No passado fim-de-semana os jogos da última jornada da Taça da Associação de Futebol da Horta (AFH) resultaram numa derrota e duas vitórias para as equipas da ilha Azul.
O FSC, recebeu e venceu o Lajense, por 1-0, o Cedrense jogou em casa com o Madalena e venceu por 3- 1 e o AAC foi derrotado em São Roque, pelo Vitória, por 3-0.
Nas contas da tabela o FSC foi o vencedor, com 25 pontos, mais 6 que o segundo classificado, o Vitória. Seguem-se AAC (19), Lajense (10), Cedrense (9), e Madalena (6).
Este domingo tem início o Campeonato de Futebol da AFH em seniores. O AAC recebe o Vitória, o Madalena vai aos Cedros defrontar os locais e o Lajense recebe o FSC. Os jogos estão agendados para as 15h30.
Campeonato AFH – Juniores
Depois de um fim de semana sem jogar, os juniores voltam à competição para disputar a 6.ª jornada que está marcada para sábado às 14h30.
O Lajense recebe o FSC e o Flamengos o Madalena.
Campeonato AFH – Juvenis
Nos juvenis aconteceu a segunda jornada. As equipas do Faial perderam em casa com as formações do Pico. O Cedrense perdeu com o São João, por 0-2 e o Flamengos com o Madalena, por 1-2.
A liderança do campeonato continua no entanto, nas mãos do FSC com 12 pontos, mais 5 pontos que o FCF, segundo classificado. O São João é terceiro com os mesmos pontos. Cinco pontos tem o Madalena e é quarto classificado e o Cedrense é quinto com dois pontos.
Este domingo joga-se a sétima jornada. O Madalena recebe o Cedrense e o Fayal o Flamengos. Os encontros têm início pelas 10h30.
Campeonato AFH – Iniciados
Em iniciados jogou-se a 6.ª jornada. O Lajense recebeu e perdeu com o Flamengos por 0-4 e o Madalena foi derrotado em casa pelo Vitória por duas bolas a zero.
Na classificação geral deste campeonato o FCF mantém a liderança com 13 pontos. O FSC é segundo com 9 pontos. Os mesmos que o Vitória que ocupa a terceira posição.
O Cedrense é quarto com 3 pontos e o Madalena soma um ponto e é último.
A próxima jornada, que acontece sábado disputa-se entre o Vitória e o Lajense, em São Roque e o FSC e o Madalena, no Estádio da Alagoa.
Campeonato AFH – Infantis
Os infantis também jogaram este fim de semana a 3.ª jornada. Frente a frente estiveram o Cedrense e o FSC. A formação da Alagoa venceu por 7-0. Já no que diz respeito ao encontro do FSC B com os Flamengos, os “Dragões” do Vale venceram por 5-1.
A próxima jornada decorre no próximo sábado. Nesta quarta jornada o FSC recebe o AAC e o Flamengos o Cedrense. Os jogos acontecem às 10h30.
Desde 1980 que a Organização Mundial do Turismo (OMT) celebra, a 27 de setembro, o Dia Mundial do Turismo. Este dia visa mostrar a importância do turismo e do seu valor cultural, económico, político e social. De acordo com dados da OMT, o turismo tem crescido a nível mundial. Entre janeiro e abril de 2013 registaram-se, à escala global, 298 milhões de turistas (mais 12 milhões comparativamente com igual período em 2012). A organização estima que entre maio e agosto de 2013 mais de 435 milhões deturistas efetuaram viagens em todo o mundo.
Nesta lógica, os parques de campismo tem-se revelado um aliado importante deste setor. Assim, e em vésperas do dia dedicado ao Turismo, Tribuna das Ilhas foi junto da empresa municipal UrbHorta – entidade gestora dos parques de campismo locais - para saber mais sobre esta atividade na ilha. Os números, no entanto, não são animadores, verificando-se uma descida na quantidade de campistas que procura os parques faialenses
A Câmara Municipal da Horta, em reunião ordinária da realizada no passado dia 7 de agosto, aprovou por unanimidade uma deliberação na qual o presidente da autarquia, José Leonardo Silva, fica encarregue de apresentar e defender junto da Associação de Municípios da Região Autónoma dos Açores (AMRAA), uma proposta concreta e tecnicamente sustentada que procure alterar os critérios utilizados na distribuição dos fundos do Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020 pelos municípios açorianos, critérios esses que, entende a edilidade faialense, têm prejudicado o Faial.
