TENDA DA DIVERSIFICAÇÃO AGRÍCOLA
9h00 – 14h00 – Admissão de bovinos (gado alfeiro e animais de carne)
10h00 – 13h00 – Batismo a cavalo (destinado a escolas)
10h00 – 16h00 – Entrada de equinos
PAVILHÃO
9h30 – Abertura do espaço às escolas (Escola Profissional da Horta)
9h30 – Visita às hortas pedagógicas da Câmara Municipal da Horta pelas escolas
10h00 – 11h30 – Quinta das crianças: atividades lúdicas/pedagógicas para escolas (Escola Profissional Horta)
11h00 – Sessão de divulgação "Venha conhecer o Geoparque Açores" destinada aos alunos da Escola Secundária Manuel de Arriaga e da Escola Profissional da Horta (Adeliaçor e Geoparque Açores)
14h00 – 15h30 – Quinta dos avós: atividades lúdicas/pedagógicas para idosos centros convívio (Escola Profissional da Horta)
15h30 – Sessão de divulgação "Venha conhecer o Geoparque Açores" destinada aos alunos da Escola Secundária Manuel de Arriaga e da Escola Profissional da Horta (Adeliaçor e Geoparque Açores)
16h00 – Workshop aromáticas: utilização e cuidados, pelo Eng.º Emanuel Silva
17h00 – 22h00 – Abertura das exposições: Os Sistemas de Informação Geográfica; Storyboards e projetos em 3D; Geodiversidade e água – fotografias e vídeos; Clube Europeu (Escola Profissional da Horta)
19h00 – Projeto de fim de curso de nível secundário (barraquinha de doces, salgados e sumos)
19h00 – 20h00 - Quinta das crianças: atividades lúdicas e pedagógicas para as escolas
20h00 – Palestra: Permacultura – conceito e práticas, pelo arquiteto Luís Amaral
21h00 – Prova de produtos locais (Adeliaçor e Geoparque Açores)
FAIAL: ILHA DE TRADIÇÕES
20h00 – Conclusão do torneio interfreguesias de dominó
21h30 – Torneio interfreguesias de damas
EIRA
18h30 – Abertura oficial do Encontro do Mundo Rural, visita aos espaços pelas entidades
19h00 – Atuação da filarmónica Nova Artista Flamenguense
19h30 – Atuação da encenação/dança GeoDinâmica pela Escola Profissional da Horta
20h30 – Atuação do Grupo Folclórico e Etnográfico de Pedro Miguel
PALCO - 21h30 – Atuação do grupo Ecos do Fado
Seminário Águas e Resíduos dos Açores – Realidades e Desafios
Texto: Maria José Silva
Foto: Alexandra Figueiredo
Realizou-se terça-feira na Horta a terceira edição do seminário “Águas e Resíduos dos Açores – Realidades e Desafios”, organizado pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos dos Açores – ERSARA.
Este seminário, de cariz bi-anual, contou com a presença das variadas entidades reguladas pela ERSARA, bem como de alguns técnicos e especialistas de cariz regional, nacional e internacional.
Este ano o seminário teve a particularidade de assumir duas vertentes: água e resíduos e de ter aberto o leque de intervenções livres.
De acordo com Hugo Pacheco, presidente da ERSARA, “queremos que este seja um evento de referência para o setor.”
O Secretário Regional dos Recursos Naturais afirmou, por seu turno, que os Açores “são uma referência ao nível da distribuição de água e da recolha de resíduos”, áreas onde apresenta “valores de cobertura total à população”.
No entender de Luís Neto Viveiros, não é possível falar num verdadeiro desenvolvimento sem se “dispor destes serviços em todo o território”.
O governante referiu-se ainda à “visível melhoria da qualidade da água nos Açores nos últimos quatro anos”, acrescentando que é expetável a sua “melhoria constante”, com a implementação dos programas de apoio criados pelo Governo dos Açores “para o aperfeiçoamento e modernização dos sistemas de tratamento e desinfeção da água destinada ao consumo humano”.
Ao nível dos resíduos, os Açores registam também “uma situação particularmente notável, com a existência de uma rede crescente de operadores de gestão de resíduos, onde coexistem mais de 50 entidades licenciadas, distribuídas geograficamente do Corvo a Santa Maria”, disse Luís Neto Viveiros, adiantando que, desta forma, criaram-se “condições favoráveis à gestão eficiente de resíduos” e à “redução do passivo ambiental existente”.
Em cima da mesa esteve “A regulação dos serviços das águas – novas medidas para a melhoria da qualidade do serviço”, “Ciclo eficiente da Água”; “Dessalinização em Porto Santo – solução pioneira”, “Implementação de um plano de controlo operacional”, “Sistemas de informação geográfica no apoio à tomada de decisão na gestão da água e dos resíduos”, “Gestão de resíduos – o papel da ESGRA”, “Mercado organizado de resíduos – realidade na Mor On Line”; “A gestão de resíduos no Municipio da Praia da Vitória”, “Principio poluidor – pagador”; “Apuramento de custos e eficiência na gestão e resíduos” e “Avaliação dos circuitos de recolha de resíduos e do potencial de valorização de resíduos”.
