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Nuno Avelar

Nuno Avelar

30
agosto

I. Incêndios II. Debates autárquicos uma Loja

Publicado em Vanessa Silva
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I.O país está a ser fustigado por incêndios. Todos os anos por esta altura assistimos ao desenrolar destas fatídicas situações, por vezes de autêntico terror. A aflição das pessoas que veem os seus bens ameaçados é angustiante. O espírito de entre ajuda entre as populações evidencia-se e todos tentam auxiliar da forma que podem.

Este ano o balanço dos incêndios está a ser verdadeiramente trágico, sendo que já 4 bombeiros perderam a vida no combate aos mesmos. Os bombeiros são verdadeiros heróis no combate a este flagelo. Na sua grande maioria voluntários, disponibilizam-se a pôr a sua própria vida em risco em defesa do País e das suas populações. Por isso considero que, muitas vezes, a sua atividade é pouco valorizada. Têm poucos meios e mesmo assim dão o seu melhor no terreno, lutando muitas vezes até ao limite das suas forças. Não posso deixar de referir a ausência de reconhecimento e voto de condolências público, pelo menos à data em que escrevo estas linhas, por parte do Presidente da República e do Primeiro-Ministro, aos 4 soldados da paz falecidos em “combate” pelo nosso País e por todos nós. Esta ausência de condolências e reconhecimento público, quando outros exemplos para entidades ou individualidades nacionais e estrangeiras aconteceram recentemente, deu origem a uma revolta e forte indignação nas redes sociais, sobretudo no Facebook dos visados. 

A limpeza das matas é essencial para tentar minimizar os incêndios. Essa é uma competência do Estado, que neste aspeto dá muitas vezes um mau exemplo, mas também dos proprietários particulares, que têm necessariamente de ser sensibilizados para tal. É crucial passar a haver uma maior aposta na prevenção, o que permitiria diminuir os focos de incêndios e ainda aumentar a eficácia no combate aos mesmos. Infelizmente tal não acontece. O Estado gasta cerca de 80% da verba nos combates a incêndios e apenas 20% em prevenção, um claro erro de gestão que se fosse alterado, segundo os especialistas, permitiria diminuir a despesa e o aumento da eficácia dos dispositivos.  

Um dos aspetos que mais choca nesta temática é que, muitos destes incêndios, tem o seu início em fogo posto e a moldura penal não é suficiente para dissuadir tanto os criminosos que os ateiam, bem como os seus atores morais. Deverá também agravar-se a moldura penal e a mão da justiça tem de ser sempre pesada nestes casos, bem como a prevenção que deverá ser feita pelas autoridades para evitar que tal suceda. 

Deixo o meu apreço a todos aqueles que combatem este flagelo e as minhas mais sentidas condolências às famílias dos heróis que perderam a sua vida na defesa dos outros.

II.A RTP-Açores tomou a decisão de realizar todos os debates autárquicos em S. Miguel, decisão que não se compreende dado haver centros da televisão pública regional, tanto em Angra como na Horta. E a desculpa da falta de meios técnicos não colhe, porque, no caso da Horta, todos os meses é gravado o programa “Parlamento”, sem que alguma vez se tenha verificado falta de meios para tal. Acresce o facto de, se os debates se realizarem na nossa ilha, serão dirigidos por profissionais do Faial, que obviamente possuem um melhor conhecimento, tanto dos candidatos, como das necessidades dos faialenses e da ilha do Faial.

A RTP-Açores serve para unir os açorianos, como aliás sempre tem sido seu apanágio, e não para os separar com decisões discriminatórias. É essencial estarmos todos unidos na defesa da tripolaridade da RTP-Açores, principalmente no que toca ao pólo da Horta. A génese dos princípios autonómicos assenta nessa tripolaridade e não no esvaziamento de competências de alguns dos centros em relação aos outros.

Saúdo a decisão de todas as candidaturas autárquicas na nossa ilha de se recusarem a deslocar-se a S. Miguel. Temos de nos unir no repúdio a esta decisão e frisar que o Centro da RTP-Açores na Horta é o local indicado para a realização de debates com os candidatos a Presidente da Câmara no Faial. Espero que tal possa vir a acontecer e  que a união agora demonstrada num interesse comum, possa ser no futuro replicada em outras causas. 

