente e em honra de Nossa Senhora das Angústias, ofereci a Monsenhor Júlio da Rosa e que Monsenhor, muito honradamente para mim, colocou na nave central junto do altar-mor e lateralmente na igreja que durante alguns anos têm figurado na igreja”.

Eduardo Carqueijeiro defende ainda que, a alterar a localização das peças, as mesmas deverão ser removidas do templo e entregues ao Monsenhor Júlio da Rosa, seu fiel depositário.

Sobre as peças o Monsenhor  Júlio da Rosa escreveu “o pincel de Carqueijeiro quis sublimar um passado escondido coma Graça e com a Misericórdia de Deus sob o manto da Virgem: “Nossa Senhora com o seu manto, surge proeminente, velando para que todas as criações do Divino – Homens, Animais, Plantas, Insectos... – encontrem o seu lugar de paz e prosperidade neste canto do mundo. (...) Eduardo Carqueijeiro vislumbrou um passado de tragédia e luta da ilha com os elementos da natureza... vislumbrou toda uma epopeia da ilha, do porto...”
Em 2007 em entrevista a este semanário, o artista disse que a a ideia de pintar aqueles quadros surgiu em 2006  “do empenhamento do Padre Júlio da Rosa e da vontade que ele teve de ilustrar a já muito bonita igreja das Angustias, para a sua abertura, pós obras de reconstrução. Nessa altura vivia no Faial e foi com muito prazer que fiz os primeiros painéis para a igreja; Depois e entretanto no outono passado tive que voltar para o continente, mas logo ali ficou o compromisso de completar o conjunto com mais dois painéis que ficariam nas paredes laterais da igreja.”

Afirmou ainda que as peças em causa “revelam a ligação temporal entre o divino e o humano, e a relação entre o humano e as forças da natureza. Partem de recriações de quadros clássicos da pintura, adaptados e transferidos para o universo da Horta e do Faial.”

Tribuna das Ilhas tentou chegar á fala com o Padre Paulo Silva para procurar um depoimento seu sobre esta situação, sem que tal tenha sido possível.

 

 

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29
novembro

BE defende que orçamento não responde às pessoas nem à economia dos Açores

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“Este Orçamento não responde às pessoas que sofrem, nem à economia da Região” porque é apenas a “continuação das políticas, das prioridades e das acções que o Governo Regional tem defendido até aqui, as mesmas que, em vez de abrandarem o caos social, o têm aumentado”, afirmou a deputada do Bloco de Esquerda, que irá votar contra o documento proposto pelo Governo.

O Bloco de Esquerda considera que “são precisas acções imediatas que combatam, de forma rápida, o desemprego. Para isso, urge um plano sério e bem orçamentado de Reabilitação Urbana de espaços públicos e reabilitação urbana privada. Contudo, para além da propaganda, em campanha eleitoral, neste Orçamento, nada vimos”.

Se é verdade que não está ao alcance do Governo Regional impedir a tragédia imposta pelo Governo da República, é preciso exigir ao Governo Regional que cumpra o que prometeu nas últimas eleições regionais: “ser uma barreira às políticas nefastas do governo da República”. Algo que não tem acontecido.

Perante a actual situação de emergência social que se vive nos Açores, o Bloco de Esquerda apresentou uma série de propostas com o principal objectivo de dinamizar o mercado interno e combater o desemprego, nomeadamente, o aumento do salário mínimo regional em 10 euros e o aumento de 15 euros das pensões inferiores ao salário mínimo, a criação de um Plano de Reabilitação Urbana mais abrangente e acessível, e a criação do Rendimento Social dos Açores para apoiar quem, por via da crise, é lançado no desemprego sem acesso a qualquer apoio social. Infelizmente, nenhuma destas propostas recebeu a manifestação de apoio por parte da maioria socialista.

Lamentavelmente, o governo que diz não ter dinheiro para aplicar medidas anticíclicas sérias, é o mesmo governo que coloca 31 milhões de euros no Orçamento para pagar parcerias público-privadas, e ainda se recusa a aceitar a proposta do BE para constituição de uma comissão técnica independente para analisar e renegociar estas parcerias com o sector privado.

