Era assim que Dona Luísa falava quando se referia à filha. Mariana, seu nome, era uma menina linda. Prestes a fazer catorze anos, era a aluna mais velha que eu tinha e dava-me muito trabalho. Eu a recebi naquele ano, na quarta classe, repetente, repetente e repetente. Preguiçosa, desatenta, faltava às aulas quando lhe apetecia e voltava com desculpas esfarrapadas,…