Nas 771 missões efetuadas em 2017, a Inspeção Regional das Pescas (IRP) realizou 1638 inspeções, nas nove ilhas dos Açores. As inspeções realizadas, incidiram sobretudo na atividade da pesca profissional, tendo sido realizadas apenas 263 inspeções à atividade de pesca lúdica.
Estes dados provocaram alguma indignação junto da Federação Regional das Pescas (FRP), que entretanto reuniu com Secretário Regional do Mar Ciência e Tecnologia, com vista a perceber a razão da fiscalização da IRP incindir sobretudo sobre a pesca profissional
Uma nota avançada pelo Gabinete de Apoio à Comunicação Social (GACS), revela que em 2017 a IRP realizou um total de 1.638 inspeções, nas 771 missões que efetuou nas nove ilhas do arquipélago dos Açores durante os 260 dias que esteve no terreno, ou seja, numa média de 22 dias de atividade por mês.
“Do total de inspeções realizadas, 1.086 incidiram sobre a atividade da pesca profissional, tendo sido realizadas 263 inspeções à atividade de pesca lúdica e 289 à comercialização de pescado, representando um acréscimo de 8% e 26%, respetivamente, relativamente ao número de inspeções realizadas em 2016”, revela o GACs.
A IRP avança ainda que do total de missões realizadas, 76 foram efetuadas em conjunto com outras entidades com competência na fiscalização das pescas, nomeadamente a Polícia Marítima, GNR, Marinha e Inspeção Regional das Atividades Económicas.
No âmbito destas missões de inspeção, foram identificadas diversas situações de não cumprimento das medidas legalmente estabelecidas, que resultaram na instauração de 164 processos de contraordenação, dos quais 155 referentes à atividade de pesca profissional, cinco relacionados com a pesca lúdica e quatro com a comercialização de pescado, que representa também um aumento para o dobro dos processos instaurados em relação ano de 2016.
“À semelhança de anos anteriores, as principais infrações detetadas estão relacionadas com captura de pescado subdimensionado, captura de espécies em período de defeso, falta de licenciamento, pesca em áreas não permitidas ou ainda comercialização de pescado sem os comprovativos de aquisição”, avança o Gacs.
Para além das ações de controlo e fiscalização, o corpo inspetivo da IRP é igualmente responsável pela sensibilização e divulgação das medidas legalmente estabelecidas e das medidas de gestão em vigor.
Federação Regional de Pescas quer mais fiscalização na Pesca Lúdica
Perante estes dados da IPR a Federação das Pescas dos Açores (FPA), veio a publico mostrar a sua indignação. Num comunicado enviado às reações Federação defende que “um dos maiores problemas da pesca estão relacionados com práticas ilegais e com a falta de respeito pelas condutas para a pesca responsável e sustentável”.
No entender da Federação “os dados publicados pela Inspeção Regional das Pescas (IRP) em relação às inspeções realizadas em 2017, tal como em 2016, revelam num ataque severo à Pesca Profissional em detrimento da Pesca Lúdica, considerando que neste caso existem três vezes mais embarcações em atividade e que a venda ilegal de pescado capturado pela pesca lúdica é um problema cada vez mais grave, com fortes implicações no rendimento da pesca”.
No comunicado, Gualberto Rita esclarece que “as autoridades têm conhecimento de que existem evidências de que este problema tem aumentado, com impactos fortes sobretudo na economia das ilhas mais pequenas, onde a comercialização do pescado ilegal facilmente satisfaz o mercado da ilha, competindo com a pesca profissional”, mas no entanto “a IRP apenas fiscalizou uma embarcação de pesca lúdica em cada quatro de pesca profissional em 2017, resultando em 1638 inspeções realizadas, onde 66% incidiram sobre a pesca profissional, quando apenas cerca de 570 estiveram em atividade e 16% sobre a pesca Lúdica e 18% sobre a comercialização do pescado”, denuncia.
A fiscalização é um assunto que preocupa a FPA e por isso recomendou ao Governo Regional que para o plano de 2018, “é prioritário, o reforço dos meios de fiscalização em toda a Região”, refere o presidente.
Entretanto na segunda feira, na Horta decorreu uma reunião entre a FRP e o Secretário Regional do Mar Ciência e Tecnologia, que entre outros assuntos serviu também para analisar esta questão da fiscalização.
Sobre este assunto Gui Menezes considerou que “existe um equilíbrio na fiscalização à pesca profissional e à pesca lúdica”, salientando que “ao contrário da perceção que existe, os dados [de 2017] não são muito diferentes de anos anteriores”.
O governante entende ainda que com os meios disponíveis, a IRP está a “fazer um bom trabalho nesta área, mas, naturalmente, sempre na perspetiva de o melhorar”.