A cidade da Horta foi o local escolhido para acolher as comemorações do Dia da Marinha em 2014.
As atividades decorreram durante dez dias e englobaram uma série de iniciativas, desde pesca, vela ligeira, vela de cruzeiro, baptismos de mergulho, a sessões de esclarecimento e visitas guiadas aos alunos dos estabelecimentos escolares da ilha do Faial.
Neste âmbito decorreu ainda um passeio de cicloturismo ao longo dos farolins do Faial, como palestras e exposições fotográficas.
Tribuna das Ilhas acompanhou a atividade “Uma manhã na vida de um profissional”, que decorreu na Capitania do Porto da Horta e, posteriormente, a bordo da corveta Baptista de Andrade. Durante esta atividade, o grupo de alunos do 12.º ano participante, participou fiscalização a uma embarcação de pesca, numa navegação na semirígida do ISN e uma visita à lota.
No final da atividade o agrado dos alunos era evidente. Ana Cebola, aluna do 12 .º ano considera este tipo de iniciativas muito positiva umas vez que “estamos numa altura em que somos confrontados com a escolha sobre o nosso futuro e assim é-nos possível ver como se trabalha cá dentro, quais os objetivos específicos, como tudo se processa”.
A jovem, que admitiu ao Tribuna das Ilhas que a parte que mais gostou foi manusear as armas e andar de semi-rígido, confessa que as suas pretensões sempre passaram por integrar o exército, “com esta visita o meu interesse com certeza que aumentou. Tenho noção de que conjugar família e exército é complicado, mas com esta informação toda sobre a polícia marítima e vendo todo o poder que esta profissão nos dá, ficou desperto o interesse”.
Já Patrícia Garcia, outra aluna do 12.º ano, disse-nos que “gostava muito de conseguir entrar numa força deste género.”
Sobre a iniciativa em que participou, afirma que “é de louvar, uma vez que permite, a quem está com dúvidas no seu curso, consegue saber como as coisas funcionam e como tudo se processa”.
Na Horta deste setembro de 2013, o Capitão do Porto da Horta e de Santa Cruz das Flores, o capitão Vieira Branco disse ao Tribuna das Ilhas que “esta descentralização de atividades comemorativas tem como objetivo mostrar a toda a população o que a Marinha desenvolve”.
As atividades foram, conforme já referimos, variadas e envolveram a comunidade escolar para que “pudéssemos dar a conhecer aos jovens as nossas valências uma vez que são eles o nosso futuro e a nossa base de recrutamento e porque a marinha vive das pessoas. A necessidade de recrutamento é constante, pelo que é importante termos voluntários que queiram integrar os nossos quadros”.
No entanto decorreram uma série de iniciativas abertas à comunidade, que foram promovidas em conjunto com outras entidades e forças vivas da ilha. De acordo com aquele responsável, “uma das nossas preocupações é juntar sinergias com as entidades locais, porque entendemos ser uma forma de mostrar abertura uma vez que não faz sentido a estas instituições do estado trabalhar senão em rede”.
O Capitão Vieira Branco diz que o trabalho da Marinha é acarinhado e bem recebido pela população, até porque é muito presente aqui, “penso que as pessoas não sabem distinguir as funções de marinha, capitania, polícia marítima, mas também não me parece que isso seja o mais importante. É importante sim que alguém exerça essa função. Acho sinceramente que os açorianos contam com a Marinha no seu dia-a-dia e que a Marinha corresponde às solicitações”.
Com o aproximar o verão há um aumento do trabalho destas forças de intervenção. Vieira Branco diz a este semanário que “o quadro de pessoal nunca é suficiente, gostaria de ter mais elementos aqui a exercer, mas o pessoal que tenho responde ao que é pedido. Penso que temos alguma falta de efetivos para cumprirmos com maior eficácia o que nos é pedido, mas dentro dos nossos recursos, conseguimos dar resposta de forma racional”.
Realizou-se no passado fim-de-semana a terceira prova da Taça Iha Azul 2014 em ciclismo.
Helder Pereira foi o primeiro classificado da geral, seguido de João Cardoso e Nuno Fialho.
Na categoria de juniores, a vitória foi, sem surpresas, para Miguel Nunes. Em segundo lugar ficou Luís Oliveira e em terceiro Sérgio Pedroso.
Nos cadetes, Leandro Escobar foi o mais rápido a completar a prova. Em segundo lugar ficou Vitor Pereira.
No que diz respeito à classificação por equipas, venceu a equipa do Grupo Desportivo da Feteira/Café Silva. Em segundo ficou o Grupo Desportivo Cedrense e, na terceira posição a equipa Ribeirinha Ativa.