Numa reunião com a Associação Faialense dos Amigos dos Animais (AFAMA), o Secretário Regional da Agricultura e Florestas considerou que “as associações de proteção e bem-estar animal dos Açores têm feito um trabalho relevante na região que merece ser valorizado e reconhecido”.
À AFAMA João Ponte garantiu ainda que a construção do Centro de Recolha Oficial, da responsabilidade da Câmara Municipal da Horta, “está bastante avançada”.
O Secretário Regional da Agricultura e Florestas anunciou, no dia 1 de fevereiro, após uma reunião com a Associação Faialense dos Amigos dos Animais (AFAMA), que foi enviada às associações de proteção dos animais uma proposta de portaria que estabelece um novo e mais alargado regime de comparticipações financeiras pelos serviços que prestam nesta área, no valor total de 100 mil euros.
“Entendemos que é por via da esterilização que será mais fácil controlar a procriação e, por via disso, a redução de animais abandonados e errantes”, afirmou João Ponte.
O titular da pasta da agricultura e florestas revelou que, de acordo com a proposta, o montante máximo por entidade protocolado é 10 mil euros, acrescentando que este apoio se destina às despesas com alimentação, vacinação, desparasitação, identificação eletrónica e tratamentos médico veterinários dos animais que se encontrem sob guarda das associações.
Segundo o Secretário Regional, as associações de proteção e bem-estar animal dos Açores têm feito um trabalho relevante na região que merece ser valorizado e reconhecido.
Nesse sentido, Ponte anunciou ainda que o apoio anual atribuído a todas as associações deste género nos Açores será duplicado em 2018 como sinal de reconhecimento pelo seu trabalho.
“O Governo atribui um apoio anual a todas as associações, através de uma resolução do Conselho de Governo, que é um apoio ligeiramente inferior a três mil euros anuais. Aquilo que foi o compromisso do Governo, que assumi aqui hoje, é que vamos duplicar este apoio”, declarou.
“A nova portaria será publicada durante a próxima quinzena, sendo que não pode, nem deve substituir aquele que é o trabalho das autarquias neste domínio”, frisou o governante.
João Ponte reconheceu que apesar de as autarquias estarem a dar “passos muito importantes” nesta área, por exemplo, com a construção de Centros de Recolha Oficial, ainda há muito para fazer a fim de se cumprir na integra a legislação antes de 2022.
No que à ilha do Faial diz respeito, o Secretário sublinhou que a construção do Centro de Recolha Oficial, da responsabilidade da Câmara Municipal da Horta, “está bastante avançada”.
Os Açores foram distinguidos como “Best Distination” no encerramento da XIV Convenção Anual da Bestravel sob o tema “Best to the Future: Formar. Valorizar. Crescer” que decorreu em São Miguel no passado fim-de-semana.
A Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo recebeu a distinção atribuída aos Açores como “Best Destination” do ano no encerramento da XIV Convenção Anual da Rede de Agências de Viagens Bestravel, que decorreu em São Miguel de 2 a 4 de fevereiro.
Após a reunião Marta Guerreiro reafirmou, a aposta do Governo Regional no turismo de eventos, sublinhando a “especial importância” desta convenção, que trouxe ao arquipélago “mais de 200 agentes de viagens e operadores turísticos”.
Segundo a governante, o encontro representou “mais um momento de partilha ‘in loco’ de todas as potencialidades disponíveis” para quem visita a região e confirma que os Açores são, cada vez mais, considerados como “um local privilegiado para o chamado turismo de eventos, no qual interessa, e muito, investir”.
Dado o tema da convenção, “Best to the Future: Formar. Valorizar. Crescer”, a titular da pasta do Turismo destacou que a qualificação e a sustentabilidade do destino são “dois dos principais objetivos definidos no Programa do Governo como estratégicos para o desenvolvimento turístico da região”.
“A qualificação e a inovação, tanto ao nível dos produtos, como dos serviços, deverão ser permanentes, de forma a garantir a consolidação de uma oferta diferenciada e exclusiva para o turista, em sintonia com todas as componentes da nossa identidade turística”, frisou a titular da pasta.
Marta Guerreiro salientou ainda o empenho em “promover a sustentabilidade interna da atividade nas suas vertentes ambiental, financeira e laboral, a par da sustentabilidade dos fluxos turísticos, para que o desenvolvimento do turismo seja efetivamente uma componente fundamental da criação de emprego e de riqueza na Região”.
“Perante os desafios cada vez maiores e os elevados níveis de competitividade a que estamos sujeitos, 2018 será marcado como ano onde a formação e qualificação assumirão um papel preponderante”, adiantou, defendendo a este respeito, que é necessário “apostar, cada vez mais, na formação e na qualificação dos recursos humanos, de forma a elevar o nível de profissionalismo no atendimento, para que o capital humano à volta das empresas e serviços turísticos seja, efetivamente, uma mais-valia para o setor e para a sua sustentabilidade”, afirmou.