Nesta deliberação o autarca fica ainda encarregue de defender junto do Governo Regional o reforço de verbas ao abrigo do Quadro Comunitário de Apoio 2014/2020 a atribuir às autarquias regionais.
O executivo municipal deliberou, também, manifestar junto do Governo da República a sua preocupação em relação aos constrangimentos decorrentes da aplicação da Lei dos Compromissos e da nova lei de finanças locais no que à execução dos fundos comunitários diz respeito.
Para a CMH "é justo e vantajoso que as autarquias tenham um papel mais importante neste Quadro Comunitário de Apoio e para tal deverão ser-lhes afetos valores mais significativos”.
Decorreu no passado fim-de-semana, no pavilhão da Horta, a terceira prova regional de Esgrima, que ficou marcada pela participação de um elevado número de atletas dos escalões mais jovens.
Esta prova acolheu 19 atletas dos escalões pré- benjamins e infantis, iniciados, cadetes, juniores e seniores.
De acordo com nota enviada às redações, o elevado número de atiradores nos escalões mais jovens, associado às reduzidas condições de sala, obrigou à realização das provas em duas pules de 7sete elementos cada. Esta alteração levou a que as provas dos escalões jovens se prolongassem por toda a manhã, comprometendo a realização das provas de Seniores, que ficaram adiadas para este fim-de-semana.
Nas classificações de Pré-Benjamins participaram sete atletas. Como em outras provas já realizadas neste escalão, o objetivo é desenvolver o gosto pela modalidade e não é atribuída classificação. Os atletas jogam com material adequado para a sua idade que apenas exige a máscara para proteção do rosto.
Seguiram-se as provas dos Infantis que envolveram Benjamins e Infantis numa pule com sete atletas, disputada em duas pistas. A classificação ditou como primeiro Rui Tanger, segundo António Sequeira e terceiro Bruno Tanger.
Na tarde de ontem daquela que é a última sessão plenária do ano, foi aprovado, com votação favorável apenas da bancada da maioria socialista, o diploma que altera o regime jurídico de apoio ao movimento associativo desportivo.
PS, PSD e PPM apresentaram propostas de alteração ao diploma, no entanto apenas a alteração apresentada pelo deputado faialense do PS, Lúcio Rodrigues, mereceu aprovação dos deputados da sua bancada.
O secretário regional da Educação, Ciência e Cultura fez a apresentação do novo regulamento, defendendo que é tempo de adequar a legislação às "novas realidades" do desenvolvimento desportivo açoriano e às “tendências verificadas na evolução de alguns modelos competitivos”.
No entender de Luiz Fagundes Duarte, nas alterações agora introduzidas pelo Governo, “são valorizadas as condições de acesso aos apoios pela utilização de atletas formados nos Açores e no clube, uma vez que a evolução da utilização deste tipo de atletas se tem vindo a revelar muito positiva”.
As alterações propostas à legislação em vigor englobam a “atualização dos critérios de enquadramento” no âmbito do desporto de alto rendimento e a “clarificação dos processos de acesso aos apoios especiais para planos de preparação específica em ambiente olímpico ou paralímpico”.
Neste novo regulamento, garantiu o secretário, o Governo compromete-se ao financiamento dos clubes ou equipas que se candidatam em cada ano, independentemente do seu número e características, e propõe que as disponibilidades financeiras da Região passem a ser “distribuídas por todos, mas de uma forma proporcional aos indicadores utilizados e previamente definidos”.
O secretário entende que esta iniciativa vem reforçar “o compromisso público de que para a área do desporto adaptado se garante igualdade de oportunidades e de tratamento, assegurando-se a progressivamente aproximação ao modelo vigente no desporto dito normal”.
Da bancada do PS Lúcio Rodrigues apresentou uma proposta de reformulação do Decreto Legislativo Regional. Entendendo que a Região se deve orgulhar da formação dos seus atletas, o deputado faialense lembrou que os Açores têm a maior taxa de participação desportiva federada do país. Só em 2012, disse o deputado, os Açores tinham “49 associações de modalidade, que enquadraram 250 clubes com atividade federada, envolvendo mais de 23 mil atletas federados, o que corresponde a 9.67% da população açoriana”.