O Secretário Regional reconheceu que pode existir “a perceção por parte da pesca profissional de que, em algumas ilhas, existem problemas que não estamos a detetar”, mas que “caberá ao Governo averiguar e perceber se a atuação é a mais adequada, sendo que a preocupação primordial é a sustentabilidade de recursos”, avançou.
Menezes admitiu ainda que no geral “houve um ligeiro aumento de missões e inspeções” por parte da IRP em 2017, na ordem dos 15%, garantindo que as missões realizadas cumprem as “exigências comunitárias” no que respeita à fiscalização e ao controlo das pescas.
Pela primeira vez a ilha do Pico acolheu um encontro de gaiteiros. O evento enquadrou-se na programação do Montanha Pico Festival e incluiu uma subida à montanha do Pico que contou com a presença de Lúcio Rodrigues e envolveu mais de 40 participantes
Integrado no programa do Montanha Pico Festival, organizado pela associação MiratecArts, a Montanha acolheu pela primeira vez um encontro de gaiteiros.
O evento que incluiu o programa ‘Climb Every Mountain’, contou com a presença de cerca de 40 pessoas incluindo músicos, organização e o Diretor Regional da Juventude.
Na ocasião, Lúcio Rodri-gues destacou a iniciativa, considerando que “esta é uma forma de sensibilizar os jovens para se auto superarem e vencerem os desafios”.
A subida ao ponto mais alto de Portugal incluiu um concerto de gaitas de foles encabeçado por Ross OC Jennings, 'the first piper', um dos mais conhecidos gaiteiros no mundo, que já tocou em mais de 60 países.
O músico escocês está a tentar conquistar o recorde mundial do Guiness por tocar gaita-de-foles no maior número de locais do mundo, tendo-se agora estreado nos Açores, onde esteve acompanhado pelo músico português ‘Gaitamaker’, Gonçalo Cruz, do Porto, e por vários elementos do Urro das Marés, de São Miguel.
Apesar de nem todos terem conseguido atingir o cimo da montanha devido às condições climatéricas, “no geral todos estavam contentes por fazerem parte do primeiro evento que tem muitas potencialidades, não só através da arte e educação, mas também como uma ferramenta de chamamento turístico para a região Autónoma dos Açores”, lê-se na nota da MiratecArts enviada às redações.
Todos os adeptos das corridas de montanha ambicionam um dia poder participar no Ultra Trail du Mont Blanc, considerado como o principal evento mundial de trail da atualidade.
Dário Moitoso e Mário Leal vão poder fazê-lo já este ano. Os atletas do Clube Independente de Atletismo Ilha Azul, estão entre os 192 portugueses que vão participar na edição de 2018 desta prova que decorre de 27 de agosto a 2 de setembro nos Alpes franceses e que reúne mais de 7000
corredores
Os nomes dos faialenses Dário Moitoso e Mário Leal constam da lista dos portugueses sorteados para participar na edição 2018 do Ultra Trail du Mont Blanc.
Dos 450 portugueses que este ano apresentaram candidatura à prova mais mediática do trail mundial, apenas 192 foram sorteados.
A prova principal deste evento é o UTMB com uma distância de 170 quilómetros à volta do Monte Branco, que apresenta um desnível positivo acumulado de 10.000 metros e que vai contar com a presença de, 64 portugueses.
Na CCC, prova de 101 quilómetros com 6.100 metros de desnível positivo, estarão presentes 45 corredores nacionais, entre os quais se destaca o nome do atleta faialense Mário Leal.
Na TDS, um percurso com 119 quilómetros e 7.250 metros de desnível positivo, estarão presentes 33 portugueses e na OCC, a prova mais jovem do evento, com uma distância de 55 quilómetros e 3.500 metros de desnível positivo, apenas 42 portugueses conseguiram vaga, sendo que uma delas calhou a Dário Moitoso.
De salientar ainda a participação de um atleta do Pico, Carlos André que vai disputar a prova raínha, os 170kms.
Esta é uma competição que põe à prova todas as capacidades dos atletas e que apresenta uma das mais elevadas taxas de insucesso.
Todos os anos na última semana de agosto Chamonix é palco de uma das maiores concentrações de atletas do mundo. No total participam neste evento desportivo cerca de 7000 corredores de 5 continentes.
Também nesta altura os Alpes Franceses recebem mais de 50.000 visitantes, incluindo expositores que aproveitam para apresentar as suas provas e divulgar os seus produtos.
Por iniciativa dos vários partidos políticos com assento na Assembleia Legislativa Regional, foi tornado público o Relatório Final da auditoria realizada pela Inspeção Regional da Saúde aos apoios financeiros concedidos pela Secretaria Regional da Saúde à ARRISCA – Associação Regional de Reabilitação e Integração Sociocultural dos Açores.