Foi apresentado no passado dia 06 de fevereiro, o balanço da atividade geral do Tribunal Judicial da Comarca dos Açores, reportando-se à atividade processual, ao grau de cumprimento dos objetivos traçados, aos meios humanos, materiais e melhorias incrementadas.
A Comarca dos Açores registou em 2017 uma diminuição de 32% dos processos judiciais pendentes, que passaram de 18.136 em 2016 para 12.406 no ano passado, segundo o relatório de gestão de 2017,
De acordo com o referido documento, entre 01 de janeiro e 31 de dezembro do ano passado entraram no Tribunal dos Açores 15.380 processos novos, tendo findado 20.854. Além disso, os processos pendentes reduziram-se em 32%, uma diminuição que se regista desde a implantação da nova estrutura judiciária, em 01 de setembro de 2014, que criou órgãos de gestão dos Tribunais.
"A pendência oficial era, em setembro de 2014, de 26.419 processos e, como a 31 de dezembro de 2017 passou a ser de 12.636 processos, a diminuição acumulada é da ordem dos 52,17%", destaca o relatório.
No relatório enviado à comunicação social, o presidente do Tribunal, o juiz desembargador José Moreira das Neves, salienta que "os bons" resultados alcançados (diminuição das pendências e cumprimentos dos objetivos) são fruto também do trabalho dos juízes e funcionários de justiça que, "na maioria dos casos, trabalharam com meios insuficientes, sobretudo ao nível da secretaria", devido à "carência de funcionários" e "das persistentes deficiências das instalações e equipamentos".
Em 2017 exerceram funções no Tribunal 32 juízes, havendo ainda 203 oficiais de justiça (46 dos quais são da carreira do Ministério Público), dois técnicos de informática e nove assistentes do regime geral.
No ano passado, a Procuradoria da Comarca dos Açores tinha 33 agentes do Ministério Público.
Na comarca dos Açores estão estabelecidos 239 advogados, espalhados por sete das nove ilhas do arquipélago, não havendo advogados nas ilhas das Flores e do Corvo (municípios de Santa Cruz das Flores, Lajes das Flores e Vila do Corvo).
Na ilha Graciosa têm escritório três advogados, mas nenhum se encontra inscrito no sistema de apoio judiciário, o que, para muitas situações, equivale a ali não estar sediado nenhum advogado, salienta o relatório.
Têm escritório e trabalham efetivamente na comarca 33 solicitadores e 11 agentes de execução, espalhados por seis das nove ilhas do arquipélago, não havendo solicitadores e agentes de execução nas ilhas das Flores, Corvo e Graciosa.
O relatório aponta ainda a aposta "na recuperação dos Juízos de Família e Menores e de Trabalho de Ponta Delgada (que em 2014 apresentavam uma situação crítica ao nível da organização e pendências acumuladas), no recrutamento de funcionários (intervenções cirúrgicas do Conselho de Gestão e do Concelho Consultivo), na especialização da secretaria (havendo dimensão especializaram-se os serviços), na formação de magistrados e funcionários (fator crítico para um desempenho de qualidade), na mobilidade de magistrados e de funcionários (assegurando que os serviços não param) e no GUIA ação executiva (um compromisso interprofissional que funciona muito bem)”.
Quanto a aspetos a melhorar, destaca que prossegue a recuperação de pendências antigas, mas salienta que "é sobretudo em Angra do Heroísmo, na Horta e em Vila do Porto que ainda há atrasos na resposta (por ainda se registarem pendências antigas)".
O documento acrescenta ainda que, em Angra do Heroísmo (Terceira), a recuperação vem sendo feita a bom ritmo e a instalação do novo Juízo de Família, Menores e Trabalho (que se prevê para setembro de 2018) acelerará essa recuperação.
Em Vila do Porto (Santa Maria), "o ano de 2018 representará já o regresso aos padrões exigíveis", adianta ainda o relatório.
Na Horta (Faial), porém, "a superação das dificuldades prevê-se mais demorada, visto depender (em larguíssima medida) de alterações estruturais já propostas, mas cuja implementação tarda".
Ainda assim, Moreira das Neves sustenta que "estão já implementadas medidas de gestão, que vigorarão em 2018, que trarão resultados positivos", mobilizando recursos da secretaria com trabalho realizado à distância – a partir do Juízo de Santa Cruz das Flores.
O documento frisa ainda que "a diminuição das pendências mais antigas permitirá, a breve prazo - como já sucede na maioria dos Juízos do Tribunal - cumprir o dever de administração da justiça em prazo razoável, garantido na Convenção Europeia dos Direitos do Homem” e que “a especialização dos serviços, fixação de quadros, estabilidade das regras organizativas, estratégias de gestão processual e elasticidade na gestão dos meios humanos e materiais são os motores dos resultados alcançados”.