Em matéria de negócios pouco claros a deputada do BE realça ainda outras situações: “a saga das derrapagens nas obras públicas, forma de transferencia de dinheiros públicos sem controle para bolsos privados, o pouco claro negócio da ASTA e o ainda mais complicado negócio das energias renováveis”.

 

“Com os Socialistas, para os poderosos há sempre dinheiro”, concluiu Zuraida Soares.

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29
novembro

Para o CDS-PP tirar os Açores da crise é "legado que devemos aos nossos filhos e netos"

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“O que se exige de nós é uma nova era de responsabilidade; um reconhecimento, por parte de todos os Açorianos, de que fomos capazes e responsáveis para tirar os Açores da crise e a crise dos Açores. Devemos isto aos Açorianos que nos elegeram; devemos isto à nossa Terra; devemos este legado aos nossos filhos e netos. Perante esta tarefa difícil, o CDS-PP diz: presente”.

Foi desta forma que Artur Lima, Presidente do Grupo Parlamentar do CDS-PP Açores, fechou o debate sobre as propostas de Plano e Orçamento da Região para 2014, onde anunciou o conjunto de propostas de alteração aos documentos governamentais de entre as quais se destaca a criação de um programa extraordinário de apoio ao pagamento de propinas dos estudantes da Universidade dos Açores cujos pais se encontrem desempregados.  

Reforçando a sua posição inicial de que o Plano e Orçamento “não são maravilhosos” e que “precisam de melhorias”, Artur Lima frisou que as propostas da sua bancada são “simples na sua aplicação, mas significantes e com um forte impacto social”.

“Há cerca de quatro centenas de jovens estudantes da Universidade dos Açores com propinas em atraso. O Grupo Parlamentar do CDS-PP, sensível a esse drama familiar, propõe um apoio extraordinário aos estudantes universitários com propinas em atraso. Destina-se aos jovens cujos pais ou encarregados de educação estejam, ambos, desempregados. Este programa é também aplicável aos alunos de famílias monoparentais em que o progenitor esteja desempregado”, explicou.

Na intervenção final, após três dias de debate, o Líder Parlamentar popular anunciou também que para “combater as listas de espera cirúrgicas que nos envergonham nos Hospitais regionais, propomos o reforço de um programa pioneiro – o Vale Saúde –, que o Governo Regional, incompreensivelmente, não implementa. Nos últimos anos atiraram-se milhões para cima das listas de espera que foram, alegadamente, utilizados. Só que as listas de espera aumentaram! É um paradoxo no qual não vale a pena insistir! O Vale Saúde possibilita salvar os doentes dos lobbies instalados no Serviço Regional de Saúde para serem operados em unidades de saúde dos sectores social, cooperativo, privado ou mesmo noutros sistemas públicos de saúde. O CDS-PP continua convencido que esta ainda é a melhor solução para terminar com as situações de sofrimento de milhares de Açorianos”.

Ainda no campo da saúde, outra medida que os democratas-cristãos apelidaram “de grande alcance social” passa pela comparticipação da vacinação das crianças contra a meningite pneumocócica: “A vacina, que já fez parte do Plano Regional de Vacinação, foi retirada e desde então passou a ser integralmente suportada pelos pais, num custo superior a 250 euros. O CDS-PP recomendou ao Governo (e o PS aceitou) a sua reintrodução no Plano Regional de Vacinação, pelo que agora é preciso dotar as unidades de saúde com as verbas suficientes para que as vacinas sejam comparticipadas. Investe-se na promoção da saúde e na prevenção da doença e apoiam-se as famílias Açorianas que ficam libertas de avultados encargos com a saúde dos seus filhos”. 

No campo da Educação, o CDS-PP salientou “não desistir do programa de empréstimo de manuais escolares gratuitos nas escolas da rede pública regional”, até porque “esta é mais uma medida com extraordinário impacto social e económico nas nossas famílias, que foi criada por proposta do CDS-PP”. 