Para Rodrigues, esta revisão vem a plenário em boa hora, na medida em que vem de encontro às novas realidades do desenvolvimento desportivo regional. A proposta de alteração socialista, apresentada pelo deputado, visou a introdução de uma majoração nos apoios aos atletas formados nos Açores ou que tenham residência fiscal nos últimos cinco anos nos Açores, nomeadamente nos escalões de formação. Visou também um aumento dos apoios complementares em função das deslocações dos atletas dentro ou para fora da Região e reforçou o compromisso assumido pelo Governo dos Açores para um melhor apoio aos atletas em percurso olímpico, paraolímpico e ao desporto adaptado, garantindo igualdade de oportunidades e tratamento.
Ideias diferentes para esta nova regulamentação mostrou o grupo parlamentar do CDS-PP. Artur Lima defendeu que os pagamentos dos apoios públicos ao movimento associativo desportivo passassem a ser feitos por duodécimos mensais, visando a melhoria da liquidez de tesouraria dos clubes e associações desportivas da Região, bem como definir prazos claros para os pagamentos dos chamados apoios complementares, mas o secretário regional considerou a ideia “peregrina”.
Lima queria evitar que as entidades desportivas fossem obrigadas a endividar-se junto da banca ou a deixar contas por pagar nos seus fornecedores: “os pagamentos dos contratos-programa não têm data certa, o que provoca problemas acrescidos aos clubes e associações”, lembrou.
Para o popular, a melhoria na formação desportiva nos Açores deve-se não tanto à atuação do Governo mas principalmente à “gestão rigorosa” dos dirigentes dos clubes e associações que conseguiram aumentar o número de atletas federados com menos apoios públicos.
Lima lembrou que “desde 2010, o Governo Regional já cortou em cerca de 52% os apoios públicos regionais ao movimento associativo desportivo, com especial destaque para a vertente da competição local, nomeadamente nas verbas destinadas aos escalões de formação, arbitragem, seleções desportivas e nas respetivas provas de carácter de ilha”.
Para o deputado, “continuamos a não ter uma verdadeira política desportiva regional, mas sim um conjunto de regras que se resumem a justificar a distribuição de apoios públicos aos clubes e associações desportivas”. A esse problema, soma-se um outro: “é que a Região tem dado avultadas verbas aos clubes e associações, mas não tem fiscalizado convenientemente a aplicação dessas verbas”, acrescentou.
Também Paulo Estevão defendeu que o diploma apresenta vários condicionalismos devido a fatores de ordem geográfica e financeira. Para o deputado do PPM, era fundamental fortalecer e concretizar com políticas concretas a capacidade de auto governo e de afirmação autónoma dos Açores, com vista à criação de seleções açorianas. Estevão apresentou uma proposta recomendando ao Governo que apoiasse e promovesse do ponto de vista legal e organizacional o processo de adesão das associações desportivas regionais às diferentes federações desportivas internacionais, e que desenvolvesse junto das federações nacionais que estão integradas nas federações internacionais ações para obter apoios que permitam a participação dos atletas regionais nessas competições.
O PSD, através do deputado Cláudio Almeida, também apresentou uma proposta de alteração ao diploma, contudo esta foi rejeitada pelo PS.
O PSD/Açores considerou que as alterações nos apoios ao Desporto apresentadas pelo Governo e pelo PS "vão prejudicar vários clubes da Região", nomeadamente "os que competem nas divisões nacionais inferiores, em modalidades como hóquei em patins, ténis de mesa, voleibol ou basquetebol", defendeu o deputado Cláudio Almeida.
Para o deputado laranja, "esta legislação é, claramente, uma forma do Governo Regional racionalizar apoios. Mas o certo é que haverá clubes que não vão conseguir cumprir com o número de atletas formados na Região e, dessa forma, não terão majoração nos apoios", explicou, defendendo que a atual proposta não abrange "os atletas, não formados nos clubes açorianos, mas que já residem nas nossas ilhas há alguns anos. São penalizados, tal como os que competiam como não-federados - caso do Inatel -, e que não apresentam os 5 anos de formação", adiantou.
Cláudio Almeida teceu ainda críticas às alterações aos contratos programa, "cujo pagamento deixa de ser em duas prestações iguais e passa a observar novas condições".
Nesta matéria a proposta apresentada pelo PSD/Açores propunha a manutenção da anterior legislação, pois, "como há falta de dinheiro, os pagamentos ficam para quando há disponibilidade, deixando clubes e associações com problemas graves de tesouraria", lembrou o deputado.