Com data de 29 de Fevereiro de 2016, foi realizada pela Inspeção Regional da Saúde uma auditoria aos apoios financeiros concedidos pela Secretaria Regional da Saúde à ARRISCA – Associação Regional de Reabilitação e Integração Sociocultural dos Açores em 2013 e 2014, e cujas conclusões e recomendações constam do respectivo relatório final.
Da análise ao respectivo relatório, e na matéria que tem gerado mais controvérsia, nomeadamente o vencimento que era auferido pela atual Diretora Regional de Prevenção e Combate às Depen-dências, constata-se uma evidente falta de fiscalização por parte das entidades públicas da gestão dos dinheiros públicos.
Transcreve-se, na íntegra, o ponto 5.2 Prestação de serviços à ARRISCA por trabalhador dependente da ARRISCA, constante das págs. 77 e ss.:
Prestação de serviços à ARRISCA
231. Da documentação analisada, referente aos acordos celebrados em 2013, constata-se que foram pagos 6.000,00€ referentes a honorários, no valor mensal de 500,00€, emitidos em recibo eletrónico, em nome da Presidente da Direção da ARRISCA e, simultaneamente, trabalhadora (em regime de trabalhador dependente) da associação.
232. Conforme já referido, dos recibos emitidos consta a descrição “coordenação de psicologia”, mas dos quadros apresentados para pagamento consta, para a referida despesa, a menção “supervisão do projeto”.
233. No entanto, a trabalhadora (técnica superior de Psicologia) e Presidente da Direção da ARRISCA auferia já, à data de 31/12/2013, uma retribuição bruta de 3.566,88€, (retribuição base de 2.663,72€ + 104,25€ de diuturnidades + 95,48€ de subsídio de alimentação + 665,93€ de isenção de horário + 37,50 de ónus de execução), com base em contrato individual de trabalho, para execução de funções de coordenadora geral das equipas e funções de consultadoria e supervisão das parcerias estabelecidas pela ARRISCA.
234. Adicionalmente foi celebrado, com a mesma trabalhadora, um contrato de prestação de serviços, para execução de trabalhos acrescidos por coordenação das valências de prevenção e tratamento das dependências, no valor de 500,00€ mensais, apoiados pela Secretaria Regional da Saúde, no âmbito dos acordos celebrados.
235 Assim, relativamente a esta acumulação de funções da Presidente da Direção da ARRISCA, como trabalhadora dependente e como trabalhadora independente da mesma associação, importa referir o seguinte:
a) Desde logo, do artigo 24º dos estatutos da ARRISCA, assim como dos n.os 1 e 2 do artigo 21º B do Estatuto das IPSS, aplicável à associação, constam os seguintes impedimentos:
“Os membros dos corpos sociais não poderão votar em assuntos que diretamente lhe digam respeito ou nos quais sejam interessados os respetivos cônjuges, ascendentes, descendentes ou equiparados.
Os membros dos corpos sociais não podem contratar direta ou indiretamente com a associação, salvo se do contrato resultar manifesto benefício para a associação.
Os fundamentos das deliberações sobre os contratos referidos no número anterior deverão constar das atas das reuniões do respetivo corpo gerente.”
b) Nessa medida, foi solicitada cópia da deliberação sobre o contrato realizado com a trabalhadora e Presidente da Direção. Não tendo sido possível a sua remessa atempadamente, por razões justificadas, aguarda-se pelo seu envio, em sede de contraditório.
c) Relativamente a esta situação, convém, ainda assim, mencionar que as aludidas previsões estatutária de impedimentos se apresentam com um caráter em tudo semelhante e coincidente com a previsão de impedimentos, escusa e suspeição, presentemente, constantes dos artigos 69º e seguintes do CPA, enquanto garantias de imparcialidade;
d) De resto, a acumulação de funções dirigentes com a prestação de trabalho e, ainda, com a prestação de serviços a uma mesma entidade, não pode – em termos abstratos – deixar, pelo menos, de suscitar dúvidas quanto à imparcialidade, à transparência, à isenção e à própria justiça e proporcionalidade da atuação de quantos se encontrem nessas circunstâncias;
e) Já em termos concretos, sempre se dirá que a identificada situação de acumulação na ARRISCA surpreende, nomeadamente, pelo avultado montante total envolvido (mesmo em face das correspondentes atividades e tarefas desempenhadas e a desempenhar pela trabalhadora em questão), não se devendo olvidar ainda que parte substancial ou a totalidade do mesmo é financiado/pago por recurso a verbas públicas – apenas sujeitas, no caso da parte relativa ao domínio da saúde, aos reduzidos mecanismos de avaliação e controlo constantes do DLR n.º 9/2011/A.
f) Pelo que se considera, pois, de evitar todas as situações de acumulação de funções, nos termos aludidos, devendo, no caso concreto da ARRISCA, pelo menos ser usados especiais cuidado, diligência e razoabilidade na ponderação das contratações de membros dos corpos sociais com a associação, assim como na fundamentação de tais contratações e manifestos benefícios delas resultantes para a ARRISCA.