 

www.arquipelagica.blogspot.com

 

Horta, 27 de agosto de 2013

 

 

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26
agosto

Candidaturas à CMH recusam debates da RTP Açores em Ponta Delgada

Publicado em Local
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As quatro candidaturas à presidência da Câmara Municipal da Horta emitiram um comunicado em que manifestam a sua “imediata e compreensível recusa” em participar nos debates debates entre candidatos aos diversos concelhos dos Açores promovidos pela RTP Açores.

No documento os quatro candidatos justificam a sua decisão por considerarem “discriminatória, uma vez que não considera a dispersão geográfica dos Açores, impedindo, à partida, a participação das diferentes candidaturas de ilha em igualdade de circunstâncias. “

Os argumentos apresentados pela direção de informação do canal regional, não são, no entender de José Leonardo, João Stattmiller, Luís Garcia e Maria do Céu Brito “suficientemente válidos em virtude de existir, no caso da Horta, um centro de produção da RTP/Açores, suficientemente apetrechado, com jornalistas capazes e competentes para levar a cabo os referidos debates”.

 

As candidaturas subscritoras consideram que esta atitude “subalterniza e põe em causa o centro de produção da Horta e os profissionais que aí garantem o serviço público de informação”, sendo ainda de opinião de que é necessário “defender a RTP/Açores e a manutenção dos seus três centros de produção, no qual se inclui o da Horta, no respeito pelos princípios autonómicos que a RTP/ Açores ajudou a cimentar ao longo dos seus 37 anos de serviço público na Região e na defesa de uma emissão tripartida, capaz de garantir as necessidades de um serviço público nos quais os açorianos e os faialenses se revejam.”

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26
agosto

Eusébio Silveira vence Grande Prémio da Caldeira

Publicado em Desporto
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Realizou-se domingo, dia 25 de Agosto, uma prova de motocross na Pista da Caldeira destinada a motas de 250cc e 450 cc.

Com onze pilotos inscritos e pouca assistência, a prova decorreu sem sobressaltos, a bom ritmo e com prestações reveladoras. Terminaram 9 pilotos.

Eusébio Silveira foi o primeiro classificado, seguido de Nelson Escobar e João Garcia.  Na quarta posição ficou Duarte Silveira e Dário Pacheco foi quinto.

Em sexto lugar ficou Marco Neves, em sétimo classificou-se Michael Geraldes enquanto João Costa foi oitavo e Marco Paulo fechou a tabela.

A organização desta prova foi dos pilotos Eusébio Silveira e Nelson Escobar que fundamentaram a decisão de promover o evento com o facto de existirem na ilha muitos pilotos e por só se realizarem no Faial duas provas do campeonato regional que, não estão ao alcance de todos.

Esta prova serviu de experiência para um campeonato de ilha que pretendem organizar.

 

 

 

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20
agosto

Feteira assinala VI Dia da Freguesia reivindicando intervenção no porto

Publicado em Local
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g Pelo VI ano consecutivo a Feteira comemorou o seu Dia da Freguesia cujo principal propósito passa por honrar a alma feteirense e a memória de todos quantos investiram, das mais variadas formas, no desenvolvimento da  Freguesia.

O Dia da Freguesia do Divino Espirito Santo e da Senhora de Lourdes foi, como em anos anteriores,  uma oportunidade de reflexão das atividades desenvolvidas pela Junta de Freguesia e uma tentativa de  elucidar todos sobre o pulsar e anseios da Feteira.

A sessão solene decorreu, como é hábito na Igreja do Divino Espírito Santo e foi antecedida pelo Hino da Freguesia tocado pela Lira e Progresso Feteirense. 

Eduardo Pereira, presidente da Junta de freguesia foi o primeiro a usar da palavra e elencou as obras desenvolvidas durante os últimos anos do seu mandato, destacando os apoios às instituições culturais, sociais, recreativas e desportivas da freguesia.

O autarca defendeu ainda uma maior atenção no que diz respeito aos caminhos municipais da freguesia, mas o maior enfoque foi colocado na questão do Porto da Feteira, “fizemos desassoreamento do fundo do nosso porto, colocámos duas escadas de acesso ao mar e um corrimão para apoio na zona da rampa. O nosso porto merece uma intervenção maior”. 

A Feteira, localizada junto à costa marítima, teve desde sempre uma grande ligação ao mar, tendo a pesca sido, em tempos, uma actividade também relevante, no entanto, a dureza dessa vida e as poucas condições, apesar da construção de um porto, levaram à diminuição desta actividade.

Perante esta relevância histórica, é  intenção da junta ver incluído no próximo orçamento para 2014 uma intervenção no Porto da Feteira por forma a torná-lo “mais operacional e seguro.”