O Relatório de Gestão do Tribunal Judicial da Comarca dos Açores relativo ao ano judicial de 2017 já foi aprovado pelo Conselho de Gestão, sendo apresentado ao Conselho Consultivo da Comarca (órgão colegial integrado por representantes da comunidade) e posteriormente divulgado na página do Tribunal da Comarca dos Açores na internet.
O Governo dos Açores vai investir este ano 380 mil euros em acessibilidades e eletrificação do setor agrícola nas freguesias dos Cedros e do Salão.
O anúncio foi feito por João Ponte após uma visita à Freguesia dos Cedros.
O Secretário Regional da Agricultura e florestas anunciou que o Governo Regional vai investir, no presente ano, 380 mil euros na melhoria das acessibilidades e na eletrificação do setor agrícola no Perímetro de Ordenamento Agrário (POA) dos Cedros e do Salão.
“No caso concreto do caminho da Figueira, com uma extensão de dois quilómetros, durante este ano será feita a sua remodelação e repavimentação, dotando-o de melhores condições para os agricultores”, afirmou João Ponte após uma visita ao referido caminho agrícola com o Presidente da Junta de Freguesia dos Cedros, Vítor Vargas.
Ponte adiantou ainda que esta obra no POA dos Cedros e Salão, a cargo da IROA, representa um investimento de 170 mil euros que beneficiará 60 explorações agrícolas, numa área de 102 hectares, e um investimento de 40 mil euros na eletrificação de uma exploração agrícola.
“É um perímetro importante, com 1.600 hectares, que foi constituído em 2016 e esta é a primeira intervenção estruturante, do ponto de vista de um caminho agrícola que é feito”, referiu o titular da pasta da Agricultura.
Segundo João Ponte, este investimento na modernização das infraestruturas agrícolas é essencial para os agricultores e para reduzir os custos de produção das explorações, garantindo neste sentido que se trata de “um esforço que tem sido feito ao longo dos últimos anos e que irá continuar”.
A rede de caminhos agrícolas no Faial da responsabilidade da Direção Regional dos Recursos Florestais (DRRF) totaliza aproximadamente 110 quilómetros, dos quais 50 são asfaltados.
No que aos restantes 60 quilómetros diz respeito, Ponte considerou que é necessário fazer um “esforço muito acrescido” para os manter em condições visto que são importantes para os agricultores no seu dia-a-dia.
Para além dos Cedros e do Salão, a DRRF vai investir 170 mil euros na pavimentação do caminho rural na Praia do Norte.
A concluir, o Secretário Regional da Agricultura e Florestas enalteceu a colaboração e junção de esforços com as juntas de freguesia da ilha para responder aos pedidos dos agricultores, em especial com a Junta de Freguesia dos Cedros, uma zona importante do ponto de vista agrícola no Faial.
Os vereadores eleitos pela Coligação Acreditar no Faial na Câmara Municipal da Horta defendem uma maior organização das campanhas de desratização na ilha.
Segundo os vereadores, a praga de ratos no Faial tem gerado alguma preocupação junto dos cidadãos.
“São muitos os cidadãos, empresas e instituições que nos têm manifestado a sua profunda preocupação com os sinais crescentes de proliferação de ratos no Faial, com a agravante de ser cada vez mais próximo das habitações”, refere o vereador Estevão Gomes no voto de recomendação apresentado à autarquia.
O documento dos vereadores eleitos pela Coligação “Acreditar no Faial” na Câmara Municipal da Horta alerta para a necessidade de incutir maior organização, planeamento e eficácia nas campanhas de desratização no Faial.
Os vereadores recordam que os Açores são a região do país “com maior taxa de prevalência de casos de leptospirose e destes roedores serem o principal transmissor do tifo, peste bubónica, hantavírus, entre outras, merecem também destaque nos argumentos constantes do referido voto, que salienta ainda as fortes implicações económicas deste fenómeno, atendendo aos elevados prejuízos que aqueles roedores provocam, nomeadamente nas produções agrícolas e pecuárias da ilha”.
No documento, Carlos Ferreira, Estêvão Gomes e Sandra Goulart consideram “errada” a estratégia enunciada em declarações recentes “pelo vereador com este pelouro”, uma vez que contrariam “as recomendações técnicas e as boas praticas instituídas, além de não se enquadrarem nas características dos produtos adquiridos pela câmara municipal e governo regional”.
Por outro lado, os vereadores entendem que é “fundamental dar continuidade ao trabalho realizado pelas comissões de acompanhamento anteriores e valorizar as suas orientações”, defendendo ainda “uma atuação articulada entre todos os intervenientes, designadamente o governo regional, a câmara municipal, as juntas de freguesia, associações e população em geral”.
