O candidato da Coligação Democrática Unitária (CDU) pelo círculo eleitoral de São Miguel às eleições legislativas dos Açores de 16 de outubro é Aníbal Pires, atual deputado regional, foi anunciado em Ponta Delgada.
Aníbal Pires lidera, também, a lista pelo círculo regional de compensação, repetindo, assim, as candidaturas de 2008 e 2012, tendo nestes dois sufrágios sido eleito deputado para a Assembleia Legislativa dos Açores por este círculo.
O cabeça de lista e deputado único do PCP no parlamento regional disse, na sessão de apresentação, que aceitou o desafio “ainda com mais vontade e determinação”, acreditando que a CDU pode “ir mais longe” e “contribuir para a mudança” desejada por “milhares e milhares de açorianos e açorianas condicionados por um asfixiante poder absoluto e pelo medo”.
Destacando o trabalho desenvolvido na Assembleia Legislativa nos últimos quatro anos, o deputado apontou que conseguiu “ver aprovadas mais de duas dezenas de propostas legislativas, sem contar com dezenas e dezenas de outras propostas de alteração”, em todas as áreas e com impacto em todas as ilhas.
“E muito mais longe poderíamos ter ido, não fosse a teimosia do poder instalado que, com a arrogância cega da maioria absoluta, recusou tantas e tantas outras das nossas propostas”, referiu o candidato.
Para Aníbal Pires, a maioria absoluta do PS no parlamento regional “tornou-se hoje o principal entrave ao desenvolvimento e progresso social” do arquipélago.
Exemplificando com a Assembleia da República, onde “a não existência de maiorias absolutas permitem uma governação diferente, mais plural, onde é possível recuperar direitos e rendimentos que foram roubados ao longo dos últimos anos”, Aníbal Pires considerou que “sem maioria absoluta a cantiga e a política são outras”.
Para o cabeça de lista pelo círculo de São Miguel, “o futuro dos Açores será melhor sem maiorias absolutas, com a eleição de mais deputados das candidaturas da CDU e arredando a direita e as políticas de direita das decisões sobre o futuro da região”.
Aníbal Pires, professor, de 59 anos, exerceu diversos cargos como dirigente associativo desportivo e foi fundador, dirigente e colaborador de diversas organizações não governamentais na área das migrações e relações interculturais.
Entre 2001 e 2005 foi membro da Assembleia Municipal de Ponta Delgada. Foi dirigente do Sindicato dos Professores da Região Açores e membro do Conselho Nacional da Fenprof – Federação Nacional dos Professores. É, desde 2005, coordenador regional do PCP/Açores.
Nos Açores, onde o PS governa há 20 anos, há nove círculos eleitorais, coincidentes com cada uma das ilhas, e um círculo regional de compensação.
Nas últimas eleições regionais, a 14 de outubro de 2012, o PS elegeu 31 dos 57 lugares na Assembleia Legislativa dos Açores, enquanto o PSD, o maior partido na oposição, conquistou 20 mandatos. O CDS-PP tem três deputados no parlamento regional, enquanto BE, PCP e PPM conseguiram um mandato cada.
O Sporting da Horta já anunciou que terá dois reforços na próxima época na sua equipa de andebol.
Trata-se dos irmãos Landim que são assim os primeiros reforços para a época 2016 - 2017. Felisberto Landim e Edgar Landim chegam do FC Porto.
Felisberto Landim, ex. AC Fafe (por empréstimo do FC Porto), tem 23 anos, 1.93m e 98kg. Joga na posição de pivot.
Já Edgar Landim, ex. FC Porto, tem 29 anos, 1,99m e 96 Kg. Em campo é Lateral Esquerdo.
Mais de 90 filmes, dos quatro cantos do mundo, foram apresentados na quarta edição do festival internacional de artes, Azores Fringe.
As sessões de curtas metragens, com o máximo de 15 minutos cada filme, passaram pelo grupo ocidental e ainda por algumas ilhas do grupo central, do arquipélago dos Açores.
A ilha do Pico recebeu todas as sessões apresentadas no Auditório do Museu dos Baleeiros nas Lajes do Pico, Biblioteca de São Roque e na MiratecArts Estádio Municipal da Madalena.