Outros projetos para candidatura ao Prorural estão na calha a aguardar a abertura do novo quadro como a construção de mais 3 poços subterrâneos de grandes dimensões na Rua do Algar, aquisição de palco para a Junta e as instituições desta freguesia possam realizar as suas festas com menores encargos, aquisição de cadeiral para as instalações da nossa filarmónica e para as atuações no exterior, recuperação de moinhos e Livro da Freguesia para o qual já efetuámos diversos contatos.

O ansiado Polivalente da Feteira também mereceu uma nota durante esta sessão, uma vez que a pretensão é de que seja um “ local que albergue as nossas instituições, onde possamos promover as nossas festas e eventos culturais, onde possam funcionar serviços de apoio”, um processo que já conheceu vários contornos e que, conforme explicou Eduardo Pereira “nos últimos 20 anos nunca a Freguesia da Feteira teve este processo de construção do seu polivalente tão avançado como agora.”

“Não negando que eventualmente fosse possível fazer algo mais ou de forma diferente a verdade é que este executivo da Junta de Freguesia está de consciência tranquila em como realizou o melhor que podia em prol do desenvolvimento da nossa Feteira. O diagnóstico e levantamento de grande parte das necessidades da nossa Freguesia deve ser do conhecimento de todos e todos tem o dever de contribuir para este processo de informação das necessidades e pugnar pela sua execução prática” - referiu. 

Jorge Costa Pereira, presidente da Assembleia Municipal da Horta destacou, durante a sua intervenção, o papel que as freguesias assumem no contexto do poder local. 

O Vice-presidente da Câmara Municipal da Horta, José Leonardo Silva, também destacou a importância da comemoração desta data e, respondendo ao repto do presidente da junta adiantou que vai ser assinado, ainda este ano, um contrato ARAAL no valor de 100 mil euros para arrancar com o polivalente. 

Também o diretor regional das Pescas, Luís Costa, avançou que é pretensão do Governo Regional promover o investimento nas freguesias e deixou no ar o compromisso de procurar uma solução para o porto. 

Durante esta cerimónia foram homenagedas três individualidades da freguesia (ver caixa). 

A noite terminou com os sons do Horta, Mar e Fado e do Grupo Coral da Feteira. 

O Dia da Freguesia decorre, como é apanágio, integrado nos festejos comemorativos da padroeira Nossa Senhora de Lurdes. 

 
HOMENAGEADOS
 
Foram homenageados nesta sexta edição do Dia da Freguesia da Feteira três individualidades: Delfim Vargas, José Eduardo Pires e Hernâni Carvalho.
Delfim Alberto de Vargas Garcia, nasceu a 24/12/1947 na Freguesia da Feteira, ilha do Faial. Iniciou-se no mercado de trabalho aos 15 anos a britar pedra à mão, trabalhou nos Serviços Florestais a arrancar lenha e plantar criptomérias e como pedreiro. Aos 18 anos tornou-se Encarregado Geral da SOFACOL.
Quando regressou do serviço militar constituiu sociedade com o cunhado José Leonildo Luna na área da construção civil e aos 25 anos formou a sua empresa em instalações cedidas pelo Forno da Cal com a atividade de Fabrico de Caixilharia em PVC. Em 1972 mudou-se para instalações próprias na zona de Santa Bárbara onde derivou a sua atividade para a caixilharia em alumínio e posteriormente abriu a área comercial em materiais de construção.
Neste momento conta com cerca de 30 funcionários no Faial e sucursais de Sacavém no continente Português e Madalena do Pico.
Hernâni Brandão Carvalho nasceu a 16/11/1953 na freguesia da Feteira. Aos 16 anos de idade, iniciou a sua atividade profissional, na área do pequeno comércio, onde trabalhou por conta de outrem. Em 1978 iniciou um novo ciclo da vida profissional com a aquisição da taberna e mercearia onde havia trabalhado anteriormente localizadas na Travessa de São Pedro, o rés-do-chão do edifício da sua posterior residência. 
O estabelecimento comercial que é proprietário na companhia da esposa tem sido ao longo destes anos um importante apoio na proximidade da população daquela zona da freguesia, disponibilizando a esta o abastecimento dos mais variados produtos e constituindo um ponto de encontro de amigos que se cruzam para tomar um copo ou para o convívio de um jogo de cartas ou de bilro. 
José Eduardo Pires, nasceu a 30/01/1957 na Freguesia dos Flamengos e iniciou-se no mercado de trabalho aos 13 anos de idade como tratador de animais.
Após o sismo de 1973 foi trabalhar como servente de pedreiro para as Obras Públicas e em 1980 constituiu mesmo sociedade com Renato Tiriri na área da construção civil que durou até 1984 ano em que constituiu a sua própria empresa de Construção Civil.
Neste momento a sua empresa conta com 28 trabalhadores no Faial e Pico.
 