A Coligação Acreditar no Faial propôs também a este respeito que “a Câmara Municipal da Horta e o Governo Regional dos Açores desenvolvam uma campanha de sensibilização e de formação sobre o combate a estes roedores junto da população do Faial, insistindo na recomendação de que sejam seguidas as orientações técnicas e boas práticas, nomeadamente, a criação de postos de distribuição de raticida, a realização de campanhas continuadas de distribuição, e que estas campanhas sejam realizadas prioritariamente nos momentos de carência de alimentos, sobretudo entre os meses de novembro e fevereiro”.
O voto de recomendação apresentado acabou por ser chumbado pela maioria socialista.
Movimento No More Plastics for the Azores reuniu-se com a Câmara Municipal da Horta.
A reunião teve em vista a apresentação de propostas para melhorar o desempenho ambiental da Semana do Mar.
Vários representantes do movimento No More Plastics for the Azores (NMPA) reuniram-se, no passado dia 31 de janeiro, com a Câmara Municipal da Horta (CMH) para apresentarem contributos para melhorar o perfil ambiental da Semana do Mar.
“A Semana do Mar, enquanto maior festival realizado na ilha do Faial, numa zona costeira, tem impactos significativos, nomeadamente em termos da poluição por plásticos, bem como na quantidade de resíduos que são produzidos e que nem sempre bem encaminhados durante os festejos”, lê-se no comunicado de imprensa da NMPA enviado às redações.
Neste sentido, o movimento sugeriu a eliminação de “todos os plásticos descartáveis da Semana do Mar, em particular copos e pratos, mas também palhinhas e talheres”, como já tem sido feito em vários festivais regionais, nacionais e internacionais.
A NMPA apresentou também “a urgência de serem colocados muitos mais recipientes com separação dos resíduos no recinto com uma tónica especial nas beatas de cigarros, que são uma fonte de poluição grave numa zona ribeirinha”.
O movimento ambiental apontou ainda para “a importância de mais informação ambiental estar disponível para os visitantes, nomeadamente no âmbito da ExpoMar, por forma a contribuir para uma maior consciencialização dos faialenses sobre este problema crucial para o futuro de todos”.
A NMPA demonstrou o seu agrado com a abertura do vice-presidente da CMH para alcançar estes objetivos e “pretende continuar a colaborar com a CMH e outras entidades envolvidas, por forma a tornar a Semana do Mar cada vez mais ecológica e amiga do ambiente”.
Fundada a 16 de julho de 2014, a AJIFA é a Associação de Jovens da Ilha do Faial e conta com 73 associados um vasto leque de atividades destinadas aos jovens faialenses.
Carlos Viveiros, atual presidente da associação, partilhou com o Tribuna das Ilhas o impacto que a AJIFA tem tido nos jovens e os projetos para 2018.
Desde 2014 que a AJIFA – Associação de Jovens da Ilha do Faial tem organizado atividades destinadas aos jovens, e por vezes também a outras faixas etárias, com o intuito de estimular a juventude a ter uma participação ativa na sociedade.
Começando pelos motivos que o levaram a candidatar-se a este cargo, Carlos Viveiros afirmou que enquanto presidente da Assembleia Geral ao ver que ninguém se chegava à frente para o cargo de Presidente da Direção, tomou as rédeas, juntou um grupo de pessoas e candidatou-se. Para Carlos o importante era “não deixar morrer o projeto”, que no seu entender“é muito interessante e teve sempre muita recetividade perante as pessoas”.
Viveiros explicou que arranjar quem lidere o projeto é a maior dificuldade da associação visto que infelizmente são sempre as mesmas pessoas a participar em quase todas as instituições e atividades, referindo que “na nossa direção não há um membro que só tenha a nossa associação”.
O representante da AJIFA acredita que um dos principais problemas dos jovens, não só no Faial, mas um pouco por todo o mundo, “é não saírem de casa, não participarem, não terem uma vida participativa, serem pouco dados ao voluntariado por assim dizer e se juntarem às causas e às associações”, salientando que é essa a razão de existência da AJIFA.
“Claro que se fizermos um festival de música sabemos que é garantido” que os jovens adiram, “mas também não é o nosso objetivo estar aqui só a fazer festivais de música. Queremos que eles venham a outras atividades que se calhar até gostam, mas às vezes a comodidade de ficar em casa, no sofá, ou a jogar vence estas atividades,” afirmou.
Para tentar contrariar essa comodidade e o facto de serem sempre os mesmos a participar nas iniciativas, Carlos Viveiros salientou que o plano de atividades da AJIFA é planeado de forma a não interferir com as outras instituições e a que, por exemplo, os atletas que terminam os campeonatos antes do verão tenham alguma atividade para essa estação. O objetivo da associação é ajudar as outras instituições nas suas atividades durante a época alta e também atrair os jovens para as suas atividades noutras alturas.