"Os filmes mostram trabalhos de vários países e de várias técnicas artísticas," explica Terry Costa. "Desde animação a ficção, mistura de live-action com animação, histórias com marionetas, dança e videoarte, esta é uma mostra que abraça as raízes do próprio movimento fringe, a diversidade eclética da imaginação."
Nesta quarta edição do festival, a mostra Shorts@Fringe apresentou o maior número de filmes portugueses com dois chegando a receber o Prémio Audiência.
Os vencedores vão fazer parte de uma nova sessão que será apresentada no futuro e cada cineasta receberá a mascote do festival, como agradecimento pelo seu trabalho. Todos os cineastas também receberão a oportunidade garantida de participação num futuro festival, com seus novos trabalhos.
A Tua Plateia, de Oscar Faria, que também é o argumentista da curta-metragem, apresenta uma história no interior de Portugal, que está cada vez mais abandonado.
Noturna, de Pedro Farate (Avanca/Filmógrafo) também foi um dos escolhidos.
"As duas curtas mostram um lado escuro do ser humano, tal como muitos dos trabalhos portugueses apresentados nesta edição do festival," diz Terry Costa. "Esperamos que os cineastas portugueses continuem a produzir e a participar no festival, pois só assim podemos partilhar suas historias e trabalhos."
O Azores Fringe Festival encerrou no fim do mês de junho e já se prepara para a quinta edição a acontecer em 2017.
A Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia, após audição dos parceiros do setor e da Universidade dos Açores, procedeu a uma alteração ao regulamento da apanha de espécies marinhas no Mar dos Açores, publicada em Jornal Oficial.
Com esta alteração deixa de ser obrigatório efetuar a primeira venda em lota de algas que não se destinem ao consumo humano, sendo que, até agora, todas as algas apanhadas no arquipélago tinham de passar pela lota, à exceção da recolha de arrojos do mar, ou seja, do sargaço.
O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia salientou a "importância" desta alteração, na medida em que passa a ser permitida a pesagem de algas em seco, o que representa uma “enorme mais valia” para os apanhadores.
“Os compradores deste tipo de algas preferem adquirir as algas em seco”, frisou o Secretário Regional, sustentando que a obrigatoriedade da primeira venda em lota “prejudicava os apanhadores porque obtinham um rendimento inferior ao real valor das algas depois de secas”.
A cidade da Horta acolheu na passada semana o 11.º curso de diabetes, organizado pelo Serviço de Medicina Interna do Hospital da Horta e a Associação dos Amigos do Serviço de Medicina do Hospital da Horta.
No evento estiveram presentes prestigiados nomes da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna, do Núcleo de Estudos da Diabetes Mellitus e do Núcleo de Estudos de Geriatria da Sociedade Portuguesa da Medicina Interna.
Durante três dias, foram abordados temas pertinentes, tendo em conta a atual situação de saúde da população regional e nacional, relativamente à Diabetes Mellitus tipo 2.
Este ano, foi dada prioridade a uma vertente igualmente importante da Diabetes, que diz respeito à geriatria.
Recorde-se que foi exatamente a um profissional do Hospital da Horta, Catarina Cabral, que foi atribuído o Prémio Jorge Caldeira, pelo trabalho "Diabetes gestacional – a realidade de uma região atlântica".
Este programa visa “a avaliação precoce de risco de cancro oral, especialmente nos grupos considerados de risco”.
Os grupos considerados de risco nesta situação são, por exemplo, os fumadores, os consumidores em excesso de álcool, os que têm histórico de cancro oral em familiares e a exposição ao sol, entre outros mais específicos que, normalmente, são acompanhados por maus hábitos de higiene oral”, adiantou o Secretário Regional da Saúde a quando a apresentação deste programa.
O desenvolvimento do PICCOA vai decorrer com o envolvimento de todas as Unidades de Saúde do Serviço Regional de Saúde, sob a coordenação do Centro de Oncologia dos Açores.