 
 
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19
agosto

Hospital da Horta pioneiro na Plataforma de Dados da Saúde

Publicado em Local
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O Hospital da Horta é o primeiro hospital da Região Autónoma dos Açores a dispor da Plataforma de Dados da saúde, uma plataforma que visa agilizar a consulta do historial clinico dos utentes de e em qualquer unidade hospitalar ou centro de saúde da região e do país. 

A apresentação pública desta plataforma decorreu hoje no Hospital da Horta e contou com a presença do Secretário Regional da Saúde. 

“A instalação da PDS nas nove ilhas vai melhorar e reforçar a partilha de informação clínica entre as diferentes instituições de saúde açorianas, tornando possível também o acesso aos mesmos dados a todas as instituições nacionais utilizadoras da plataforma”, afirmou Luís Cabral no final da apresentação aos jornalistas. 

Qualquer médico passará a poder aceder à Plataforma de Dados da Saúde através do Portal do Profissional (PDS-PP) e consultar todos os dados de saúde dos utentes, designadamente historial clínico, prescrições, exames realizados anteriormente, mesmo em outras unidades de saúde, alergias do doente, no sentido de proporcionar um diagnóstico e uma terapêutica mais adequados e mais rápidos.

Esta funcionalidade vai permitir aceder aos dados clínicos de um utente dos Açores que tenha de recorrer a uma unidade de saúde do continente, como também de qualquer cidadão residente noutro ponto do país que esteja de visita aos Açores e necessite de recorrer aos hospitais ou centros de saúde em qualquer uma das ilhas.

O Hospital da Horta foi a primeira unidade de saúde a ter o sistema disponível, estando já a ser preparadas as necessárias ligações para que todos os hospitais e unidades de saúde fiquem ligados à plataforma.

Essa ligação está facilitada, uma vez que os novos sistemas informáticos instalados na maioria dos hospitais e centros de saúde é compatível com o sistema nacional.

“Um doente dos Açores que tenha que se deslocar ao continente não terá que duplicar, por exemplo, exames de diagnóstico, usando esta plataforma, porque em, qualquer lado do território nacional será possível consultar o seu historial.”

Entretanto, estão a ser ultimados os últimos pormenores para colocar em funcionamento também o servidor central de imagens que permitirá partilhar exames como TAC, Raio X. Este projeto está a ser elaborado desde o início do ano e prevê-se que a sua conclusão aconteça ainda durante 2013, bem como consequente entrada em funcionamento.

Esta plataforma implica que os profissionais de saúde, nomeadamente os médicos, registem todos os dados relativos aos pacientes. Até agora tem existido alguma dificuldade no preenchimento de alguns dados que são essenciais para esta plataforma, reconhece o secretário da tutela, que este será algo a ultrapassar em breve, “uma vez que a sua eficácia é bastante reconhecida.”

A PDS é um sistema informático assegurado pelos serviços partilhados do Ministério da Saúde (SPNS, que permite o registo e partilha de informação clínica, a profissionais e entidades prestadoras de serviços de saúde.

Os próprios cidadãos também poderão aceder à sua informação clínica, no Portal do Utente, através do Cartão do Cidadão e assim corrigir alguns dados menos corretos caso seja necessário. 

A questão da protecção dos dados foi também assegurada pela Secretaria, e Luís Filipe Cabral adianta que, “foi necessário, através da Comissão Nacional de Protecção de Dados ter a garantia clara de que esta informação não seria extravasada do contexto hospitalar.”

À margem da apresentação, o Secretário Regional da Saúde falou do incêndio que assolou o hospital e revelou que “foi pedido um relatório para aferir o valor dos estragos do sinistro de 22 de julho, no entanto, não houve uma interrupção da actividade clinica no hospital porque foram alugados os equipamentos que ficaram danificados.”

Luís Filipe adianta que esse aluguer vai continuar para garantir a continuidade dos exames. Está previsto o enquadramento dos montantes necessários para que o hospital tenha os seus equipamentos a funcionar 

 

 

 

 

 

 

 

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