A associação também já levou atividades a outros lugares da ilha, como aos Cedros e a Castelo Branco, com o intuito de descentralizaro projeto, porém, “por razões de logística, a cidade é mais fácil para dar acesso a todos”, sublinhou.
Apesar destas dificuldades, o presidente acredita que este projeto “teve um grande impacto na juventude faialense” através das diversas atividades que promoveram ao longo dos anos e por isso mesmo continuarão a promover atividades e iniciativas para atrair os jovens à AJIFA.
Uma dessas iniciativas, que está em vigor desde do Dia Internacional da Juventude, é a isenção do pagamento da quota dos jovens com menos de 18 anos que aderirem à associação até abril de 2018. Para divulgar esta medida, para além das redes sociais e da comunicação social, a AJIFA pretende ir ao encontro dos jovens da Escola Secundária Manuel de Arriaga e expor a associação e os seus objetivos.
No entanto, e mesmo com o facto de o ano de 2017 ter sido um ano difícil “devido às mudanças e também ter que quase recomeçar quase do zero”, a Associação conseguiu promover um vasto leque de atividades bem-sucedidas e com bastante adesão da população jovem.
O presidente enumerou algumas dessas atividades como os Prémios Mérito Jovem Faialense “que premeia os jovens faialenses que se destacam a nível regional, nacional e internacional”, e que apesar de ser “um pequeno reconhecimento tem um pequeno significado para eles ver reconhecido o seu mérito”, as “Construções na Areia”, destinadas não só aos jovens como também às crianças, o concurso de mergulho “AJIFA Wild Diving”, a WE'Glow Run, o Bubble Football, a WaterBall, o festival de Capot’arte, onde “expusemos os trabalhos dos jovens faialenses”, e a segunda edição do “C(H)orta” – Festival de Curtas do Faial.
Quando questionado sobre o plano de atividades para 2018, o representante da associação revelou que, apesar de ainda não estarem definidas todas as datas exatas, o plano é composto por sete grandes atividades.
A primeira será o Urban Trail Paper, “uma inovação que julgamos nunca ter sido feita a nível nacional”. Esta atividade junta a vertente do Peddy Papper e do Rally Papper realizados nos anos anteriores e o TrailRun, atividade em voga no Faial.
A AJIFA vai também apostar este ano no Paintball, uma atividade realizada no início da associação e que foi uma das atividades que mais adesão teve, comprando, em princípio, os seus próprios equipamentos.
No aniversário da AJIFA irão continuar com os Prémios Mérito Jovem Faialense e talvez realizar mais alguma atividade, “mas ainda está tudo em aberto”.
“Também iremos trazer outra vez o “Planeta Limpo” do Filipe Pinto que é uma segunda fase do projeto que a associação já tinha trazido em 2015” ao Faial.
E para finalizar na lista de atividades para 2018 estão os três festivais da AJIFA, o festival de música, o festival de arte e o festival de curtas metragens.
O facto de uma terceira edição do festival de curtas metragens C(H)orta estar no plano de atividades não é surpresa nenhuma devido ao enorme sucesso que teve a nível nacional e de já ter sido prometido uma nova edição logo após ao encerramento da última.
Contudo, o presidente da associação lamenta que não tenham concorrido mais jovens faialenses, justificando esta falta de adesão com o receio dos jovens “de ter as suas curtas no meio de curtas com muita qualidade” uma vez que os jovens continentais têm acesso a outros meios e formações que não existem no Faial.
O responsável pela AJIFA revelou que para combater este receio e estimular os faialenses a participar no festival, a direção da AJIFA decidiu criar um prémio de melhor curta faialense de forma a haver “uma competição local”.
Apesar da pouca adesão faialense, Viveiros revelou que a abrangência nacional “foi uma surpresa muito grande”. “Não estávamos à espera de uma segunda edição, ainda para mais nesta em que a preparação foi um pouco mais complicada” salientou, acrescentando que “na altura ficámos um pouco preocupados, pensámos que não tínhamos capacidade, mas conseguimos levar em frente”.
O presidente adiantou ainda que este ano a preparação já vai ser um pouco diferente. “Ainda é cedo, mas provavelmente a pré-seleção das curta metragens não passará pela direção, mas sim por alguém da área que seja cá na ilha” e até já conseguiram arranjar uma rede de contactos da área através do realizador Pedro Cabeleira que estão dispostos a colaborar com a AJIFA na terceira edição do festival.
Além desses contactos, algumas pessoas da ilha que a associação desconhecia serem da área chegaram-se à frente com sugestões e ideias que foram bem-recebidas.
Sobre o festival de arte Capot’arte, Carlos Viveiros avançou que apesar de ser “prematuro falar porque os apoios ainda não saíram”, duas das apostas do festival serão a arte urbana e a dança, acrescentando que como “temos um festival de música e um festival de cinema” não é tão essencial que estas áreas estejam presentes neste festival.