“O empréstimo de manuais escolares gratuitos é para todos os alunos do sistema público, independentemente da sua situação económico-financeira. Porém, o Sr. Secretário Regional da Educação restringiu a aplicação da medida apenas aos alunos da acção social escolar e, pior do que impedir que todos possam aceder ao programa, retira aos alunos de famílias mais pobres quase todo o escalão a que têm direito, por conta do empréstimo dos livros. Assim, não abdicamos de repor a justiça numa medida que visa apoiar todas as famílias açorianas com educandos a frequentar o ensino regular obrigatório. Este não é um apoio social; este é um apoio que pode e deve ser para todos os alunos que a ele queiram recorrer, pois foi esta a génese da medida”, disse.

Artur Lima anunciou ainda que “o CDS-PP não prescinde de propor ao Governo Regional que dê um apoio à Escola Profissional da Ilha de São Jorge, que vive com acentuados constrangimentos financeiros”, frisando que “este estabelecimento de ensino, para além da sua importância na formação técnico-profissional dos jovens Açorianos, é um pólo de dinamização da economia da ilha de São Jorge e do Concelho das Velas, em particular, pois tem mais de 300 alunos, muitos deles oriundos de outras ilhas da Região”. O Líder Parlamentar popular lembrou a coerência da sua bancada ao registar que “a proposta não tem qualquer fundamento político-partidário, nem surge agora porque a Câmara Municipal das Velas é liderada pelo CDS-PP. Já no ano passado, quando a Autarquia era gerida pelo PS, nós apresentamos uma proposta nesse sentido. O que está em causa não são os Partidos; o que está em causa é a economia de um Concelho e de uma Ilha; o que está em causa é o direito à formação e à igualdade de oportunidades dos nossos jovens”. 

Na vertente cultural e turística o CDS entende que “a preservação da nossa história e cultura são fundamentais e podem trazer mais-valias para a nossa economia, nomeadamente na vertente do turismo. Por isso, propomos a inclusão de uma verba para a instalação, na Trinity House, do Núcleo Museológico de História dos Cabos Submarinos do Museu da Horta. É imprescindível que os nossos jovens e quem nos visita saiba que, aqui, no Faial, no centro do Atlântico, já fomos o centro do mundo das telecomunicações”.

Já no âmbito da captação de investimentos produtivos e reprodutivos para a economia dos Açores, “vamos propor um reforço na aposta em projectos empreendedores na área da aquicultura, defendendo que possam beneficiar da concessão de subsídios ou outras formas de apoio e também que os lucros desses investimentos beneficiem de dedução à colecta. Com a profunda crise que nos assola é imperiosa a aposta em projectos dinâmicos, inovadores e geradores de postos de trabalho e riqueza”.

Artur Lima apelou ao diálogo, ao consenso e à obtenção de entendimentos alargados para encontrar as melhores soluções para fazer face à crise que assola famílias e empresas. Dirigindo-se directamente ao Presidente do Governo Regional registou que “para qualquer lado que olhemos, há trabalho que tem que ser feito. A nossa economia exige acção ousada, mas rápida. Há que agir, não apenas para criar novos empregos, mas para lançar as novas fundações do futuro; um novo modelo de desenvolvimento”.

Sublinhou, nesse sentido, que “é fundamental uma aposta firme na exploração dos nossos recursos endógenos para produção de energia, reduzindo a dependência externa e a criação de empregos altamente qualificados; A agricultura tem que se modernizar para aumentar a produção alimentar e as nossas exportações; É imperioso um forte incentivo à instalação de negócios vocacionados para as novas tecnologias e investigação científica; O potencial do mar dos Açores tem que ter uma expressão significativa na economia – não pode ser apenas um canto de sereia; Temos que fomentar a existência de um verdadeiro e forte mercado interno, seja através da circulação de mercadorias, mas também de pessoas; Temos que, de uma vez por todas, valorizar os nossos activos geoestratégicos e geopolíticos e deles tirar dividendos… Tudo isto sabemos fazer. E tudo isto tem que ser feito”.

O Presidente do Grupo Parlamentar do CDS-PP considerou que “os nossos desafios podem ser novos” e que “os instrumentos de que dispomos para os enfrentar podem ser novos”, mas “os valores dos quais depende o nosso sucesso – trabalho árduo, honestidade, coragem, justiça, tolerância, curiosidade, lealdade e a nossa Açorianidade – são sempre os mesmos. Os nossos valores devem ser a força tranquila do nosso progresso”.

 

 

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