g) Por outro lado, nos termos do disposto nos artigos 129º a 131º do Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial da Segurança Social, aprovado pela Lei n.º 110/2009, de 16 de setembro, na sua redação atual, os rendimentos pagos pela mesma entidade empregadora a determinado trabalhador que, para esta, acumule trabalho por conta de outrem com actividade independente – como é o caso da ARRISCA e da trabalhadora acima identificada – encontram-se abrangidos pelo regime geral dos trabalhadores por conta de outrem (designadamente, quanto à taxa contributiva aplicável), sob pena da correspondente responsabilidade contraordenacional perante a Segurança Social (cfr. artigo 42º do Código dos Regimes Contributivos).
h) Neste sentido, conclui-se que:
- O contrato de prestação de serviços realizado com a Presidente da Direção da ARRISCA deve ser objeto de deliberação por parte dos órgãos sociais, na qual a interessada está impedida de participar;
- O valor pago a título de prestação de serviços (trabalho independente) deve ser alvo de pagamento de contribuições à Segurança Social, nos mesmos termos dos valores pagos como trabalhadora por conta de outrem, devendo a associação diligenciar, junto das entidades competentes, a respetiva correção e pagamento das quantias em falta.
Contraditório da ARRISCA
“Suzete Frias foi admitida como colaboradora da Associação a um de janeiro de dois mil e sete com a categoria de Psicóloga de primeira, nos termos da CCT das IPSS’s, com uma remuneração base de mil cento e cinquenta e nove euros e cinco cêntimos (1.159,05€), com as funções de implementação e coordenação de um Centro de Reabilitação Juvenil e criação das diversas equipas e áreas de intervenção que a Associação actualmente mantém.
Ressalva-se que aquando da assinatura deste primeiro contrato ficou, desde logo, acordado rever e aumentar a sua remuneração na medida em que o crescimento das atividades e respetivo financiamento o possibilitasse, o que veio a ocorrer de forma faseada, tendo sido celebrado, a um de setembro de dois mil e nove, um contrato de prestação de serviços no valor mensal de quinhentos euros (500,00€) pela coordenação das valências implementadas de prevenção e tratamento das dependências, cujo financiamento é assegurado pelo Acordo de Cooperação contratualizado com a Secretaria Regional da Saúde.
Foi realizada, a quatro de janeiro de dois mil e dez, uma Adenda ao Contrato de Trabalho para a actualização da remuneração base cujo valor foi de dois mil seiscentos e sessenta e três euros e setenta e dois cêntimos (2.663,72€) pelas funções que exerce de Coordenadora Geral das equipas do Centro de Atendimento e Acom-panhamento Psicossocial, do Centro de Atividades Ocupacionais e do Centro Comunitário na ARRISCA, bem como outras funções de consultoria e supervisão inerentes às redes de parceria estabelecidas pela ARRISCA, remuneração cujo financiamento é assumido e assegurado proporcionalmente da seguinte forma:
• Financiamento medi-ante Acordo de Cooperação N.º 696 com o IAS/SRSSS no valor ilíquido de 1.692,00€, designadamente: 1.163,72€ de remuneração base; 104,25€ de diuturnidades; 95,60€ de subsídio de alimentação; 290,93€ de isenção de horário, e 37,50€ de ónus de execução;
• Financiamento assegurado por receitas próprias da Associação, por forma a cumprir com o compromisso verbal estabelecido aquando da sua admissão e assinatura do primeiro contrato, e uma vez que além do previsto se verificou um significativo aumento da área de intervenção e de valências e funções desempenhadas, designadamente a prevenção permanente de 24 horas/dia, inclusive aos fins de semana, dias feriados e em período de férias (CAAPS, Centro Comunitário e CAO), conforme expresso na Adenda ao Contrato de Trabalho de quatro de janeiro de dois mil e dez, e, ainda, pelas funções que exerce em conformidade com as alíneas e) e f) da Cláusula II do Protocolo de Cooperação entre a Segurança Social e a ARRISCA, celebrado a 1 de Janeiro de 2007, e que por falta de cabimento orçamental só foi assumido em Janeiro de 2010 a respetiva retribuição salarial, no valor ilíquido de 1.875,00€, designadamente: um acréscimo de 1.500,00€ à remuneração base, e de um acréscimo proporcional de 375,00€ na isenção de horário/prevenção.
• Financiamento assegurado pela Secretaria Regio-nal da Saúde, mediante contrato de prestação de serviços de acordo com exigência deste organismo governamental como for-ma de comprovar a natureza do financiamento em causa, no valor mensal de 500,00€, pela coordenação das valências implementadas de prevenção e tratamento das dependências.