O certo é que vão “continuar com a aposta dos artistas faialenses tanto em pintura como em fotografia, dança, nas várias artes”, frisou.
A nível de apoios a AJIFA, recebe ajuda monetária da Direção Regional da Cultura, mediante candidaturas, donativos de várias entidades e instituições para ajuda de prémios e até donativos de reconhecimento das suas iniciativas.
Entretanto a AJIFA enfrenta um problema no que toca a ter uma sede própria. De início, a sede era no Forte de São Sebastião, nas Angústias, e depois mudaram-se para uma sala na Junta de Freguesia da Matriz que, gentilmente, cederam “o seu espaço em partilha”, contou Viveiros.
“Agradecemos imenso à Junta, mas não é a situação ideal. O ideal era termos uma sede própria, ter a chave e podermos ter um espaço só nosso”, salientou.
A associação considera que “melhor nesta altura e com os equipamentos que temos que devíamos ter um espaço em que tivéssemos onde arrumar os equipamentos, onde pudéssemos ir a qualquer dia da semana sem dar satisfações e poder usá-lo”, justificou o presidente.
Apesar de já terem exposto a sua preocupação a várias entidades, especialmente à Câmara Municipal da Horta, ainda não têm um espaço próprio devido há falta de lugares disponíveis visto que existem outras instituições e associações que também precisam de um lugar.
Para finalizar Carlos Viveiros apelou a todos os jovens faialense que adiram a este projeto, que participem nas atividades e se tornem sócios, as quotas são bastante acessíveis a todos.
O navio “Mestre Simão” que encalhou no início do mês no Porto da Madalena não é recuperável. O navio foi dado como perdido, não vai voltar a navegar, sendo agora um destroço que é preciso remover. Por causa desta situação, a AtlânticoLine vai avançar com a construção de um novo navio com características semelhantes e conta ter o novo navio a navegar até ao final do ano de 2019
Na conferência de imprensa realizada no final da passada semana com o Presidente do Conselho de Adminis-tração da AtlânticoLine e a Secretária Regional dos Transportes, eavançaram que “as seguradoras concluíram que não é viável recuperar o “Mestre Simão”, tendo-o dado como perdido. Perante este cenário, a administração da AtlânticoLine com a concordância do Governo Regional optou por promover de imediato a construção de uma nova embarcação, similar àquela que foi dada como perdida”.
Na conferência de imprensa, o Presidente da empresa adiantou também que as seguradoras consideram o navio irrecuperável, e que, portanto, não volta a navegar.
O próximo passo é a remoção do navio por conta de uma seguradora que decidirá se o “Mestre Simão” é desmantelado no Porto da Madalena ou é deslocado do local. Esta decisão será conhecida em breve de acordo com o presidente da AtlânticoLine, Carlos Faias. “O responsável por todas as operações de remoção do navio já enviou convites às empresas do ramo para apresentarem propostas de remoção do destroço e o respectivo plano de remoção, estimando-se obter as respostas em cerca de duas semanas”, salientou o presidente.
Para Carlos Faias “esse plano será entregue na Capitania da Horta, o qual uma vez aprovado levará a iniciar as operações de remoção do mesmo desde que as condições meteorológicas o permitam”.
O Presidente da AtlânticoLine deu ainda a garantia de que estão cobertos pelos seguros todos os prejuízos provocados pelo acidente. “Estamos a falar de duas seguradoras, uma que segura o próprio navio e outra que assegura os danos contra terceiros”.
A segunda seguradora cobre os custos de remoção do combustível e da remoção do próprio navio, enquanto a outra paga à AtlânticoLine a quantia de 9 milhões e 200 mil euros, sendo este o atribuído ao navio, considerado pelas próprias seguradoras irrecuperável.
“O valor da indemnização a pagar ascende a 9 milhões e 200 mil euros, calculados tendo em conta a construção de navio idêntico pelo preço de mercado atual, com uma depreciação resultante da idade do navio, ou seja, da taxa legal de amortização aplicada às embarcações de 5% ao ano”, referiu Carlos Faias.
Empresários do Pico exigem o fretamento de navio
Os empresários do Pico temem que a falta da embarcação “Mestre Simão” provoque danos irreparáveis no destino turístico, sobretudo, no período que medeia entre maio e Setembro, isto porque já assumiram a venda de pacotes turísticos para os principais meses de verão que inclui a estadia no Pico, com viagens de barco às ilhas do Faial e de São Jorge.
Os empresários do Pico entendem que os Cruzeiros do Canal e das Ilhas, juntamente com a embarcação “Gilberto Mariano” não terão a capacidade para dar a mesma resposta no período de verão, além de não transportarem viaturas. Por isso, pretendem que o Governo Regional accione os meios necessários para resolver este problema e encontrar no imediato um barco que juntamente com o “Gilberto Mariano” assegure as ligações no Triângulo, para não se prejudicar de forma irreversível o destino turístico.