Esta medida vem dar resposta à “incidência de 57 novos casos por ano registados nos Açores de cancro na cavidade oral e a uma mortalidade de 19 casos por ano, pelo que se torna fundamental tomar as medidas preconizadas, como este programa agora aprovado”.
Vinte cinco anos a arbitrar jogos de andebol marcam o percurso de vida de Rui Machado. Natural de Horta, Faial, o árbitro viu a sua carreira internacional limitada pelo facto de ser insular, no entanto o orgulho que sente em ser açoriano leva-o a considerar que conseguiu atingir um “patamar bastante satisfatório”.
Na passagem das bodas de prata enquanto árbitro nacional, Tribuna das Ilhas falou com Rui Machado que partilhou a sua experiência em prol da modalidade.
Tribuna das Ilhas (TI) - Como surgiu a arbitragem na tua vida?
Rui Machado (RM) - Foi naturalmente. Sempre gostei de praticar desporto e a arbitragem apareceu quando frequentei um curso de árbitros. Nessa altura entusiasmei-me, achei que tinha vocação e foi assim que aconteceu.
TI - Quando teve início a tua carreira enquanto árbitro de andebol?
Tirei o curso de árbitro no ano de 1986, portanto há trinta anos que ando na arbitragem e há 25 anos que sou árbitro nacional.
TI - O que te motiva enquanto árbitro desta modalidade?
RM - A arbitragem para mim é outro lado da vida. O meu escape, a forma de me estruturar e de me equilibrar. É um gosto, uma vocação, que levo muito a sério, na qual pretendo atingir objetivos e patamares cada vez mais altos. Aliás este foi sempre o meu desafio. Tentar mostrar o outro lado de mim e acho que tenho conseguido.
TI - Porquê a escolha do andebol e não de outra modalidade?
RM - Eu achava que tinha muita capacidade para jogar andebol. Era melhor a jogavar andebol, do que por exemplo a jogar futebol. Adorava andebol, dai que a ligação à arbitragem tenha sido muito rápida. Comecei a entusiasmar-me, na altura havia muita competição a nível Regional e à qual podíamos aceder com mais facilidade aos intercâmbios que se faziam entre as equipas participantes. Como eu gostava muito de andebol também iria gostar da arbitragem e foi essa a opção.
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Apenas seis produtores de leite dos cerca uma centena registados no Faial, manifestaram interesse em aderir às compensações financeiras para abandonar a atividade, revelou ao Tribuna das Ilhas, Associação de Agricultores da Ilha do Faial (AAIF).
Segundo a Associação este assunto não tem despertado muito interesse junto dos produtores de leite locais, adiantando que estes “não têm feito nem levantado grandes questões sobre o assunto”.
“Houve produtores que aceitaram as condições e outros não, mas cada caso é um caso”, refere Joaquim Silveira, apontado o facto de a presente portaria que regulamenta o regate leiteiro, “não possibilitar a reforma antecipada como era anteriormente possível”, como uma condicionante à decisão dos produtores faialenses.
A portaria que regulamenta as compensações financeiras aos produtores de leite de vaca dos Açores que se comprometessem a abandonar, definitiva e integralmente, a produção a partir de 31 de julho, foi publicada a 05 de abril em Jornal Oficial e destinava-se a beneficiar os produtores de leite que exercessem atividade a título individual ou coletivo há, pelo menos, dez anos, que tenham mais de 55 anos e registado entregas ou vendas diretas em 2015 iguais ou inferiores a 200.000 litros.
Com a publicação desta portaria o governo previa que cerca de 200 produtores apresentassem a sua candidatura, no entanto a adesão ficou aquém das expetativas e apenas 58 produtores de todas as ilhas, com exceção do Corvo e Flores, manifestaram interesse em deixar a atividade.
A retirada de produtores de leite da atividade integra um pacote de medidas para o setor anunciado pelo Executivo Regional com um montante global de cerca de cinco milhões de euros.
Entretanto na passada semana, na sessão plenária que junho, o Governo dos Açores anunciou, no âmbito da aprovação de uma proposta apresentada pelo CDS-PP, com vista à criação de um quadro legal para reformas antecipadas para agricultores, que vai implementar no arquipélago um novo regime de reformas antecipadas na agricultura, que deixaram de ser comparticipadas por fundos comunitários no atual período de programação financeira da Política Agrícola Comum e que agora vai ser exclusivamente suportada pelo orçamento.