A Direção, nomeadamente Bernardete Lopes, Secretária, Paula Paiva, Tesoureira e Célia Pereira, Segunda Vogal, em conformidade com as exigências mencionadas no artigo 24.º dos estatutos da Associação, entendem por bem clarificar que Suzete Frias, Presidente de Direção, absteve-se de votar aquando da deliberação sobre a proposta de remuneração, em janeiro de 2010, referente ao acréscimo da respetiva retribuição salarial, no valor ilíquido de 1.875,00€. Os mesmos elemento de Direção mais esclarecem e reforçam que Suzete Frias, exerce a título pró-bono e voluntariamente o cargo de Presidente de Direção, não auferindo qualquer compensação financeira pela sua representatividade neste Órgão Social. Mais reafirmam que o seu vencimento, cuja discriminação remuneratória acima se elencou, diz respeito às funções que a mesma desempenha enquanto trabalhadora da Associação.
Atendendo a que os Acordos de Cooperação Financeira entre a Secretaria Regional da Saúde e a ARRISCA correspondem, atualmente, a uma prestação de serviços e não a um Acordo por reembolso (não se justificando a exigência inicial deste organismo governamental) (…) a direção aprovou em reunião de 13 de Janeiro 2016 (Ata em anexo - anexo 7), com os votos de Bernardete Lopes, Secretária, Paula Paiva, Tesoureira e Célia Pereira, Segunda Vogal, e a abstenção de Suzete Frias, Presidente de Direção, que o montante de 500,00 euros referentes aos honorários de coordenação das valências implementadas de prevenção e tratamento das dependências, cujo financiamento é assegurado pela Secretaria Regional da Saúde, a partir do corrente mês de janeiro passem a ser incluídos na sua remuneração, devendo para o efeito realizar-se uma Adenda ao Contrato de Trabalho.”
Análise da Inspeção Regional da Saúde ao contraditório
237. De acordo com a justificação apresentada pela Direção da ARRISCA, a atual Presidente da Direção aufere um vencimento de 4.067,00€, o qual é financiado por 3 entidades distintas: 1.692,00€ pela Se-gurança Social, 1.875,00€ por receitas próprias da ARRISCA e 500,00€ pela Saúde.
238. Este vencimento, tal como é referido pela ARRISCA, não remunera o cargo de Presidente de Direção e diz respeito às funções que a mesma desempenha enquanto trabalhadora da Associação.
239. Ora, nesse âmbito, a situação descrita pelos auditores revela-se ainda mais pertinente, na medida em que a regra vigente, nos termos do n.º 1 do artigo 18º do Estatuto das IPSS, é a de que o exercício de cargos gerentes nas IPSS é gratuito, podendo no entanto ser remunerados, desde que os estatutos assim o prevejam e o volume e movimento ou a complexidade da administração exija presença prolongada (cfr. artigo 18º, n.º 2, do mesmo Estatuto).
240. Ainda assim, essa possível remuneração tem um limite máximo estabelecido, agora expressamente, no n.º 3 do mencionado artigo 18º do Estatuto das IPSS: “(…) não podendo, no entanto, a remuneração exceder 4 (quatro) vezes o valor do indexante de apoios sociais (IAS) (…)”, ou seja, tendo como limite máximo quatro vezes 419,22€ (25), o que perfaz um montante de 1.676,88€.
241. Desse modo, no caso concreto da ARRISCA, ou o cargo de Presidente da Direção é remunerado, pelas razões acima enunciadas – não podendo, já mesmo nessa situação, ultrapassar o montante máximo legalmente permitido – ou, não o sendo, conforme alegado em sede de contraditório, não se compreende como pode uma IPSS remunerar o exercício de funções técnicas, com dinheiros públicos, no valor de 4.067,00€, muito para além dos valores praticados na Administração Pública (26) ou mesmo no setor privado.
242. É certo que é referido que 1.875,00€ dessa remuneração provém de receitas da ARRISCA. Resta, contudo, aferir qual a fonte dessas receitas, dado que 87% do total das receitas da ARRISCA são provenientes de financiamento público.
243. Neste sentido, as entidades financiadoras – incluindo a SReS –, ao financiarem remunerações de funcionários das IPSS, deverão estar atentas aos montantes totais que os mesmos auferem, por forma a evitar a acumulação, num mesmo trabalhador, de financiamentos de instituições diversas, em montantes que permitiriam, designadamente, a contratação de mais pessoal com a mesma habilitação (cfr. o valor de 4.067,00€ acima indicado, que remunera atualmente apenas 1 psicólogo, poderia ser utilizado para a contratação de 3 psicólogos).
244. No mesmo sentido, reforça-se a necessidade de ser cruzada informação entre as diferentes entidades públicas que financiam a ARRISCA, a fim de evitar ou acautelar a sobreposição de pagamentos para as mesmas situações e perseguir o rasto da correta aplicação de dinheiros públicos.
