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Nuno Avelar

Nuno Avelar

21
junho

GRUPO FOLCLÓRICO E ETNOGRÁFICO DE PEDRO MIGUEL: 35 anos a bailar

Publicado em Cultura
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O Grupo Folclórico e Etnográfico de Pedro Miguel (GFEPM) comemora a 23 de Junho o seu 35.º aniversário. 

Para comemorar a efeméride programou uma visita à Casa Etnográfica, “a menina dos seus olhos” e um jantar convívio. 

Neste momento a funcionar com cerca de 40 elementos, o Grupo Folclórico e Etnográfico de Pedro Miguel tem como presidente a jovem Marlene Bettencourt.

Marlene Bettencourt contou-nos que o Grupo ensaia uma vez por semana já na Casa Etnográfica, sendo que agora de Verão, com o grande número de actuações, às vezes se torna difícil. 

É, todavia, no inverno que ensaiam novos bailes, desta feita sobre a mestria do ensaiador Fernando Ferreira, bem como novos bailadores. 

A presidente da Direcção do GFEPM diz que não é tarefa fácil manter de pé um grupo com 35 anos sobretudo porque  “não é fácil mobilizar os jovens para iniciativas como estas uma vez que através da internet têm tudo sem sair de casa. Temos dificuldade em arranjar pessoal novo que queira juntar-se a nós. Entretanto, não podemos esquecer que através das chamarritas conseguimos trazer elementos novos”. 

Uma das prioridades do GFEPM está relacionada com a sua Casa Etnográfica. De acordo com Marlene Bettencourt, “ainda não será neste aniversário que inauguraremos a Casa, mas estamos no bom caminho”. 

Conforme explicou, o interesse do Grupo em recolher informação e artefactos sobre a forma como viviam os nossos antepassados desencadeou o desejo de ter um espaço onde pudessem mostrar o espólio e mostrar como viviam as pessoas da freguesia no final do século XIX e início do século XX. Surgiu, assim, o sonho de criar a Casa Etnográfica de Pedro Miguel. 

O processo iniciou-se há 10 anos, com a aquisição de um imóvel na Estrada Regional para cumprir essa função. Esta Casa Etnográfica terá uma sala de exposições, um quarto de cama à moda antiga e uma cozinha também ao estilo dos nossos antepassados, onde não falta o forno. Fazem também parte do imóvel uma taberna e a “loja”, como chamavam os nossos antepassados ao espaço no rés-do- chão onde se guardavam os animais. Nesse local, temos montada uma atafona. A Casa conta ainda com instalações de apoio, como sanitários, arrecadações e a secretaria do Grupo Folclórico.

Nesta fase, ultimam-se alguns acabamentos no imóvel. Segue-se a selecção e inventariação dos artefactos a expor, a sua montagem e a criação das placas identificativas com as explicações necessárias, bem como de um circuito de visitação.

É intenção do Grupo adquirir o terreno contíguo à Casa Etnográfica “para podermos construir um sítio para albergar uma ferraria de que também dispomos, uma eira e outras referências da vida quotidiana no campo de outrora. Sabemos que não será fácil, numa altura em que os apoios para a cultura são cada vez mais escassos, por força da crise, e estão cada vez mais burocratizados, mas, com força de vontade e empenho de todo o grupo, estamos confiantes de que vamos ser capazes”. 

Este ano o Grupo não vai ter nenhum intercâmbio, vai sim ter um passeio à ilha do Corvo. 

 

NO FOLCLORE TAMBÉM HÁ SALDOS

A conjuntura económica actual também afecta os Grupos Folclóricos que, apesar de serem figura quase obrigatória nas festas locais, começam a ver-se “dispensados” de certas ocasiões porque as organizações, pura e simplesmente não têm dinheiro.

Para conseguirem mostrar o seu trabalho e angariar alguns fundos, sobretudo nos impérios, Marlene Bettencourt refere que têm sido obrigados a fazer descontos, caso contrário não há actuações. 

 

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21
junho

Equipas de Cuidados Paliativos têm que passar do papel

Publicado em Local
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Decorreram quarta e quinta-feira na cidade da Horta, umas jornadas sobre organização de equipas de cuidados paliativos.

