Eles surgem pelas madrugadas, naquele cais, tranquilos, bem dispostos como para assistir a um qualquer evento simpático. São os marinheiros do canal. Em dias de tempo agreste, o semblante não se modifica. O mar alteroso, surge, feito um danado. Sem compaixão. Os passageiros vão chegando, carregando cada qual seus problemas, suas emoções. Sussuram previsões, queixas, temores, blasfémias, que se confundem…