245. Refira-se, por fim, que essa articulação entre os serviços da Segurança Social, da Vice-Presidência e da Saúde, quanto aos financiamentos públicos efetuados e as respetivas finalidades, pode actualmente ser levada a cabo mediante a realização de uma conferência procedimental de coordenação entre os três serviços envolvidos no financiamento, nos termos da alínea b) do n.º 3 do artigo 77º e do n.º 1 do artigo 78º do CPA.
Conclusão
No âmbito dos acordos celebrados, verificou-se que a Presidente da Direção da ARRISCA e trabalhadora dependente da associação, passou a auferir adicionalmente, através de contrato de prestação de serviços, na qualidade de trabalhadora independente, um valor mensal de 500,00€ (para 12 meses no ano), para coordenação de psicologia/supervisão dos projetos.
A acumulação de funções dirigentes com a prestação de trabalho e, ainda, com a prestação de serviços a uma mesma entidade, suscita (em termos abstratos) dúvidas quanto à imparcialidade, à transparência, à isenção e à própria justiça e proporcionalidade da atuação de quantos se encontrem nessas circunstâncias, assim como surpreende (em termos concretos), nomeadamente, pelo avultado montante total envolvido.
Mais se constatou que a atual Presidente da Direção aufere um vencimento de 4.067,00€, o qual é financiado por 3 entidades distintas: 1.692,00€ pela Segu-rança Social, 1.875,00€ por receitas próprias da ARRISCA e 500,00€ pela Saúde – não estando, conforme referido pela ARRISCA, a ser remunerado o cargo de Presidente de Direção. Contudo, o montante total do referido vencimento é muito superior ao previsto no n.º 1 do artigo 18º do Estatuto das IPSS e, mesmo, do correspondente às remunerações brutas fixadas, na Administração Pública, para a carreira de técnico superior, na área de Psicologia, a não ser que o trabalhador ocupe cargo de direção ou chefia.
Recomendação - ARRISCA e SReS/DRS
Relativamente ao contrato de prestação de serviços com a Presidente da Direção da ARRISCA, em acumulação com as suas funções de trabalhadora dependente, recomenda-se que sejam evitadas todas as situações de acumulação de funções, nos termos aludidos, devendo, no caso concreto da ARRISCA, pelo menos ser usados especiais cuidado, diligência e razoabilidade na ponderação das contratações de membros dos corpos sociais com a associação, assim como na fundamentação de tais contratações e manifestos benefícios delas resultantes para a ARRISCA.
Já relativamente ao vencimento auferido pela Presidente da Direção da ARRISCA, mais se recomenda que:
- A ARRISCA pondere a possibilidade de remunerar o cargo de Presidente da Direção – não podendo, nessa situação, ultrapassar o montante máximo referido no n.º 1 do artigo 18º do Estatuto das IPSS (1.676,88€) – ou, caso se mantenha a sua não remuneração, adeque os montantes pagos pelo exercício de funções técnicas, com dinheiros públicos, pelo menos, aos praticados na Administração Pública e mesmo no setor privado. Note-se que a trabalhadora e simultaneamente Presi-dente da Direção aufere através da ARRISCA uma remuneração global de 4.067€ mensais, alegadamente pelo desempenho de funções de técnica superior psicóloga e coordenadora de projetos da instituição.
- A Tutela, bem como as restantes entidades financiadoras, ao financiarem remunerações de funcionários das IPSS, estejam atentas aos montantes totais que os mesmos auferem, por forma a evitar a acumulação, num mesmo trabalhador, de financiamentos de instituições diversas, em montantes que permitiriam, designadamente, a remuneração de mais postos de trabalho com a mesma habilitação.
Na passada segunda feira, o Faial ficou mais pobre com o falecimento da Professora Maria Simas Cardoso.
Natural das Ribeiras, ilha do Pico, formou-se na Escola do Magistério Primário da Horta - EMPH no ano de 1950.
Durante 20 anos lecionou as disciplinas de Didática Especial, Legislação e Administração Escolar, até que em 1978 assumiu as funções de diretora até ao seu encerramento no ano de 1989.
Após o fecho do EMPH, lutou pela continuação da Formação de Professores na Horta, tornando-se responsável pelo Centro Integrado de Formação de Professores (CIFOP), que lhe permitiu negociar a extensão do ensino da Universidade Aberta à Horta. Foi também responsável pela preservação do património da EMPH, que graças à sua persistência se encontra disponível na Biblioteca Pública e Arquivo Regional da Horta.
Em 2013, na sessão solene do Dia da Região, recebeu a “Insígnia Autonómica de Dedicação”.
Maria Simas era Sócia da Associação dos Antigos Alunos do Liceu da Horta - AAALH desde a primeira hora e uma colaboradora relevante, sobretudo na área da Educação.