SG
Promover competências sociais e humanas valorizando as comunidades e suas instituições foi um dos principais pilares do projeto Novos Desafios da Câmara Municipal da Horta que decorreu nos últimos meses nas freguesias de Pedro Miguel, Praia do Almoxarife e Ribeirinha.
Na sessão de abertura, que decorreu na Irmandade do Espírito Santo de Pedro Miguel, José Leonardo Silva, Presidente da Câmara Municipal da Horta realçou a adesão elevada registada através deste projeto que, na atual edição, regista o interesse de cerca de 100 faialenses.
Mais do que uma formação certificada, tratou-se de um projeto que valoriza as pessoas e a transmissão de conhecimentos entre diferentes gerações e que, para além disso, procurou despoletar sinergias entre diferentes instituições, como as juntas de freguesias e as instituições particulares de solidariedade social existentes na ilha do Faial.
“Os Novos Desafios representam o desafio por uma cidadania mais ativa e por uma partilha e assunção de responsabilidades de âmbito coletivo”, salientou o autarca na abertura do projeto que se desenrolará de fevereiro a junho do corrente ano em áreas como o desenvolvimento pessoal e social, a culinária, o inglês e a informática de âmbito inicial e avançado, a costura, os retalhos e o patchwork, a cartonagem e a arte floral.
Segundo o autarca, “trata-se de um projeto que não pretende atribuir canudos, mas sobretudo reforçar competências e proporcionar mais conhecimento”, concluiu.
O projeto teve como parceiros as Juntas de Freguesia e as Casas do Povo de Pedro Miguel, Praia do Almoxarife e Ribeirinha, o Instituto de Ação Social, a Unidade de Saúde da Ilha do Faial, a APADIF, a UMAR, a PSP, a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários do Faial, a Direção Regional de Apoio ao Investimento e à Competitividade, a Direção Regional do Emprego e Qualificação Profissional, a Irmandade do Espírito Santo de Pedro Miguel, o Concelho dos Assuntos Económicos da Ermida dos Espalhafatos, a Irmandade do Império do Divino Espírito Santo do Império Amarelo da Ribeirinha e da Urbhorta.
A sessão de encerramento deste projeto decorreu na passada semana. Durante este momento, que marcou um trajeto de quase 3 meses de quase uma centena de formandos, o Presidente da Câmara Municipal da Horta enalteceu o projeto municipal de desenvolvimento comunitário “Novos Desafios” enquanto projeto valorizador das pessoas, atribuindo-lhes novas competências para enfrentar os desafios que se colocam.
“Este é um projeto que tem como um dos objetivos preparar melhor as pessoas para enfrentar os desafios que se colocam diariamente ao nível das diversas áreas de atuação e faz com que os munícipes se desafiem a si próprios a participar na vida do seu concelho”.
O autarca salientou que a realização deste projeto não era possível sem a parceria com diversas entidades do concelho que deram o seu contributo para o sucesso desta iniciativa.
Para o responsável camarário, o “Novos Desafios” é também um projeto de inserção social através da promoção do convívio entre as pessoas, ajudando-as também no combate à solidão.
José Leonardo anunciou ainda a continuidade desta iniciativa no ano 2017 nas freguesias de Angústias, Matriz e Conceição, abrangendo, desta forma, todas as freguesias do concelho.
No dia da cerimónia de entrega dos diplomas esteve patente uma exposição dos trabalhos levados a cabo pelos formandos dos cursos de cartonagem, costura e arranjo floral.
Em 2016 os Novos Desafios apresentaram três novidades: Arranjo Floral, Segurança e Emprego.
“Estas são áreas muito relevantes neste projeto. Trata-se de inserir socialmente algumas pessoas que estão em casa em frente à televisão. Trata-se de sentir o calor humano, a conviverem uns com os outros”, frisou José Leonardo.