Estas jornadas surgem no âmbito do Curso de Pós-Graduação em Cuidados Paliativos, ministrado pela Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo – Universidade dos Açores, e no qual participa uma turma da Horta composta por 12 elementos, sendo 11 deles enfermeiros e 1 psicóloga. 

O objectivo destas jornadas prende-se com a possibilidade de conhecer e compreender as estruturas e modelos de organização de serviços em cuidados paliativos e perceber a dinâmica de organização e funcionamento interdisciplinar, como um dos alicerces à prestação de cuidados paliativos. 

As Jornadas decorreram na Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça e no Departamento de Oceanografia e Pescas – Universidade dos Açores, onde decorreram para além das Jornadas, quatro Workshops, subordinados ao mesmo tema. 

Durante a sessão de abertura, Sandra Pereira, coordenadora do curso, disse existirem, na Região, quase uma centena de profissionais de saúde formados na área dos cuidados paliativos e de já estarem formadas as equipas de Cuidados Paliativos, conforme decisão emanada da Secretaria da tutela, que, no entanto, não estão a actuar no terreno. 

De acordo com a responsável, na Região é conhecida a escassez de unidades de cuidados paliativos, embora nos últimos anos se tenha assistido a um investimento progressivo na criação deste tipo de equipas. Não obstante, no que respeita à modalidade de internamento, não existe qualquer unidade em funcionamento nesta região.  

À margem dos trabalhos, Sandra Pereira disse aos jornalistas que a “a nossa preocupação tem sido incentivar os profissionais de saúde que frequentam estas formações e incutir-lhes uma certa responsabilidade para que intervenham junto das chefias e administrações para que se avance, de facto, com a criação de equipas de cuidados paliativos.”

“Temos conhecimento de que existem várias equipas nomeadas, mas de facto ainda não se vê aquele que é o trabalho que seria desejável que essas equipas estivessem a fazer” - refere a profissional que explica ainda que “esse trabalho passaria por um acompanhamento dos doentes com necessidades de cuidados paliativos de forma diferenciada e com espaço próprio, no fundo, é fazerem aquilo que se espera que uma equipa de cuidados paliativos faça, ou seja, acompanhar doentes com doenças crónicas, incuráveis, em fases irreversíveis, com o objectivo principal de ajudar essas pessoas a viver o melhor possível o seu fim de vida”. 

Conforme explicou durante a sua palestra, os cuidados paliativos destinam-se a doentes que, cumulativamente, não têm perspectiva de tratamento curativo, com doença que progride rapidamente e cuja expectativa de vida é limitada, o seu sofrimento é intenso e têm problemas e necessidades de difícil resolução que exigem apoio específico, organizado e interdisciplinar.

Não se destinam, por isso, a doentes em situação clínica aguda, em recuperação ou em convalescença ou, ainda, com incapacidades de longa duração, mesmo que se encontrem em situação de condição irreversível. Não são determinados pelo diagnóstico das doenças, mas pela situação e pelas necessidades do doente.

No entanto, doenças como o cancro, a sida e doenças neurológicas graves e rapidamente progressivas implicam frequentemente a necessidade de cuidados paliativos que se dirigem prioritariamente à fase final da vida, mas não se destinam, apenas, aos doentes agónicos. Muitos doentes necessitam de ser acompanhados durante semanas, meses ou, excepcionalmente, antes da morte.

As unidades de cuidados paliativos podem prestar cuidados em regime de internamento ou domiciliário e abrangem um leque variado de situações, idades e doenças. Os cuidados paliativos proporcionam aos doentes que vão morrer a possibilidade de receberem cuidados num ambiente apropriado, que promova a protecção da dignidade do doente incurável na fase final da vida.

Sandra Pereira diz ainda que “seria desejável que, pelos menos nos hospitais da região existissem unidades de internamento de cuidados paliativos porque não faz sentido que as ilhas mais pequenas tenham unidades de internamento, faz sentido sim que tenham equipas de suporte domiciliário e equipas que consigam servir de ligação e fazer consultadoria a outras equipas que já estão no terreno a acompanhar doentes mas que não têm formação diferenciada em cuidados paliativos. Importa ainda criar equipas móveis para as localidades/ilhas mais pequenas”. 