Num voto de pesar aprovado por unanimidade, a Direcção da AAALH, destaca a envolvência de Maria Simas na homenagem dos 60 anos dos diplomados do 1º curso da EMPH (Boletim 17, 2007), bem como no estudo que conduziu à obra “A EMPH | Para a História da Educação nos Açores” (2014) e na mobilização dos Antigos Alunos da EMPH à volta desta obra (Boletim 29, 2014).
A Cedars House, residência oficial da Assembleia Legisla-tiva da Região Autónoma dos Açores, abriu as portas para a apresentação do livro “Toada do Mar e da Terra” do ex-deputado Aníbal C. Pires, na passada segunda-feira, dia 15 de janeiro.
“Toada do Mar e da Terra” é composto por uma seleção de crónicas escritas entre 2003 e 2008 por Aníbal C. Pires, onde o autor reflete as suas vivências pessoais e da memória coletiva. O livro conta com oito ilustrações de Ana Rita Afonso e prefácio assinado pelo crítico literário Vamberto Freitas, numa edição das Letras Lavadas.
A apresentação do livro foi feita por Renata Correia Botelho, e segundo a mesma, o livro permite levar o leitor ao interior do país, às memórias de infância, e a acontecimentos que marcaram a sociedade e memória coletiva. Relembra a ocupação do Iraque e a tragédia do tsunami no Oceano Índico e frisa “com ele refletimos sobre o drama inominável das migrações, o flagelo letal dos incêndios e o poder fatídico dos preconceitos; com ele viajamos pelo arquipélago ao mesmo tempo que damos um saltinho a Cabo Verde; com ele revisitamos os vários panoramas políticos de então.”
Em jeito de conclusão, Renata Correio Botelho revelou “seja em jeito poético, seja em jeito cronístico, entrar num livro do Aníbal implica, invariavelmente, ouvirmos a toada do mundo, num inabalável clamor por mais justiça e mais humanidade”.
A sessão de apresentação foi presidida por Ana Luísa Luís, presidente da Assem-bleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, e terminou com a interpretação de alguns trechos musicais por Natália Bauer, no violoncelo, acompanhada no piano, por Marcelo Guarini.
A Escola do Mar dos Açores, na Horta, vai ficar pronta em 2019, garantiu Vasco Cordeiro após uma visita à obra.
O presidente do Governo adiantou ainda já estão a ser preparados para serem lançados os concursos públicos para a aquisição de diverso equipamento, num valor superior a um milhão de euros, assim como o processo de certificação dos cursos.
A Escola do Mar dos Açores, na Horta deverá entrar em funcionamento no próximo ano. A garantia foi dada pelo presidente do Governo, após uma visita à empreita na manhã de terça feira.
“Gostaria de realçar a importância que este investimento tem, não apenas para a ilha do Faial, mas para toda a Região. Trata-se de um passo decisivo e fundamental na criação de condições para rentabilizar o enorme ativo que é o Mar”, considerou Vasco Cordeiro.
Segundo o Governante, este investimento superior a quatro milhões de euros, apresenta-se como uma estrutura especificamente dirigida para a qualificação e formação de um conjunto de profissões relativas ao Mar, como as pescas, marinha mercante, operações portuárias, operadores marítimo-turísticos e mergulho, entre outras.
Para Cordeiro, “trata-se de um conjunto de áreas que permitirão, a partir da Escola do Mar dos Açores, colocar a ilha do Faial e os Açores noutro patamar em termos de condições de aproveitamento deste enorme potencial”.
O Presidente avançou ainda que a par com a empreitada, já estão a ser preparados para serem lançados os concursos públicos para a aquisição de diverso equipamento, num valor superior a um milhão de euros.
Em relação ao processo de certificação dos cursos, Vasco Cordeiro adiantou “também já está em andamento”. Segundo o presidente “os respetivos dossiers já foram enviados às diversas entidades que têm a competência para certificar estes cursos e própria parceria já está numa fase adiantada de formalização”, salientou.
De acordo com o governante, em 2019, a EMA estará em condições, ao nível das infraestruturas, mas também na componente da certificação dos cursos, de entrar em funcionamento, garantiu Vasco Cordeiro, para quem este projeto tem a ambição de formar não apenas alunos dos Açores, mas também de captar formandos no país e no estrangeiro
De referir que este é um projeto que inclui uma parceria entre o Governo dos Açores, a Câmara Municipal da Horta, a Universidade dos Açores e a Escola Náutica Infante D. Henrique.
"Depois de algum tempo parado, o Núcleo Faial da Amnistia Internacional volta à atividade, naquela que é a principal iniciativa de defesa dos Direitos Humanos da Amnistia - a Maratona de Cartas.
Assim, ao longo das próximas semanas, este vai organizar várias atividades de modo a dinamizar a segunda edição da Maratona de Cartas na Ilha do Faial.