O presidente da CMH mostrou-se ainda satisfeito pelo facto deste projeto ter vindo a crescer ao longo dos tempos, “esperamos que no próximo ano tenhamos mais um grande NOVOS DESAFIOS. A adesão tem vindo a aumentar e isto mostra que o investimento que a autarquia faz é reprodutivo. Trata-se de um bom investimento. Investir nas pessoas é sempre um bom investimento”, frisou.
Também os formandos se mostraram muito satisfeitos com a iniciativa.
Marta Cameirão, de 10 anos, particpou pela segunda vez e confidencia que “na primeira vez fui obrigada, mas adorei e ajudou-me imenso na escola. Este ano não pensei duas vezes e ainda consegui convencer uma amiga a participar”.
Rosa Goulart também marcou presença e diz à nossa reportagem que “foi a primeira vez que participei mas gostei muito. A CMH está de parabéns pela iniciativa. No meu caso foi uma oportunidade para aprender novas técnicas e fazer novas amizades. Os cursos eram todos úteis e interessantes e fez com que as pessoas saissem de casa. Devem continuar”, e acrescenta ainda que “adorei as formadoras - cartonagem e flores - foram bem escolhidas. Com muita vontade de ensinar o que sabiam, pessoas simples, sempre pensando no melhor das formandas”.
Magda Silveira foi formadora, pela primeira vez neste projeto. Ao Tribuna das Ilhas diz “foi a primeira vez que participei como formanda e como formadora neste projeto. gostei de estar de um lado e do outro. Enquanto formanda acho útil por ser uma forma de aproximar as pessoas, fazer novas amizades e rentabilizarmos o nosso tempo com aprendizagens úteis no dia a dia. Enquanto formadora, foi uma experiência nova e enriquecedora, gostei de transmitir aquilo que sei e que faço com gosto a quem esteve interessado.Foi excelente o feedback das formandas. o único ajuste que no meu entender o programa deveria ter no futuro é o número de formandos ser adequado e ajustado a cada formação em particular, bem como o numero de sessões.”
“Eu penso que é uma iniciativa com interesse para as comunidades pois além de possibilitar novos conhecimentos, ou simples fazer com que pratiquemos algo de que gostamos, promove o convívio e a criação de laços entre as pessoas. Claro que poderá sempre haver aspectos a melhorar, mas na generalidade considero que é um projeto que faz todo o sentido”, afirmou Leonarda Dias que também participou nesta iniciativa.
Sandra Rosa participou neste projeto juntamente com o seu marido e com a sua filha, ao nosso jornal disse “o projeto novos desafios é como o próprio nome indica, desafiante para quem nele participa. Permite o convívio, o desenvolvimento de capacidades quer relacionadas diretamente com o curso em que participam quer indiretamente, pois obriga a interação com outras pessoas, participação nas aulas, troca de experiências e de ideias”.
No seu entender “deve ser um projeto a manter e a diversificar áreas quando possível”.
MJS
Vai realizar-se, nos próximos dias 2 e 3 de Julho, na Lagoa das Sete Cidades, em São Miguel, o Campeonato Regional de Canoagem dos Açores, em Velocidade e Fundo.
A prova é organizada pela Federação Portuguesa de Canoagem e pela Associação Regional de Canoagem dos Açores.
No sábado, 2 de Julho, decorrerão as provas de Velocidade, realizando-se no final do dia a respetiva entrega de prémios. No domingo de manhã, realizar-se-ão as provas de Fundo, estando a entrega de prémios prevista para após o final das mesmas.
Estarão presentes oito clubes da região: Clube Naval de Vila Franca do Campo, Clube Náutico de Lagoa, Clube Naval de Rabo de Peixe, Angra Iate Clube, Clube Naval da Praia da Vitória, Clube Ar Livre da Terceira, Clube Naval da Horta e Clube Naval de São Roque do Pico, num total de cerca de 60 atletas em competição.
O Clube Naval da Horta estará representado pelos atletas Lucas Martins (Infantil), Clésio Pereira (Cadetes), Patrícia Piedade (Juniores) e Carla Martins (Veteranos). A equipa, acompanhada por Francisco Garcia, viaja para São Miguel na próxima sexta-feira, 1 de Julho, e regressa na próxima segunda-feira, 4 de Julho.