“É perfeitamente viável que, na comunidade, se consigam criar equipas de cuidados paliativos ou então duas unidades de internamento e, num dos hospitais uma unidade de suporte intra-hospitalar” - referiu Sandra Pereira que rematou dizendo que “é preciso olhar para os cuidados paliativos nos Açores com uma visão estratégica e é preciso ter em linha de conta que os cuidados paliativos não podem ser um trabalho extra. As equipas estão criadas no papel mas é preciso que no terreno se criem as condições para que os profissionais possam exercer”. 

 

António Martins Goulart, director  clinico do Hospital da Horta  disse também que “está em desenvolvimento um processo de constituição de uma equipa de cuidados paliativos, apesar de que temos trabalhado mais no espirito do doente oncológico e isso tem que ser alargado a outras vertentes das doenças crónicas.”

Martins Goulart adianta ainda que “esta terá que ser sempre uma parceria entre o Hospital e as unidades de cuidados primários de saúde, como seja o Centro de Saúde. Este é um projecto que está a dar os primeiros passos para a sua concretização, ainda está muito vocacionado para dentro do hospital”. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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14
junho

Casa dos Botes inaugurada a 7 de Julho

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As previsões meteorológicas obrigaram a um novo adiamento da inauguração da Casa dos Botes no Porto do Comprido, freguesia do Capelo.

De acordo com a organização, pretende-se com a inauguração da “Casa dos Botes”, no Porto do Comprido, para além de marcar o momento de abertura de uma infra-estrutura que promove o conhecimento e reabilitação do património baleeiro, homenagear todos os homens e suas famílias que exerceram esta actividade nesta ilha.

“Neste contexto e porque a melhor e mais sentida homenagem que pode ser feita é a evocação da memória e a demonstração da reabilitação do património herdado, pretende-se que o momento seja valorizado pela realização de uma regata de botes baleeiros, com todo o simbolismo que marcava o “arriar” dos botes e o regresso a terra no Porto do Comprido, uma das estações baleeiras mais importantes dos Açores, antes de 1957, ano do Vulcão dos Capelinhos” – frisa a organização.

Pelo mencionado e na sequência da previsão de condições meteorológicas adversas para o próximo dia 16 de Junho, dia previsto para a realização do que se pretende seja uma justa homenagem, inauguração e todo o programa associado será alterada  para o próximo dias 6 e 7 de Julho.

Esta data resulta do facto de esse ser o único momento disponível no calendário das regatas 2012.

Independentemente das condições meteorológicas que venham a ocorrer nessa data e porque a mesma corresponde à única disponível no calendário das regatas de botes baleeiros do triângulo, o momento não será objecto de adiamento, atenta a necessidade de abrir o público o espaço recuperado, que se pretende seja também uma valência de apoio ao turismo.

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12
junho

Combustíveis tornam a baixar

Publicado em Regional
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A partir das 00H00 de quinta-feira os combustiveis nos Açores voltam a baixar.

De acordo com informações veiculadas pelo Governo Regional, as alterações registadas no preço do petróleo, durante as últimas semanas, nos mercados internacionais, vão proporcionar uma descida de um cêntimo por litro no preço máximo das gasolinas 95 e 98 e dos gasóleos rodoviário, agrícolas e pescas.

 

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12
junho

Babybasket e Minis do Fayal Sport em festa

Publicado em Desporto
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Na tarde de domingo, dia 10 de Junho, foram muitos minis e crianças do babybasket do Fayal que passaram uma tarde em festa no pavilhão do Fayal Sport.

Pelas 16 horas iniciou-se o convívio para o babybasket, com a presença de dez crianças e de muitos pais e familiares, para acompanharem as actividades e desempenho dos seus filhos.

Depois foi a vez dos Minis (8,10 e 12), com a presença de trinta e quatro atletas.

Em ambos os convívios, a presença da musica durante a realização das actividades criou um bom ambiente. Foram efectuados diversos circuitos de drible, lançamento e de destreza.

No final de cada um dos convívios foi servido um lanche a todos os participantes.

A próxima época já está a ser preparada, sendo os escalões de formação uma clara aposta do Fayal Sport Clube. 

O início da época 2012/2013 está marcado para 3 de Setembro. 

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