A principal atividade será a sessão para a comunidade faialense, que decorrerá no sábado, dia 13, a partir das 21 horas, no auditório António Duarte, da Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça, que terá um programa completo e diversificado, com leituras, teatros, cantorias e, claro, assinatura de cartas.
A maratona de Cartas apresenta-se como o maior evento de ativismo da Amnistia Internacional que decorre todos os anos a nível mundial, durante o último trimestre e que pretende fazer com que mais de três milhões de pessoas em todo o mundo apelem ao fim das violações de direitos humanos através do envio de cartas.
O grupo parlamentar do PSD/Açores entregou na passada sexta-feira, um requerimento no parlamento açoriano, que propõe a revisão urgente da portaria que fixa remunerações inferiores ao salário mínimo para tripulantes de ambulância.
Segundo o deputado Carlos Ferreira o documento tem por objetivo “dignificar a missão e as condições de trabalho das mulheres e homens que têm o dever de cumprir a função de tripulantes de ambulância” na Região Autónoma dos Açores
O grupo parlamentar do PSD/Açores entregou no dia 5 de janeiro, na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRAA), uma proposta resolução para que seja realizada uma revisão urgente da portaria que determina as condições de trabalho dos bombeiros voluntários que exercem funções de tripulante de ambulância na Região.
“A portaria em vigor data de 2010 e comtempla em algumas categorias, salários inferiores ao ordenado mínimo regional o que contraria a lei geral e que demonstra bem a urgência da sua revisão”, revelou Carlos Ferreira na entrega do documento.
O deputado do PSD salientou que o objetivo deste requerimento é “dignificar a missão e as condições de trabalho das mulheres e homens que têm o dever de cumprir a função de tripulantes de ambulância na nossa região autónoma”.
De acordo com o parlamentar social democrata faialense, “face à evolução do salário mínimo regional, as Tabelas de Retribuições Mínimas para os Tripulantes de Ambulância de Transporte e para os Tripulantes de Ambulância de Socorro contemplam remunerações base inferiores ao salário mínimo regional atualmente em vigor, o que contraria claramente a lei geral”, avança.
Esta proposta foi apresentada após uma reunião entre Carlos Ferreira e Luís Garcia, deputados do PSD/Açores, e o delegado da ilha do Faial do Sindicato Nacional de Bombeiros Profissionais, na Horta, onde foram expressas as preocupações dos bombeiros açorianos.
Para os deputados do PSD eleito pelo Faial, “a falta de revisão desta Portaria acarreta também um custo financeiro para as associações de bombeiros dos Açores que, na qualidade de entidades empregadoras, estão a assumir o pagamento da diferença remuneratória entre os valores definidos na Portaria de Condições de Trabalho e os valores mínimos estabelecidos na lei geral”, reforçou Carlos Ferreira.
No entender de Carlos Ferreira e Luís Garcia, é “urgente” a revisão da referida portaria, visto que os normativos que determinam a remuneração dos bombeiros não contemplam a atualização inerente à evolução do salário mínimo regional.
Carlos Ferreira defendeu ainda que a portaria em causa assume “elevada importância para as 17 associações de bombeiros da Região que se constituem como entidades empregadoras”.
Encontrar uma estratégia para combater a praga de roedores nos Açores é o objetivo da reunião entre o Governo e a Presidente da Associação de Municípios da Região Autónoma dos Açores (AMRAA).
Neste encontro entre João Ponte e Cristina Calisto vai estar também em cima da mesa, a questão dos caminhos agrícolas e a implementação do Decreto Legislativo Regional relativo aos centros de recolha oficial de animais
No próximo dia 12 de janeiro o Secretário Regional da Agricultura e Florestas vai reunir com a Presidente da Associação de Municípios da Região Autónoma dos Açores (AMRAA) com o objetivo de encontrar uma estratégia global para a problemática dos roedores, cujo combate deverá envolver as autarquias.
No entender de João Ponte é necessário "intensificar" a colaboração que tem existido no âmbito do controlo e combate a esta praga, que afeta não só os meios rurais, mas também as zonas urbanas.
Para um combate eficaz esta praga, o secretário considera ser "importante estabelecer pontes com os municípios” e envolver “as entidades oficiais, as empresas e os particulares numa estratégia responsável e cooperante” de forma a que “se consiga um controlo efetivo e duradouro do problema”.
Para o governante “a utilização isolada de medidas ofensivas ou de eliminação, como a aplicação de rodenticidas, sem a implementação conjunta de medidas que tornem o ambiente menos favorável para os roedores, impossibilita a obtenção de resultados adequados”, defende.
Segundo informação avançada pelo Gabinete de Apoio à Comunicação Social neste encontro serão analisados outros assuntos, nomeadamente “a questão dos caminhos agrícolas e a implementação do Decreto Legislativo Regional relativo aos centros de recolha oficial de animais”.