Relembre-se que no ano passado foram transportados entre as ilhas do triângulo cerca de 500 mil passageiros.
Propostas para remover navio encalhado no Pico
O capitão do porto da Horta revelou que foram convidadas nove empresas para a “apresentação de um plano de remoção” do barco “Mestre Simão”, encalhado no Pico, tendo as entidades até 09 de fevereiro para apresentar as propostas.
“Recebidas as propostas, haverá lugar a uma análise acerca da adequabilidade e de eventuais impactos, sendo o plano final aprovado pela Autoridade Marítima”, de acordo com uma nota emitida pelo capitão do porto da Horta, Rafael da Silva.
Do “Mestre Simão”, embarcação da Atlânticoline, foi já retirado todo o combustível, óleo lubrificante e óleo hidráulico, e “nos próximos dois a três dias, irá proceder-se a uma verificação final, de segurança, de todos os tanques”, prosseguindo também “a remoção de objetos sólidos que não se encontrem fixos ao navio”.
AtlânticoLine avança para a construção de um novo navio
A AtlânticoLine já descartou a possibilidade de fretar um navio. Diz que até haver um novo navio não vai recorrer ao fretamento de outro barco para que faça o mesmo serviço. Ao invés, vai mandar construir um novo navio para substituir a embarcação “Mestre Simão” que encalhou a 06 de janeiro no Porto da Madalena, na ilha do Pico.
O Presidente do Conselho de Administração da empresa Carlos Faias apresentou na conferência de imprensa que realizou conjuntamente com a Secretária dos Transportes os argumentos para não enveredar pelo fretamento de um barco. “Não há navios no mercado com condições para operar nos portos do Triângulo e que a empresa prefere investir o dinheiro da indemnização na construção de um novo navio que possa durar mais uns 20 anos”.
“De uma pesquisa que já conseguimos fazer ao mercado não existem soluções que se permitam adaptar às condições dos nossos portos”, disse.
Carlos Faias acredita que “seria estrategicamente um erro por parte da administração da AtlânticoLine canalizar o valor que vai receber da indemnização para um eventual fretamento de um outro barco para colmatar essa lacuna que temporariamente possa existir”.
Para o presidente da empresa “estamos a falar de um valor que em termos de fretamento, ao fim de duas ou três operações estariam totalmente investidos. Com esse valor, o que pretendemos fazer é repor a frota da AtlânticoLine e permitir ter um novo navio para mais de vinte anos”.
Segundo Carlos Faias “estima-se que o novo navio entre ao serviço no último trimestre de 2019, fruto de alguns contatos que já fizemos. Estamos a falar de um preço de construção que pode variar entre 16 e 20 meses, daí que avancemos com esta estimativa”.
Faltando ainda apurar as causas do acidente, mas quaisquer que elas sejam, não alteram as contas, mesmo que o acidente tenha sido provocado por erro humano. De acordo com o Presidente da empresa “a seguradora fez as peritagens que tinha que fazer para chegar à avaliação que fez e à comunicação formal que fez”.
A indemnização foi fixada pelas seguradoras mesmo antes de se saber as causas do acidente, pois ainda não foi divulgado o conteúdo da caixa negra. “As razões do encalhe ainda não foram apuradas, não sendo, no entanto, de rejeitar que possa ter havido aquilo que designamos por “infortúnio de mar”, ou seja, terem ocorrido condições de mar extraordinárias e imprevisíveis que colocaram o navio sem possibilidade de governo”, salientou o responsável.
Por outro lado, o Tribuna das Ilhas sabe que a AtlânticoLine está a indemnizar os passageiros que seguiam a bordo do “Mestre Simão” e que perderam alguns dos seus bens, tendo já sido entregues até ao momento cerca de 16 mil euros.
O navio “Gilberto Mariano” irá regressar aos açores no dia 1 de março, iniciando o transporte de viaturas e a operação sazonal com navios fretados começará no dia 3 de maio.
PSD/Açores requer audição da secretária regional dos Transportes no parlamento
O grupo parlamentar do PSD/Açores requereu a audição, com caráter de urgência, da secretária regional dos Transportes, Ana Cunha, na Comissão de Economia do parlamento açoriano, na sequência do acidente com o ‘Mestre Simão’ e do anúncio do Governo regional de que este navio está “irrecuperável”.
Segundo Luís Garcia, deputado do PSD/Açores na Comissão de Economia, a audição a Ana Cunha justifica-se com a necessidade de “esclarecer dúvidas e incertezas” sobre o transporte marítimo de passageiros e viaturas, “desde logo para a época alta que se avizinha”, entre o Faial, Pico e São Jorge, bem como no grupo Central, e ainda “que navios serão utilizados” nesta operação.
“A saída de circulação do ‘Mestre Simão’ altera rotinas e dinâmicas comerciais que importa restabelecer o mais breve possível. Os agentes económicos precisam de saber rapidamente com o que contam”, lê-se no requerimento assinado pelos deputados do PSD/Açores eleitos pelo Faial, Pico e São Jorge.
As ligações marítimas entre as ilhas do Grupo Central, nomeadamente no Triângulo, assumem particular importância não só do ponto de vista económico, mas também na deslocação diária de passageiros e de viaturas por motivos profissionais e de saúde entre as diferentes ilhas, e especialmente entre o Pico e o Faial.
A menos de um mês da competição, a organização do SWAG-Strong Women Action Games está satisfeita com o número de atletas inscritos e faz um balanço positivo da aceitação que o evento está a ter a nível local.
O evento destinado apenas ao sexo feminino, vai decorrer nos dias 17 e 18 na ilha do Faial e contará com a presença de atletas das boxes do Pico, São Miguel e de Lisboa
Um campeonato de Crosstraining, vai reunir no próximo mês de fevereiro, no Faial, atletas das ilhas do Pico, de São Miguel e do continente.
O SWAG-Strong Women Action Games destinado apenas a atletas de crossfit do sexo feminino é organizado pelo ginásio 2FITU em parceria com a Urbhorta, e conta ainda com o apoio de vários locais.
Esta é a primeira competição deste género que acontece no Faial e segundo a organização o objetivo principal é “promover a modalidade, a Região, especialmente o Faial e dinamizar a ilha no inverno através do desporto”, algo que Carla Sequeira proprietária do ginásio considera “bastante interessante”.
Por outro lado, com este evento, a atleta para além de querer “dar provas que as mulheres também são fortes e que levantar peso não é só para homens”, pretende ainda “promover a igualdade de gênero”, revela ao Tribuna das Ilhas.
Carla Sequeira confessa que a ideia de trazer esta competição à ilha resulta da sua participação em várias competições nacionais, todas elas na modalidade de pares mistos.
A empresária revela que a escolha desta competição recair apenas sobre o sexo feminino prende-se com o facto de no “2FITU cada vez mais as mulheres serem praticantes da modalidade em causa e nunca ter sido realizado uma prova deste cariz dedicada inteiramente a elas”, refere.
De acordo com a promotora do evento, “o número de atletas femininos tem vindo a crescer, mais que os homens e são as mulheres, em muitos casos que trazem os namorados ou maridos para a prática de Crosstraining”.
“No 2FITU no Crosstraining temos mais mulheres que homens atualmente”, revela.
A menos de um mês do evento a organização está bastante satisfeita com o interesse que a iniciativa está a ter. A este respeito Carla Sequeira, admite que o facto de poderem contar com o apoio de várias empresas e estabelecimentos locais deu-lhes “ânimo e vontade para arrancar com a prova”.
Segundo a organizadora “a maior parte dos apoios vem por parte de entidades que já conhecem o 2FITU, o seu Staff e as suas constantes iniciativas”.
Para Carla Sequeira “o facto de sermos um espaço dinâmico que constantemente traz ao Faial formação quer seja de dança, quer seja de outra modalidade específica, explica a facilidade com que os nossos parceiros se associam a nós”, afirmou, acrescentando que “temos demonstrado o nosso empenho e compromisso para com a população Faialense. Sentimos que estamos no caminho certo, atendendo à adesão positiva às nossas iniciativas”, sustentou.
O 2FITU faz no dia 10 de fevereiro, 4 anos e desde essa data que tem apostado no Crosstraining. No entanto, não é só nesta modalidade que o ginásio se tem destacado. O Zumba é outra das modalidades que fazem parte da oferta.
O Núcleo Regional dos Açores (NRA) da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) do Faial junta-se ao resto do mundo na celebração do Dia Mundial do Cancro que se assinala, este domingo, dia 4 de fevereiro.
Em parceria com o clube de atletismo, será promovido um Trail e Caminhada solidários
A ilha do Faial vai assinalar o Dia Mundial do Cancro com um Trail e Caminhada Solidária a decorrer no próximo domingo 4 de fevereiro.
A iniciativa é do NRA/LPCC do Faial em parceria com o Clube Independente de Atletismo da Ilha do Faial.
O evento terá início pelas 16 horas junto ao Parque da Alagoa seguindo pela Avenida até ao Trilho do Monte Queimado e até à Ermida da Guia, voltando depois ao Parque da Alagoa.
Esta iniciativa pretende alertar para a importância de hábitos saudáveis e da prevenção do cancro da mama, bem como angariar verbas para a causa.
Para além do Faial, também as ilhas do Pico e da Terceira irão promover eventos para assinalar esta efeméride.
O Dia Mundial do Cancro é um evento global que tem o objetivo de salvar pessoas através da sensibilização e da educação e é uma oportunidade para se falar de cancro e várias das suas temáticas.